domingo, 3 de outubro de 2010

Lição de Cidadania e Ética aos Filhos

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Aproveito o momento e deixo uma reflexão sobre como andamos transmitindo lições de cidadania às crianças.

Todas as questões que envolvem desde a preservação do meio ambiente, a miséria no mundo, aprender a conviver com os diferentes,  e também a questão das políticas públicas deveriam ser abordadas desde sempre na vida das crianças. Cada coisa em seu tempo, obviamente.

Parece loucura conversar sobre isso com as crianças e jovens, mas princípios de ética e cidadania caem bem em qualquer tempo do crescimento das crianças e jovens. Aliás, dê a oportunidade de uma conversa breve e você se surpreenderá, já que eles costumam usar o seu próprio vocabulário e a adotar os modelos vindos de casa.

Sei disso e por isso compartilho a experiência, porque quando abordamos a questão dos impostos e a Previdência Pública no Brasil durante as aulas de educação financeira, ouço todo o tipo de coisa e eles são realmente muito bons nisso. Não conversamos sobre política, porque não é esta a intenção, mas é inevitável que eles façam comentários, já que são seres que veem, ouvem e pensam.

Se cada pessoa do planeta tivesse o mínimo de consciência e acessasse sua própria e outras histórias e comportamentos naturais, poderia passar ensinamentos sobre ética e cidadania aos filhos simplesmente mostrando estas histórias de forma natural. Evitaríamos o desperdicício de um monte de coisas.

Às vezes, enquanto educamos nossos filhos, acreditamos que se já ensinamos alguns comportamentos éticos e de cidadania aos nossos filhos dentro de nossa própria casa também acreditamos que eles já tenham entendido a lição para aplicar isso do lado de fora, mas nem sempre é assim.

Um exemplo quase ridículo (não dá para acreditar que ainda exista quem aja dessa forma), mas revoltante, é quando nos deparamos com um carro a nossa frente e vemos o motorista ou passageiro abrindo o vidro e simplesmente mandando sacos de papel com qualquer resto de coisa dentro ( normalmente chamamos isso de lixo) para o lado de fora. 

Se fossem pessoas conscienciosas entenderiam que este tipo de comportamento, além de ser perigoso a quem está logo atrás, entope bueiros e que restos de comida atraem baratas e ratos (há uma média de 7 ratos/habitante em São Paulo !!!) e, por conseguinte, prolifera doenças.
Fico imaginando como deve ser a casa de uma pessoa que age desta forma...
Ou ainda aquele motorista que ao ver um outro veículo dando seta para entrar (embora andem economizando até na seta), ao invés de permitir que o outro entre ele acelera para passar à frente do carro que está tentando entrar.
O que é isso? GP de F1 ?

Nas escolas, encontramos lixo (papel, chicletes, sacos de salgadinho, caixinha de suco vazia) caídos no chão da sala de aula, sob a carteira.
Será que é isso que ensinamos aos nossos filhos em casa ou será que não reforçamos o ensinamento o suficiente a ponto de que eles compreendam que a questão de cidadania deve ser adotada não só dentro, mas fora de casa também ?

Vou lhe chamar a atenção para um caso bem comum que vem acontecendo entre os jovens ( e não estou nem falando sobre levar armas para a escola...Glup!): eles dizem que perderam o celular. Será que perderam mesmo ou deram cabo do velho porque estão querendo um modelo novo ?

Quer mais uma?

" Eu posso me atrasar na entrada da aula porque aqui não é a Inglaterra."

Por que é que tem que ser assim?

Se estão crescendo envoltos em crenças de sobreposição do TER ao invés do SER (nem que para isto seja necessário mentir aos pais), em crenças negativas sobre a possibilidade de mudar alguma coisa ou fazer a diferença é porque estão descrentes dos valores reais de vida e descrentes sobre a posição deles enquanto  cidadãos capazes de mudar a história e fazer diferente daquilo que não aceitam como uma verdade.

Devemos ser e estar atentos com a educação de nossos filhos em todos os aspectos. Devemos nos preocupar, sim, com o dever de casa, ver agendas, ajudar com os trabalhos escolares, oferecer suporte e conversar com a escola quando vemos algo em desalinho com nossos princípios.

Já fomos jovens e sabemos como as coisas são e como pais, às vezes somos tachados de "chatos", mas se não formos nós a nos preocuparmos com nossos filhos e o futuro deles, sobre o que pensam, o que estão fazendo, aprendendo, quem são os amigos, onde estão, deixaremos isto para quem? Para a escola somente ? Para a babá ou funcionária da casa ou o motorista da família ? Para a família do amigo ?

As mudanças das coisas que queremos ver só acontecem se começarmos a falar sobre elas de forma mais clara ao invés de somente criticarmos e ficarmos de braços cruzados, passando mensagens estáticas aos nossos filhos.

No dia a dia, podemos ensinar às nossas crianças os princípios básicos de cidadania, conversar sobre comportamentos que nos desagradam ou agradam e porque e refletirmos juntos sobre novas possibilidades. Assim, teremos certeza de que somos o porto seguro, a base de confiança de nossos filhos, onde eles sabem que podem questionar pois serão ouvidos, podem argumentar e refletir sobre as questões da vida, sem meias palavras e objetivamente e assim, crescerão seguros sobre seus ideais, seus princípios e seus valores enquanto ser humano. 

" Um sonho sonhado sozinho é somente um sonho.
Um sonho sonhado junto é realidade." ( Raul Seixas)


"Uma pesquisa divulgada pelo Ibope em 25.11.03 traz dados preocupantes sobre as nossas relações de cidadania. Indica que 56% dos brasileiros não têm vontade de participar das práticas capazes de influenciar nas políticas públicas. 35% nem tem conhecimento do sejam essas práticas e 26% acham esse assunto “chato demais” para se envolver com ele. Nem tudo está perdido: 44% dos entrevistados manifestaram algum interesse em participar para a melhoria das atividades estatais, e entendem que o poder emana do povo como está previsto na Constituição. A pesquisa anima, de forma até surpreendente, quando mostra que 54% dos jovens (entre 16 e 24 anos), têm interesse pela coisa pública. Interesse que cai progressivamente à medida que a idade aumenta. A pesquisa ajuda a desmontar a idéia que se tem de que o jovem é apático ou indiferente às coisas do seu país."(1)

 (1) BARBOSA, B. Falta de informação limita participação popular. Cidadania na Internet. Rio de Janeiro, nov. 2003. Disponível em http://www.cidadania.org.br/conteudo.asp 







 





segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Brasil está deixando para trás fama de desmatador

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Brasil está deixando para trás fama de desmatador, diz ‘Economist’



Uma reportagem publicada na edição desta semana da revista Economist afirma que o Brasil está deixando para trás a fama de desmatador, mas precisa superar entraves para virar o que um entrevistado no texto chama de “potência ambiental”.

A revista explica as razões pelas quais o país reduziu significativamente a sua taxa de desmatamento entre o fim dos anos 1990 e o início deste século e os últimos anos.

Segundo a Economist, entre 1996 e 2005 cerca de 19,5 mil km² da Amazônia brasileira eram desmatados a cada ano. Entre 2008 e 2009, essa área foi reduzida drasticamente, para cerca de 7 mil km².

