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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Sucesso é um esforço conjunto





Qual foi o seu melhor investimento? Por que?
Qual foi o seu pior investimento? Por que?

Aprenda com quem já passou pela experiência. Peça ajuda e você irá se surpreender com os resultados.

Todas as pessoas gostam de compartilhar experiências e quando se trata de investimentos, quanto mais você souber e aprender sobre qual o tipo de investimento que mais lhe agrada, melhor. 

Quando se pede ajuda do jeito certo e com verdade, é surpreendente como existem muitas pessoas dispostas a ajudar - às vezes sem cobrar nada em troca. E se cobrarem e você aceitar, pague. É justo.

Seja curioso. Pergunte. Peça ajuda.
Sucesso é mais do que dinheiro: é atitude, é fazer os sonhos acontecerem, é crescer e não estagnar. 

Lembre-se: sucesso é um esforço conjunto.


Ao seu sucesso.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Feliz 2013!


Quando chega o final do ano é muito comum que as pessoas façam uma retrospectiva sobre aquele ano que se vai e é também muito comum que elas se deem conta de que menos da metade de suas promessas foram cumpridas. Isto acontece porque a maioria das pessoas acaba por criar expectativas altas com relação ao ano vindouro e se atira sobre ele como se fosse o  solucionador de todas as coisas que deixaram de ser realizadas até então.
Sonhos que em termos financeiros são de médio ou longo prazo passam a ser sonhados no curto prazo (sim, um ano é um curto prazo!) e com isso acabam se perdendo pelo caminho já que, no fundo, a mente sabe que um desejo de realização mais complexo terá que esperar um pouco mais, caso nenhum planejamento financeiro tenha sido feito anos antes.
Sem querer abrir mão de outras oportunidades que surgem ao longo do ano e que podem ser mais acessíveis, as pessoas trocam um sonho de realização por outro e sem um planejamento adequado os votos daquele ano ficam sendo postergados, então, para o próximo e para o próximo e para os próximos anos, até que elas se coloquem em ação e estejam determinadas a conquistá-los.
As últimas pesquisas apontam que 60% das famílias brasileiras estão endividadas e isto evidencia que as pessoas não se planejam para alcançar sonhos. As pessoas simplesmente lançam à sorte os seus sonhos e os realizam de qualquer jeito, a qualquer custo.
Sonhar é preciso, mas melhor ainda é realizá-lo de forma tranquila, sem prejuízos financeiros.
Para o ano vindouro, além de muita saúde, paz e felicidade, desejamos a todos doses extras de disciplina, entusiasmo, persistência, fé, determinação, planejamento, estratégia, sentido de realização e uma vontade inabalável de prosperar em todas as áreas de suas vidas.
Feliz 2013!

domingo, 26 de agosto de 2012

Prosperidade é uma questão de educação


Pelo dicionário, a palavra "Prosperar" tem o seguinte significado: melhorar de condição, progredir. Ir em aumento, crescer, desenvolver-se. Enriquecer.

Há quem acredite que prosperar signifique apenas ter acesso a mais dinheiro para poder consumir mais, mas "prosperar", na verdade, tem um significado muito mais profundo: pessoas prósperas são pessoas que entendem que para poder gastar mais, precisam aprender a colocar o próprio dinheiro a serviço delas, ou seja, investindo-o e usando-o de forma consciente. Indo além, pessoas prósperas não investem seu dinheiro somente para poder comprar e manter as coisas materiais adquiridas, mas investem em seu próprio desenvolvimento pessoal e, assim, prosperam mais e mais. 

Pense. Ao melhorar sua condição financeira, uma única pessoa é capaz de melhorar tudo à sua volta: ela melhora a condição financeira do comércio local onde consome, já que coloca mais dinheiro para circular; ela amplia seu crescimento pessoal, seja convivendo por entre pessoas mais sábias e cultas do que ela própria, seja investindo em sua própria educação, através de cursos e, por conta destes novos conhecimentos, passa a transmiti-los a outras pessoas; melhora a sua saúde, pois passa a ter acesso a produtos e serviços até então inacessíveis, entre outras tantas iniciativas que surgem a partir das novas oportunidades.

Por isso, não existe pecado algum em querer ser próspero, pois quando uma pessoa prospera, ela leva muitas outras pessoas a prosperarem também.

Aprenda a gerir seus recursos e prospere.

Vida longa e próspera a todos nós. 

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Por que Meninos e Meninas Brincam com Brinquedos Diferentes?

Imagem cedida por cortesia de Gerianne M. Alexander
ao blog http://www.psychologytoday.com/blog/the-scientific-fundamentalist
Que meninos e meninas investem seu dinheiro de forma diferente, isso nós já sabemos; que meninas ainda investem menos dinheiro do que os meninos no mercado financeiro, mas quando investem são mais cautelosas do que os meninos, isso nós também já sabemos.

Estudos e pesquisas reforçam a questão biológica como fator provável para que meninos e meninas escolham brinquedos diferentes na hora de brincar e este mesmo estudo, através de uma leitura atenta, poderá ser útil e servir como referência para entender que se as meninas ainda não estão em grande número investindo em ações, pode ser simplesmente porque acreditem de forma inconsciente que essa brincadeira meio arriscada é "brincadeira" de menino.

No entanto, saiba que até grandes investidores - como o próprio Warren Buffett - são esteriotipados como "meninos que investem como se fossem uma garota". Mais um sinal de que há muito o que aprender e a compartilhar entre ambos os sexos.

Vida longa e próspera.


Por que Meninos e Meninas Brincam com Brinquedos Diferentes?

Por que garotas preferem Barbies e por que meninos preferem carros?
por Satoshi Kanazawa in The Scientific Fundamentalist

Tradução livre: Silvia Alambert

No mundo inteiro, meninos e meninas preferem brincar com tipos diferentes de brinquedos. Os meninos gostam tipicamente de brincar com carros e caminhões, enquanto as meninas dão preferências às bonecas. Por que isto? Uma explicação tradicional sociológica é que meninos e meninas são socializados e encorajados por seus pais e pela “sociedade” a brincarem com tipos diferentes de brinquedos. As evidências científicas crescentes sugerem, porém, que as preferências por brinquedos de “meninos” e “meninas” podem ter origem biológicas.”

Em 2002, Gerianne M. Alexander da Texas A&M University e Melissa Hines da City University de Londres paralisaram o mundo científico ao mostrar que os macacos vervet (macaco verde) mostravam as mesmas preferências típicas por brinquedos de “meninos” e “meninas”, como o ser humano. Em um estudo incrivelmente criativo, publicado em Evolução e Comportamento Humano, Alexander e Hines ofereceram dois brinquedos considerados tipicamente brinquedos de menino (uma bola e um carro de polícia), dois brinquedos considerados tipicamente como sendo brinquedos de menina (uma boneca de pano e uma panela) e dois brinquedos considerados neutros (um livro de pintura e um cachorro de pelúcia) a 44 macacos verdes machos e 44 macacos verdes fêmeas. Alexander e Hines, então, avaliaram as preferências dos macacos por cada brinquedo, medindo o tempo em que os macacos (machos e fêmeas) despendiam com cada brinquedo. Os dados demonstraram que os macacos verdes machos demonstravam um interesse muito mais significante pelos brinquedos masculinos, enquanto as fêmeas demonstravam o mesmo interesse significante, porém, pelos brinquedos femininos, mas ambos os sexos não tinham preferências quando se tratava dos brinquedos neutros.

