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quinta-feira, 7 de junho de 2012

Amor e respeito ao próximo




E assim, em mais uma celebração de Corpus Christi, vamos refletindo e abrindo espaço para melhoria contínua, enquanto seres humanos amorosos que somos, sem nos deixarmos influenciar por fatores externos que nos chocam, decepcionam ou nos iludem e que podem nos deixar doentes ou desacreditados do amor e do respeito.

Amor e respeito ao próximo são sentimentos que devem ser vividos em abundância e não em escassez e, talvez,  as atrocidades que temos visto nos âmbitos politicos e sociais, venha da ausência de entendimento de que naquele ato do "pão e vinho" ( Corpo e Sangue), o grande Mestre nos deixou uma proposta maior durante nossa breve passagem pela vida; uma proposta para ser vivida por todos.

Amar e respeitar ao próximo do mesmo jeito que amamos e respeitamos a nós mesmos, foi o que o grande Mestre nos ensinou.

Vivamos, então, o ensinamento de forma plena, para sermos a mudança que queremos ver na nossa vida e na vida do próximo. 

Então, não tenha vergonha de declarar o seu amor e respeito a tudo e a todos, seja a quem for, ainda que em pensamento, pois afinal, amor e respeito nada tem a ver com classe social, raça ou credo, mas tem a ver com toda a humanidade. Somos e estamos ligados uns aos outros.

Ao declarar o amor e respeito ao próximo, declaramos que desejamos sentir e ver essas duas condições multiplicadas pelo mundo.

Somos todos Um e unidos na mesma intenção, iluminamos o mundo.

Eu te amo, meu irmão e por te amar, eu respeito você e sua natureza e desejo a você tudo de melhor que desejo a mim.





segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Brasil está deixando para trás fama de desmatador

Imagem: dreamstime.com

Brasil está deixando para trás fama de desmatador, diz ‘Economist’



Uma reportagem publicada na edição desta semana da revista Economist afirma que o Brasil está deixando para trás a fama de desmatador, mas precisa superar entraves para virar o que um entrevistado no texto chama de “potência ambiental”.

A revista explica as razões pelas quais o país reduziu significativamente a sua taxa de desmatamento entre o fim dos anos 1990 e o início deste século e os últimos anos.

Segundo a Economist, entre 1996 e 2005 cerca de 19,5 mil km² da Amazônia brasileira eram desmatados a cada ano. Entre 2008 e 2009, essa área foi reduzida drasticamente, para cerca de 7 mil km².

Entre as razões apontadas para este fenômeno está uma menor demanda mundial por commodities agrícolas – que alivia as pressões para produzir alimentos na área de floresta -, combinada com ações governamentais.

Entre tais ações, está uma maior regularização da Amazônia, com a demarcação de mais áreas indígenas, parques nacionais e áreas de produção de madeira, e mais ações policiais para coibir a exploração ilegal da floresta e um acompanhamento mais minucioso do desmatamento via satélite.

A revista lembra que o país prometeu reduzir o desmatamento em 80% até 2020 e afirma que, diante dos recentes resultados, “muitos formuladores de políticas públicas agora falam de parar de vez o desmatamento até 2030, ou até revertê-lo”.


“É difícil exagerar os benefícios que isto traria. Ajudaria a evitar diversas catástrofes previsíveis que têm relação com o clima, as condições de tempo e a sobrevivência de milhões de espécies. E passaria a mensagem de que este esforço está sendo realizado pelo país com a maior floresta tropical do mundo e uma grande potência emergente”, diz o artigo.


Entraves – Entretanto, a revista observa que o país ainda precisa superar entraves para virar o que o ex-ministro da Fazenda, Rubens Ricúpero, imagina como uma “potência ambiental”.


Embora tenham melhorado, os esforços de policiamento ainda são esporádicos e os recursos das autoridades ambientais ainda são parcos, diz a revista. Além disso, mesmo quando condenados, muitos criminosos ambientais não pagam multas.


O artigo também lembra a pressão de produtores para que haja um maior relaxamento na legislação ambiental, em especial a que requer que toda propriedade amazônica mantenha pelo menos 80% de cobertura vegetal intacta.


“Porém, acabar com o desmatamento na Amazônia é de interesse do Brasil, e muitos brasileiros o estão reivindicando, razão pela qual hoje é imaginável.”


Com 40% das suas emissões de carbono provenientes da perda de floresta, e igual porcentagem de todo o seu consumo de energia oriundo de fontes renováveis, o país está em uma posição privilegiada para liderar a redução nas emissões de carbono e desenvolver tecnologia verde, diz o texto.


“Há alguns obstáculos para tanto. Mas se os líderes brasileiros optarem por removê-los, e não a floresta, eles não fariam um favor apenas ao mundo; beneficiariam a economia do seu próprio país junto.” (Fonte: G1)

De: Meio Ambiente, newsletter – Brasília, DF - 26 09 2010
Site: www.meioambiente.com.br


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