Mostrando postagens com marcador educação econômica. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador educação econômica. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 26 de março de 2012

Entre lebres, coelhos e ovos de Páscoa


“A diferença de preços entre o chocolate em barra e o ovo de Páscoa é o couvert artístico do coelho, que bota o ovo daquele tamanho sem amassar o chocolate.” (frase de Edgar Zinho retirada do FB)  
Lá vem a Páscoa novamente e com ela a “passarela dos Ovos de Páscoa” é montada com embalagens lindíssimas, brinquedinhos de toda ordem e com preços de tirar o fôlego até mesmo dos mais aficionados por chocolate.
Todo ano é a mesma coisa e não é hábito da maioria das famílias se planejar financeiramente para alguns eventos ao longo do ano e no caso da Páscoa não é diferente.
Presentear as pessoas com ovos cozidos decorados com desenhos e pinturas pode parecer estranho, presentear com chocolate em barra na Páscoa, parece que não tem graça, mas também não tem a menor graça se endividar para comprar ovos de Páscoa. 
O que fazer então?

A Páscoa é uma festividade que tem três significados: Páscoa Cristã (Ressureição de Cristo), Páscoa Judaica (celebra o fim da escravidão dos hebreus no Egito) e a Festividade Pagã (celebra a chegada da primavera, a aurora, a vida nova)
"De fato, para entender o significado da Páscoa cristã atual, é necessário voltar para a Idade Média e lembrar os antigos povos pagãos europeus que, nesta época do ano, homenageavam Ostera, ou Esther – em inglês, Easter quer dizer Páscoa. Ostera (ou Ostara) é a deusa da Primavera, que segura um ovo em sua mão e observa uma lebre, símbolo da fertilidade, pulando alegremente em redor de seus pés nus. A deusa e o ovo que carrega são símbolos da chegada de uma nova vida." (Fonte: wikipedia )
Como se vê, a intenção do ovo é boa, mas o propósito dele é que se emaranhou com outros interesses.

A nós, pais, resta a tarefa de explicar o verdadeiro significado da Páscoa aos nossos filhos. Caso contrário, eles somente entenderão que Páscoa é um dia para se ganhar ovos de chocolate.
egadinhas de coelho com farinha, "isso não tem preço". Na Páscoa chocolate tem que ser em formato de ovos mesmo.
Porém, às crianças maiores, deem-lhes a oportunidade de escolher, tomando este caso - ao acaso, para ver o que elas preferem: a) duas barras dessas e mais R$ 10 ou b) esse ovo? Se a escolha for pela primeira opção, além do seu filho/a ganhar o dobro de chocolate e mais R$ 10; de você economizar R$ 5, você terá, ainda, a satisfação de saber que essa doce lição de educação financeira adoçará as finanças de seus filhos para o resto de suas vidas. Isso não faz parte do nosso papel de pais? Boa Páscoa a todos! comprar ovos de todos os tamanhos, se torna uma daquelas coisas que não tem preço
Da tradição pascal ficou também a brincadeira de esconder os ovos para que sejam encontrados e, de qualquer forma, quem tem filhos ainda muito pequenos sabe o que é o prazer de comprar ovos de todos os tamanhos só para ver a alegria nos olhos dos pequeninos ao encontrarem os ovos. Realmente,  uma coisa gostosa e divertida de se ver. Para essas doces aventuras, procure os grandes distribuidores*. Eles sempre tem preços mais atraentes e opções para que o coelho não passe em branco.
Já quando os filhos crescem e sabem que o coelho da Páscoa não existe (sim, eles adoram declarar que descobriram o segredo do coelho!) é chegada a hora de conversar com eles, em algum tempo, sobre as escolhas que devemos realizar em alguns momentos e ao longo da vida e mostrar a eles que o valor em dinheiro de um único ovo de Páscoa pode render muito mais.
Daí para frente, compare juntamente com sua criança os preços entre um ovo de Páscoa e dois chocolates em barra, por exemplo, mostrando a ela que poderá ter muito mais chocolate, gastando menos dinheiro e ainda poderá aproveitar a economia gerada e continuar poupando para conquistar outros desejos em breve.

