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sábado, 2 de junho de 2012

Todo mundo quer ir para o céu, mas ninguém quer morrer

Não são poucas as pessoas que olham para os outros e desejam entender porque a grama da casa deles é mais verde e querem saber qual é o produto que estas outras pessoas utilizam, para que a grama delas também seja mais verde.
Sem analisarem que pode acontecer do PH do solo do vizinho ser diferente ou que o jeito com que o vizinho trata a grama é que faz a diferença, essas pessoas apenas querem ter a fórmula e pronto.
Eis o primeiro grande, senão o maior,  erro: só desejar TER, do modo mais rápido e conveniente possível, a grama verde, ao invés de se preocupar em entender como funciona o mecanismo para que a grama se torne realmente verdinha e permaneça assim.

Em um outro post já havíamos comentado que " Não existe almoço grátis!".

Se você realmente quiser ver a sua grama mais verde, vai ter que por a mão na terra e trabalhá-la até poder ver muitas minhocas oxigenando o seu solo para que ele se torne saudável e produtivo.

 Este artigo abaixo, meio antigo (2009) mas atual, mostra porque só ser um investidor não adianta, se você não criar hábitos saudáveis com o seu dinheiro e educar-se financeiramente, desde o básico - e isso significa entender também o seu próprio comportamento, o seu perfil financeiro - para entender todo o mecanismo do mundo dos investimentos.

Mãos à obra.
Ao seu sucesso financeiro.

Para ser um bom investidor, é preciso ser um bom poupador, diz Rodrigo Puga
Fonte: http://www2.uol.com.br/infopessoal/noticias/_DINHEIRO_TOP_1723157.shtml20h38SÃO PAULO - O primeiro passo para ser um bom investidor em ações é antes de tudo ser um bom poupador. A afirmação é do escritor Rodrigo Puga, autor do livro Formação de Investidores.

"Muita gente diz que quer investir, mas nem consegue poupar. Antes de pensar em alocar dinheiro em ações é preciso gastar menos do que se ganha. Quando me perguntam qual é o primeiro passo para ser um bom investidor, sempre respondo: ser um bom poupador".

Puga explica também que, além de gastar menos do que se ganha, é preciso ter o cuidado de não investir dinheiro que já está comprometido. "Às vezes a pessoa consegue guardar R$ 1.500 por mês. Mas ela tá juntando esse dinheiro porque precisa pagar uma prestação grande do apartamento que está comprando. Esse dinheiro não deve, de forma alguma, ser alocado em ações, porque se a economia enfrentar mais uma crise, a pessoa corre o risco de perder o apartamento por não conseguir pagar no momento certo", explica.

Curto e longo prazo
O escritor afirma também que é possível sim investir em ações caso seu objetivo seja de curto prazo.

"Vamos imaginar que você quer fazer uma viagem dentro de um ano. Dá sim para você conseguir um bom rendimento neste período. Mas é importante ressaltar que, investimentos de curto prazo em ações devem acontecer quando você tem um objetivo e quer concretizá-lo com aquele dinheiro. Mas de forma alguma, como já disse antes, recomendo colocar um dinheiro que já está comprometido na Bolsa. No caso da viagem, se algo der errado, você simplesmente deixa de viajar, mas não perde sua casa própria".

Para isso, Puga afirma que é preciso que o investidor se utilize do ferramental correto. "Muitos investidores se baseiam em análise técnica e fundamentalista para decidir onde alocar seu dinheiro. Quem quer bons rendimentos em um curto espaço de tempo precisa utilizar a análise técnica, que indica os bons pontos de entrada e saída do papel. A análise fundamentalista também indica quais empresas são boas, mas por estudar a empresa, ela aponta companhias que renderão bons dividendos no futuro".

Outra dica que o escritor dá para os investidores novatos é analisar de forma criteriosa os custos de operação cobrados pela corretora que você escolher para realizar suas ordens. "Obviamente não estou falando que a melhor corretora é a mais barata. A melhor é a que oferece melhor custo benefício. Se uma cobra R$ 50, mas não te oferece uma boa equipe de análise técnica, com bons relatórios, e uma outra cobra R$ 150, mas oferece tudo isso, obviamente a segunda é melhor para você. Como iniciante você terá que contar com a ajuda desses analistas, e contratar esse serviço independentemente custa mais de R$ 300".