Entre as razões apontadas para este fenômeno está uma menor demanda mundial por commodities agrícolas – que alivia as pressões para produzir alimentos na área de floresta -, combinada com ações governamentais.

Entre tais ações, está uma maior regularização da Amazônia, com a demarcação de mais áreas indígenas, parques nacionais e áreas de produção de madeira, e mais ações policiais para coibir a exploração ilegal da floresta e um acompanhamento mais minucioso do desmatamento via satélite.

A revista lembra que o país prometeu reduzir o desmatamento em 80% até 2020 e afirma que, diante dos recentes resultados, “muitos formuladores de políticas públicas agora falam de parar de vez o desmatamento até 2030, ou até revertê-lo”.


“É difícil exagerar os benefícios que isto traria. Ajudaria a evitar diversas catástrofes previsíveis que têm relação com o clima, as condições de tempo e a sobrevivência de milhões de espécies. E passaria a mensagem de que este esforço está sendo realizado pelo país com a maior floresta tropical do mundo e uma grande potência emergente”, diz o artigo.


Entraves – Entretanto, a revista observa que o país ainda precisa superar entraves para virar o que o ex-ministro da Fazenda, Rubens Ricúpero, imagina como uma “potência ambiental”.


Embora tenham melhorado, os esforços de policiamento ainda são esporádicos e os recursos das autoridades ambientais ainda são parcos, diz a revista. Além disso, mesmo quando condenados, muitos criminosos ambientais não pagam multas.


O artigo também lembra a pressão de produtores para que haja um maior relaxamento na legislação ambiental, em especial a que requer que toda propriedade amazônica mantenha pelo menos 80% de cobertura vegetal intacta.


“Porém, acabar com o desmatamento na Amazônia é de interesse do Brasil, e muitos brasileiros o estão reivindicando, razão pela qual hoje é imaginável.”


Com 40% das suas emissões de carbono provenientes da perda de floresta, e igual porcentagem de todo o seu consumo de energia oriundo de fontes renováveis, o país está em uma posição privilegiada para liderar a redução nas emissões de carbono e desenvolver tecnologia verde, diz o texto.


“Há alguns obstáculos para tanto. Mas se os líderes brasileiros optarem por removê-los, e não a floresta, eles não fariam um favor apenas ao mundo; beneficiariam a economia do seu próprio país junto.” (Fonte: G1)

De: Meio Ambiente, newsletter – Brasília, DF - 26 09 2010
Site: www.meioambiente.com.br


Central de Notícias BrasilAlemanha. Serviços: Deutsche Welle - A Voz da Alemanha; acidadeonline; A Ponte; Affonso Ritter; Agência Brasil; Ambiente Brasil; Brasil-Post; Correio do Povo; Folhablu; Gazeta do Sul; Gruposinos; Jornal de Chapada; Jornal do Comércio/POA; Jornal Ibiá; O Sul; Skt. Paulusblatt; Swissinfo.ch; Zero Hora.\ / Afebrae - Associação de Fomento a Estágios de Brasileiros no Exterior; Assessorias de Imprensa; Coordenação do Ensino da Língua Alemã no RS, SC e PR; Câmaras de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha; Deula Ijuí/DeulaBrasil; Embaixada e Consulados da Alemanha no Brasil; Embaixada e Consulados do Brasil na Alemanha; FECAB - Federação dos Centros de Cultura Alemã no Brasil e Filiados; Grupos de Danças Folclóricas; IFPLA - Instituto de Formação de Professores da Língua Alemã; Institutos Goethe no Brasil; Oktoberfestas – Blumenau, Santa Cruz do Sul; Prefeituras; Produtores culturais; Universidades; Assinantes Neues.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Para Ser Especial neste país, tem que Ser Cliente Especial


Imagem: dreamstime.com


"...Se comparamos com os números do censo 2000 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que mostraram que o Brasil possuía 25 milhões de pessoas com deficiência, ou seja 14,5% da população," (...)
Leia mais: http://www.deficienteciente.com.br/2010/06/lei-de-cotas-para-portadores-de.html#ixzz10SSOuXw1

Sempre falamos sobre as preocupações de preparar um filho para encontrar a vida real, as despesas que envolvem a vinda de um filho e tudo o mais.

Eu não poderia, de modo algum, deixar de mencionar aqui os pais que tem filhos especiais pois, pasmem, quem tem um filho especial pode chegar a ter que investir o dobro, triplo ou quádruplo do valor investido, caso o filho tivesse nascido sem estas necessidades.

Sim !!!

Vejo duas situações aqui: 
1o) Ninguém se prepara para a possibilidade de receber um filho portador de necessidades especiais (claro, nunca ninguém fala que isso poderá acontecer e ninguém nem gosta de pensar sobre isso - embora durante a gravidez passe todo o tipo de coisas na cabeça de uma mãe).
2o) Ninguém normalmente se planeja financeiramente para receber uma criança, quem dirá ter idéia de qual será a despesa que poderá ter, caso ocorra uma situação inesperada.

Portanto, ninguém se prepara para esta possibilidade.

Obviamente, também não estou dizendo que temos que esperar pelo pior, mas afirmo que independentemente de um pre natal bem realizado, pode ser que aconteça algo inesperado.

FALAR SOBRE OS RISCOS DA GRAVIDEZ E A POSSIBILIDADE DE ALGUMA INTERCORRÊNCIA É QUASE UM TABU TAL E QUAL COMO CONVERSAR SOBRE DINHEIRO, mas ninguém está livre. Aliás, ninguém está livre de nenhum tipo de situação.

Para se ter uma idéia bem superficial e visualizar em números, veja quanto uma família que tenha uma criança portadora de necessidades especiais, especificamente paralisia cerebral (cada caso é um caso, pois existem casos mais ou menos complexos) poderá ter que investir para amparar com os cuidados mínimos para uma melhor qualidade de vida da criança:

Cadeira de rodas: entre R$ 2.000,00 a R$ 4.000,00 (dependerá da adaptação necessária)
Fisioterapia: média R$ 120,00/sessão (para ter algum resultado, o mínimo são 3 sessões semanais)
Medicamentos: R$ 300,00 a cada 2 meses (em média e dependendo dos medicamentos)
Escola especial: R$ 1.800,00 mensais
Adaptação do carro para transporte: entre R$ 24.000,00 e R$ 32.000,00
Carro adaptado (são poucos os modelos disponíveis para adaptação com a rampa): R$ 37.000,00 (com isenção de IPI)
Consulta com Neurologista clínico: R$ 500,00/semestre
Consulta com Neuro-cirurgião (se for o caso): R$ 450,00 (anual)

Bom, acho que dá para ter uma pequena idéia, porque a lista segue, dependendo das necessidades de cada criança e nem estamos contabilizando aqui despesas com UTI, medicamento para ajudar a oxigenação dos pulmões (em caso de crianças prematuras é muito comum ter que usar este medicamento), intervenções cirúrgicas, etc etc etc.
Fora isso, as coisas comuns de crianças: passear, brincar, viajar, roupas, alimentação etc etc etc e as despesas rotineiras para sobrevivência da família.