O artigo de Alexander e  Hines contém uma linda foto (reproduzida aqui por cortesia de  Gerianne M. Alexander) de um macaco vervet fêmea realizando uma inspeção nas partes genitais da boneca, a fim de determinar se é um macho ou uma fêmea - como faria uma menina – e de um macaco vervet macho empurrando o carro de polícia para trás e para a frente – como faria um menino. Se as preferências das crianças por brinquedos foram amplamente formadas pela socialização com relação ao gênero, como clamam muitos sociólogos tradicionais, e sob os quais os pais dão brinquedos a elas “apropriados ao gênero” masculino e feminino, como é que estes macacos vervet tem as mesmas preferências como os meninos e meninas? Eles nunca foram socializados por humanos e eles nunca viram estes brinquedos antes em suas vidas. Ainda assim, não apenas os macacos vervet machos e fêmeas demonstraram idêntica preferência pelos brinquedos por conta do gênero masculino e feminino, mas também brincaram com estes brinquedos da mesma forma que os meninos e as meninas brincam.

Tão formidavelmente criativo e espetacular foi este estudo inicial promovido por  Alexander e Hines, ele é a única literatura científica por enquanto. Todas as novas descobertas científicas deverão ser replicadas para assegurar que estes “achados” são verdadeiros e podem ser generalizados. Bem, foram seis anos até que as descobertas tenham sido agora replicadas.

Em outro artigo científico da Hormones & Behaviour, Janice M. Hassett, Erin R. Siebert e Kim Wallen, da Emory University, o experimento das preferências por brinquedos masculinos ou femininos foi replicado, só que desta vez entre os macacos rhesus, uma outra espécie de primata. Este novo estudo mostra que quando são dadas as escolhas entre “brinquedos sobre rodas”, esteriotipados como sendo brinquedos típicos masculinos (tais como carroças, caminhão e carro) e brinquedos de pelúcia considerados tipicamente femininos (tais como o Ursinho Pooh, um coala de pelúcia ou mesmo uma boneca de pano, como Raggedy Ann), os macacos rhesus machos demonstram forte e significante preferência por brinquedos masculinos. Os macacos rhesus fêmeas demonstram preferência por brinquedos de meninas, mas a diferença em suas preferências não é estatisticamente significante.

Não sabemos ao certo o por que das preferências das diferentes espécies de primatas machos optarem por brinquedos sobre rodas ou outros veículos e o por que das  diferentes espécies de primatas fêmeas optarem por brinquedos de pelúcia ou outras bonecas (exceto pela vaga semelhança a bebês, os quais as fêmeas ao longo da evolução são designadas a cuidar). Portanto, torna-se menos e menos provável que a concepção de que a “socialização do gênero” seja a razão pela qual meninos e meninas tenham preferências diferentes por tipos de brinquedos e mais e mais provavelmente que esteja ligada a questões genéticas, hormonais e outros fatores biológicos pelo o que se observou nas diferenças dos sexos com relação às preferências pelos brinquedos.

sábado, 2 de junho de 2012

Todo mundo quer ir para o céu, mas ninguém quer morrer

Não são poucas as pessoas que olham para os outros e desejam entender porque a grama da casa deles é mais verde e querem saber qual é o produto que estas outras pessoas utilizam, para que a grama delas também seja mais verde.
Sem analisarem que pode acontecer do PH do solo do vizinho ser diferente ou que o jeito com que o vizinho trata a grama é que faz a diferença, essas pessoas apenas querem ter a fórmula e pronto.
Eis o primeiro grande, senão o maior,  erro: só desejar TER, do modo mais rápido e conveniente possível, a grama verde, ao invés de se preocupar em entender como funciona o mecanismo para que a grama se torne realmente verdinha e permaneça assim.

Em um outro post já havíamos comentado que " Não existe almoço grátis!".

Se você realmente quiser ver a sua grama mais verde, vai ter que por a mão na terra e trabalhá-la até poder ver muitas minhocas oxigenando o seu solo para que ele se torne saudável e produtivo.

 Este artigo abaixo, meio antigo (2009) mas atual, mostra porque só ser um investidor não adianta, se você não criar hábitos saudáveis com o seu dinheiro e educar-se financeiramente, desde o básico - e isso significa entender também o seu próprio comportamento, o seu perfil financeiro - para entender todo o mecanismo do mundo dos investimentos.

Mãos à obra.
Ao seu sucesso financeiro.

Para ser um bom investidor, é preciso ser um bom poupador, diz Rodrigo Puga
Fonte: http://www2.uol.com.br/infopessoal/noticias/_DINHEIRO_TOP_1723157.shtml20h38SÃO PAULO - O primeiro passo para ser um bom investidor em ações é antes de tudo ser um bom poupador. A afirmação é do escritor Rodrigo Puga, autor do livro Formação de Investidores.

"Muita gente diz que quer investir, mas nem consegue poupar. Antes de pensar em alocar dinheiro em ações é preciso gastar menos do que se ganha. Quando me perguntam qual é o primeiro passo para ser um bom investidor, sempre respondo: ser um bom poupador".

Puga explica também que, além de gastar menos do que se ganha, é preciso ter o cuidado de não investir dinheiro que já está comprometido. "Às vezes a pessoa consegue guardar R$ 1.500 por mês. Mas ela tá juntando esse dinheiro porque precisa pagar uma prestação grande do apartamento que está comprando. Esse dinheiro não deve, de forma alguma, ser alocado em ações, porque se a economia enfrentar mais uma crise, a pessoa corre o risco de perder o apartamento por não conseguir pagar no momento certo", explica.

Curto e longo prazo
O escritor afirma também que é possível sim investir em ações caso seu objetivo seja de curto prazo.

"Vamos imaginar que você quer fazer uma viagem dentro de um ano. Dá sim para você conseguir um bom rendimento neste período. Mas é importante ressaltar que, investimentos de curto prazo em ações devem acontecer quando você tem um objetivo e quer concretizá-lo com aquele dinheiro. Mas de forma alguma, como já disse antes, recomendo colocar um dinheiro que já está comprometido na Bolsa. No caso da viagem, se algo der errado, você simplesmente deixa de viajar, mas não perde sua casa própria".

Para isso, Puga afirma que é preciso que o investidor se utilize do ferramental correto. "Muitos investidores se baseiam em análise técnica e fundamentalista para decidir onde alocar seu dinheiro. Quem quer bons rendimentos em um curto espaço de tempo precisa utilizar a análise técnica, que indica os bons pontos de entrada e saída do papel. A análise fundamentalista também indica quais empresas são boas, mas por estudar a empresa, ela aponta companhias que renderão bons dividendos no futuro".

Outra dica que o escritor dá para os investidores novatos é analisar de forma criteriosa os custos de operação cobrados pela corretora que você escolher para realizar suas ordens. "Obviamente não estou falando que a melhor corretora é a mais barata. A melhor é a que oferece melhor custo benefício. Se uma cobra R$ 50, mas não te oferece uma boa equipe de análise técnica, com bons relatórios, e uma outra cobra R$ 150, mas oferece tudo isso, obviamente a segunda é melhor para você. Como iniciante você terá que contar com a ajuda desses analistas, e contratar esse serviço independentemente custa mais de R$ 300".