Lembre-se que não se trata apenas da questão do preço do ovo em si e se, ainda assim, a criança preferir o ovo, não é necessário criar uma situação por conta disso, mas apenas continuar seguindo com os ensinamentos para que ela entenda que  o resultado da  nossa vida futura, pessoal e financeira, é igual ao resultado da soma de nossas escolhas ao longo de nosso crescimento.  

Se a situação financeira estiver fortemente comprometida, o ideal é ser honesto e transparente: os muito pequenos não entendem muito bem a diferença entre ganhar um chocolate em um formato diferente em um dia especial ou em algum outro dia, já os maiores devem começar a entender que às vezes a mágica pode não acontecer, em virtude de outras realizações conquistadas pela família ou mesmo por uma situação financeira delicada naquele momento ( é o mesmo caso do filho que espera fazer 18 anos e receber um carro de presente: talvez o Banco do Papai não tenha se preparado com antecedência para a mágica acontecer...e??). Pode ser meio frustrante para a criança e constrangedor aos pais, mas todos superarão o momento.
Parcelar ovos de Páscoa em 3, 6 ou 8 vezes me parece ser bem mais constrangedor.

A educação financeira de crianças e jovens não se faz do dia para a noite e é um processo contínuo onde oportunidades como estas devem ser aproveitadas para a transmissão do conhecimento, pois da mesma forma que as pegadinhas foram descobertas, mais à frente,  as crianças compreenderão que os verdadeiros coelhos da Páscoa também foram bons orientadores financeiros e lhes presentearam com os ensinamentos necessários para que crescessem seguras e deixassem pegadas históricas na construção de suas finanças pessoais.


FELIZ RENASCIMENTO!

(*) Alguns sites e endereços de Distribuidores de doces e chocolates em SP e grande SP.

http://www.chocolandia.com.br/
http://www.manosdoces.com.br/
http://www.docesvaz.com.br/

Irmãos Tateno e Cia Av Jabaquara, 322 - Sao Paulo - SP - CEP 04046000 - Bairro: Mirandópolis - Tel.: (11) 2276-1344

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Ser bem Sucedido é um Desafio

Imagem: dreamstime.com
Ontem, trocando informações em um grupo de Educação Financeira no FB (aliás, dentro do FB, o grupo com mais especialistas, educadores e psicólogos  na área financeira), surgiu um post do blog do André Massaro (http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/voce-e-o-dinheiro/2011/11/07/50-para-ler-um-folheto-e-nao-aprender-nada/) que deu início a uma conversa das boas: porque as pessoas preferem deixar de aprender sobre como podem usufruir de uma vida financeira tranquila, sem preocupações, a terem que se inscrever em algum curso e se educarem financeiramente ou recorrerem a um especialista financeiro, um coach, para que possam ser ensinados sobre como terem uma relação amigável com o dinheiro?
Eu compreendo claramente que a questão é comportamental e, inclusive, por educar crianças e jovens financeiramente, já ouvi coisas de toda sorte.
"Educação financeira para crianças vai ensinar a criança a ser capitalista" (como assim? Onde eu estive esse tempo todo?) ou " Isso é bobagem. Ele vai aprender com a vida." (ãn??) 
Tudo bem. Cada um vê o que quer ver e tem a liberdade de julgar como quiser e a questão aqui nem é essa.
Estes são apenas exemplos para demonstrar que pela própria colocação dos adultos, entendemos que quando o tema "dinheiro" e "finanças pessoais" é aberto, ele causa uma certa repugnância e desconforto a alguns poucos grupos, ainda que todos entendam que ele se faz necessário no nosso dia a dia.
Por essas e outras é que eu insisto em afirmar que não se trata do dinheiro em si, mas sobre o que as pessoas pensam dele, como vêem o dinheiro em suas vidas e sobre as duas únicas finalidades que acreditam que ele tenha sido criado.
Um exemplo simples: a loja que você adora lhe manda um lindo encarte ou revista com o seu nome impresso, informando sobre toda a coleção verão 2012 em lançamento na loja. Aquilo fica na sua cabeça. Você tem que ir lá, pelo menos para ver. Vai e POW... faz umas contas rápidas de cabeça , acredita que dá tudo certo, que sempre deu de um jeito ou de outro e passa o cartão de débito, de crédito, predata cheque, dá um jeito. " Tudo bem", você pensa, " eu merecia mesmo". 
Então, e portanto, não é o encarte da loja, nem a loja, nem o sistema, nem a administradora do cartão, nem o banco que te liberou o talão e  muito menos do Marcos Pontes que saiu da órbita terrestre e deu tudo certo. É VOCÊ  e a forma como você lida com suas finanças pessoais.
É o seu comportamento com o dinheiro, são as coisas que você acredita com relação a ele. Estas mesmas coisas que lhe fazem ver logo é uma muralha da China à sua frente quando o assunto é "suas finanças pessoais" e que lhe impedem de ir além, de promover o seu auto conhecimento, o seu crescimento financeiro e, consequentemente, de permitir a sua liberdade para que você possa realizar mais em sua vida e na vida de outras pessoas. Isto é, se você acreditar que é isso que você quer para você, claro.