Claro que existem opções mais em conta, desde que primeiro você tenha disposição para realizar triagens por meses e aguardar laudos e esperar abrir vagas para inscrições e ser " contemplado" para ter acesso a veículos gratuitos oferecidos pela prefeitura, mas, sim, até é possível.

Se os pais tiverem uma condição um pouco mais favorecida...esqueça porque não será possível conseguir  a aposentadoria que deveria ser um direito da pessoa portadora de necessidades especiais (é o fim !).

E mais, nossas vias públicas favorecem tanto para que as pessoas portadoras de deficiência (e até as que não são portadoras de deficiência alguma)  caminhem e tenham acesso a locais públicos com suas cadeiras de rodas....

Pois bem, tratamos de educação financeira e cidadania e percebemos, então, que para ser especial neste país, tem que ser muito especial.

Organizações de Assistência a Pessoas Portadoras de Necessidades Especiais:

www.lesf.org.br - (0xx)11 5904-8000 
www.AACD.org.br     
www.sarah.br ( Brasília)


Dedico este texto a todas as mães, mas especificamente para as mães que lutam por um melhor lugar ao Sol ao seus filhos especiais.
Uma mãe especial


Deus passeando sobre a Terra, seleciona seus instrumentos para a preservação da espécie humana com grande cuidado e deliberação.



A medida em que vai observando, Ele manda os seus anjos fazerem anotações em um bloco gigante.



"Elizabete Souza...vai ter um menino. Santo protetor da mãe: São Mateus".



"Mariana Ribeiro...menina. Santa protetora da mãe: Santa Cecília".



"Claudia Antunes...esta terá gêmeos. Santo protetor...mande São Geraldo protegê-la. Ele esta acostumado com quantidade".



Finalmente Deus dita um nome a um dos anjos, sorri e diz: "Para esta, mande uma criança excepcional".



O anjo cheio de curiosidade pergunta: "Porque justamente ela Senhor? Ela é tão feliz." "Exatamente, responde Deus, sorrindo. Eu poderia confiar uma criança deficiente a uma mãe que não conhecesse o riso? Isto seria cruel!



"Mas será que ela terá paciência suficiente?"



" Eu não quero que ela tenha paciência demais, senão ela vai acabar se afogando num mar de desespero e auto-compaixão. Quando o choque e a tristeza passarem, ela controlará a situação. Eu a estava observando hoje, ela tem um conhecimento de si mesma e um senso de independência, que são raros, e ao mesmo tempo, tão necessários para uma mãe. Veja a criança que vou confiar a ela, tem todo o seu mundo próprio.



"Ela tem que trazer esta criança para o mundo real e isto não vai ser nada fácil".



"Mas Senhor, eu acho que ela nem acredita em Deus!" Deus sorri. "Isto não importa, dá-se um jeito. Esta mãe é perfeita. Ela tem a dose exata de egoísmo de que vai precisar.


O anjo engasga. "Egoísmo? Isto é uma virtude?" Deus balança a cabeça afirmativamente. "Se ela não for capaz de se separar da criança de vez em quando, ela não vai sobreviver. Sim, aqui está a mulher a quem eu vou abençoar com uma criança menos "perfeita" do que as outras. Ela ainda não tem consciência disto, mas ela será invejada". "Ela nunca vai considerar banal qualquer palavra pronunciada por seu filho. Por mais simples que seja um balbucio dessa criança, ela o receberá como um grande presente". "Nenhuma conquista da criança será vista por ela como corriqueira.



Quando a criança disser "MAMÃE" pela primeira vez esta mulher será testemunha de um milagre e saberá recebê-lo.



Quando ela mostrar uma árvore ou um por-do-sol ao seu filho e tentar ensiná-lo a repetir as palavras "árvore" e "sol", ela será capaz de enxergar minhas criacões como poucas pessoas são capazes de vê-las.



"Eu vou permitir que ela veja claramente as coisas que Eu vejo: ignorância, crueldade e preconceito. Então vou fazer com que ela seja mais forte do que tudo isso.



Ela nunca estará sozinha. Eu estarei a seu lado a cada minuto de cada dia de sua vida, porque ela estará fazendo meu trabalho e estará aqui ao meu lado".



E qual será o santo protetor desta mãe? Pergunta o anjo, com caneta na mão. Deus novamente sorri. "Nenhum! Basta que ela se olhe num espelho".



(Adaptação de "The Special Mother" de Erma Bombeck)

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Não basta estar na moda. Tem que fazer bem à saúde

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Por Mariana Lenharo

São Paulo, 09 (AE) - Não é só uma questão de falta de conforto. O sapato bonito que ajuda a manter a pose e a calça justa, do tipo skinny, que evidencia as formas, pode prejudicar a saúde. Mas, para evitar problemas, não é preciso abrir mão do lado fashion. No caso dos sapatos, o bem-estar do corpo não é mais uma preocupação só das marcas ortopédicas: várias empresas badaladas têm apostado nessa linha.

Basta passar os olhos pelas vitrines para perceber que a elegância já não depende de sofrimento. Se antigamente os sapatos confortáveis eram antiquados e voltados para as mulheres mais velhas, hoje termos como "comfort", "flex" e "therapy" acompanham calçados de marcas que por muito tempo estiveram mais voltadas para a beleza do que para o bem-estar de quem os calça.

"Há 12 anos, somente as senhoras buscavam estes produtos, pois havia a crença de que um calçado confortável era um calçado ortopédico e que isso era sinal de 'problemas nos pés'. As mulheres mais jovens olhavam com preconceito", relata a diretora da marca de calçados Usaflex, Simone Kóhlrausch. "Durante este tempo, nos especializamos em calçados confortáveis. Incorporar itens da moda ao produto foi uma evolução natural", conta. Algumas das características da marca, segundo Simone, são os solados estáveis, palmilhas que amortecem o impacto e tiras distribuídas de uma forma que respeita a anatomia dos pés.

Para a diretora de desenvolvimento da Piccadilly, Ana Carolina Grings, a adoção de peças mais confortáveis reflete o cotidiano cada vez mais agitado das mulheres. "Isso se deve à vida mais atribulada das pessoas. Um sapato confortável com certeza aumenta a disposição no final de um dia muito agitado", diz.

Alguns dos trunfos das marcas que investem no conforto fashion são os materiais especiais e as estruturas diferenciadas. "Investimos na matéria-prima, em materiais que ajudam a absorver a transpiração, palmilhas que hidratam o pé e nos forros macios", diz a gerente de marketing dos Calçados Beira Rio, Maribel Silva. Para ela, a tendência de valorização do conforto é mundial.

A produtora de moda Suzana Ginez, de 25 anos, vê com bons olhos essas mudanças no mercado de sapatos. "Ainda existem muitas marcas de calçados que não valorizam o conforto acima da estética, mas vejo essa mudança ocorrer a pequenos passos. A moda das sapatilhas, que veio e ficou, foi uma grande ajuda para quem preza o conforto, mas precisa de uma boa alternativa ao tênis para poder ir aos eventos sociais", lembra.

