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quinta-feira, 7 de junho de 2012

Amor e respeito ao próximo




E assim, em mais uma celebração de Corpus Christi, vamos refletindo e abrindo espaço para melhoria contínua, enquanto seres humanos amorosos que somos, sem nos deixarmos influenciar por fatores externos que nos chocam, decepcionam ou nos iludem e que podem nos deixar doentes ou desacreditados do amor e do respeito.

Amor e respeito ao próximo são sentimentos que devem ser vividos em abundância e não em escassez e, talvez,  as atrocidades que temos visto nos âmbitos politicos e sociais, venha da ausência de entendimento de que naquele ato do "pão e vinho" ( Corpo e Sangue), o grande Mestre nos deixou uma proposta maior durante nossa breve passagem pela vida; uma proposta para ser vivida por todos.

Amar e respeitar ao próximo do mesmo jeito que amamos e respeitamos a nós mesmos, foi o que o grande Mestre nos ensinou.

Vivamos, então, o ensinamento de forma plena, para sermos a mudança que queremos ver na nossa vida e na vida do próximo. 

Então, não tenha vergonha de declarar o seu amor e respeito a tudo e a todos, seja a quem for, ainda que em pensamento, pois afinal, amor e respeito nada tem a ver com classe social, raça ou credo, mas tem a ver com toda a humanidade. Somos e estamos ligados uns aos outros.

Ao declarar o amor e respeito ao próximo, declaramos que desejamos sentir e ver essas duas condições multiplicadas pelo mundo.

Somos todos Um e unidos na mesma intenção, iluminamos o mundo.

Eu te amo, meu irmão e por te amar, eu respeito você e sua natureza e desejo a você tudo de melhor que desejo a mim.





terça-feira, 23 de agosto de 2011

O Segredo do Sucesso

Por Flávio Souza.
Trainer coach,Consultor e palestrante internacional


Imagem: dreamstime.com
O ex-presidente dos EUA John Kennedy, disse: “O segredo do sucesso eu não sei qual é. O segredo do fracasso eu sei: é tentar agradar a todo mundo”. Realmente é uma carga muito grande e pesada para se carregar uma vez é impossível conseguir esse intuito, então a pessoa vive se frustrando e sofrendo por não consegui-lo.

Querer agradar sempre esse é um modelo de comportamento que pode ser aprendido na infância em busca de ser amado, aceito, aprovado e reconhecido.
O pior é que podemos levar o comportamento para a vida adulta. Assim se cria falsos preceitos que nos levam à mecanismos auto-sabotadores que nos limitam e nos tornam escravos de “querer agradar a todo mundo”.

Esse comportamento traz uma perda de assertividade significativa levando à pessoa a uma passividade comportamental e de comunicação. A pessoa é vista como “boazinha” aquela que faz tudo pelos outros e se esquece de si mesma. As pessoas dizem: “Elas é tão boazinha, coitada!”. É isso mesmo: coitada! Essa palavra vem de uma pessoa que veio a sofrer “coito” de forma imperiosa, isso é, coitada quer dizer “vítima de estupro”. Pois é, o que acontece com a pessoa por querer agradar todo mundo, ela tem seus sentimentos, seu tempo e sua vida “estuprada” pelos outros que são colocados em primeiro lugar por ela própria.

Quem quer agradar sempre sente necessidade de ser querido e aprovado por todos, é motivado na vida por esse objetivo tirano e irreal. Acreditam que se agradarem os outros serão aceitos, que não é educado discordar das opiniões alheias e pensam que é feio dizer “não”, pois eles podem não gostar. Como diz o ditado popular: “são feitas de gato e sapato”.

Essas pessoas se preocupam demais com o que os outros vão pensar e querem fazer todos se sentirem bem, missão impossível, elas não compreendem que o que as pessoas sentem e pensam são responsabilidade delas próprias, que não cabe a ela cuidar disso. Esforça-se em vão e vive com medo, insegura, frustrada e cheia de decepções.

Como resultado acabam tendo dificuldade em se manter focados em seus próprios objetivos, colhem resultados pouco práticos, avaliam as coisas mais em termos emocionais, tomam decisões emocionais sem levar em conta os aspectos racionais e depois acabam se arrependendo muito disso tudo. É um preço alto a pagar por esse modelo de comportamento.

No relacionamento com os outros acabam sendo feitos de “capacho” e não percebem, assim, podem ser manipulados com facilidade e querendo agradar ignoram os aspectos desagradáveis das outras pessoas. Criam uma comunicação deficiente e pouco objetiva, dão muitas voltas para falar o que querem. Acabam tendo muita dificuldade em dar e receber feedback.

Para que a pessoa se liberte dessa armadilha é importante que ela se permita ser ela mesma, busque atender suas próprias necessidades e se coloque em primeiro lugar em sua vida. É essencial aprender a dizer “não”, só ajudar quando for solicitado e estiver disposta a isso e reconhecer que não é responsável pelos sentimentos e pensamentos dos outros.

Compreenda que ninguém pode agradar todo mundo, que você pode dizer “não” e que só você é responsável pelo que sente e pensa. Seja você quem for e onde estiver merece respeito e consideração dos demais. Pense Nisso!

Um grande abraço


Flávio Souza.

Trainer coach,
Consultor e palestrante internacional




quinta-feira, 19 de março de 2009

Educar Financeiramente Vai Muito Além de Somente Ensinar Sobre Dinheiro

Quando se fala em educação financeira, as pessoas logo pensam em $$$$$, mas eu afirmo que EDUCAR FINANCEIRAMENTE vai muito além de dinheiro.
O dinheiro é só uma ferramenta para você atingir seus sonhos. Portanto, ele é um meio, não um fim.
Se há outros fatores que estão ligados ao modo como você lida com seu dinheiro e você não entende isto, não adianta, você vai entender que sua vida está apenas condicionada ao que você TEM e não ao que você É!
Assim, você continuará TENDO coisas e FAZENDO coisas que farão com que você se sinta como SENDO alguém.
Este tipo de pensamento é que tem levado muitas pessoas à bancarota, quebradas, falidas, com aquela sensação de que nada parece o suficientemente bom e se sintam infelizes com o tipo de vida que levam. Compram uma roupa e, no momento seguinte, sentem a necessidade de comprar mais uma e mais uma e mais uma. Isto porque não estão felizes, inconscientemente, com o que realmente SÃO.
As pessoas acreditam que precisam TER algo a mais (carro do ano (nem que seja parcelado em 80 meses!!! :-( ), roupas de griffe (nem que o salário inteiro fique comprometido), cirurgias plásticas estéticas (agora com direito a empréstimo em até 24 meses), etc), para que AS OUTRAS PESSOAS pensem que elas SÃO alguma coisa.
Por isso, nós educadores financeiros, devemos transmitir os conceitos sobre as possibilidades que as pessoas podem criar em suas vidas se elas souberem SER, antes de TER ou FAZER.
EDUCAR FINANCEIRAMENTE VAI MUITO ALÉM DE SOMENTE ENSINAR A LIDAR COM DINHEIRO.