E faz um alerta: "Mas cuidado para não jogar dinheiro fora. Não contrate serviços mais sofisticados do que os que você vai realmente usar. Todo dinheiro gasto inutilmente poderia ter sido poupado e investido".

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Filhos: a hora de começar a investir visando suas necessidades futuras

 

 
SÃO PAULO - Seu filho acabou de nascer, mas você já está preocupado com o futuro dele. Embora faltem muitos anos para começar as despesas mais pesadas, como os gastos com faculdade, cursos no exterior e a própria aquisição de um automóvel, o tempo deve ser visto como um aliado e os investimentos devem começar o mais cedo possível.

Para a educadora e diretora do The Money Camp, Silvia Alambert, os pais já devem se preocupar, no sentido de dar início a um plano de investimento, ainda quando recebem a notícia da gravidez. Mas qual a melhor estratégia para esse acúmulo de capital, visando à realização dos sonhos e, sobretudo, dos estudos do seu filho?

Antes de mais nada, tenha em mente que o fator tempo será um elemento extremamente favorável. Serão 18 anos de investimento, aproximadamente. Para o presidente do Conselho de Administração do Ibef-SP (Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças de São Paulo), Keyler Carvalho Rocha, um bom investimento para o longo prazo são as ações.

Mercado em baixa Se a criança nasceu neste ano, o momento é ainda mais interessante, porque o mercado financeiro vive um momento de baixa. “Em virtude da crise financeira internacional, o preço de boa parte das ações caiu muito e está barato”, avalia Rocha. Mas, se o investidor tiver receio de trabalhar com ações, justamente por conta das crises, o especialista explica que, no longo prazo, as crises não são tão importantes, pois o mercado segue para recuperação.

Ele cita, por exemplo, o caso das ações da Petrobras. Apesar das ações terem sofrido por conta das questões internacionais, a empresa continuou fazendo investimentos e, inclusive, fez um grande aumento de capital em 2010. “A empresa trabalha com um produto nobre, que é a gasolina, é diversificada e também o próprio governo garante que ela não irá ‘quebrar’ ”, pondera Rocha.
Essa lógica também é válida para outras organizações de capital aberto. Apesar da instabilidade externa, elas continuam fortes e realizando investimentos. “Apesar das quedas, as empresas continuam muito bem. A Vale e a Petrobras continuam dando lucros muito bons”, explica o presidente do Ibef-SP.

E os fundos... Assim, com essa crise passando, a expectativa é que as ações se valorizem, o que configura um bom investimento, sobretudo para o futuro. Mas, para aqueles investidores inseguros e que não têm muito conhecimento do mercado, vale a pena considerar fundos de índice, como o Ibovespa (BOVA11).
Os fundos de índices são aqueles que buscam obter o retorno de determinado índice e têm cotas negociadas na Bolsa. Ao escolher um ETF (Exchange Traded Funds – como são conhecidos os fundos de índices comercializados na bolsa de valores), o investidor aplica, ao mesmo tempo, em uma carteira de ações de diferentes companhias, o que remete a uma diversidade maior para o portfólio.
Mas o especialista alerta: é sempre importante fazer um planejamento e, apesar de ser um investimento visando a um retorno no longo prazo, é preciso ir acompanhando esses investimentos. “Quando subir muito, pare de comprar um pouco e foque nas aplicações de renda fixa”, sugere.

Diversificando os investimentos Diversificação é importante não só ao investir em ações, mas também nos investimentos como um todo. Visando ao futuro da criança, os pais podem aplicar tanto em renda fixa quanto em variável. No caso da renda fixa, ainda por conta do benefício tempo, o especialista recomenda títulos do Tesouro Direto.

Tesouro Direto nada mais é do que um programa de venda de títulos públicos a pessoas físicas, desenvolvido pelo Tesouro Nacional em parceria com a CBLC (Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia). É um investimento altamente seguro, pois se tratam de títulos da dívida do Governo. O investidor pode escolher títulos indexados à inflação e, quanto mais distante a data de resgate, terá uma taxa de juros maior.