Pelas coincidências do Universo, recebi este artigo que vinha exatamente tratar sobre estas questões e julguei que você também iria gostar de ler isso.

Inicie a mudança que você quer na sua vida financeira. Eu torço pelo seu sucesso em todas as áreas de sua vida. Namastê.

Por Jim Rohn

Texto original em inglês: www.jimrohn.com
Tradução livre: Silvia Alambert


Em qualquer área da vida, qualquer um pode ser bem sucedido, embora ser bem sucedido seja um desafio. Se não fosse, estou certo que a maioria das pessoas já seria bem sucedida, mas para cada pessoa que está colhendo os frutos da árvore do sucesso, muitos ainda estão examinando as raízes. Elas estão tentando descobrir como. Elas estão confusas e perplexas pelo o que parece ser um segredo estranho, complexo e inatingível que precisa ser revelado, já que o sucesso é para ser apreciado. Enquanto a maioria das pessoas vive pressionada para ganhar a vida, um número muito menor de pessoas parecem ter o vento sempre soprando a seu favor. Ao invés de apenas ganharem a vida, este número menor de pessoas está altamente comprometido em projetar e desfrutar desse tesouro. Tudo parece funcionar para elas, enquanto o grupo maior de pessoas se apóia em apenas pensar sobre como a vida é desigual, complicada e injusta.

"Eu sou uma pessoa boa, como é possível eu ter que ficar vivendo assim?" perguntam-se estas pessoas a si mesmas. “ Eu trabalho pra caramba, às vezes até mais que outras pessoas.”, pensam as pessoas enquanto se esparramam no sofá para mais um programa de TV. Você deve perceber que você tem que ser mais do que uma pessoa boa, mais do que um bom trabalhador. Você tem que se tornar é um bom planejador e um bom sonhador. Você tem que visualizar o futuro antecipado no presente.

Você terá que se colocar em ação e se preparar para longas horas de aprendizagem e se preparar emocionalmente para aprender a lidar com revezes e frustrações. Você terá que aprender a apreciar a disciplina e de se colocar no ritmo de ter que realizar coisas que lhe pareçam desconfortáveis a tal ponto que você olhe para elas e pense: “ Agora me parece bem mais fácil de fazer”. Você terá que se preparar e sentir-se disposto a encarar os obstáculos se quiser obter êxito na sua empreitada, porque desafios fazem parte do processo até o êxito. Agora que o “ser bem sucedido” se parece mais com um menu de muitas atividades, é preciso que você saiba que o processo de deixar o grande grupo e partir para o menor, isto é, sair da média e diferenciar-se, não é tão difícil. Pensar se quer realmente realizar algo é a parte mais trabalhosa. Antecipar todos os esforços, projetar as mudanças e se disciplinar para realizar é de longe o mais complicado. Encarar e superar os desafios é uma experiência excitante. É algo que enleva a alma e a mente e que torna você diferente daquilo que você costumava ser. Os desafios exercitam os músculos cerebrais e fazem com que você se sinta melhor e mais preparado para o próximo obstáculos que irá surgir.

Eu costumo dizer com freqüência que para termos mais, precisamos primeiramente nos tornarmos mais e que para nos tornarmos mais, nós precisamos dar início a um processo de mudança interior consciente de dar mais trabalho a nós mesmos, mais do que em qualquer outra coisa. Mas, além de adquirirmos novos conhecimentos, descobrirmos novas habilidades e vivenciarmos novas experiências, é importante descobrirmos também novas emoções. É como nos sentimos em relação ao que sabemos que faz a grande diferença em como nossa vida se tornará. Como nos sentimos em relação às chances e escolhas que nós temos é que determinará a intensidade de nosso esforço. Se nós iremos tentar ou não. Se iremos aderir ou não. Se acreditamos ou não. Se realmente amamos a nossa ideia ou não.

