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segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Só quero saber do que pode dar certo



Para viver com qualidade de vida e de forma mais tranquila é preciso aprender a  desenvolver um senso de urgência das coisas a serem realizadas. Assim, é preciso concentrar energia no que é essencial e evitar o desperdício daquilo que consideramos precioso em nossa vida: o tempo.

Um bom exemplo para ter uma noção sobre isso é observar as coisas da natureza.

“O rio Okavango, diferente da maioria dos canais hídricos, desemboca em um deserto – e o faz de um modo especial: a cada temporada de chuva, despeja 11 quilômetros cúbicos de água no gigantesco deserto de Kalahari, de quase 1 milhão de quilômetros quadrados, que abrange partes de Angola, da Namíbia e, principalmente, de Botswana, no sul da África, transformando uma área árida em um delta verde e luxuriante, capaz de atrair milhões de animais.

Vale ressaltar que as águas das chuvas percorrem cerca de 1.600 km, desde Angola, até alcançarem e inundarem o delta.

Antecipando-se a uma temporada de chuvas, milhares de animais começam uma das migrações mais massivas da África. 
Eles iniciam sua caminhada e investem sua energia para chegarem ao Delta inundado, no momento em que está inundado: nem antes, nem depois.

Pense como Um Fazendeiro por Jim Rohn
Uma das dificuldades que enfrentamos em nossa era industrial é o fato que perdemos o nosso senso cíclico. Diferentemente dos fazendeiros, nós nos tornamos  resistentes a entender o ritmo natural da vida. Como resultado,  desequilibramos nossas prioridades. 
Deixe-me ilustrar o que quero dizer:

Para um fazendeiro, a primavera é a época mais ativa. É quando ele tem que trabalhar de acordo com o relógio, levantar-se antes do Sol nascer e trabalhar duro até bater meia noite. Ele precisa manter a máquina trabalhando em plena capacidade porque ele tem uma pequena janela de tempo para o plantio. Finalmente, quando chega o inverno o fazendeiro ainda tem algumas poucas coisas que o manterão ocupado.

Há uma lição aqui.  Aprenda a utilizar-se das estações da vida. Decida quando é hora de dar duro e quando é hora de dar um tempo, quando aproveitar as vantagens e quando deixar que as coisas fluam. É fácil fazer acontecer das 9 às 17 horas, ano após ano e perder o senso de prioridades e os ciclos. Não permita que os anos passem à sua frente como um desfile de tarefas e responsabilidades intermináveis. Mantenha seu olhar em suas próprias estações, para que você não se esqueça do valor e essência de cada uma delas.

Agora reflita: Como andam as estações da sua vida? Quais são as suas prioridades? Elas lhe levam ao encontro de seus objetivos? Será que você está desperdiçando o seu tempo e atrasando a sua colheita?

Ao seu sucesso.



Tradução livre do texto de Jim Rohn: Silvia Alambert

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Feliz 2013!


Quando chega o final do ano é muito comum que as pessoas façam uma retrospectiva sobre aquele ano que se vai e é também muito comum que elas se deem conta de que menos da metade de suas promessas foram cumpridas. Isto acontece porque a maioria das pessoas acaba por criar expectativas altas com relação ao ano vindouro e se atira sobre ele como se fosse o  solucionador de todas as coisas que deixaram de ser realizadas até então.
Sonhos que em termos financeiros são de médio ou longo prazo passam a ser sonhados no curto prazo (sim, um ano é um curto prazo!) e com isso acabam se perdendo pelo caminho já que, no fundo, a mente sabe que um desejo de realização mais complexo terá que esperar um pouco mais, caso nenhum planejamento financeiro tenha sido feito anos antes.
Sem querer abrir mão de outras oportunidades que surgem ao longo do ano e que podem ser mais acessíveis, as pessoas trocam um sonho de realização por outro e sem um planejamento adequado os votos daquele ano ficam sendo postergados, então, para o próximo e para o próximo e para os próximos anos, até que elas se coloquem em ação e estejam determinadas a conquistá-los.
As últimas pesquisas apontam que 60% das famílias brasileiras estão endividadas e isto evidencia que as pessoas não se planejam para alcançar sonhos. As pessoas simplesmente lançam à sorte os seus sonhos e os realizam de qualquer jeito, a qualquer custo.
Sonhar é preciso, mas melhor ainda é realizá-lo de forma tranquila, sem prejuízos financeiros.
Para o ano vindouro, além de muita saúde, paz e felicidade, desejamos a todos doses extras de disciplina, entusiasmo, persistência, fé, determinação, planejamento, estratégia, sentido de realização e uma vontade inabalável de prosperar em todas as áreas de suas vidas.
Feliz 2013!