Atualmente, é possível investir a partir de uma fração equivalente a 0,2 de um título público, o que significa um investimento mínimo de cerca de R$ 100. Entretanto, o Tesouro Nacional anunciou recentemente uma mudança nas regras e, a partir deste ano, será possível investir ainda menos – uma fração de 0,1 de um título público, com piso próximo a R$ 30.

O especialista cita, como exemplo, um título com vencimento em 2024, atrelado ao IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo – atualmente em 5% ao ano) e que pague juros de 5% a.a.. Assim, o investidor pode ir fazendo pequenos aportes mensais, com retorno de 10% ao ano.

Previdência infantil : Uma modalidade específica para o futuro da criança é a previdência. Silvia explica que muitos bancos oferecem modalidade de previdência visando ao futuro, sobretudo aos estudos do filho. Essa opção é interessante para os pais que são avessos ao risco e que não podem fazer grandes aportes mensais.

Silvia explica que, embora os pais tenham o tempo como aliado nesse tipo de investimento, eles não devem demorar muito para iniciá-lo. “O maior erro é ficar postergando, pois, apesar de ser um longo tempo, os anos passam rápido e, quando você se da conta, já passaram 18 anos”, diz.

Outro fator importante é ter uma boa organização financeira. Se você é uma pessoa endividada e que não controla suas finanças, vai ser complicado dar continuidade a esse investimento. “Se eu não tiver um controle orçamentário presente, eu vou me perder no investimento do meu filho”.

Cada família deve avaliar suas finanças e encontrar um valor mensal que não comprometa suas contas. Como regra geral, 10% da renda para investimento já é um montante adequado. Vale inclusive, antes de começar os investimentos, calcular o valor aproximado que seria suficiente para suprir os principais gastos da criança no futuro. Com o valor em mãos, dilua pelo tempo que você terá, considerando os juros que os investimentos podem pagar.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Acampamento Financeiro - Inverno de 2009

Já programou as férias de Julho de seus filhos?
Que tal mandá-los para um acampamento de férias onde eles possam se divertir pra valer, estabelecer novas amizades, ir às baladas temáticas e ainda voltarem das férias educados financeiramente?

Sim, isto é possível.

Estudos mostram que basta uma carga horária de 10 horas de educação financeira bem ministrada para que a criança leve estes conhecimentos para o resto de sua vida.

Agora imagine 40 horas de curso ensinado do jeito que os jovens mais gostam: se divertindo, liberando adrenalina, participando de desafios, gincanas financeiras, trabalhando em equipe, mostrando suas habilidades naturais e aproveitando os momentos de liderança.

Educar financeiramente é muito mais do que somente ensinar sobre dinheiro e quem faz o curso de educação financeira mais animado do planeta, entende que aprender sobre dinheiro é muito divertido.

The Money Camp é mais do que educação financeira, é uma oportunidade do jovem ter um encontro com a vida real.
Informações: atendimento@themoneycamp.com.br ou (11) 3083 0600
" Há um punhado de homens que conseguem enriquecer simplesmente porque prestam atenção aos pormenores que a maioria despreza." Henry Ford

Introdução à mesada - Essa Ferramenta Poderosa de Educação Financeira (Parte II)













Como eu já comentei anteriormente, a mesada é uma ferramenta de educação financeira muito útil para que seu filho comece a administrar o seu próprio dinheiro, mas que é muito importante estabelecer as regras para a utilização daquele dinheiro.



Então, vocês combinaram com seu filho que ele passará a receber uma quantia mensal que cobrirá a aquisição de seus desejos, seja desde a compra de cards de mangás ou até uma balada (dependerá da idade de seu filho, obviamente); vocês combinaram com seu filho que a quantia será entregue todo o dia "x" de cada mês; vocês combinaram com seu filho e "deixaram a regra clara" que, caso o dinheiro termine antes do próximo recebimento haverá consequencias, pois vocês não irão patrociná-lo, adiantarão ou emprestarão dinheiro algum e que ELE e somente ELE será responsável pelo dinheiro DELE a partir daquele momento.



Pois bem, que fique claro a vocês pais que para a boa educação financeira de seu filho funcionar, VOCÊS não devem quebrar as regras.


Não se esqueçam NUNCA de cumprir a sua parte do acordo.



Programem-se para evitar prejuízos maiores nesta educação.