E faz um alerta: "Mas cuidado para não jogar dinheiro fora. Não contrate serviços mais sofisticados do que os que você vai realmente usar. Todo dinheiro gasto inutilmente poderia ter sido poupado e investido".

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Transparência nas Relações


Às vezes, tudo o que temos que fazer para alinhar os nossos interesses aos interesses dos outros é perguntar.
Se você tem dúvidas, pergunte.
Seja para a realização de um trabalho em grupo ou mesmo uma informação, seja na tomada de uma decisão profissional, seja na vida pessoal ou mesmo na área financeira.
É muito frustrante dar início a um projeto escolar ou profissional, a um relacionamento, sociedade ou mesmo a um tipo de investimento financeiro e depois descobrir que os interesses divergem, isto é, que o seu interesse não tem nada a ver com o interesse daqueles com quem você estuda, trabalha, se relaciona ou mesmo com as instituições às quais você confia a aplicação de seu dinheiro.
É melhor, então, certificar-se sobre quais são os reais interesses da outra parte ANTES de se comprometer em qualquer relação de negócio, pessoal ou financeira.
Situações de frustração dessa ordem são muito comuns.
Em virtude de algumas crenças que carregamos conosco, tal como a vergonha de parecer ser desinformado ou distraído ou mesmo por questões emocionais, colocamo-nos em situações de desconforto futuro.
Realizar escolhas de forma sensata requer que tenhamos mais clareza sobre onde estamos nos colocando, pois saberemos se os interesses dos outros estão em concordância com os nossos interesses e se for positivo, realizaremos nossa parte de forma mais assertiva e satisfaremos, em primeiro lugar, a nós mesmos e consequentemente àqueles que tem os mesmos interesses que os nossos.
Pergunte. Perguntar não ofende.

E aí, será que há algo em sua vida que caminha desfavoravelmente simplesmente porque os interesses estão em desalinho?





quarta-feira, 18 de abril de 2012

O Risco Existe para ser Administrado



Quando as crianças do programa The Money Camp trazem a entrevista que fazem com os pais perguntando-lhes qual foi o melhor e o pior investimento financeiro já realizado ao longo de suas vidas, em sua maioria apontam o mesmo tipo de investimento como sendo o melhor e o pior.
Por exemplo, muito pais apontam que o seu melhor investimento financeiro foi no mercado de capitais e o pior, no mercado de capitais ou em imóveis ou em um negócio.

Portanto, investimentos financeiros são quase como uma relação de amor e ódio, de desejo, mas de medo e como grande parte das pessoas tem aversão a risco com dinheiro e odeiam sentir-se inseguras, simplesmente deixam de investir ou partem para investimentos de menor risco e, com isso, de menor ganho.

É bem provável que isso aconteça por conta de uma única situação, além da questão emocional: o desconhecimento sobre o tipo de investimento que se está realizando.

É muito comum ouvirmos de um amigo ou parente que alguém fez um determinado tipo de investimento e se deu bem.
Sem muita pesquisa, conhecimento, informação de outras pessoas, avaliação do grau de risco do investimento ou mesmo de um auto conhecimento sobre o perfil financeiro, ver muitas pessoas se lançarem ao mar, sem sequer saberem dar uma braçada, também é muito comum.

O que pode dar certo para um, não significa necessariamente que dará para o outro, porque quando se trata de investimentos de alto risco, não há garantias de que o que ocorreu no passado se repetirá da mesma forma no momento seguinte.

Adquirir o conhecimento necessário ANTES de investir dinheiro, seja lá no que for, é o fator mais importante para dar o ponta pé inicial.

Além do mais, é importante saber que ainda assim o risco existirá, mas conhecer estratégias que possam minimizar eventuais perdas,já é um passo para que a pessoa se sinta mais segura com relação ao que ela está realizando.
Ao contrário daqueles que simplesmente sem entender nada, só resta se desesperar.

Lembro-me bem de um desses casos desesperadores que eu presenciei, por volta de 1994, quando na região da Vila Olímpia, em São Paulo, moradores de uma determinada rua tiveram seus imóveis depreciados e desapropriados, porque por ali passaria a Nova Faria Lima. Uma vizinha do quarteirão que teve seu imóvel desapropriado, chorando me disse: "Moro aqui desde que nasci. Para onde eu vou com isso que eles querem me pagar?"
Quem imaginaria que um imóvel naquela localidade simplesmente perderia seu valor daquela forma abrupta, em nome do progresso? Foram avisados com antecedência, mas muitos não quiseram acreditar que aquilo aconteceria algum dia.

Por essas e outras histórias é que as pessoas parecem ter ainda tanta aversão a investimentos financeiros de maior grau de risco, mas vale lembrar que tudo na nossa vida é um risco e o risco existe para ser administrado e não para que se fuja dele ou finja que está tudo indo bem e que assim continuará para sempre.

Quem não corre riscos também perde oportunidades excelentes de negócios em qualquer área de investimento, isso porque o medo paralisa ou te põe pra correr milhas e daí, pronto: a oportunidade se foi.

Por isso, atreva-se mais, arrisque-se mais, sem precisar com isso, se colocar em risco desnecessário. Tome as rédeas de sua vida financeira e pise fundo no conhecimento.
Quem conhece muito bem em que terreno está pisando, calcula também o grau de risco que se propõe a correr. 
Não desista de querer melhorar sua condição financeira atual por conta do medo de se arriscar.
Eduque-se financeiramente. Invista conscientemente.


Quer conhecer um pouco sobre a História do Mercado de Capitais? Comece aqui. http://www.portaldoinvestidor.gov.br/
Se gostar do que ler, aprimore-se. Sempre.

À nossa prosperidade.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Filhos: a hora de começar a investir visando suas necessidades futuras

 

 
SÃO PAULO - Seu filho acabou de nascer, mas você já está preocupado com o futuro dele. Embora faltem muitos anos para começar as despesas mais pesadas, como os gastos com faculdade, cursos no exterior e a própria aquisição de um automóvel, o tempo deve ser visto como um aliado e os investimentos devem começar o mais cedo possível.

Para a educadora e diretora do The Money Camp, Silvia Alambert, os pais já devem se preocupar, no sentido de dar início a um plano de investimento, ainda quando recebem a notícia da gravidez. Mas qual a melhor estratégia para esse acúmulo de capital, visando à realização dos sonhos e, sobretudo, dos estudos do seu filho?

Antes de mais nada, tenha em mente que o fator tempo será um elemento extremamente favorável. Serão 18 anos de investimento, aproximadamente. Para o presidente do Conselho de Administração do Ibef-SP (Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças de São Paulo), Keyler Carvalho Rocha, um bom investimento para o longo prazo são as ações.

Mercado em baixa Se a criança nasceu neste ano, o momento é ainda mais interessante, porque o mercado financeiro vive um momento de baixa. “Em virtude da crise financeira internacional, o preço de boa parte das ações caiu muito e está barato”, avalia Rocha. Mas, se o investidor tiver receio de trabalhar com ações, justamente por conta das crises, o especialista explica que, no longo prazo, as crises não são tão importantes, pois o mercado segue para recuperação.

Ele cita, por exemplo, o caso das ações da Petrobras. Apesar das ações terem sofrido por conta das questões internacionais, a empresa continuou fazendo investimentos e, inclusive, fez um grande aumento de capital em 2010. “A empresa trabalha com um produto nobre, que é a gasolina, é diversificada e também o próprio governo garante que ela não irá ‘quebrar’ ”, pondera Rocha.
Essa lógica também é válida para outras organizações de capital aberto. Apesar da instabilidade externa, elas continuam fortes e realizando investimentos. “Apesar das quedas, as empresas continuam muito bem. A Vale e a Petrobras continuam dando lucros muito bons”, explica o presidente do Ibef-SP.

