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domingo, 3 de março de 2013

Confie, mas verifique


" Se você não sabe para onde vai, qualquer caminho serve."

Esta frase foi dita pelo coelho para a Alice (em Alice no país das maravilhas, de Lewis Carroll) no momento em que ela estava perdida.

Isto nos remete ao pensamento de que é preciso entender qual é o nosso papel no mundo e o que temos como objetivo para a nossa vida familiar e a nossa vida em sociedade.

Como indivíduos, devemos analisar onde estamos agora e onde vamos querer estar no futuro e, para isso acontecer, precisamos saber qual o caminho percorrer; entender se este caminho que estamos iniciando hoje irá nos ajudar a alcançar o nosso objetivo final no futuro.

É preciso ter um plano, o conhecimento adequado para fazê-lo valer e segui-lo. Sem um plano, corremos o risco de rodar em círculos, o que nos colocará sempre no mesmo lugar.

Como cidadãos, precisamos ser conscientes e ter a consciência de que todos temos direitos, mas que também temos responsabilidades e deveres uns com os outros e, para que um caminho melhor surja para todos - incluindo nós mesmos - precisamos estar atentos às informações e buscar o conhecimento daquilo que diz respeito aos nossos interesses comuns, para trabalharmos juntos na construção da ponte que nos levará à conquista dos nossos objetivos pessoais e também dos objetivos sociais: prosperidade,  qualidade de vida, segurança, transporte, educação e saúde públicas acessíveis e com qualidade, entre outros.

Ser participativo (ativo na participação) não significa estar presente, mas colocar-se em ação, fazer saber através dos nossos pensamentos e ideias, pois não há outra forma, senão ter o conhecimento e ser participativo, para transformar tudo o que está em discordância e que pode impedir  o nosso desenvolvimento e crescimento como pessoa, cidadão, comunidade, Nação.

Enquanto indivíduos, fazemos planos para a nossa própria vida, mas se não formos ativos sobre estes planos, eles não se realizarão.

Enquanto cidadãos, pagamos um preço alto para que nossos governantes façam planos que devem ser do interesse de todos para a promoção do desenvolvimento e crescimento da Nação. Se eles não forem ativos nos planos que traçam e se propõem a realizar e se nós, cidadãos, formos distraídos, passivos ou omissos naquilo que eles propõem para nós, então andaremos todos em círculos e teremos que engolir "goela abaixo" tudo o que estes cidadãos que elegemos e colocamos lá para defenderem nossos interesses, julgarem e aprovarem como sendo o ideal para nós.
Devemos participar ativamente, cuidando para que o dinheiro que confiamos a eles (sim, nós pagamos altos impostos para que o Governo possa cuidar de nossos interesses, tais como a saúde, educação, segurança, economia próspera e também pagamos os salários deles com este dinheiro) seja investido no propósito a que ele é destinado.

"Confie, mas verifique.", já dizia Ronald Reagan.

Depois não vá dizer que você não sabia de nada.


Ao sucesso financeiro de todos.


Para expandir o seu conhecimento, acesse também os links: 
http://www.contasabertas.com.br/WebSite/
http://www.receita.fazenda.gov.br/educafiscal/textoiconedefaultasp.htm



terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

O seu pé de meia é mágico ou é furado?

Capa do livro O Pé de Meia Mágico, do autor Álvaro Modernell

"Um pouco de conhecimento que age vale infinitamente mais do que conhecimento que é ocioso." ~ Khalil Gibran


Já se pagou primeiro este mês? 

Pagar-se primeiro significa separar uma quantia de dinheiro para fazer o famoso "pé de meia" ANTES de sair pagando os outros e não depois de pagar os outros, porque "depois" talvez não sobre para fazer o seu pé de meia.

"Mas se eu me pagar primeiro vou deixar de pagar alguma conta!!"

Então, é hora de começar a fazer uma planilha para visualizar os seus gastos e ver se é possível gerar alguma economia entre as coisas que você está gastando.

Lembre-se: se é seu desejo, futuramente, trabalhar apenas porque quer e não mais porque precisa e quer continuar vivendo no estilo de vida que você escolher viver, vai precisar dar uma força a você mesmo a partir de agora.

Para começar a transmitir bons hábitos financeiros às suas crianças, indicamos o livro de autoria de Alvaro Modernell, " O Pé de Meia Mágico".


Ao seu sucesso financeiro.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Sucesso é um esforço conjunto





Qual foi o seu melhor investimento? Por que?
Qual foi o seu pior investimento? Por que?

Aprenda com quem já passou pela experiência. Peça ajuda e você irá se surpreender com os resultados.

Todas as pessoas gostam de compartilhar experiências e quando se trata de investimentos, quanto mais você souber e aprender sobre qual o tipo de investimento que mais lhe agrada, melhor. 

Quando se pede ajuda do jeito certo e com verdade, é surpreendente como existem muitas pessoas dispostas a ajudar - às vezes sem cobrar nada em troca. E se cobrarem e você aceitar, pague. É justo.

Seja curioso. Pergunte. Peça ajuda.
Sucesso é mais do que dinheiro: é atitude, é fazer os sonhos acontecerem, é crescer e não estagnar. 

Lembre-se: sucesso é um esforço conjunto.


Ao seu sucesso.

sábado, 29 de dezembro de 2012

PIB VS Inflação. Dinheiro move o mundo



Superficialmente, PIB é a sigla para Produto Interno Bruto e representa a soma, em valores monetários, de todos os bens e serviços finais produzidos numa determinada região ou país, durante um período determinado.