Sem aperto - Especialista em pé e tornozelo da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), a ortopedista Cibele Réssio diz que o principal problema relacionado aos calçados são os saltos. Para ela, os que têm mais de 3 centímetros são inadequados. "E não importa se for do tipo Anabela, plataforma ou quadrado". O impacto dos saltos sobre a saúde foram justamente o tema de sua dissertação de mestrado.

Segundo Cibele, o primeiro sinal de que o calçado é inadequado é a dor. Depois, surgem as calosidades e deformidades, como a joanete - em alguns casos, os dedos começam a ficar mais juntos, são os chamados "dedos em garra". Além disso, a musculatura da batata da perna pode encurtar. E o pior: muitos desses efeitos permanecem mesmo quando a pessoa deixa de subir no salto.

Outro item fashion criticado por alguns médicos é a calça jeans do tipo skinny - que fica justa ao longo de toda a perna. Especialistas advertem: nenhuma calça deve ser justa demais. Segundo o médico Paulo Olzon, professor de Clínica Médica da Unifesp, modelagens muito apertadas podem representar um obstáculo para a circulação, principalmente quando a pessoa precisa ficar sentada por muito tempo. "Durante uma viagem longa, por exemplo, se a calça estiver interrompendo a circulação, pode ocorrer até uma trombose", afirma o clínico.

Para os homens, há um mito de que a calça muito justa, se usada prolongadamente, dá origem a problemas urológicos e à infertilidade, mas segundo Olzon isso não tem comprovação científica. No caso das mulheres, a modelagem apertada pode ser perigosa: ela favorece o surgimento de problemas ginecológicos, já que abafa a região, promovendo um ambiente propício para fungos e bactérias, afirma o médico.

BOXE 1: CONFORTÁVEIS, MAS...

Fora do Brasil tem muita gente que não se importa com a aparência dos sapatos, desde que eles deixem seus pés à vontade. Jovens atrizes de Hollywood, como Kirsten Dunst, que atuou em "O Homem Aranha", e Maggie Gyllenhaal, estrela de "Batman - O Cavaleiro das Trevas", foram vistas recentemente usando uma marca de sapato alemã chamada Worishofer. Com design antiquado, eles bem que poderiam estar nos pés das avós das estrelas hollywoodianas.

Para a extravagante Helena Bonham Carter, atriz de Alice e mulher do diretor de cinema Tim Burton, o sapato da marca Z-Coil foi a solução para dores nos pés e na coluna. Com uma grande mola visível no calcanhar, o calçado promete maravilhas, mas não convence com sua aparência um tanto inusitada ...

BOXE 2: SAPATOS FUNCIONAIS

Para quem não tem tempo de ir à academia, uma simples caminhada pode melhorar abdômen, glúteos e pernas, além de ajudar a melhorar a postura. Isso se a pessoa estiver calçando um "tênis funcional", também chamado de "tênis tonificante", artigo que começa a ganhar espaço nas prateleiras. Luis Alfredo Maia, diretor do grupo americano Skechers no Brasil, que é líder no mercado de tênis funcionais com o modelo "Shape-up", afirma que quem anda com o calçado já está se exercitando. "É como caminhar em uma areia bem fofa. Torna-se muito mais fácil de fortalecer outras partes do corpo", compara.

O segredo, segundo Maia, é que o Shape-up tem um solado abaulado. A ortopedista Cibele Réssio explica que isso faz com que a pessoa fique instável sobre o tênis, estimulando a musculatura de várias partes do corpo. Ela já experimentou o modelo Easytone, da Reebok, que tem o mesmo princípio. "Quando vou caminhar no Ibirapuera (parque localizado na zona sul de São Paulo) com esse tênis volto acabada. Quando vou com outro, não sinto nada. Funciona mesmo", afirma.

Dicas de Saúde é um boletim periódico do www.PlanosDeSaudeOnline.com.br

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Somente para meninas

Imagem: dreamstime.com


Meninas, agora que está declarado, não há mais como dizer que não sabia.
Estejam alertas e não permitam que os seus hormônios vençam sua carteira.




Pesquisa constata a relação entre o período de ovulação com jeito “sexy” de se vestir

Em período de ovulação, as mulheres se vestem melhor e compram roupas e acessórios para atrair um parceiro mas, também, para desencorajar as rivais, segundo estudo de marketing realizado por uma universidade americana e publicado na última segunda-feira (16).

Inconscientemente, as mulheres em período de ovulação vestem-se “para impressionar” não apenas os homens, mas as que poderiam ser suas rivais, afirma o estudo da escola de administração da Universidade de Minnesota (norte dos Estados Unidos).

O estudo, divulgado no Journal of Consumer Research, volta-se para estabelecer as ligações entre a compulsão de compra e fatores hormonais.

“O desejo que têm as mulheres, no momento importante de sua fecundidade, de escolher inconscientemente artigos que destacam sua aparência é movido pelo desejo de serem mais sedutoras que as rivais”, afirma Kristina Durante, autora da pesquisa que ouviu 269 mulheres.

“Se você é mais desejável que a concorrência, tem mais chances”, resume ela.

“Descobrimos que, quando estão em período de ovulação, as mulheres escolhem artigos de moda mais ’sexy’, tendo como ponto de referência outras mulheres sedutoras de seu entorno”, explica Kristina Durante.

Durante o estudo, fotografias de mulheres sedutoras moradoras nos arredores foram mostradas a mulheres em período de ovulação. Elas deveriam, em seguida, escolher roupas e acessórios.

“Descobrimos que as mulheres em período de ovulação compravam artigos mais sexy quando tinham na cabeça a imagem de mulheres sedutoras da vizinhança”, acrescentou a pesquisadora. “Se você mora em Nova York, outra mulher que mora em Los Angeles não será percebida como concorrente”.

Esta rivalidade com mulheres sedutoras da vizinhança é inconsciente. “Durante cinco a seis dias por mês, as mulheres que ovulam, são mais de um bilhão de consumidoras”, precisa o estudo de marketing.

Este desejo de compra de artigos e serviços que destaquem a aparência, levado pelo ciclo ovariano, aplica-se não apenas a roupas e calçados, mas também a produtos de beleza, suplementos vitamínicos, artigos de fitness e à cirurgia estética.

Com informações do Portal Uol

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Jovens empreendedores

Imagem: The Money Camp Brasil. Todos os direitos reservados

Temos um módulo sobre empreendedorismo em nosso curso de educação financeira para crianças e jovens, onde são convidados a gerirem um negócio próprio e depois realizamos a Feira do Empreendedor, onde eles podem expor seus produtos e realizarem negócios.

Os jovens são ávidos por empreender, mas muitas vezes encontram limitações por não encontrarem apoio em suas famílias que insistem no velho jargão: " Estude, tire boas notas e arrume um bom emprego."
Não há problemas quanto a estudar e tirar boas notas, mas também não há problemas em permitir que os jovens possam ser empreendedores desde cedo.

Limitá-los a acreditar que apenas com um bom emprego é que terão garantia de alguma coisa no futuro é o mesmo que matar o potencial criativo e empreendedor dos jovens ou dizer: " Não. Isso não é para você." É um verdadeiro banho de água fria.