E os fundos... Assim, com essa crise passando, a expectativa é que as ações se valorizem, o que configura um bom investimento, sobretudo para o futuro. Mas, para aqueles investidores inseguros e que não têm muito conhecimento do mercado, vale a pena considerar fundos de índice, como o Ibovespa (BOVA11).
Os fundos de índices são aqueles que buscam obter o retorno de determinado índice e têm cotas negociadas na Bolsa. Ao escolher um ETF (Exchange Traded Funds – como são conhecidos os fundos de índices comercializados na bolsa de valores), o investidor aplica, ao mesmo tempo, em uma carteira de ações de diferentes companhias, o que remete a uma diversidade maior para o portfólio.
Mas o especialista alerta: é sempre importante fazer um planejamento e, apesar de ser um investimento visando a um retorno no longo prazo, é preciso ir acompanhando esses investimentos. “Quando subir muito, pare de comprar um pouco e foque nas aplicações de renda fixa”, sugere.

Diversificando os investimentos Diversificação é importante não só ao investir em ações, mas também nos investimentos como um todo. Visando ao futuro da criança, os pais podem aplicar tanto em renda fixa quanto em variável. No caso da renda fixa, ainda por conta do benefício tempo, o especialista recomenda títulos do Tesouro Direto.

Tesouro Direto nada mais é do que um programa de venda de títulos públicos a pessoas físicas, desenvolvido pelo Tesouro Nacional em parceria com a CBLC (Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia). É um investimento altamente seguro, pois se tratam de títulos da dívida do Governo. O investidor pode escolher títulos indexados à inflação e, quanto mais distante a data de resgate, terá uma taxa de juros maior.

Atualmente, é possível investir a partir de uma fração equivalente a 0,2 de um título público, o que significa um investimento mínimo de cerca de R$ 100. Entretanto, o Tesouro Nacional anunciou recentemente uma mudança nas regras e, a partir deste ano, será possível investir ainda menos – uma fração de 0,1 de um título público, com piso próximo a R$ 30.

O especialista cita, como exemplo, um título com vencimento em 2024, atrelado ao IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo – atualmente em 5% ao ano) e que pague juros de 5% a.a.. Assim, o investidor pode ir fazendo pequenos aportes mensais, com retorno de 10% ao ano.

Previdência infantil : Uma modalidade específica para o futuro da criança é a previdência. Silvia explica que muitos bancos oferecem modalidade de previdência visando ao futuro, sobretudo aos estudos do filho. Essa opção é interessante para os pais que são avessos ao risco e que não podem fazer grandes aportes mensais.

Silvia explica que, embora os pais tenham o tempo como aliado nesse tipo de investimento, eles não devem demorar muito para iniciá-lo. “O maior erro é ficar postergando, pois, apesar de ser um longo tempo, os anos passam rápido e, quando você se da conta, já passaram 18 anos”, diz.

Outro fator importante é ter uma boa organização financeira. Se você é uma pessoa endividada e que não controla suas finanças, vai ser complicado dar continuidade a esse investimento. “Se eu não tiver um controle orçamentário presente, eu vou me perder no investimento do meu filho”.

Cada família deve avaliar suas finanças e encontrar um valor mensal que não comprometa suas contas. Como regra geral, 10% da renda para investimento já é um montante adequado. Vale inclusive, antes de começar os investimentos, calcular o valor aproximado que seria suficiente para suprir os principais gastos da criança no futuro. Com o valor em mãos, dilua pelo tempo que você terá, considerando os juros que os investimentos podem pagar.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

O Bambu Chinês e os Investimentos

Imagem: dreamstime


Eduque-se financeiramente antes de sair investindo seu dinheiro.
Conheça a si mesmo.
Conheça sua tolerância a riscos, seu perfil financeiro, suas crenças com relação ao dinheiro, suas expectativas diante de aplicações financeiras, seus sonhos pessoais, suas metas mensais, anuais, o seu mapa financeiro, taxas, impostos e outras incidências sobre os seus investimentos.

Exponha-se ao risco, mas exponha-se com segurança, de forma consciente, de modo a não ter que culpar o vento por ter levado suas folhas.

 Receber o conhecimento adequado para compreender qualquer tipo de investimento que você deseje operar, saber onde investir, quanto investir e, principalmente, conhecer o objetivo de seus investimentos, são fatores que lhe darão mais segurança para contratar o seu dinheiro para que ele trabalhe para você. Como aprendiz, você entenderá que para investimentos de médio e longo prazo, você tem que ter, no mínimo, a paciência e a persistência necessária bem como a flexibilidade da humildade para se curvar ao chão em algum tempo no caminho, tal qual o bambu chinês.

"Depois de plantada a semente deste incrível arbusto, não se vê nada por aproximadamente 5 anos, exceto um lento desabrochar de um diminuto broto a partir do bulbo. Durante 5 anos, todo o crescimento é subterrâneo, invisível a olho nu, mas... uma maciça e fibrosa estrutura de raiz que se estende vertical e horizontalmente pela terra está sendo construída. Então, no final do 5º ano, o bambu chinês cresce até atingir a altura de 25 metros."

Vida longa e próspera.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

10 dicas para introduzir crianças e jovens no mundo das finanças

Imagem de propriedade da The Money Camp Brasil
Todos os direitos reservados ©- 2011
Fonte: Infomoney
28 de setembro de 2011 • 10h00

Por: Viviam Klanfer Nunes





SÃO PAULO – A forma como os adultos lidam com o dinheiro se deve, em grande, à educação financeira, ou à falta dela, que receberam ainda quando jovens. Pensando nisso, os pais devem se preocupar em educar financeiramente seus filhos, começando, antes de tudo, com a mesada.
 
Esse recurso vai introduzir a criança no mundo financeiro e, quando ela entenda que "as coisas não caem do céu", o aprendizado se iniciará. Assim como não é simples para as crianças aprenderem a lidar com dinheiro, para os pais, ensiná-los também não é uma tarefa tão fácil. Nesse sentido, consultores financeiros elaboraram 10 sugestões que podem facilitar esse trabalho:
 
Veja 10 dicas para introduzir os jovens no mundo das finanças:
 
1. Mesada - o primeiro passo para fazer com que as crianças aprendam a lidar com o dinheiro é dar dinheiro a elas. Dependendo da estratégia adotada pelos pais e da idade da criança, o dinheiro deverá ser dado semanalmente ou mensalmente, mas é importante que ela receba.
 
“É com a mesada que a criança começa a ter contato com o dinheiro, e sobretudo passa a se sentir responsável por ele”, observa a consultora financeira e diretora do The Money Camp, Silvia Alambert.

 
2. Orientações - não se esqueça de que a criança precisa saber qual o objetivo daquele dinheiro. Além de deixar claro que ela será a responsável pelo recurso, é preciso esclarecer que tudo que ela quiser deverá ser pago com aquele dinheiro e que seus pais, por motivo nenhum, darão mais dinheiro a ela.
 
É importante que os pais não interfiram na administração financeira da criança. Errar ainda jovem e assumir as responsabilidades pelos seus erros podem ensiná-la a ser um adulto mais responsável.
 