O PIB é um dos indicadores mais utilizados na macroeconomia (do grego: μακρύ-ς /ma΄kri-s/ grande, amplo, largo e οικονομία /ikono΄mia/ lei ou administração do lar) é uma das divisões da ciência econômica dedicada ao estudo, medida e observação de uma economia regional ou nacional como um todo) e tem o objetivo principal de mensurar a atividade econômica de uma região ou do país. 
Então, PIB é a soma de toda a riqueza produzida em um país, medida dentro de um período de tempo.

Inflação

No sentido literal, o termo inflação significa o efeito de inflar ou inchar. Em Economia, é um conceito que designa o aumento continuado e generalizado dos preços dos bens e serviços. Há uma acentuada diminuição do poder de compra devido a vários fatores, como por exemplo, o rendimento salarial que não sofre alteração.
Uma das causas da inflação é o aumento da emissão de papel-moeda pelo Governo para cobrir os gastos do Estado. Quando isso acontece, um maior volume de dinheiro entra em circulação no mercado, mas não houve criação de riqueza ou aumento de produção. Em consequência,  e neste caso, é exigida maior quantidade de dinheiro para adquirir a mesma quantidade de produto, resultando em inflação (quem tem ido ao supermercado mensalmente sabe bem o que é isto).
PIB VS Inflação
Para que uma Nação cresça é necessário que se faça crescer o seu PIB e isso somente acontece quando temos atividade econômica aquecida, ou seja, é preciso gerar empregos, para que as pessoas possam receber salários e, assim, colocarem parte do dinheiro para circular, através da aquisição de bens e serviços disponíveis e, então, as empresas continuam produzindo, investindo e crescendo, gerando mais empregos, para que mais pessoas trabalhem e coloquem parte do dinheiro para circular, para que as empresas continuem produzindo e crescendo, para que tenha uma economia acelerada e seja considerada uma Nação próspera. É igual a subida da roda gigante.
Ao contrário, quando em algum momento e por motivos diversos (crises, políticas econômicas internas e externas, interferência do governo no curso das empresas, aumento da inadimplência, etc, etc, etc),  ocorre um arrefecimento da atividade econômica, as pessoas passam a sentir seus efeitos e começam a gastar menos e com isso as empresas desaceleram também a sua produção e veem a necessidade de  "enxugar" os postos de trabalho e, com isso, vem o desemprego, que faz com que mais pessoas deixem de colocar o dinheiro para circular e com menos pessoas adquirindo bens e utilizando-se dos serviços disponíveis, as empresas passam a produzir menos e...com o passar de poucos anos a situação torna-se preocupante, pois a soma da riqueza da produção (PIB) de uma região ou país torna-se fraca. É igual ao momento de descida da roda gigante.
Assim, nossa economia é acelerada ou desacelerada de acordo com a forma como o dinheiro circula em nossa região, em nosso país, pelo mundo.
AINDA QUE TUDO SEJA TRANSITÓRIO NESTA VIDA, quando se trata de dinheiro ninguém gosta de ficar à deriva, subindo e descendo, sem saber para onde ir e à espera de uma retomada do curso da roda gigante  pelos criadores de políticas.
Tenha você as rédeas de sua vida financeira.
Eduque-se financeiramente, pois a grande diversão da roda gigante é saber apreciar a paisagem de todos os ângulos.
Ao seu sucesso financeiro.






quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Você,o Everest e suas Finanças

Imagem: adventure.nationalgeographic.com


São seus hábitos e crenças - e não a quantia de dinheiro que você faz mensalmente - que podem lhe levar ao topo da sua escalada financeira ou lhe deixar estagnado ao pé da montanha, olhando e imaginando como seria bom se você soubesse escalar.
"O Monte Everest está situado literalmente no topo do mundo, elevando-se a 8.850 metros (29.035 pés) acima do nível do mar. Assim que foi coroado como a montanha mais alta do mundo, os alpinistas inevitavelmente sentiram-se tentados a escalá-lo. E muitos falharam. Enquanto mais de 2 mil pessoas tiveram sucesso, praticamente 200 perderam suas vidas tentando a escalada.
Então, por que escalar o Everest? A resposta mais famosa para essa pergunta veio do alpinista George Mallory: "porque está lá."
·         em 1963, James Whittaker tornou-se o primeiro americano a alcançar o cume do Everest;
·         em 1975, uma mulher japonesa chamada Junko Tabei tornou-se a primeira mulher a chegar no topo;
·         em uma incrível jornada, o americano Erik Weihenmayer tornou-se a primeira pessoa cega a escalar o Everest em 2001.