Aliás, um estudo realizado com relação a tendência de carreiras para 2020, deixa claro que "As relações de trabalho sofrerão alterações significativas. Haverá uma diminuição dos postos de trabalho formais implicando que muitos profissionais terão que criar seu próprio emprego. Novas formas de venda das habilidades individuais surgirão e estarão cada vez mais direcionadas às formas autônomas.", então, por que não apoiar as idéias empreendedoras dos jovens para que tenham a oportunidade de experimentar seu "próprio emprego" ainda cedo? (http://avitech.com.br/vidaecarreira/2010/04/30/tendencias-de-carreiras-para-2020/) 

Instruindo nossos jovens desde já, dando-lhes a oportunidade de realizarem seu próprio ' negócio', eles poderão seguir mais auto confiantes e certos de suas escolhas profissionais futuras e saberão, por eles próprios, se desejam ter um " bom emprego" ou se preferirão ser bons empregadores. 

Somente para reflexão... 

Jovens que ficaram milionários antes dos 20 anos

O Buteco da Net fez uma lista com alguns jovens que conseguiram ficar milionários antes mesmo de completarem 20 anos de idade e contando também como chegaram a tal feito.

Uma verdadeira lição de vida para muitos.
 

Ephren Taylor II

Enquanto a maioria dos garotos de 12 anos pensam em curtir a vida, Taylor já começava a elevar sua fortuna com a criação do seu próprio game para Super Nintendo. Depois de vender 30 cópias para os amigos por 10 dólares e perceber que a maioria dos seus concorrentes faturavam alto, ele tomou a decisão de aumentar os serviços de assinantes. Como ninguém precisava falar com ele diretamente, pouco importava sua idade. “Quando eu recebi um cheque de US$ 3800 (de um varejista do ramo de vitaminas e suplementos), meus pais pensaram que eu estava vendendo drogas”, contou ele. E não parou por aí. Aos 16 anos, Taylor juntou-se com mais um amigo e criou um site para ajudar jovens estudantes a arrumar emprego – seus clientes: Citigroup e Pizza Hut. Pouco mais de 10 anos foram suficientes para transformar Taylor num dos investidores de um grupo de empresas que investe na revitalização de áreas urbanas.

Fraser Doherty

Acredite, aos 14 anos, Doherty começou a fazer doces usando a receita da avó. Originalmente, sua clientela era limitada aos vizinhos e amigos da igreja, mas o negócio progrediu tão rapidamente que aos 16 anos o garoto deixou a escola para dedicar-se integralmente ao seu trabalho. Com o crescente aumento da produção, Doherty resolveu fornecer suas geléias para uma rede de supermercados no Reino Unido, que foi copiada pelos concorrentes. Para ter uma ideia, no último ano, a SuperJam, como é chamada a geléia do garoto, rendeu US$ 1,2 milhão, 60% maior que o ano anterior. “Faço geléia porque amo fazer”, disse ele ao site Forbes. Realmente, o sucesso é muito doce.

 
Ashley Qualls

Aos 14 anos Qualls resolveu criar um portfolio pessoal com fotos e gráficos. Mais tarde, ela ofereceu seus layouts gratuitamente no MySpace e forneceu tutoriais para outros jovens dispostos a fazer o mesmo. Em pouco tempo o site atingiu 7 milhões de acessos por mês, fazendo com que Qualls recebesse uma oferta de US$ 1,5 milhões, que segundo ela, foi recusada. Agora, com 17 anos, Qualls é uma garota financeiramente independente.


Catherine Cook

Catherine, de 17 anos, e seu irmão perceberam que álbuns de formatura poderiam ajudá-los a ganhar algum dinheiro. Com um pouco de imaginação, eles resolveram desenvolver uma versão eletrônica via internet. Foi o suficiente para chamar a atenção do irmão mais velho que resolveu investir US$ 250 mil para criarem o myyearbook.com, uma espécie de rede social para quem se formou. Hoje o site é um sucesso, com redimento na casa dos milhões.

Cameron Johnson

Cameron desde garotinho é um verdadeiro empreendedor. Com apenas 9 anos ele começou a confeccionar convites para festas. Aos 11 anos, atacou de vendedor de bonecas, comprando-as da irmã e revendendo na internet 10 vezes mais cara. Mais tarde, com o dinheiro arrecadado, Cameron investiu num serviço de envio de e-mail e em anúncios do tipo ‘pirâmide’, em que os interessados pagavam pela publicidade. Segundo Cameron, antes de formar-se já tinha acumulado US$ 1 milhão. Hoje ele se mantém dando palestras.
 
Adam Hildreth

Com apenas 14 anos, o inglês Hildreth entrou no mundo dos negócios, iniciando uma rede social chamada Dubit Limited. Rapidamente grandes empresa, como a Coca-Cola começaram a utilizar o site entre os funcionários para comercializar seus produtos entre os jovens. Em 2004, ele foi considerado um dos adolescentes mais promissores do Reino Unido, com um patrimônio de US$ 3,7 milhões. Não satisfeito, o jovem fundou a Crisp, uma empresa especializada em desenvolver softwares para proteger crianças do assédio de pedófilos na internet. De acordo com um recente estudo, o software da sua empresa é capaz de detectar 98,4% dos casos de ataques pedófilos.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Aprender sobre finanças é divertido.

Imagem: Divulgação IG

Nathália Ilovatte, iG São Paulo
29/08 - 14:24hs


Adolescentes aprendem sobre finanças pessoais em gincanas no Money Camp
Você planeja seus gastos? Usa sua grana racionalmente? Se acha as questões chatas, saiba que tem jovens se divertindo com elas
                                                                           Enquanto o time laranja corria para levar água até os potes no canto da quadra com a ajuda de um balde furado, o time azul gritava para incentivar seu integrante que levava uma bolinha de isopor em uma colher segurada com à boca até os recipientes próximos à rede de vôlei. O time que terminasse primeiro tinha que correr para trocar de lugar com a equipe verde, que passava bolas de borracha coloridas que só podiam ser conduzidas com o pescoço, passando de pessoa para pessoa, até chegar ao prato que está no fim da fila.
Parecia gincana da aula de educação física, mas era o workshop de educação financeira que os alunos do 3º ano do Ensino Médio do Colégio Campos Salles, de São Paulo, tiveram na última semana. A princípio, eles voltaram para a escola no período da tarde porque foram “subornados” pela coordenação com alguns pontinhos que podem ajudar na média de matérias mais capciosas da grade curricular. Mas, quando chegaram à aula de finanças pessoais e Silvia deu início a uma brincadeira de pega-pega em que a pegadora tem de pular com os pés amarrados, a preguiça sumiu, dando lugar a um aprendizado cheio de brincadeiras e descontração. “Estranhei quando falaram pra vir com roupas que não atrapalham os movimentos, porque imaginei que seria uma palestra, uma coisa chata... Mas me surpreendi bastante e achei a aula muito legal”, disse o aluno Henrique Silva Pedroso, de 17 anos.