3. Acompanhamento - apenas quando a criança já adquiriu certa familiaridade com o dinheiro é que é hora de os pais passarem seus conhecimentos a ela. Ao final do mês, é indicado sentar e conversar sobre o que ela fez de certo e de errado. Repasse alguns pontos, entenda por que ela optou por essa e aquela forma de conduzir suas finanças e, acima de tudo, deixe que ela fale e não a critique. A criança precisa aprender a lidar com o dinheiro e não a ter medo dele.

Nessa conversa mensal, a orientação é que os pais ensinem sobre poupança, planejamento financeiro, pesquisa de preços e os demais conhecimentos que considerem relevantes. Só depois que ela já tiver contato com o dinheiro é que será capaz de entender esse tipo de conversa.
 
4. Formas de pagamentos - Silvia explica que as crianças observam como os pais lidam com o dinheiro, mas nem sempre entendem o que está acontecendo. Cartão de crédito, de débito, cheques, são formas de pagamentos corriqueiras, cuja utilização a criança observa, mas não entende sua lógica.
 
A dica é simples: explique. Não é preciso dar um cartão de crédito para uma criança ou um jovem, fale de onde vem aquele dinheiro, como funciona aquela forma de pagamento.
 
5. Presentes – a educação financeira dos jovens é um pouco mais complexa do que se imagina, porque outros aspectos da vida podem influenciar de forma significativa nesta questão. Se, por exemplo, os pais compram tudo o que os filhos querem, dificilmente eles darão valor aos objetos. Se a criança insiste para que os pais comprem algo e é bem-sucedida, toda aquela lógica da mesada, de planejar, conversar, ensinar, perde o sentido.
 
Não adianta também dar algo que ela queira sob o pretexto de ser um presente. Presente deve ser dado com motivos claros, ou seja, em datas comemorativas ou como forma de parabenizá-lo por algo, nada além disso.
 
6. Cartão de crédito - O coach financeiro Roberto Navarro acredita que uma boa forma de ensinar os filhos a lidar com o dinheiro é com a utilização do cartão de crédito. Isso mesmo: dar um cartão de crédito com um limite mensal estipulado funciona como uma mesada e ainda permite que os pais saibam com que seus filhos estão gastando.

Navarro ainda sugere que os pais exijam que seus filhos façam uma planilha com a descrição, o valor e o motivo do gasto.
 
7. Bolsa de valores - na educação financeira das crianças, é possível ir muito mais além. Mais do que ensiná-las a controlar seus gastos, é possível ensiná-las a multiplicar seu dinheiro desde cedo. Navarro aconselha aos pais familiarizados com a bolsa de valores, por exemplo, que já iniciem seus filhos nesse universo financeiro.
 
Com a supervisão e explicação dos pais, os jovens podem entender como funciona o ambiente acionário, os fundos de investimento, as opções de renda fixa e, caso se interessem pelo assunto, podem começar desde cedo a serem investidores.

8. Pai e mãe coordenados - é importante que tanto a mãe quanto o pai estejam de acordo com as diretrizes da educação financeira do seu filho. Nada vai adiantar se o filho entender que, se o pai não der mais dinheiro, a mãe dará. Portanto, antes de falar com as crianças, conversem primeiro entre vocês e decidam por uma estratégia.

9. Jovens empreendedores - outra atividade que ajuda os jovens a lidar com o dinheiro é desenvolver trabalhos remunerados. Os pais podem estimulá-los a serem revendedores de algum produto ou mesmo fazer algum tipo de trabalho para os colegas de classe. O objetivo disso é fazer com que o jovem compreenda como funciona o mundo dos negócios, podendo ser benéfico até no momento em que deverá optar por qual carreira seguir.

10. Zona de conforto - um dos principais problemas na educação financeira das crianças é a questão psicológica. Muitos pais simplesmente não conseguem dizer não às demandas dos filhos, pois sentem que, se fizerem isso, vão passar a ideia de que seus filhos não podem contar com eles. Entenda, no entanto, que educação financeira pode fazer muita diferença na vida adulta do seu filho e dinheiro não deve ser um pilar do seu relacionamento familiar.

Quando a criança ou o jovem entende que tudo que ela quiser ou precisar ela pode pedir para o pai, dificilmente sairá da zona de conforto e será pouco estimulada a procurar um trabalho ou economizar.

Fonte: Infomoney

sábado, 23 de julho de 2011

Curtindo a Vida na Melhor Idade

Imagem: dreamstime
Os compromissos financeiros, as contas apertadas por conta dos gastos com os filhos, a falta de um planejamento adequado. Por conta destas e de diversas outras "variáveis", não são poucas as pessoas que chegam à terceira idade sem ter conseguido fazer investimentos ao longo da vida.

Entretanto, de acordo com os educadores financeiros, nunca é tarde para começar a investir. Os profissionais da área ressaltam que o ideal é começar a pensar em aplicações financeiras o quanto antes, mas, se isso não tiver acontecido e você já estiver na terceira idade, não deve deixar de pensar em investir para realizar seus sonhos e garantir uma velhice mais tranquila.

"Quanto mais cedo se pensar em investimentos, melhor. Mas nunca é tarde para começar", afirma o educador financeiro e fundador do Centro de Estudos e Formação de Patrimônio Calil & Calil, Mauro Calil.

Ele ressalta que a expectativa de vida do brasileiro aumentou bastante nos últimos anos e, por isso, não se deve deixar de investir apenas por conta da idade avançada.

"Nós estamos vivendo mais. Hoje em dia, as pessoas de 80 anos ainda têm boa saúde. Então, mesmo com 60 a 70 anos, é bom pensar em guardar para o futuro, que pode ser mais 30 anos de vida", afirma.

Tempo é o melhor aliado para o planejamento

A educadora financeira e diretora do The Money Camp, Silvia Alambert, ressalta que o tempo é o melhor aliado para os investimentos e o planejamento financeiro adequado. Entretanto, ela concorda que é possível iniciar os investimentos financeiros mesmo depois de uma idade mais avançada, sempre com objetivos adequados à situação de cada um.

"Na terceira idade, os objetivos costumam ser diferentes. A maioria das pessoas já não tem as obrigações financeiras para construção de patrimônio e podem investir pensando em outras coisas", afirma a educadora. "Uma viagem com um grupo de amigos, comuns nesta fase da vida, ou alguma outra atividade que interesse aquela pessoa podem ser conquistados com um investimento", completa.

Planejamento financeiro

Apesar de haver uma diminuição das obrigações em relação a filhos e construção de patrimônio, Mauro Calil ressalta que algumas contas acabam ficando mais caras nesta fase da vida. "O gasto com remédios fica muito mais alto, assim como o plano de saúde. A inflação na terceira idade também é maior", afirma o educador financeiro.

Por isto, ele lembra que é importante fazer um planejamento financeiro mesmo nesta fase da vida, para que possa sobrar um dinheiro para investir e realizar os sonhos.

"O caminho é o mesmo. Primeiro, é preciso eliminar todas as dívidas e ter uma fonte de renda", diz.

Se a aposentadoria não for suficiente para todos os gastos e um possível investimento, mas se a saúde estiver em dia, ele aponta que também é possível conseguir renda com algum emprego.

"Tem muita coisa que pode ser feita nesta idade. Desde cuidar de crianças, para as mulheres, até os chamados ?maridos de aluguel?, que realizam pequenos reparos em domicílio. Os homens de mais idade costumam ter muito mais paciência e conhecimento para este tipo de atividade", diz Calil.