Após o sucesso da chegada ao pico em 1953, mais e mais alpinistas começaram a chegar ao Everest, com a intenção de imitar os primeiros escaladores."
“Ei”, você pode estar se perguntando, “ e o que isso tem a ver com as minhas finanças?”.
Pelo simples fato da oportunidade de investir dinheiro ”estar lá” para todos os que queiram investir, tanto quanto o fato do Everest “estar lá” para os alpinistas que queiram escalá-lo, então, tem tudo a ver.
A Subida
Tanto no caso dos alpinistas do Everest quanto na sua escalada financeira pessoal, o que importa de fato - por mais incrível que pareça - não é o ponto final, mas os desafios da subida; o desejo profundo de querer encarar e acreditar que você pode superar a si mesmo.
"Ida e volta, a maioria das viagens ao topo do Everest leva cerca de dois meses e meio. Para uma aproximação do sul, os escaladores normalmente voam até Katmandu e passam vários dias comprando suprimentos e conseguindo vistos de viagem. De Katmandu, eles voam para Lukla e viajam por terra até o acampamento base, onde se preparam para a escalada. Até o acampamento base está situada a grande altitude, assim a jornada deve progredir gradualmente, geralmente levando uma ou duas semanas."
Estas são informações muito superficiais, já que quando uma pessoa decide que irá escalar o Everest ela começa a se preparar com muita antecedência, pois ela precisa estudar e aprender os detalhes sobre o que enfrentará, a fim de minimizar seus riscos, adquirir as ferramentas corretas que precisará utilizar, as roupas mais adequadas para sofrer menor impacto, realizar exames, preparar-se física e psicologicamente  uma vez que tem consciência de que o risco existe, é grande, mas esta pessoa está determinada a realizar o grande feito de sua vida.
Como na escalada do Everest, a escalada financeira pessoal também se inicia com um preparo. 
Para iniciar sua escalada financeira pessoal é preciso que você se prepare, eduque-se financeiramente e entenda porque você quer realizar esta escalada, mentalize o prazer de sua conquista, liberte-se de seus medos e crenças com relação ao dinheiro, passe a criar hábitos financeiros saudáveis, crie um plano de economia e gastos, respeite seu perfil financeiro, receba as instruções com quem já realizou a subida antes de você e inicie a sua própria subida. Tudo isso deve ser realizado de forma coordenada e gradual.
À medida que você se sinta mais seguro, você desejará dar mais um passo adiante e mais um passo e mais outro, pois compreenderá que o risco existe em todos os níveis, mas você estará preparado para enfrentá-lo, pois terá o seu “sherpa” - neste caso um especialista financeiro – auxiliando-o a utilizar as técnicas e ferramentas que irão ajudá-lo a minimizar os riscos e que irão encorajá-lo a continuar seguindo.
Obviamente, esta é apenas uma analogia e embora haja momentos de tensão nas questões relacionadas a investimentos, você não precisará entrar na “zona de morte” ( Os níveis de oxigênio no pico é de apenas um terço do encontrado ao nível do mar. Seres humanos não podem sobreviver por um longo período de tempo em uma elevação acima de 8 mil metros, o que é conhecido no Everest como "zona da morte").
O que demonstramos aqui é que tanto para escalar o Everest quanto para dar início à sua escalada financeira pessoal é preciso ter aquela determinação dos que sabem onde querem estar e, definitivamente, dúvidas e hesitações não fazem parte dos que querem alcançar seus objetivos.
Não há pressa. O seu ritmo e o seu limite é você quem impõe.
O importante é se preparar para começar a subida, subir e não desistir.
Na escalada financeira pessoal é assim: uns chegam antes, outros chegam depois, mas se houver determinação e disciplina todos podem chegar àquele lugar chamado “independência financeira”.
Independência Financeira é quando a quantidade de dinheiro que você tem trabalhando para você excede os gastos do estilo de vida que você escolher viver. Em outras palavras, mesmo que você deixe de trabalhar hoje, o dinheiro oriundo de seus investimentos conseguirá manter o seu estilo de vida até quando você bem quiser.
Vai iniciar a sua subida quando?

Ao seu sucesso financeiro.

Fonte: http://esporte.hsw.uol.com.br/escalada-do-everest.htm

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Feliz 2013!


Quando chega o final do ano é muito comum que as pessoas façam uma retrospectiva sobre aquele ano que se vai e é também muito comum que elas se deem conta de que menos da metade de suas promessas foram cumpridas. Isto acontece porque a maioria das pessoas acaba por criar expectativas altas com relação ao ano vindouro e se atira sobre ele como se fosse o  solucionador de todas as coisas que deixaram de ser realizadas até então.
Sonhos que em termos financeiros são de médio ou longo prazo passam a ser sonhados no curto prazo (sim, um ano é um curto prazo!) e com isso acabam se perdendo pelo caminho já que, no fundo, a mente sabe que um desejo de realização mais complexo terá que esperar um pouco mais, caso nenhum planejamento financeiro tenha sido feito anos antes.
Sem querer abrir mão de outras oportunidades que surgem ao longo do ano e que podem ser mais acessíveis, as pessoas trocam um sonho de realização por outro e sem um planejamento adequado os votos daquele ano ficam sendo postergados, então, para o próximo e para o próximo e para os próximos anos, até que elas se coloquem em ação e estejam determinadas a conquistá-los.
As últimas pesquisas apontam que 60% das famílias brasileiras estão endividadas e isto evidencia que as pessoas não se planejam para alcançar sonhos. As pessoas simplesmente lançam à sorte os seus sonhos e os realizam de qualquer jeito, a qualquer custo.
Sonhar é preciso, mas melhor ainda é realizá-lo de forma tranquila, sem prejuízos financeiros.
Para o ano vindouro, além de muita saúde, paz e felicidade, desejamos a todos doses extras de disciplina, entusiasmo, persistência, fé, determinação, planejamento, estratégia, sentido de realização e uma vontade inabalável de prosperar em todas as áreas de suas vidas.
Feliz 2013!

domingo, 26 de agosto de 2012

Prosperidade é uma questão de educação


Pelo dicionário, a palavra "Prosperar" tem o seguinte significado: melhorar de condição, progredir. Ir em aumento, crescer, desenvolver-se. Enriquecer.