O workshop foi ministrado pela equipe do The Money Camp, uma ideia que nasceu há 10 anos nos Estados Unidos. Lá, o The Money Camp é um acampamento cujas atividades são voltadas para a educação financeira. Quando foi trazido para o Brasil, em 2006, passou por algumas adaptações. Aqui, não há um acampamento, a equipe vai a colégios e empresas para workshops ou para o curso continuado, que começa no Ensino Fundamental e acompanha o desenvolvimento do aluno. Mas, assim como no acampamento, tudo é ensinado de maneira divertida e com brincadeiras. “A educação financeira é feita de forma lúdica, com atividades vivenciais que possibilitam a troca de experiências. O método é próximo do construtivismo, pois o professor atua como um facilitador do tema”, explica Silvia Alambert, empresária que trouxe o The Money Camp para o Brasil.

Nas aulas, Silvia ensina às crianças e jovens que uma parcela de todo dinheiro recebido, como salário ou como mesada, por menor que seja, deve ser investida. E em alguns anos, é esse dinheiro investido que vai trabalhar para o seu investidor, que poderá passar longas férias em Acapulco, se dedicar à filantropia e curtir a vida da maneira que desejar. “É muito importante que vocês comecem a pensar na educação financeira de vocês anteontem. Na verdade, vocês já estão atrasados, porque tem uma galera começando aos seis anos e já investindo em ações”, disse Silvia aos alunos, no começo do workshop. “Acho que eles vão se aposentar e curtir a vida adoidado antes de vocês!”.



As noções de por que e como investir não são passadas aos alunos somente de maneira teórica. Foi o pega-pega do começo do workshop que mostrou isso aos jovens. Na brincadeira, uma das alunas, Bruna Lugli Rocha, de 16 anos, tinha que correr atrás de dez amigos para pegá-los, só que com os pés amarrados. Bruna representava o trabalhador, e os pés amarrados significavam a falta de liberdade para trabalhar só quando quiser e tirar umas folguinhas durante a semana para assistir a Sessão da Tarde. Já os meninos correndo livres pela sala eram o dinheiro que Bruna passava a vida correndo atrás. Quando finalmente conseguiu pegar um dinheirinho, ela investiu e, depois de algum tempo, pôde descansar enquanto o dinheiro corria atrás de mais dinheiro pelo auditório do colégio.



Depois de muitas risadas e um tombo de um dos ligeiros dinheirinhos de Bruna, Silvia explicou a brincadeira. “Quando Bruna ralava pra caramba, e trabalhava todos os dias, ela tinha renda adquirida”, ensinou. “Mas quando o dinheiro passou a trabalhar pelo trabalhador e fazer mais dinheiro, e a Bruna ficou só curtindo, porque se planejou para viver assim, ela começou a ter renda passiva”.



No workshop e no curso continuado, os alunos aprendem não só a importância de investir, mas também a fazer um planejamento, gastar com sabedoria, conquistar independência financeira e ser solidário. E para quem quiser começar a botar ordem nas finanças, a empresária e educadora financeira dá algumas sugestões:

- Pague-se primeiro. Antes de gastar qualquer dinheiro com contas e outras despesas, reserve 10% do que você recebeu para fazer algum investimento. “Você é quem mais merece ser pago”, diz;

- Administre sempre seu dinheiro com razão, não com emoção. “É quando agimos emocionalmente que cometemos os maiores erros”, explica. Por isso, nada de comprar por impulso! Ok, só um pouquinho...

- Seja disciplinado e crie bons hábitos com o seu dinheiro. “As pessoas pagam as contas e aí é que veem quanto sobrou. Então, acham que essa quantia representa uma merreca que não é digna de trabalhar por elas”, critica;

- Mesmo que seja tentador pedir o cartão de crédito do pai para parcelar aquele computador novo, pense que quem tem dinheiro, tem poder de barganha, e quem financia dá dinheiro para os outros por causa dos juros. Então, o melhor é economizar até ter dinheiro para pagar a vista, em vez de comprar a prazo;



- Se você não ganha mesada, peça aos seus pais que pensem sobre isso. “Quando os adolescentes percebem que é difícil esperar para receber dinheiro, valorizam mais o dos pais e gastam menos com supérfluos”, afirma Silvia;



- Empréstimos só são bons se servirem para trazer mais dinheiro para a sua vida;

- Faça sempre uma planilha de gastos;

- Na hora de comprar, pesquise preços e pense se aquele produto é realmente uma necessidade nesse momento da sua vida. Se ele for causar um baque na sua vida financeira, melhor comprá-lo depois, quando já tiver juntado mais dinheiro;

- Pense sobre o valor das coisas que você compra. Alguns tênis, por exemplo, têm um custo de produção de 55 dólares e são vendidos no Brasil por mais de 300 reais. Vale a pena pagar tanto por uma marca?

Fonte: http://jovem.ig.com.br/oscuecas/noticia/2010/08/29/adolescentes+aprendem+sobre+financas+pessoais+em+gincanas+no+money+camp+9575727.html





domingo, 22 de agosto de 2010

Aprendendo Matemática para a Vida Real

Por que ninguém nos ensina na escola as habilidades básicas que necessitamos para sobreviver?

Por que nossos jovens tem que memorizar informações que eles: 1) Não tem nem idéia de porque estão aprendendo aquilo e 2) raramente necessitarão daquelas informações quando estiverem na grande aventura da vida por eles mesmos?

Esta é uma das perguntas que não querem calar para mim, pelo menos. Por que todas as coisas as quais realmente necessitamos aprender são deixadas de lado para que somente aprendamos acidentalmente, por erro e acerto ou que são passadas por familiares ou amigos, se tivermos esta sorte.

Por que é preciso criar projetos de leis, ter que passar por aprovações, criar leis para tornar a matéria "educação econômica" obrigatória, se parece uma coisa tão óbvia a todos os que conversamos?

Vai entender...

O NOVO PARADIGMA DA MATEMÁTICA - Aprender Matemática através do dinheiro

Ensinando Matemática

Em outras palavras: e se ensinássemos adição, subtração, divisão e percentuais e tudo o mais que envolve as funções matemáticas associadas ao dinheiro, conversando, em um primeiro momento sobre o que é o dinheiro. A matemática com certeza se tornaria apenas uma forma de aprender como lidamos com o dinheiro.
Desta forma, a matéria se tornaria mais interessante aos alunos...eles compreenderiam PORQUE estão aprendendo matemática!

Uma vez passados os conceitos básicos, poderiam ser introduzidas planilhas e depois avaliações de ganhos no mercado de ações e a miríade de equações matemáticas que são utilizadas para entender o significado do dinheiro em um negócio.

Um dos meios mais eficazes de ensinar matemática aos jovens é através do dinheiro, uma vez que o dinheiro é palpável e permite que eles visualizem quantidades associadas a representação abstrata dos números.
Desnecessário dizer que aprender matemática contando dinheiro tem aplicação prática e pode ser bem motivador.

AGORA estamos aprendendo MATEMÁTICA de verdade!

Então, da próxima vez que seus filhos vierem com uma situação matemática para ser solucionada, transforme-a em uma situação relacionada ao dinheiro e veja quão rápido eles a solucionarão, já que isto fará sentido na vida deles.