Onde investir

De acordo com os educadores, nesta idade, o melhor mesmo é não arriscar muito e manter todos os recursos (ou a maioria deles) em investimentos conservadores.

"Depois de uma certa idade, não é aconselhado arriscar. O próprio perfil do investidor muda, ele normalmente já não quer fortes emoções", afirma Silvia.

Mauro Calil concorda. "O ideal é partir para os títulos do Tesouro Direto, CDB Direto ou fundos de renda fixa", afirma. Segundo ele, em alguns casos, é possível colocar uma pequena parte em renda variável.

"Mas isso apenas para "temperar" os investimentos e depois que ele já tiver uma carteira montada em renda fixa", afirma o educador financeiro.

(Infomoney, 19 de julho de 2011)

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Não existe almoço grátis

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Fonte: O pequeno investidor (fabio.portella@gmail.com)

Enriquecer rapidamente e sem riscos. Como fazer para conseguir isso? Recentemente, tenho recebido muitos e-mails de leitores que desejam aprender esse segredo. Alguns têm me mandado a notícia de que certas instituições financeiras que estão oferecendo CDBs que pagam 14, 15% ao ano. Outros, querem simplesmente saber como ficar rico num piscar de olhos. Isso é possível?

Enriquecer é difícil: não existe almoço grátis

Os economistas gostam de dizer que não existe almoço grátis. A frase tem origem na prática, comum no velho oeste americano, que os saloons, para tornarem seus clientes fiéis, adotavam. Eles ofereciam almoço de graça para os clientes que bebessem pelo menos um drinque. O cliente ganhava o almoço, mas o saloon vendia bebida. E, como os clientes que se fidelizaram provavelmente bebiam além da conta (como qualquer um que já tenha visto um filme de faroeste já deve ter percebido), o proprietário do estabelecimento ganhava mais dinheiro. Ou seja, o almoço não saía de graça: o dinheiro que o cliente economizava era gasto em bebidas – e como a promoção era bacana, muito mais clientes compareciam ao estabelecimento.

A prática acabou incorporada ao vocabulário do economês, para representar a tese de que, pra ganhar um benefício, alguém tem que pagar o preço. Ninguém ganha nada sem contribuir com nada. Você ganha seu salário, mas trabalha por ele. Seu filhão ganhou o videogame, mas a não ser que você o mime demais, ele deve ter sido um bom aluno para merecê-lo. E, se ele não estudou direito e ganhou o presente desejado, vai pagar o preço da mediocridade no futuro, com péssimos empregos – e cabe a você decidir qual o preço que ele vai pagar. Quem ganhou na Megasena teve que pagar o preço do bilhete, juntamente com milhões de apostadores que pagaram e não levaram almoço nenhum pra casa. Às vezes as pessoas pagam o preço e nem o almoço recebem. Mas almoço de graça nào existe: nem o dinheiro da corrupção de nossos políticos vem de graça; nós pagamos o almoço deles, regado a um bom vinho francês, todos os dias.

Uma maneira de pagar o almoço nos investimentos é correndo risco. Você investe no mercado de ações e, por ter pago o preço de correr o risco da volatilidade (embora a volatilidade, por si só, não devesse ser considerada um risco), pode ser premiado com um belo almoço. Mas quem resolver investir somente na poupança não vai ganhar 20% ao ano, porque não pagou pelo seu almoço.

Enriquecer é difícil. Se você me responder dizendo que não é, porque o Neymar ganha muito dinheiro jogando futebol, eu só teria a responder o seguinte: quantos jogadores de futebol você conhece com a habilidade dele? E quantos jogadores de futebol pelo Brasil afora ganham o que ele ganha? Ou seja, ele ganha muito bem porque tem uma habilidade que é raríssima entre os jogadores de futebol. Também não adianta lembrar do caso do nerd que ficou p. da vida por causa do fora que levou da namorada e enriqueceu criando o Facebook. Ele também pagou o preço do seu almoço para enriquecer; estudou programação, teve uma ideia genial e levou o fora da namorada.

Enriquecer é difícil. O que você pode fazer é tentar descobrir a sua vantagem competitiva para enriquecer mais rapidamente. Mas lembre-se sempre de que o preço terá que ser pago, seja ele qual for.

Propaganda de instituição financeira prometendo retornos fabulosos? O sonho de enriquecer pode ficar mais longe…

“Pô, Fábio!! Então o segredo de enriquecer é correr risco!!!!!”

Não. Muitas atividades arriscadas não dão dinheiro. A maioria dos traficantes acaba preso ou morre cedo – e as mulas que engolem papelote de droga pra viajar de avião não costuma ganhar quase nada em troca do risco que correm. A maioria dos empreendedores acaba com o negócio naufragando pelo meio do caminho. E a maioria das pessoas que faz investimentos financeiros arriscados demais acaba sem seu dinheiro.

Não sei se vocês lembram do Madoff brasileiro, o empresário brasileiro que administrava um fundo de investimentos de R$ 50 milhões, e desapareceu levando os recursos dos investidores que confiaram seus recursos a ele. Como ele convenceu as pessoas a “investirem” com ele? Oferecendo retornos fabulosos. Ele prometia a elas que, facim facim, elas ganhariam 5% de retorno AO MÊS, sendo GARANTIDO pelo menos 11% a cada 6 meses. Que beleza!! Nesse ritmo, de 22% ao ano, quem investisse R$ 100.000 teria, em dez anos, R$ 730.462,00. Quem investiu sonhando com esse rendimento acabou sem um tostão furado.

Agora, tenho recebido várias vezes e-mails de financeiras oferecendo CDBs que pagam 13% ou 14% ao ano se o cliente ficar um determinado período com o dinheiro investido. O dinheiro investido é garantido pelo Fundo Garantidor de Crédito até o limite de R$ 60.000,00. Mas eu ficaria com as barbas de molho: se as instituições financeiras estão captando recursos a essas taxas, é porque provavelmente estão esperando algum problema no futuro próximo. No excelente blog Valores Reais, recentemente o tema foi abordado – e, lá, aventou-se a possibilidade de essas financeiras estarem prevendo aumento na inadimplência. Eu não me surpreenderia, com a quantidade de pessoas que está tomando empréstimo consignado em folha, sem ter a mínima condição de pagamento. Conheço caso de gente com uma renda pífia que conseguiu comprometer mais de 60% de seu salário com esses empréstimos. Eu também não me fiaria no Fundo Garantidor de Crédito. Uma crise no setor financeiro levaria à impossibilidade de os compromissos serem honrados, mesmo com o pagamento do FGC.

Mas, se você decidir enveredar por esse caminho, eu investigaria a idoneidade da instituição. Tenho recebido e-mail de MUITAS instituições, e nunca ouvi falar da maioria delas. Eu não duvidaria de algumas terem procedência questionável, sendo irregularmente constituída. Nesse caso, todo o dinheiro investido poderia ser perdido, já que o FGC não garantiria os depósitos de uma empresa constituída sem a observância dos requisitos legais.

Como fazer para enriquecer rapidamente?

Eu não sei a resposta para essa pergunta. E qualquer um que tenha estará te enganando. Mas sei que a maneira mais certa de enriquecer é devagar. Se você tem alguma ideia brilhante, corra atrás dela e, quem sabe, conseguirá seu objetivo em 1, 2 anos. Mas a menor parte das pessoas consegue enriquecer assim; a maioria dos milionários chegou lá economizando e investindo, aumentando seu patrimônio paulatinamente a cada ano.