Há quem acredite que prosperar signifique apenas ter acesso a mais dinheiro para poder consumir mais, mas "prosperar", na verdade, tem um significado muito mais profundo: pessoas prósperas são pessoas que entendem que para poder gastar mais, precisam aprender a colocar o próprio dinheiro a serviço delas, ou seja, investindo-o e usando-o de forma consciente. Indo além, pessoas prósperas não investem seu dinheiro somente para poder comprar e manter as coisas materiais adquiridas, mas investem em seu próprio desenvolvimento pessoal e, assim, prosperam mais e mais. 

Pense. Ao melhorar sua condição financeira, uma única pessoa é capaz de melhorar tudo à sua volta: ela melhora a condição financeira do comércio local onde consome, já que coloca mais dinheiro para circular; ela amplia seu crescimento pessoal, seja convivendo por entre pessoas mais sábias e cultas do que ela própria, seja investindo em sua própria educação, através de cursos e, por conta destes novos conhecimentos, passa a transmiti-los a outras pessoas; melhora a sua saúde, pois passa a ter acesso a produtos e serviços até então inacessíveis, entre outras tantas iniciativas que surgem a partir das novas oportunidades.

Por isso, não existe pecado algum em querer ser próspero, pois quando uma pessoa prospera, ela leva muitas outras pessoas a prosperarem também.

Aprenda a gerir seus recursos e prospere.

Vida longa e próspera a todos nós. 

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Zona de conforto Vs zona de dinheiro

Houve outrora, na Babilônia, um pobre e modesto alfaiate chamado Enedim, homem inteligente e trabalhador, que não perdia a esperança de vir a ser riquíssimo. Como e onde, no entanto, encontrar um tesouro fabuloso e tornar-se, assim, rico e poderoso?
Um dia, parou na porta de sua humilde casa um velho mercador da Fenícia, que vendia uma infinidade de objetos extravagantes. Por curiosidade, Enedim começou a examinar as bugigangas oferecidas, quando descobriu, entre elas, uma espécie de livro de muitas folhas, onde se viam caracteres estranhos e desconhecidos. Era uma preciosidade aquele livro, afirmava o mercador, e custava apenas três dinares.
Era muito dinheiro para o pobre alfaiate, razão pela qual o mercador concordou em vender-lhe o livro por apenas dois dinares.
Logo que ficou sozinho, Enedim tratou de examinar, sem demora, o bem que havia adquirido. E qual não foi sua surpresa quando conseguiu decifrar, na primeira página, a seguinte legenda: "O segredo do tesouro de Bresa." Que tesouro seria esse? Enedim recordava vagamente de já ter ouvido qualquer referência a ele, mas não se lembrava onde, nem quando. Mais adiante decifrou: "O tesouro de Bresa, enterrado pelo gênio do mesmo nome entre as montanhas do Harbatol, foi ali esquecido, e ali se acha ainda, até que algum homem esforçado venha encontrá-lo."
Muito interessado, o esforçado tecelão dispôs-se a decifrar todas as páginas daquele livro, para apoderar-se de tão fabuloso tesouro. Mas, as primeiras páginas eram escritas em caracteres de vários povos, o que fez com que Enedim estudasse os hieróglifos egípcios, a língua dos gregos, os dialetos persas e o idioma dos judeus.
Em função disso, ao final de três anos Enedim deixava a profissão de alfaiate e passava a ser o intérprete do rei, pois não havia na região ninguém que soubesse tantos idiomas estrangeiros.
Passou a ganhar muito mais e a viver em uma confortável casa.
Continuando a ler o livro, encontrou várias páginas cheias de cálculos, números e figuras. Para entender o que lia, estudou matemática com os calculistas da cidade e, em pouco tempo, tornou-se grande conhecedor das transformações aritméticas. Graças aos novos conhecimentos, calculou, desenhou e construiu uma grande ponte sobre o rio Eufrates, o que fez com que o rei o nomeasse prefeito.
Ainda por força da leitura do livro, Enedim estudou profundamente as leis e princípios religiosos de seu país, sendo nomeado primeiro-ministro daquele reino, em decorrência de seu vasto conhecimento.
Passou a viver em suntuoso palácio e recebia visitas dos príncipes mais ricos e poderosos do mundo.
Graças ao seu trabalho e ao seu conhecimento, o reino progrediu rapidamente, trazendo riquezas e alegria para todo seu povo.
No entanto, ainda não conhecia o segredo de Bresa, apesar de ter lido e relido todas as páginas do livro.
Certa vez, então, teve a oportunidade de questionar um venerado sacerdote a respeito daquele mistério, que sorrindo esclareceu:
- O tesouro de Bresa já está em seu poder, pois graças ao livro você adquiriu grande saber, que lhe proporcionou os invejáveis bens que possui. Afinal, Bresa significa "saber"...
À medida que deixamos e expandimos nossa zona de conforto, expandimos também a nossa zona de dinheiro.
Através do estudo pode o homem conquistar tesouros inimagináveis.
O tesouro de Bresa é o saber que qualquer homem esforçado pode alcançar por meio dos bons livros que possibilitam "tesouros encantados" àqueles que se dedicam a estudar com amor e tenacidade.