Somente algo para reflexão…

Fonte: http://creativewealthintl.org/cwi-blog/ ( The Money Camp Intl)


sábado, 21 de agosto de 2010

Pessoas comuns podem fazer coisas extraordinárias

  Imagem: Dreamstime.com

" O professor tentou começar sua aula. Não conseguiu. Pediu silêncio educadamente. Não adiantou. Foi aí que ele deu a maior lição que já presenciei e que nunca me esqueci ao longo da minha vida: disparou a escrever um texto na lousa.
Alguns alunos continuavam atirando bolinhas de papel, outros conversando e o professor...escrevendo. Ao não ouvirem o professor pedir silêncio, um a um foi parando e lendo o que estava escrito no quadro negro:

"Há muitos anos descobri que nós professores trabalhamos para apenas cinco por cento dos alunos de uma turma. De cada cem alunos, apenas cinco fazem diferença no futuro: tornam-se profissionais brilhantes e contribuem para melhorar a vida das pessoas. Os outros noventa e cinco por cento só fazem volume. São medíocres e apenas passam pela vida.
Essa porcentagem vale para todos: a cada cem garçons, apenas cinco são excelentes; de cem motoristas, só cinco são verdadeiros profissionais, enfim, de cem pessoas, apenas cinco são especiais.

É uma pena não poder separar estes cinco por cento do resto. Mas não há como saber dentro de uma turma quem serão os cinco por cento. Só o tempo vai mostrar. Claro que cada um de vocês sempre pode escolher a qual grupo pertencerá. Obrigado pela atenção e vamos à aula de hoje".

A partir daí, a turma teve comportamento exemplar naquela matéria até o fim do ano. Afinal, quem gostaria de ser classificado como "parte comum"?

Aquele professor foi um dos cinco por cento que fizeram a diferença em minha vida. Ensinou que, se não tentarmos ser especiais no que fazemos, se não aproveitarmos as oportunidades e se não tentarmos buscar sempre por mais conhecimento para fazer o melhor possível, seguramente sobraremos na turma dos comuns." (Autor desconhecido)

Nós temos um ditado na Money Camp que é " Como você faz algo em sua vida é como faz TUDO.
Observe mais a si próprio e questione se não há como melhorar um pouco mais com relação às áreas de interesse de sua vida. Ir além, passo a passo, mas sempre, saindo do lugar comum. 
As coisas que você faz de forma automática, sem prestar muita atenção, podem ser as mesmas coisas que estejam lhe impedindo de avançar um pouco mais e isto inclui a sua vida financeira.

Você pode ser igual a maioria das pessoas ou você pode querer fazer uma diferença enorme em sua própria vida e, a partir daí, fazer uma diferença enorme na vida das outras pessoas a sua volta.

" Estar decidido, acima de qualquer coisa, é o segredo do êxito." (Henry Ford)

domingo, 15 de agosto de 2010

Ponha um Tubarão no seu tanque

Os japoneses sempre adoraram peixe fresco, porém as águas perto do Japão não produzem muitos peixes há décadas. Assim, para alimentar a sua população, os japoneses aumentaram o tamanho dos navios pesqueiros e começaram a pescar mais longe do que nunca. Quanto mais longe os pescadores iam, mais tempo levava para o peixe chegar. Se a viagem de volta levasse mais do que alguns dias, o peixe já não era mais fresco.

E os japoneses não gostaram do gosto destes peixes.

Para resolver este problema as empresas de pesca instalaram congeladores em seus barcos. Eles pescavam e congelavam os peixes em alto-mar. Os congeladores permitiram que os pesqueiros fossem mais longe e ficassem em alto mar por muito mais tempo.

Os japoneses conseguiram notar a diferença entre peixe fresco e peixe congelado, e é claro, eles não gostaram do sabor do peixe congelado.



Entretanto, o peixe congelado tornou os preços mais baixos. Então as empresas de pesca instalaram tanques de pesca nos navios pesqueiros. Eles podiam pescar e enfiar esses peixes nos tanques, “como sardinhas”. Depois de certo tempo, pela falta de espaço, eles paravam de se debater e não se moviam mais. Eles chegavam cansados e abatidos, porém, vivos.



Infelizmente, os japoneses ainda podiam notar a diferença do gosto. Por não se mexerem por dias, os peixes perdiam o frescor. Os japoneses preferiam o gosto de peixe fresco e não o gosto de peixe apático.

Então, como os japoneses resolveram este problema? Como eles conseguiram trazer ao Japão peixes com gosto de puro frescor?

Se você estivesse dando consultoria para a empresa de pesca, o que você recomendaria?

Antes de ler a resposta, leia isto:

Quando as pessoas atingem seus objetivos tais como, quando encontram um(a) namorado(a) maravilhoso(a), começam em um novo trabalho, pagam todas suas dívidas ou o que quer que seja, elas podem perder a sua motivação. Elas podem começar a pensar que não precisam mais seduzir tanto, trabalhar tanto ou continuar organizando sua vida financeira, então relaxam.


Para esses problemas, inclusive no caso dos peixes dos japoneses, a solução é bem simples.

L. Ron Hubbard observou no começo dos anos 50 que “O homem progride, estranhamente, somente perante a um ambiente desafiador”.



Quanto mais inteligente, persistente e competitivo você é mais você gosta de solucionar um bom problema.

Se você tem desafios a sua frente e você consegue, passo a passo, superá-los, você se sente muito feliz consigo mesmo e motivado a querer realizar mais. Você pensa em seus desafios e se sente com mais energia. Você fica excitado em buscar novas soluções. Você se diverte. Você fica vivo!



Para conservar o gosto de peixe fresco, as empresas de pesca japonesas ainda colocam os peixes dentro de tanques. Mas, eles também adicionam um pequeno tubarão em cada tanque. O tubarão come alguns peixes, mas a maioria dos peixes chega “muito vivo”. Os peixes são desafiados.



Portanto, ao invés de evitar desafios, se atire neles. Curta o jogo. Se seus desafios são grandes e numerosos, não desista. Revitalize-se! Busque mais determinação, mais conhecimento e mais ajuda.

Se você alcançou seus objetivos, coloque objetivos maiores. Uma vez que suas necessidades pessoais ou familiares forem atingidas, vá de encontro aos objetivos do seu grupo, da sociedade e até mesmo da humanidade.
Crie seu sucesso pessoal e não se acomode nele.
Você tem recursos, habilidades e destrezas para fazer a diferença.

“Então, ponha um tubarão no seu tanque e veja quão longe você realmente pode chegar.”

(Texto retirado de um MBA americano)

Put a shark inside your tank (english version)

Everybody knows that Japanese people in general love eating fresh fish. Fish have been rare in the Japanese waters for decades. Being so, and to feed its’ population, the Japanese Fishing Companies built larger boats and went fishing far away from the coast. As far as the boats went, it took more time to bring the fish back and what was worst the fish were not that fresh. The population did not approve of the taste of those fish. In order to solve the problem, the Fishing Companies installed freezers in their boats.
 