Tentar enriquecer rápido demais pode levar o investidor à ruína. Pode levá-lo a correr riscos desnecessários, a arriscar mais do que pode, o que evidentemente o levaria cada vez para mais longe de seus objetivos.

Portanto… tenha um bom almoço (ou jantar), mas não se esqueça de pagar a conta! Só tome cuidado para que ela não venha cara demais, ou enriquecer será apenas um sonho!


* Como eu não tenho controle sobre o conteúdo dos banners do site, é possível que algum deles tenha veiculado propaganda de alguma das instituições a que me referi. Quem determina o conteúdo é o Google Adsense e, portanto, não significa que eu aprove as propagandas veiculadas.

** Também não estou recomendando que não se invista nas financeiras que oferecem CDBs com taxas atrativas. Apenas recomendo que o leitor averigue a idoneidade da instituição antes de decidir investir. Para enriquecer, é preciso controlar os riscos!



domingo, 13 de março de 2011

O Jogo de Xadrez e os Juros Compostos


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 UMA HISTÓRIA SOBRE O JOGO DE XADREZ


"Era uma vez um Rajá, que reinava na Índia. Arrogante e cruel, sua grande paixão era as guerras que travava com os Estados vizinhos.

Um dia, entediado, pois não havia mais ninguém a combater, chamou ele os brâmanes da sua corte, e ordenou-lhes que inventassem algo capaz de distraí-lo nestes períodos de inatividade militar.
 
Um brâmane, que era sábio, imaginou então um jogo que representasse a própria guerra, com dois exércitos, um de cada lado do tabuleiro, que representaria o campo de batalha. Cada exército era composto de: - elefantes, a força máxima das guerras naquela época, cavalos, que representariam a Cavalaria, barcos, que representariam a Marinha, e os peões, que representariam a Infantaria.
 
No centro de cada exército o brâmane colocou um Rajá, mas, como na vida real, este monarca era uma peça fraca, sem importância a não ser simbólica, pois com a captura do Rei o país era vencido. E para preservar este Chefe da Nação, o brâmane colocou no tabuleiro ao seu lado um "firz" que significa "conselheiro", a peça mais poderosa no tabuleiro, que dirige os ataques e defesas, como comandante supremo da guerra, e protege o Rei até a morte.
 
E ao pequeno e humilde soldado-peão, o brâmane deu a possibilidade de realizar o eterno sonho de todos os plebeus do mundo – de transformar-se em príncipe ao atingir a oitava casa do tabuleiro, e com esta transformação, salvar o Rei e a sua Pátria!
 
Como no decorrer do jogo cada adversário pode fazer um só lance e deve esperar pela resposta do parceiro, o brâmane procurou com isso ensinar ao Rajá a virtude de que ele carecia: a paciência. E sendo o jogo uma luta das Idéias, - procurou também despertar-lhe a atenção e respeito pela opinião alheia.
 
O Rajá ficou tão encantado com o jogo que ofereceu ao brâmane a escolha de qualquer recompensa que desejasse. E o sábio pediu apenas que lhe desse a quantia de arroz colocado no tabuleiro de xadrez da seguinte forma: na primeira casa - 1 grão, na segunda – 2 grãos, na terceira – 4 grãos, na quarta o dobro de 4 e assim por diante, até atingir a última casa.
 
O Rajá riu da modéstia do brâmane e recebeu mais uma lição: quando os grãos de arroz foram contados, ao atingir apenas a metade do tabuleiro, todo o arroz do país estava esgotado! E viu-se que não era possível esta recompensa, porque o número de grãos era de ....
 
....18.446.744.073.709.551.615!
 
Sábio não!

Mas isso não passa de uma lenda, a verdadeira história do xadrez ninguém conhece ao certo. Mas pelo menos se sabe que ele já existe a mais de 2.000 anos, pois há indícios arqueológicos nas câmaras mortuárias do Egito. Também se sabe que na Idade Média o xadrez era praticado nas cortes reais.
 
Lenda ou não, fica o conhecimento sobre juros:
 
1º.) JUROS SÓ SÃO INTERESSANTES QUANDO RECEBEMOS E NÃO QUANDO TEMOS QUE PAGAR POR ELES!

2º.) ACREDITE NA MÁGICA DOS JUROS COMPOSTOS E UTILIZE-A A SEU FAVOR E NÃO CONTRA VOCÊ !


Utilize sua inteligência financeira a seu favor e realize tudo o que desejar.

Um abraço.



domingo, 21 de fevereiro de 2010

A Vida é um Projeto do tipo FAÇA VOCÊ MESMO



Se você espera que sua vida se resuma a boas notas, boa faculdade, bom emprego e boa aposentadoria...Esqueça. É bem provável que você veja seu estilo de vida ter que ser baixado drasticamente se você não tiver um plano B enquanto é cedo.
Os governos mundiais já não conseguem pagar aos aposentados o que lhes é merecido há alguns anos. Imagine quando VOCÊ chegar lá.
VOCÊ - e somente VOCÊ  - poderá construir seus sonhos e torná-los realidade. NINGUÉM mais poderá fazer isto no seu lugar.
O projeto da SUA vida depende única e exclusivamente de VOCÊ.
Você quer ser o arquiteto ou o bombeiro da SUA própria vida?

Reflita.

Um velho carpinteiro estava para se aposentar. Ele contou a seu chefe os seus planos de largar o serviço de carpintaria e de construção de casas e viver uma vida mais calma com sua família. Claro que ele sentiria falta do pagamento mensal, mas ele necessitava da aposentadoria.


O dono da empresa sentiu em saber que perderia um de seus melhores empregados e pediu a ele que construísse uma ultima casa como um favor especial. O carpinteiro consentiu, mas com o tempo era fácil ver que seus pensamentos e seu coração não estavam no trabalho. Ele não se empenhou no serviço e se utilizou de mão de obra e matérias primas de qualidade inferior.

Foi uma maneira lamentável de encerrar sua carreira.

Quando o carpinteiro terminou seu trabalho, o construtor veio inspecionar a casa e entregou a chave da porta ao carpinteiro. “Esta é a sua casa”, ele disse, “meu presente a você.”

Que choque! Que vergonha! Se ele soubesse que estava construindo sua própria casa, teria feito completamente diferente, não teria sido tão relaxado. Agora ele teria de morar numa casa feita de qualquer maneira.

Assim acontece conosco. Nos construímos nossas vidas de maneira distraída, reagindo mais que agindo, desejando colocar menos do que o melhor.

Nos assuntos importantes nos não empenhamos nosso melhor esforço. Então, em choque, nos olhamos para a situação que criamos e vemos que estamos morando na casa que construímos. Se soubéssemos disso, teríamos feito diferente.

Pense em você como o carpinteiro. Pense sobre sua casa. Cada dia você martela um prego novo, coloca uma armação ou levanta uma parede. Construa sabiamente. É a única vida que você construirá. Mesmo que você tenha somente mais um dia de vida, este dia merece ser vivido graciosamente e com dignidade.

A placa na parede está escrito: “A vida é um projeto de faça você mesmo.”

Quem poderia dizer isso mais claramente? Sua vida de hoje é o resultado de suas atitudes e escolhas feitas no passado. Sua vida de amanhã será o resultado de suas atitudes e escolhas que fizer hoje.