" O Tesouro de Bresa" (Os melhores contos, de Malba Tahan)
Fonte:www.metaforas.com.br/metaforas/metaf20050129.asp

domingo, 29 de julho de 2012

Faça do dia de hoje uma grande aprendizagem para a vida


Texto de Philip Tirone ( criador de 7 Steps to a 720 Credit Score)
Tradução livre por Silvia Alambert (fundadora do programa The Money Camp no Brasil)


Imagem de propriedade da The Money Camp Brasil.
Todos os direitos reservados. 2012.

Eu sempre falo sobre ser um homem de família, mas há alguns meses eu fui colocado à prova.

Eu participei de uma conferência e o palestrante (Warren Rustland) disse que se a cultura familiar de uma pessoa é mediana, tudo a sua volta é mediano (escola, vizinhança, igreja, etc) e, assim, as crianças poderiam aprender mais com a cultura familiar de outras crianças do que a sua própria cultura familiar.

Isto faz muito sentido….Se sua cultura familiar não é forte, seus filhos serão pressionados por seus pares, treinadores e professores  e acabará que adotarão valores diferentes aos da família.

Um segundo palestrante (Greg Baer) disse, então, que  o  tempo em que uma família se dedica a educar os seus filhos será diretamente proporcional ao seu sucesso e felicidade.

Foi como ser atingido por um raio.

Veja só, eu percebi que eu estava investindo mais tempo tentando construir a cultura da minha empresa do que tentando construir a cultura da minha família.

Então, há nove semanas atrás, minha esposa e eu implementamos o “encontro diário da família”, o qual nós iremos dar continuidade enquanto as crianças morarem em casa.

Lily e eu queremos criar uma forte ligação com nossos filhos e queremos que tenham uma forte relação com seus irmãos.

Ao considerar, então, a estrutura dos nossos encontros familiares, minha esposa e eu consideramos responder a esta pergunta: Quais os valores que nós queremos incutir em nossa família?

1) Iniciamos com uma oração.

2) Cada um conta aos outros membros da família sobre as coisas às quais estão animados em realizar. (Meu filho de 3 anos está animado com seu brinquedo  de atirar balões de água – todos os dias!)

3) Então, revisamos o dia e o que acontecerá ao longo do dia – Papai virá almoçar em casa; Vovó levará as crianças ao zoológico... esse tipo de coisa.

4) Depois, conversamos sobre um valor (moral ou social) do dia.

É importante observar que deixamos as crianças escolherem sobre quais valores elas querem conversar. Nós queremos que as crianças saibam que suas opiniões são importantes e que sintam-se respeitadas, então, nós damos a elas escolhas e seguimos seu exemplo.

Nós abordamos tudo – desde o compartilhar até sobre boa gestão das finanças.

Nossos filhos são novos ( o mais velho tem 5 anos), então as lições são orientadas para a idade deles.

Por exemplo, compramos um “porquinho” que tem 4 cavidades, ao invés de uma apenas. Estas 4 cavidades representam o que nós desejamos que nossos filhos aprendam e façam com seu dinheiro: poupar, doar, investir e gastar.

Conforme eles cresçam, nós partiremos destas lições para conversas sobre crédito, ferramentas de investimento e formas de poupança.

Independentemente disso, estamos investindo cada dia na construção de uma cultura que permita que os nossos filhos prosperem.

O que você acha? Como você ensina os seus filhos sobre os valores que julga importantes e quais ferramentas lhes oferece para desenvolverem suas habilidades? Eu adoraria saber o que você está fazendo. Além disso, partilhe conosco sobre como você ensina seus filhos sobre finanças, a fim de que eles possam aprender com e através das experiências e erros de seus pais. Compartilhe seus pensamentos aqui ...

Faça do dia de hoje um grande dia.

Paz.

P.S. Durante as primeiras 4 ou cinco semanas, nós nos esforçamos muito no compromisso de manter as reuniões familiares diárias. Houve um dia em que eu já ia saindo de casa sem fazer a reunião, quando meu filho mais novo, Lucas, veio correndo para me lembrar:

"Papai, papai!", ele disse. " Reunião familiar?"

Naquele momento, percebi que estas reuniões são uma mudança no jogo.
Informe-me também se vocês tiverem alguma ideia para fortalecer as reuniões de família!

sábado, 21 de julho de 2012

Quer jogar?

Planejar também significa projetar, arquitetar, construir,edificar, idealizar, empreender, experimentar, propor, pretender.
O oposto significa improvisar.

Por que a maioria das pessoas prefere improvisar a ter que planejar para atingir os objetivos de vida?

A resposta talvez esteja no sentimento de que planejar sem ter um objetivo claro e uma sequencia de ações para alcançar o objetivo proposto leva muitas pessoas a desistirem de planejar, antes mesmo de iniciar algum tipo de planejamento.

Planejar com o sentimento de querer alcançar vários objetivos ao mesmo tempo, sem uma sequencia de ações, também faz com que as pessoas se percam na hora de realizar o planejamento: algumas iniciam, se perdem no caminho e perdem a vontade de continuar no jogo. 

Se compararmos esta realidade aos games, observamos que ao jogar as pessoas se sentem mais confortáveis e dispostas a produzir resultados positivos, exatamente porque existem regras claras e uma sequencia de ações para que o objetivo seja alcançado. Como não existem dúvidas sobre onde se pretende chegar e conhecendo cada passo para chegar ao objetivo, a sensação é o reconhecimento de que algo será realizado e isso nos deixa prontos para participar do desafio.