Pense um pouco e descubra seus pontos fortes com relação a sua vida e sobre o que você quer fazer com esta vida que lhe foi dada. Você provavelmente tem muito conhecimento e muitas experiências e, talvez, muitas habilidades que lhe permitirá ser bem sucedido. O que pode ser que lhe esteja faltando seja aquele sentimento forte sobre o que você quer para você e sobre o que você quer fazer. Talvez você seja uma daquelas pessoas que se tornou tão envolvida no processo de ganhar a vida que se esqueceu de suas escolhas e das oportunidades que você criou para a sua própria vida.

Deixe que estes sentimentos tomem conta de você e lhe ajudem a dar aquela outra olhada em sua vida para que você veja para onde está indo. Além do mais, você só tem uma vida nesta vida, pelo menos neste planeta. Então, por que não fazer da conquista uma aventura? Por que não descobrir tudo o que você pode fazer e tudo o que você pode ter? Por que não descobrir a quantos mais você poderá ajudar e, no processo, ajudar a si mesmo?

Por que não desafiar o seu sucesso agora?

- Jim Rohn

terça-feira, 14 de junho de 2011

Educação Financeira é muito mais do que dinheiro e investimentos

Imagem: The Money Camp Brasil
Todos os direitos reservados
Muitas pessoas me perguntam o que é The Money Camp e eu costumo dizer que o programa é mais uma filosofia de vida a ser seguida, muito além do que se trata a educação financeira pura.

Por que?

Na educação financeira convencional as questões quase óbvias ligadas a dinheiro e finanças, construção de sonhos (objetivos de vida), planejamento orçamentário, poupança e investimento são tratadas como se fossem receita de bolo e, ainda assim, sabemos que vai depender do tipo de forno de cada um para saber se a receita vai dar certo, então e portanto, são conhecimentos que são transmitidos e que servirão para mostrar às pessoas que elas podem muito mais com seu dinheiro do que simplesmente gastar antes de ganhar ou para que entendam as diferentes possibilidades com o seu dinheiro. Para isso, então, vai depender de cada pessoa querer fazer a receita do bolo, ou seja, seguir a lição de casa com os números, através das planilhas.

Eu acho magnífica a idéia de se educar financeiramente as pessoas, ainda que seja desta forma, já que a maioria das pessoas nem sabia o que era educação financeira há muito pouco tempo e nem nunca tiveram a oportunidade de recebê-la, quem dirá ter a percepção de que a educação financeira vai muito além dos números da planilha. Por isso, muitas pessoas não dão muita importância a esse "negócio de educação financeira", pois além de "terem vivido até aqui sem isso", há os hábitos financeiros pessoais enraizados os quais as pessoas nem percebem.

Diferentemente disto tudo que se apresenta é que entra o programa The Money Camp, já que além de mostrar isso (e até mais), o programa leva o indivíduo a refletir e entender por si próprio que há muito mais elementos envolvidos em seu desejo de querer crescer e prosperar do que somente os números.

Eu digo ainda, ao contrário do que muitos afirmam, que até analfabeto sabe contar números e principalmente dinheiro. Podem não saber manusear uma calculadora científica para verificar a quantidade de juros embutidos em uma compra parcelada ou terem dificuldades para contar o troco, mas reconhecem seus desejos e sabem que o dinheiro compra coisas.
Você mesmo deve conhecer pessoas assim.

Para deixar claro como a educação financera vai além dos números, deixo um breve relato de uma situação em que pude aplicar não só os conceitos do programa The Money Camp, mas pude participar como "coaching" e ver um resultado positivo de mudança de comportamento financeiro através dos ensinamentos do programa. Eu poderia declarar várias outras, mas esta em especial foi muito próxima do meu dia a dia.