Autor Desconhecido

terça-feira, 29 de setembro de 2009

O Poderoso Chefão: O Cérebro.

Os princípios básicos que norteiam a educação financeira independem de idade, mas é verdade que a idade sempre ajuda em todos os aspectos de tempo de nossa vida.

Lemos o tempo inteiro as mesmas coisas sobre a necessidade da educação financeira e a sensação que se tem é que parece que quanto mais o mantra é repetido: " Com a facilidade de crédito e a falta de educação financeira, as pessoas gastam mais do que ganham e comprometem seu orçamento pagando altos juros às instituições financeiras e blá blá blá..." , menos as pessoas se importam em aproveitar o crédito fácil e utilizá-lo a seu favor.

Qualquer pessoa que trabalha duro para fazer seu dinheiro mês a mês, entende que trabalha e recebe dinheiro, portanto, trabalhar duro e receber dinheiro = + (mais) 
Qualquer pessoa que gaste seu dinheiro que trabalhou duro para fazer, estará diminuindo(-) aquele + que deu duro para fazer. Portanto, trabalhou duro e recebeu dinheiro = + e gastou o dinheiro = -(menos)

Então: trabalhar e receber = + (mais) :-) e gastar = - (menos)  :-(

Por que, então, parece que as pessoas acham tão difícil fazer contas de mais e menos e transformar sua renda adquirida (trabalhar duro e receber dinheiro) em renda passiva (fazer o SEU DINHEIRO TRABALHAR  a seu favor)?

O problema não é a matemática (até pessoas que não foram alfabetizadas sabem fazer contas, quando se trata de dinheiro).
O problema, além da falta de planejamento e educação financeira, é a mensagem que ficamos mandando ao nosso cérebro para que ele nos convença a acreditar que (-) + (-) = +.
Insistimos em convencer o nosso cérebro de que mesmo que gastemos todo o dinheiro que demos duro para receber (que era + e a esta hora já é = 0, pois dia 29 de cada mês a maioria das pessoas já está pensando em quais contas conseguirá pagar ou o que é que vai dar pra cobrir até o próximo recebimento) e adicionemos + a ele , referente ao  valor disponível do limite do cartão de crédito e do limite bancário (e que, na verdade é = (-),  já que esse dinheiro não é de nossa propriedade), ainda assim, conseguiremos dar conta de tudo no próximo mês quando novamente receberemos dinheiro por ter trabalhado duro = + (de novo) .

Visualize, matematicamente falando, a salada matemática que muitas pessoas insistem em fazer e acreditam fortemente, levadas pela emoção de consumo:

1) Dinheiro trabalhado, suado e recebido = + (mais).
Isto se chama renda adquirida ou Você trabalhando pelo Seu dinheiro.

2) Dinheiro trabalhado e suado que foi gasto = - (menos)
Então, quando o  dinheiro trabalhado e suado já era , significa que a pessoa está " zerada" = 0 e isto se chama mal uso do dinheiro ralado  e que para a maioria das pessoas termina no 8o. dia após o recebimento.



Valor disponível no cartão de crédito ou limite bancário = (-)
Valor disponível no cartão de crédito ou limite bancário (no que a pessoa quer acreditar) = + . 
E esta é a pessoa feliz :-)))) achando que ainda tem dinheiro para gastar.

Agora dê uma olhada no nó cerebral:

A conta correta deveria ser:
1)- 2) = 0 (dinheiro trabalhado, suado e recebido que zerou)
 (- valor disponível no cartão de crédito ou limite bancário que a instituição financeira empresta)
então,
0 + (- valor disponível no cartão de crédito ou limite bancário)  = - (é o valor que a pessoa deveria ter consciência que TEM no cartão de crédito ou limite bancário)

MAS...a pessoa lê no extrato que ela TEM disponível e faz questão de acreditar que:

1) - 2) = 0 (dinheiro trabalhado, suado e recebido que zerou)
+ (valor disponível no cartão de crédito ou limite bancário, porque a instituição financeira está mostrando que é da pessoa e que está lá)
então,  
0 + (+ valor disponível no cartão de crédito ou limite bancário) = + (valor que a pessoa acredita que TEM e que É DELA)

Fora esta miscelânea que as pessoas acabam fazendo, há o desejo de ter coisas que demonstram poder, segurança, status e que as pessoas desejam muito e não tem paciência para poupar e investir parte do dinheiro trabalhado, suado e recebido ( o verdadeiro +) para terem o que quiserem depois, já que se deixam levar pela emoção do consumo imediato.
Querem ter AGORA e já que o dinheiro está disponível na conta (já que o sinal ao cérebro já foi enviado e, portanto, é +), preferem ACREDITAR que PODEM comprar o que quiserem AGORA e aí é o ponto em que a maioria das pessoas se perde financeiramente e depois ficam pagando meses e meses de altos juros e é quando começam as promessas de que nunca mais irão fazer aquilo de novo.

Entende porque instituições financeiras amam dar crédito às pessoas? Entende porque até lojas de roupas já viraram instituição financeira e permitem que as pessoas façam empréstimos ali mesmo para consumir mais?

Além do mais, usar cartão de crédito dá às pessoas a sensação de que não tiveram perdas financeiras. Pelo menos é assim que o cérebro realiza a leitura.

Por outro lado, você acredita que as lojas e instituições que oferecem crédito fácil às pessoas amam inadimplentes? É óbvio que não! Se não, não gastariam com ligações telefônicas e não mandariam cartas de cobrança. Afinal de contas, é sobre os juros e multas que as administradoras faturam muito.

Então, cartões de crédito, limites de crédito, crédito consignado e afins são ruins? Sim e não.

SIM, para quem não sabe usá-los, pois acabarão comprometendo o orçamento e pagando meses ou anos de altos juros sobre juros e NÃO, ao contrário, podem ser aliados do plano de realização de vida, se a pessoa souber utilizá-los com inteligência financeira.

Como?
Aí é que entra a base da educação financeira para que as pessoas iniciem sua jornada para melhor compreender como utilizar o dinheiro de forma saudável e consciente, aprender os diferentes tipos e formas de investimentos, a melhor utilização do cartão de crédito e outros créditos disponíveis, trabalhar na elaboração de uma planilha de realização de vida consistente e rumar à  tão sonhada INDEPENDÊNCIA FINANCEIRA.

É por isso que a questão da educação financeira é tão fundamental e deve ser recebida desde cedo.

Já que lidamos e usamos o dinheiro todos os dias durante a vida adulta, é importante darmos a oportunidade da educação financeira às nossas crianças e jovens para que alcancem a vida adulta seguras e tranquilas com relação ao seu futuro financeiro, sem que precisem driblar o cérebro com contas que não fecham.

Novamente, educar financeiramente é muito mais do que ensinar a lidar com dinheiro, cartões, consumo exacerbado.
Educar financeiramente é ensinar a usar inteligência financeira em benefício próprio e de outros e isto compreende, também, as crenças e emoções que giram em torno do tema " dinheiro".

The Money Camp Brasil
" Educação Financeira para a Vida Inteira!"

Um abraço.

" Educação é a fundação do sucesso. Assim como a escolaridade é importância vital, igualmente importantes são os conhecimentos financeiros e de comunicação." - Robert Kiyosaki (autor best seller " Pai Rico, Pai Pobre")