Nos games, ainda que nos deparemos com a dificuldade de passar para uma próxima fase em virtude de termos falhado em algum ponto, não há o desejo de desistir, mas em tentar novamente, já que há o conhecimento das regras e o sentimento de fazer parte de uma missão coloca-nos em marcha, exatamente por não aceitarmos a "não recompensa" do final; em um planejamento na vida real, se algo falhar no caminho, muitos são os que simplesmente desistem e não querem mais jogar. Isso porque normalmente iniciam o jogo do planejamento sem objetivos claros ou com muitos objetivos a serem alcançados ao mesmo tempo, o que acaba por trazer o sentimento de ausência de estar em uma missão e sem uma sequencia de ações conhecidas para retomar o jogo, torna-se natural a vontade de parar de jogar.

Por isso, educar-se financeiramente é importante para que se entenda o passo a passo para a próxima jogada, para o estabelecimento de regras pessoais e o sequenciamento das ações para a conquista dos objetivos. Lembrando sempre que cada um tem sua própria estratégia de jogo e, por isso, um jeito singular de jogar. 

Ao compararmos a educação financeira a um game, podemos afimar, então, que aquela se apresenta como uma necessidade de melhoria contínua de cada passo do planejamento: quanto mais se aprende mais se avança em uma fase, maior o desejo de melhorar o tempo da jogada na próxima fase, para logo alcançar um objetivo e depois outro e outro e a cada fase conquistada, obter aquela sensação de prazer e orgulho. EU CONSEGUI!

Todos podem vencer no Jogo do Dinheiro, basta escolher querer vencer.

Ao seu sucesso financeiro.

Se quiser mais informações sobre como implantar The Money Game™ em sua escola ou empresa contate-nos através do email: info@themoneycamp.com.br

The Money Game™ e sua logomarca é marca registrada ou marca de serviço registrada de propriedade de Creative Wealth Intl, LLC e comercializado no Brasil exclusivamente pela The Money Camp™ (www.themoneycamp.com.br)

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Como Domar a Inflação de Férias


Imagem: Shutterstock

EM CASA OU EM VIAGEM, MAIOR DEMANDA DOS FILHOS 

POR GULOSEIMAS E RECREAÇÃO CONSOME 12% DO ORÇAMENTO 

NO PERÍODO FORA DA ROTINA ESCOLAR

Luciane Macedo _247 - As férias escolares consomem cerca de 12% do orçamento familiar durante o mês de julho, quando crianças e adolescentes gastam mais com lanches e guloseimas, lazer e recreação. O desafio de manter as contas no azul fica ainda mais difícil, pois os pais precisam separar uma parcela maior de seus rendimentos para atender as demandas dos filhos e ainda domar a inflação de férias, seja dentro de casa ou em viagem.
A maioria dos itens mais consumidos na cesta de férias, do sorvete ao ingresso de cinema, subiu acima da inflação, mostra pesquisa da Fundação Getúlio Vargas. E o golpe no bolso é ainda maior para quem escolheu viajar, pois os preços dos hotéis foram os que mais aumentaram, nos últimos 12 meses, entre 23 itens de uma cesta de férias elaborada pelo economista André Braz, do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da FGV.
A lista da inflação de férias foi dividida em dois grupos: alimentos e serviços (veja abaixo). Em ambos os casos, houve aumento acima da inflação medida pelo IPC/FGV nos últimos 12 meses, até junho de 2012, que foi de 5,37%.
Entre os alimentos, os que registraram as maiores altas de preços foram refrigerantes e água mineral (9,36%), batata frita (8,13%) e sorvetes e picolés (8,10%). Entre os serviços, hotéis (11,72%), clubes de recreação (8,34%) e cinema (8,18%) estão no topo da lista dos que mais encareceram nos últimos 12 meses.
Mas se não dá para escapar da demanda dos filhos, o jeito é diversificar as opções para não cair sempre nos gastos mais salgados, recomenda a educadora financeira Silvia Alambert, diretora-executiva do Money Camp no Brasil e que estreia, em agosto, como colunista das rádios da BM&FBovespa. Segundo Silvia, a questão das finanças durante as férias escolares não envolve apenas números, mas, também, controle emocional dos pais.
"Trinta dias fora da escola custam caro porque, em época de aula, há toda uma programação de atividades para ocupar o tempo dos filhos, e estes gastos já estão todos programados no orçamento familiar: a aula de inglês, de dança, de natação", explica a educadora financeira. "No recesso escolar, geralmente entra tudo de férias ao mesmo tempo, então eles têm energia para queimar e nada para fazer", assinala. "O importante é que eles não fiquem entediados dentro de casa, porque aí os pais chegam do trabalho cansados e vão acabar gastando mais nas opções mais práticas, pedindo pizza no jantar e levando ao shopping".
O ideal é planejar antes os gastos de férias, mas também dá para diversificar as atividades dos filhos para não comprometer as finanças familiares além da conta, recomenda Silvia. "Tem uma vasta programação de férias que é de graça, então dá para fugir de despesas mais caras que não foram planejadas intercalando as opções de lazer", orienta a educadora financeira. "Ao mesmo tempo em que levam ao cinema e ao shopping, os pais podem incluir passeios que pesam menos no bolso, como andar de bicicleta no parque e tomar um sorvete".
Clique na imagem para ampliá-la.
 Inflação de férias: guloseimas e recreação mais caros

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Qual o momento ideal para deixar a casa dos pais?