Eu tive uma funcionária em minha casa que é analfabeta, mas ela sabe "contar dinheiro" (e como sabe!!) só que fazia tudo errado com o dinheiro porque não foi ensinada a lidar com ele; só foi ensinada que tinha que trabalhar duro, ganhar dinheiro, comprar coisas e pagar contas.
À epoca, estava com o nome limpo e tinha uma conta corrente no banco (ela sabe somente assinar o nome dela. Escreve as letras, mas não reconhece o que está escrito). Ah, sim, e um talão de cheques e vários cartões de crédito (mesmo sendo analfabeta).
Óbvio que não demorou para que se enrolasse toda: emprestava os cartões aos outros e, na inocência e ignorância, assinava e emprestava folhas de cheques aos familiares.
Bem, o caso aqui foi que não demorou para que ela descobrisse que estava com o nome sujo, endividada e sem acesso a crédito algum.
Bastou que ela fosse ajudada a administrar o próprio dinheiro, orientada a negociar suas dívidas, ensinada na forma como agia com seu salário, com seus cartões, como os outros se aproveitavam do analfabetismo dela, para que ela saísse das dívidas e voltasse a gozar de seu nome e seu crédito. Que fique claro também, que entre sujar o nome e pagar as dívidas foram 2 longos anos.

Continua sendo analfabeta, mas não mais ignorante na forma sobre como lidar com o próprio dinheiro, simplesmente porque ELA estava aberta para receber e melhorar a própria condição dela e os ensinamentos a ajudaram a olhar a vida com menos desespero, a partir do momento em que ELA escolheu mudar.
Não é que hoje ela seja investidora no mercado de capitais ou tenha poupança formada ou um plano de aposentadoria, mas porque ELA não quer, pois já  foi mostrado que ela pode fazer muito mais com o salário que recebe, mas se está bom para ela assim, quem irá conseguir mudá-la já que ELA mesma não quer?

Então, veja bem, a educação financeira não se trata apenas de apresentar números, planilhas ou investimentos dos outros que deram certo.
A pessoa tem que entender a educação financeira como sendo praticamente uma filosofia a ser seguida, conhecer a si própria, saber identificar onde está e até onde deseja sonhar a sua vida e, para isso, deve estar pronta para receber os ensinamentos e querer realizar a sua mudança interior para que reflita e tenha impacto direto em sua vida exterior.

O que o programa da The Money Camp promove vai muito além da abordagem sobre dinheiro e investimentos para construção de sonhos de vida no curto, médio ou longo prazo, vai além da economia do cafezinho. Os valores e conceitos transmitidos estão intimamente ligados à forma como a pessoa se vê, através do questionamento, busca interior e auto avaliação de seu sistema de crenças, de valores que compõem sua própria vida e, por isso, é transformador e perdura para sempre na vida da pessoa e tem impacto direto na vida de seus familiares.

A leitura que cada um faz de sua própria vida é que o faz escolher entre querer mudar ou permanecer como está.
O que o programa The Money Camp propõe, muito mais do que ensinar sobre os princípios básicos da educação financeira, é oferecer a oportunidade para que as pessoas reconheçam seus perfis para que realizem mais em suas vidas; inspirá-las a reconhecerem sua inteligência financeira e buscarem o melhor para si próprias, para seus familiares, para o próximo; fazer com que cada um ponha em ação o seu deus interior (entusiasmo), desenhe e tenha as rédeas de sua própria vida financeira e esteja determinado a buscar cada vez mais informação e conhecimento, pois somente através da prática constante é que uma pessoa poderá se dar muito bem em qualquer ponto da vida que deseje mudar.

Desejo a todos que me lêem aqui uma vida plena de saúde, felicidade e com abundância de tudo de melhor que sonharem para suas vidas, da mesma forma que desejo a mim mesma e aos meus.

Um forte abraço.

Silvia

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Aprender sobre finanças é divertido.