The fishermen fished and froze the fish in the high sea. The freezers allowed them to go a far distant with their boats and they could stay fishing for a long time in the high sea. The Japanese population noticed the difference between a fresh and a frozen fish. Of course, they did not appreciate those frozen fish as well. Then, the Fishing Companies installed tanks in the boats. They fished and threw the fish inside the tanks. After a period of time, and because of a lack of space inside the tanks, the fish did not struggle any more. The fish arrived “alive” BUT tired. Unfortunately, the Japanese could still notice the difference in taste. The fish being paralyzed for days did not have the same fresh taste. The Japanese consumers would rather the fish taste fresh than the apathetic fish taste.
 
HOW DID THE JAPANESE SOLVE THE PROBLEM?

How did the fishermen bring to Japan the taste of the fresh fish?

If you were a consultant for a Fishing Company, what would you recommend?

 
* * * Before reading the answer, read what follows:
 
When people achieve their targets such as: when they find a new lover, when they successfully start a new business, when they pay for all their debts, whatever, they may lose their passion.

They may think they do not need hard work any more, then, they relax. They seem to have the same problem of lottery winners, heirs, people that never grow or even housewives being bored of their lives, they initiate searching for problems. For these problems, including the Japanese’s fish case, the solution is very easy to find.

Early 50´s, L. Ron Hubbard observed:

"Surprisingly, the human-being only grows when he faces a challenging environment”.
 
The more intelligent, persistent, and competitive you are the better problem solver you become. If your challenges are not too large and you conquer these challenges step-by-step, you become satisfied with yourself. You think about your challenges and feel yourself ENERGIZED. You feel excited and willing to try new solutions. You have fun. You stay alive!
 
ANSWER:

To preserve the taste of fresh fish, the Japanese Fishing Companies kept the tanks in their boats, BUT they put a small shark inside each tank! The shark ate some fish but most of them arrive at the coast “very alive” and fresh. This happens because the fish feel themselves challenged in the tanks.
 
Therefore, and as a rule in your life, INSTEAD OF AVOIDING challenges, jump into them. Enjoy the game. If your challenges are really big and you have lots of them, do not give up: re-invigorate yourself! Look for more strength of mind, more knowledge, and more assistance. If you reach your targets, impose new bigger targets.

Once you achieved your own personal or family needs; go to your group, society or even humanity needs and help. Create your own personal success but do not feel comfortable with this situation. You have tools, skills and dexterity to make the difference.
 
"Put a shark inside your tank and see how far you can really go".

Texto retirado de um MBA americano


segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Papai me empresta o carro.

Imagem: Dreamstime
Sonho da maioria dos brasileiros, o carro zero é o número 2 da lista que configura a ordem dos objetos de desejo - o primeiro é a casa própria.
Pela valor mais baixo do que a aquisição de uma casa, o carro acaba vindo antes do imóvel.

Aliás, nunca foi tão fácil adquirir um automóvel no Brasil: sem entrada, primeira parcela depois de três meses e mais de 60 parcelas para pagar, qualquer pessoa ávida por um carro zero enxerga o cenário como a perfeita e única oportunidade da vida para conquistar o carro zero.

Como é fácil enganar o cérebro ( e se enganar), as pessoas julgam que não deve ser tão complicado assim conseguir pagar as parcelas, mas esquecem de todas as despesas que vem junto com o brinquedo novo: IPVA, seguro (consome até 6% do valor do carro anualmente), combustível e, mais para frente, manutenção, troca de peças, filtros de ar, de óleo, pneus, etc etc etc, fora as outras despesas já existentes para sobrevivência.

Tudo bem se a pessoa provisionou tudo isto ao longo dos anos da aquisição do bem, mas a história mostra que infelizmente não é assim que a maioria das pessoas realiza seus sonhos.

Em um de nossos acampamentos, trabalhando a questão dos objetivos de vida com os adolescentes, não foi surpresa comungarmos com eles o objetivo de terem um carro ( e alguns nem se importavam que não fosse zero km). A surpresa foi saber como pretendiam alcançar aquele objetivo: " Ah, tem que fazer 18 anos."
É neste momento que mostramos a eles quanto custa ter e manter um carro e para surpresa de muitos, não tinham idéia de que havia toda essa contabilidade envolvida. Achavam que era como mágica: você faz 18 anos e um carro aparece e será sempre abastecido, estará sempre lavado e brilhando, não haverá problemas de qualquer ordem, pois o mesmo mágico que fez o carro aparecer, dará conta de fazer o resto.

Por que, então, insisto na idéia de que a educação financeira deve começar desde cedo?
  
Porque o despreparo para se atingir objetivos de forma organizada acaba sendo também, o maior pesadelo ou quando não, o de grande frustração.

E se os pais de alguns destes jovens não tiverem condição de presenteá-los com um carro aos 18 anos, simplesmente por não acharem que o filho esteja preparado para tal evento? Os pais são pessoas más e incompreensivas? A família está quebrada? Os filhos se sentiriam traídos porque passaram a adolescência ouvindo que pessoas que completam 18 anos ganham carros?

Novamente, as pessoas estão mais centradas no " aqui e agora" e simplesmente se esquecem do futuro.

Isto não significa que nunca mais ninguém terá carro zero na face da Terra. Isto somente mostra o uso incorreto da inteligência financeira em favor próprio.

Cada um pode ter o que desejar ter e tem livre arbítrio para escolher como fazer para ter.

A diferença entre as pessoas que usam a IF* em favor próprio, normalmente são as que sabem esperar um pouco mais, as que não se impressionam com mega liquidações e saem comprando coisas que desvalorizam só porque está barato ou são levadas pela emoção e pelo simples fato de TER.

Quer saber como estas pessoas usam a IF* em seu favor na hora de comprar um carro ?

1) Elas não ligam por comprar carros zero km, porque entendem que um carro deprecia logo que é tirado da concessionária, então, compram carros com 1 ou 2 anos de uso (semi-novo). Quem paga o preço da depreciação é quem o comprou zero. Sempre haverá carros semi novos sendo vendidos. Inteligente, não?

2) Elas até adquirem o carro zero, mas preferem fazê-lo com  os ganhos de seus investimentos e não com o dinheiro do trabalho delas. Elas guardam um dinheiro mensalmente e durante anos, colocando-o em algum investimento e quando já possuem o valor para comprar à vista, vão lá, negociam o valor para compra à vista (sempre acaba sobrando um dinheiro na conta de investimento) resgatam o dinheiro e compram o veículo. O dinheiro do trabalho destas pessoas, servirá para continuarem vivendo suas vidas sem stress de pagamentos de parcelas mensais. Não lhe parece inteligente?

3) Partem para alcançar outros objetivos, sempre guardando e investindo parte do dinheiro e estando atentas ao momento e às oportunidades que sejam convenientes a elas e não a terceiros. 

A expectativa da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) é de que o setor chegue ao fim do ano de 2010 com total de 3,4 milhões de unidades vendidas, 8% mais que em 2009.
(Fonte: Leone Farias Do Diário do Grande ABC )  

Se você pretende ser o mágico da vida de seus filhos, comece a educá-los financeiramente e a usar sua IF* iniciando uma poupança para tal mágica agora, porque daqui a 2, 3, 5, 10 anos, vai continuar havendo bastante alternativa para tirar o coelho da cartola.

* IF = Inteligência Financeira