Jovem: qual é o momento ideal para deixar a casa dos pais?

Publicado por em 27.junho.2012
Para a maioria dos pais, os filhos são o que há de mais valioso no mundo. Entretanto, gostando ou não, em determinado momento da vida eles deverão sair de casa. E a idade ideal para isso será aquela que combina dois fatores: independência financeira do jovem e maturidade para lidar com as contas.
Segundo explica a educadora financeira, Silvia Alambert, é interessante que os pais já coloquem na cabeça do filho, desde cedo, que um dia eles deverão ser independentes. Na prática, é importante falar sobre o tema com alguma regularidade e intensificar a conversa assim que eles iniciam a faculdade. Além de conversar a respeito, os filhos também devem ser preparados para administrar um orçamento.
A sugestão da educadora é que os filhos, assim que encontrarem o primeiro estágio, passem a pagar algumas contas ainda morando com os pais. Pode ser 50% da conta de água, de luz ou de telefone, por exemplo. Tomando cuidado para que eles paguem apenas uma quantia justa ao que eles mesmos usaram. A ideia é que o jovem se sinta responsável por determinados desembolsos, e não pelas principais contas do lar.
Essa estratégia deve ser adotada independente da situação financeira da família. A educadora explica que mesmo que os pais não precisem da colaboração financeira dos filhos, é só quando os jovens começam a participar da vida financeira da família que aprendem como lidar com dinheiro, amadurecem financeiramente e se tornam preparados para administrar uma casa de maneira independente.
Essas pequenas responsabilidades vão ser essenciais para acordá-los para o mundo e para que se sintam tentados a buscar sua independência. Elas ainda vão mostrar qual o impacto das contas na remuneração. O valor da bolsa-auxílio, que o jovem recebe pelo estágio que realiza durante a faculdade, não deve ser usado apenas para bancar despesas com lazer. . O momento da faculdade e a remuneração do estágio devem ser aproveitados para o amadurecimento.
Se o primeiro passo para colocar os filhos no caminho da independência é ensiná-los a lidar com dinheiro, o segundo é cuidar da carreira. Para sair de casa, um bom momento é o final da faculdade, considerando que o jovem já conquistou um emprego efetivo e tem uma remuneração que permite arcar com as contas básicas de um adulto solteiro.
Para isso, os pais – em conjunto com os filhos – devem planejar a carreira profissional, visando a conclusão do curso bem como eventuais especializações e aprimoramentos, essenciais para torná-los competitivos no mercado de trabalho.
Vale pontuar que não há nada de errado em prometer e entregar um apartamento para o filho assim que ele concluir os estudos. Isso pode ser feito na forma da lei, a título de adiantamento da herança, segundo analisa Silvia. O erro que os pais devem evitar é entregar um imóvel sem ensiná-los a lidar com os gastos nem mostrar o caminho para a administração do orçamento doméstico. E tudo isso deve ser feito o mais cedo possível, ainda sob o mesmo teto dos pais.

sábado, 2 de junho de 2012

Todo mundo quer ir para o céu, mas ninguém quer morrer

Não são poucas as pessoas que olham para os outros e desejam entender porque a grama da casa deles é mais verde e querem saber qual é o produto que estas outras pessoas utilizam, para que a grama delas também seja mais verde.
Sem analisarem que pode acontecer do PH do solo do vizinho ser diferente ou que o jeito com que o vizinho trata a grama é que faz a diferença, essas pessoas apenas querem ter a fórmula e pronto.
Eis o primeiro grande, senão o maior,  erro: só desejar TER, do modo mais rápido e conveniente possível, a grama verde, ao invés de se preocupar em entender como funciona o mecanismo para que a grama se torne realmente verdinha e permaneça assim.

Em um outro post já havíamos comentado que " Não existe almoço grátis!".

Se você realmente quiser ver a sua grama mais verde, vai ter que por a mão na terra e trabalhá-la até poder ver muitas minhocas oxigenando o seu solo para que ele se torne saudável e produtivo.

 Este artigo abaixo, meio antigo (2009) mas atual, mostra porque só ser um investidor não adianta, se você não criar hábitos saudáveis com o seu dinheiro e educar-se financeiramente, desde o básico - e isso significa entender também o seu próprio comportamento, o seu perfil financeiro - para entender todo o mecanismo do mundo dos investimentos.

Mãos à obra.
Ao seu sucesso financeiro.

Para ser um bom investidor, é preciso ser um bom poupador, diz Rodrigo Puga
Fonte: http://www2.uol.com.br/infopessoal/noticias/_DINHEIRO_TOP_1723157.shtml20h38SÃO PAULO - O primeiro passo para ser um bom investidor em ações é antes de tudo ser um bom poupador. A afirmação é do escritor Rodrigo Puga, autor do livro Formação de Investidores.

"Muita gente diz que quer investir, mas nem consegue poupar. Antes de pensar em alocar dinheiro em ações é preciso gastar menos do que se ganha. Quando me perguntam qual é o primeiro passo para ser um bom investidor, sempre respondo: ser um bom poupador".