Imagem: Divulgação IG

Nathália Ilovatte, iG São Paulo
29/08 - 14:24hs


Adolescentes aprendem sobre finanças pessoais em gincanas no Money Camp
Você planeja seus gastos? Usa sua grana racionalmente? Se acha as questões chatas, saiba que tem jovens se divertindo com elas
                                                                           Enquanto o time laranja corria para levar água até os potes no canto da quadra com a ajuda de um balde furado, o time azul gritava para incentivar seu integrante que levava uma bolinha de isopor em uma colher segurada com à boca até os recipientes próximos à rede de vôlei. O time que terminasse primeiro tinha que correr para trocar de lugar com a equipe verde, que passava bolas de borracha coloridas que só podiam ser conduzidas com o pescoço, passando de pessoa para pessoa, até chegar ao prato que está no fim da fila.
Parecia gincana da aula de educação física, mas era o workshop de educação financeira que os alunos do 3º ano do Ensino Médio do Colégio Campos Salles, de São Paulo, tiveram na última semana. A princípio, eles voltaram para a escola no período da tarde porque foram “subornados” pela coordenação com alguns pontinhos que podem ajudar na média de matérias mais capciosas da grade curricular. Mas, quando chegaram à aula de finanças pessoais e Silvia deu início a uma brincadeira de pega-pega em que a pegadora tem de pular com os pés amarrados, a preguiça sumiu, dando lugar a um aprendizado cheio de brincadeiras e descontração. “Estranhei quando falaram pra vir com roupas que não atrapalham os movimentos, porque imaginei que seria uma palestra, uma coisa chata... Mas me surpreendi bastante e achei a aula muito legal”, disse o aluno Henrique Silva Pedroso, de 17 anos.

O workshop foi ministrado pela equipe do The Money Camp, uma ideia que nasceu há 10 anos nos Estados Unidos. Lá, o The Money Camp é um acampamento cujas atividades são voltadas para a educação financeira. Quando foi trazido para o Brasil, em 2006, passou por algumas adaptações. Aqui, não há um acampamento, a equipe vai a colégios e empresas para workshops ou para o curso continuado, que começa no Ensino Fundamental e acompanha o desenvolvimento do aluno. Mas, assim como no acampamento, tudo é ensinado de maneira divertida e com brincadeiras. “A educação financeira é feita de forma lúdica, com atividades vivenciais que possibilitam a troca de experiências. O método é próximo do construtivismo, pois o professor atua como um facilitador do tema”, explica Silvia Alambert, empresária que trouxe o The Money Camp para o Brasil.

Nas aulas, Silvia ensina às crianças e jovens que uma parcela de todo dinheiro recebido, como salário ou como mesada, por menor que seja, deve ser investida. E em alguns anos, é esse dinheiro investido que vai trabalhar para o seu investidor, que poderá passar longas férias em Acapulco, se dedicar à filantropia e curtir a vida da maneira que desejar. “É muito importante que vocês comecem a pensar na educação financeira de vocês anteontem. Na verdade, vocês já estão atrasados, porque tem uma galera começando aos seis anos e já investindo em ações”, disse Silvia aos alunos, no começo do workshop. “Acho que eles vão se aposentar e curtir a vida adoidado antes de vocês!”.



As noções de por que e como investir não são passadas aos alunos somente de maneira teórica. Foi o pega-pega do começo do workshop que mostrou isso aos jovens. Na brincadeira, uma das alunas, Bruna Lugli Rocha, de 16 anos, tinha que correr atrás de dez amigos para pegá-los, só que com os pés amarrados. Bruna representava o trabalhador, e os pés amarrados significavam a falta de liberdade para trabalhar só quando quiser e tirar umas folguinhas durante a semana para assistir a Sessão da Tarde. Já os meninos correndo livres pela sala eram o dinheiro que Bruna passava a vida correndo atrás. Quando finalmente conseguiu pegar um dinheirinho, ela investiu e, depois de algum tempo, pôde descansar enquanto o dinheiro corria atrás de mais dinheiro pelo auditório do colégio.



Depois de muitas risadas e um tombo de um dos ligeiros dinheirinhos de Bruna, Silvia explicou a brincadeira. “Quando Bruna ralava pra caramba, e trabalhava todos os dias, ela tinha renda adquirida”, ensinou. “Mas quando o dinheiro passou a trabalhar pelo trabalhador e fazer mais dinheiro, e a Bruna ficou só curtindo, porque se planejou para viver assim, ela começou a ter renda passiva”.



No workshop e no curso continuado, os alunos aprendem não só a importância de investir, mas também a fazer um planejamento, gastar com sabedoria, conquistar independência financeira e ser solidário. E para quem quiser começar a botar ordem nas finanças, a empresária e educadora financeira dá algumas sugestões:

- Pague-se primeiro. Antes de gastar qualquer dinheiro com contas e outras despesas, reserve 10% do que você recebeu para fazer algum investimento. “Você é quem mais merece ser pago”, diz;

- Administre sempre seu dinheiro com razão, não com emoção. “É quando agimos emocionalmente que cometemos os maiores erros”, explica. Por isso, nada de comprar por impulso! Ok, só um pouquinho...