Como eu disse, a mesada é uma ferramenta poderosíssima de educação financeira, pois ela proporcionará ao seu filho a oportunidade dele experimentar a "liberdade financeira", mas o mais importante é o conceito de seu filho poder errar na administração deste dinheiro enquanto é jovem e não mais quando atingir a idade adulta.



Por isso, anote na sua agenda a data que vocês combinarem a entrega da mesada de seu filho.


Não fure o dia do recebimento dele (vocês não gostariam de ter seus recebimentos atrasados). Caso contrário, ele passará a lhe ver como um "mau pagador" e poderá passar a acreditar que na vida de "gente grande" há mentiras e que dinheiro pode causar muita raiva.



O inverso da quebra do acordo também deverá ser cumprida.


Caso ele se exceda nos gastos, ceder à tentação de pensar: "coitado, ele não tinha noção..." é deseducar.



Explique ao seu filho que quando nos excedemos com o nosso dinheiro, também somos obrigados a aguardar o próximo recebimento e que isso serve a todas as pessoas que se excedem com seu próprio dinheiro (não há mágica) :-)


Faça-o compreender que há regras no jogo do dinheiro e que, além de vocês as terem construídas juntos, elas existem para serem cumpridas.



Pode parecer cruel, olhando desta forma, mas o futuro de seu filho irá lhe agradecer.



Quem ama também educa financeiramente.




Vida longa e próspera.




"Há tantas coisas na vida mais importantes que o dinheiro! Mas, custam tanto!"
Groucho Marx

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Dar o peixe ou ensinar a pescar?

Já programou as férias de Julho de seus filhos?
Que tal mandá-los para um acampamento de férias onde eles possam se divertir pra valer, estabelecer novas amizades, ir às baladas temáticas e ainda voltar das férias educados financeiramente?
Sim, isto é possível.
Estudos mostram que basta uma carga horária de 10 horas de educação financeira bem ministradas para que a criança leve estes conhecimentos para o resto de sua vida.
Agora imagine 40 horas de curso ensinado do jeito que os jovens mais gostam: se divertindo, liberando adrenalina, participando de desafios, gincanas financeiras, trabalhando em equipe, mostrando suas habilidades naturais e aproveitando os momentos de liderança.
Educar financeiramente é muito mais do que somente ensinar sobre dinheiro e quem faz o curso de educação financeira mais animado do planeta, entende que aprender sobre dinheiro é muito divertido.
The Money Camp é mais do que educação financeira, é uma oportunidade do jovem ter um encontro com a vida real.

www.themoneycamp.com.br

quinta-feira, 19 de março de 2009

Educar Financeiramente Vai Muito Além de Somente Ensinar Sobre Dinheiro

Quando se fala em educação financeira, as pessoas logo pensam em $$$$$, mas eu afirmo que EDUCAR FINANCEIRAMENTE vai muito além de dinheiro.
O dinheiro é só uma ferramenta para você atingir seus sonhos. Portanto, ele é um meio, não um fim.
Se há outros fatores que estão ligados ao modo como você lida com seu dinheiro e você não entende isto, não adianta, você vai entender que sua vida está apenas condicionada ao que você TEM e não ao que você É!
Assim, você continuará TENDO coisas e FAZENDO coisas que farão com que você se sinta como SENDO alguém.
Este tipo de pensamento é que tem levado muitas pessoas à bancarota, quebradas, falidas, com aquela sensação de que nada parece o suficientemente bom e se sintam infelizes com o tipo de vida que levam. Compram uma roupa e, no momento seguinte, sentem a necessidade de comprar mais uma e mais uma e mais uma. Isto porque não estão felizes, inconscientemente, com o que realmente SÃO.
As pessoas acreditam que precisam TER algo a mais (carro do ano (nem que seja parcelado em 80 meses!!! :-( ), roupas de griffe (nem que o salário inteiro fique comprometido), cirurgias plásticas estéticas (agora com direito a empréstimo em até 24 meses), etc), para que AS OUTRAS PESSOAS pensem que elas SÃO alguma coisa.
Por isso, nós educadores financeiros, devemos transmitir os conceitos sobre as possibilidades que as pessoas podem criar em suas vidas se elas souberem SER, antes de TER ou FAZER.
EDUCAR FINANCEIRAMENTE VAI MUITO ALÉM DE SOMENTE ENSINAR A LIDAR COM DINHEIRO.