Puga explica também que, além de gastar menos do que se ganha, é preciso ter o cuidado de não investir dinheiro que já está comprometido. "Às vezes a pessoa consegue guardar R$ 1.500 por mês. Mas ela tá juntando esse dinheiro porque precisa pagar uma prestação grande do apartamento que está comprando. Esse dinheiro não deve, de forma alguma, ser alocado em ações, porque se a economia enfrentar mais uma crise, a pessoa corre o risco de perder o apartamento por não conseguir pagar no momento certo", explica.

Curto e longo prazo
O escritor afirma também que é possível sim investir em ações caso seu objetivo seja de curto prazo.

"Vamos imaginar que você quer fazer uma viagem dentro de um ano. Dá sim para você conseguir um bom rendimento neste período. Mas é importante ressaltar que, investimentos de curto prazo em ações devem acontecer quando você tem um objetivo e quer concretizá-lo com aquele dinheiro. Mas de forma alguma, como já disse antes, recomendo colocar um dinheiro que já está comprometido na Bolsa. No caso da viagem, se algo der errado, você simplesmente deixa de viajar, mas não perde sua casa própria".

Para isso, Puga afirma que é preciso que o investidor se utilize do ferramental correto. "Muitos investidores se baseiam em análise técnica e fundamentalista para decidir onde alocar seu dinheiro. Quem quer bons rendimentos em um curto espaço de tempo precisa utilizar a análise técnica, que indica os bons pontos de entrada e saída do papel. A análise fundamentalista também indica quais empresas são boas, mas por estudar a empresa, ela aponta companhias que renderão bons dividendos no futuro".

Outra dica que o escritor dá para os investidores novatos é analisar de forma criteriosa os custos de operação cobrados pela corretora que você escolher para realizar suas ordens. "Obviamente não estou falando que a melhor corretora é a mais barata. A melhor é a que oferece melhor custo benefício. Se uma cobra R$ 50, mas não te oferece uma boa equipe de análise técnica, com bons relatórios, e uma outra cobra R$ 150, mas oferece tudo isso, obviamente a segunda é melhor para você. Como iniciante você terá que contar com a ajuda desses analistas, e contratar esse serviço independentemente custa mais de R$ 300".

E faz um alerta: "Mas cuidado para não jogar dinheiro fora. Não contrate serviços mais sofisticados do que os que você vai realmente usar. Todo dinheiro gasto inutilmente poderia ter sido poupado e investido".

segunda-feira, 28 de maio de 2012

As crianças e o dinheiro


Quando os bebês e crianças pequeninas começam a dar "tchauzinho" é muito comum querermos vê-los acenando e dando tchau: "Papai vai sair para trabalhar. Dá tchau pro papai, dá. Tchaaaau, papai."
À medida que vão crescendo paramos de falar sobre isso, porque a gracinha era o bebê acenar com o "tchauzinho" e porque talvez acreditemos que a criança já tenha entendido tudo sobre o que é trabalho: papai sai pela manhã, vai trabalhar e volta à noite.
Simples assim.
As crianças começam a crescer e muitas vezes elas ouvem: " Vou passar no banco para pegar dinheiro."
Simples assim.
Então, divirta-se com mais esta extraída das coisas da educação financeira de crianças que temos tido a oportunidade de vivenciar em nosso programa:
"Quem sabe nos dizer de onde vem o dinheiro que os seus pais recebem?", perguntamos às crianças.
Todas respondem, em uníssono: "Do banco".
Continuamos: " Mas por que vocês acham que vem do banco?".
E um arrisca: "Porque o banco é que dá."

Elas estão certas, e isto não significa que elas não saibam que seus pais trabalham, mas já que ninguém nunca explicou a elas o que é trabalho e que aquele dinheiro que é sacado no caixa eletrônico do banco, ainda que papai trabalhe para uma instituição bancária, não aparece lá como mágica ou por doação, mas sim que ele está lá como resultado de uma troca ( você trabalha, ou seja, troca o seu tempo e a sua energia por dinheiro), elas só entendem que quem supre as necessidades  de dinheiro da família é o banco.

Por isso, não é difícil ouvir frases tais como, " Pega no banco.", "Passa o cartão" ou " Dá um cheque."

Explicar porque o dinheiro se faz necessário na vida das pessoas; contar onde é que você trabalha, o que você faz e como é que o dinheiro vai parar lá no banco, é um bom começo para a educação financeira das crianças quando elas já entendem que seu dinheiro sai de um caixa eletrônico.

 
Ao sucesso financeiro de nossos filhos.

sábado, 19 de maio de 2012

De pequeno é que se aprende

A questão da mesada é um tema muito importante quando se trata de iniciar os filhos no mundo das finanças pessoais, no desenvolvimento de bons hábitos com o dinheiro, cultura financeira e planejamentos de curto, médio e longo prazo. Cabe aos pais, logicamente, decidirem se concordam ou não em entregar uma quantia de dinheiro semanal ou mensalmente nas mãos dos filhos.
Independentemente da decisão é sempre bom conhecer mais sobre como isso poderá ser proposto, no momento em que concordarem que isso tenha início.
Desta foma, fica o convite aos pais que desejarem conhecer um pouco mais sobre a educação financeira de crianças e jovens, no próximo dia 27 de Maio de 2012, no Espaço PIKS, do Shopping Iguatemi de São Paulo, a partir das 10 horas.
Inscrições pelo telefone (11) 3816 2304. Vagas limitadas.
Aproveite a oportunidade.

Ao sucesso financeiro de seus filhos.

Imagem de divulgação. www.piks.com.br Todos os direitos reservados.2012