- Seja disciplinado e crie bons hábitos com o seu dinheiro. “As pessoas pagam as contas e aí é que veem quanto sobrou. Então, acham que essa quantia representa uma merreca que não é digna de trabalhar por elas”, critica;

- Mesmo que seja tentador pedir o cartão de crédito do pai para parcelar aquele computador novo, pense que quem tem dinheiro, tem poder de barganha, e quem financia dá dinheiro para os outros por causa dos juros. Então, o melhor é economizar até ter dinheiro para pagar a vista, em vez de comprar a prazo;



- Se você não ganha mesada, peça aos seus pais que pensem sobre isso. “Quando os adolescentes percebem que é difícil esperar para receber dinheiro, valorizam mais o dos pais e gastam menos com supérfluos”, afirma Silvia;



- Empréstimos só são bons se servirem para trazer mais dinheiro para a sua vida;

- Faça sempre uma planilha de gastos;

- Na hora de comprar, pesquise preços e pense se aquele produto é realmente uma necessidade nesse momento da sua vida. Se ele for causar um baque na sua vida financeira, melhor comprá-lo depois, quando já tiver juntado mais dinheiro;

- Pense sobre o valor das coisas que você compra. Alguns tênis, por exemplo, têm um custo de produção de 55 dólares e são vendidos no Brasil por mais de 300 reais. Vale a pena pagar tanto por uma marca?

Fonte: http://jovem.ig.com.br/oscuecas/noticia/2010/08/29/adolescentes+aprendem+sobre+financas+pessoais+em+gincanas+no+money+camp+9575727.html





domingo, 22 de agosto de 2010

Aprendendo Matemática para a Vida Real

Por que ninguém nos ensina na escola as habilidades básicas que necessitamos para sobreviver?

Por que nossos jovens tem que memorizar informações que eles: 1) Não tem nem idéia de porque estão aprendendo aquilo e 2) raramente necessitarão daquelas informações quando estiverem na grande aventura da vida por eles mesmos?

Esta é uma das perguntas que não querem calar para mim, pelo menos. Por que todas as coisas as quais realmente necessitamos aprender são deixadas de lado para que somente aprendamos acidentalmente, por erro e acerto ou que são passadas por familiares ou amigos, se tivermos esta sorte.

Por que é preciso criar projetos de leis, ter que passar por aprovações, criar leis para tornar a matéria "educação econômica" obrigatória, se parece uma coisa tão óbvia a todos os que conversamos?

Vai entender...

O NOVO PARADIGMA DA MATEMÁTICA - Aprender Matemática através do dinheiro

Ensinando Matemática

Em outras palavras: e se ensinássemos adição, subtração, divisão e percentuais e tudo o mais que envolve as funções matemáticas associadas ao dinheiro, conversando, em um primeiro momento sobre o que é o dinheiro. A matemática com certeza se tornaria apenas uma forma de aprender como lidamos com o dinheiro.
Desta forma, a matéria se tornaria mais interessante aos alunos...eles compreenderiam PORQUE estão aprendendo matemática!

Uma vez passados os conceitos básicos, poderiam ser introduzidas planilhas e depois avaliações de ganhos no mercado de ações e a miríade de equações matemáticas que são utilizadas para entender o significado do dinheiro em um negócio.

Um dos meios mais eficazes de ensinar matemática aos jovens é através do dinheiro, uma vez que o dinheiro é palpável e permite que eles visualizem quantidades associadas a representação abstrata dos números.
Desnecessário dizer que aprender matemática contando dinheiro tem aplicação prática e pode ser bem motivador.

AGORA estamos aprendendo MATEMÁTICA de verdade!

Então, da próxima vez que seus filhos vierem com uma situação matemática para ser solucionada, transforme-a em uma situação relacionada ao dinheiro e veja quão rápido eles a solucionarão, já que isto fará sentido na vida deles.

Somente algo para reflexão…

Fonte: http://creativewealthintl.org/cwi-blog/ ( The Money Camp Intl)