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Como Domar a Inflação de Férias


Imagem: Shutterstock

EM CASA OU EM VIAGEM, MAIOR DEMANDA DOS FILHOS 

POR GULOSEIMAS E RECREAÇÃO CONSOME 12% DO ORÇAMENTO 

NO PERÍODO FORA DA ROTINA ESCOLAR

Luciane Macedo _247 - As férias escolares consomem cerca de 12% do orçamento familiar durante o mês de julho, quando crianças e adolescentes gastam mais com lanches e guloseimas, lazer e recreação. O desafio de manter as contas no azul fica ainda mais difícil, pois os pais precisam separar uma parcela maior de seus rendimentos para atender as demandas dos filhos e ainda domar a inflação de férias, seja dentro de casa ou em viagem.
A maioria dos itens mais consumidos na cesta de férias, do sorvete ao ingresso de cinema, subiu acima da inflação, mostra pesquisa da Fundação Getúlio Vargas. E o golpe no bolso é ainda maior para quem escolheu viajar, pois os preços dos hotéis foram os que mais aumentaram, nos últimos 12 meses, entre 23 itens de uma cesta de férias elaborada pelo economista André Braz, do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da FGV.
A lista da inflação de férias foi dividida em dois grupos: alimentos e serviços (veja abaixo). Em ambos os casos, houve aumento acima da inflação medida pelo IPC/FGV nos últimos 12 meses, até junho de 2012, que foi de 5,37%.
Entre os alimentos, os que registraram as maiores altas de preços foram refrigerantes e água mineral (9,36%), batata frita (8,13%) e sorvetes e picolés (8,10%). Entre os serviços, hotéis (11,72%), clubes de recreação (8,34%) e cinema (8,18%) estão no topo da lista dos que mais encareceram nos últimos 12 meses.
Mas se não dá para escapar da demanda dos filhos, o jeito é diversificar as opções para não cair sempre nos gastos mais salgados, recomenda a educadora financeira Silvia Alambert, diretora-executiva do Money Camp no Brasil e que estreia, em agosto, como colunista das rádios da BM&FBovespa. Segundo Silvia, a questão das finanças durante as férias escolares não envolve apenas números, mas, também, controle emocional dos pais.
"Trinta dias fora da escola custam caro porque, em época de aula, há toda uma programação de atividades para ocupar o tempo dos filhos, e estes gastos já estão todos programados no orçamento familiar: a aula de inglês, de dança, de natação", explica a educadora financeira. "No recesso escolar, geralmente entra tudo de férias ao mesmo tempo, então eles têm energia para queimar e nada para fazer", assinala. "O importante é que eles não fiquem entediados dentro de casa, porque aí os pais chegam do trabalho cansados e vão acabar gastando mais nas opções mais práticas, pedindo pizza no jantar e levando ao shopping".
O ideal é planejar antes os gastos de férias, mas também dá para diversificar as atividades dos filhos para não comprometer as finanças familiares além da conta, recomenda Silvia. "Tem uma vasta programação de férias que é de graça, então dá para fugir de despesas mais caras que não foram planejadas intercalando as opções de lazer", orienta a educadora financeira. "Ao mesmo tempo em que levam ao cinema e ao shopping, os pais podem incluir passeios que pesam menos no bolso, como andar de bicicleta no parque e tomar um sorvete".
Clique na imagem para ampliá-la.
 Inflação de férias: guloseimas e recreação mais caros

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Feira de Brinquedos Educativos em São Paulo


A ABRINE – Associação Brasileira de Brinquedos Educativos reúne de 04 a 07 de agosto no Centro de Eventos São Luís, em São Paulo toda a cadeia do Setor do Brinquedo Educativo entre designers, desenvolvedores de produtos, fabricantes, fornecedores e consumidores finais.

Na V Feira de Brinquedos Educativos (04 e 07/08), a ABRINE reúne todas as importantes empresas do setor - expositores e visitantes dos setores de brinquedos educativos, escolas e profissionais da educação e da saúde. A Feira apresenta produtos únicos em seu design, dinâmicos, ecológicos e eficientes para o desenvolvimento de adultos, jovens e crianças desde os primeiros anos. O ingresso é reservado nos dois primeiros dias para profissionais do setor de: brinquedos, papelaria, livrarias, materiais pedagógicos, materiais educativos, esportivos, e nos dois últimos dia para o público em geral.

No I Seminário Integrado Brinquedo – Educação – Saúde e Qualidade de Vida (04 e 05/08), reúne reflexões de grandes profissionais da área sobre o tema: “bom brincar” e seus impactos e implicações no desenvolvimento pessoal. O Seminário é destinado a professores e educadores, brinquedistas, artesãos, críticos, pesquisadores, estudantes de design, educação, saúde e interessados em geral.

Palestrantes Confirmados:

ALVARO MODERNEL - "A importância do lúdico na educação financeira infantil"

ARNALDO RABELLO - “Edutainment – Uma tendência no marketing infantil”

FERNANDO VIANNA - "A Importância do Brinquedo Científico"

GILSON GIOMBELI - "Eu, o Brinquedo e o Cego"

LEANDRO COSTA - "Projetando jogos educativos mais divertidos e eficientes”

MAURÍCIO DE ARAÚJO LIMA - "Os jogos que os brasileiros conhecem e que o Brasil desconhece"

LÍGIA MEFANO - “O Design de Brinquedos no Brasil: uma Arqueologia do Projeto e suas Origens”

PAULA FALCÃO - “Desenvolvendo Competências Profissionais através de Jogos de Tabuleiros”

Dr. ROBERTO AVRITCHIR - "O Lúdico e o Risco"

RICARDO ROCHA - "Sustentabilidade e qualidade de vida para as próximas gerações"

SÍLVIA ALAMBERT - “O jogo como ferramenta de aprendizagem financeira de crianças e jovens”

MONICA MELIM & GESIEL DE OLIVEIRA - "Brinquedo Cantado”

CASSIA VIGER - “A Educação nas Asas da Imaginação!”

TIAGO AQUINO DA COSTA E SILVA (PAÇOCA) - "Brinquedo e a Ludicidade: Jogos e Brincadeiras em ação'"

Na I BIENAL do Brinquedo Educativo (06 e 07/08), a ABRINE promove a cultura do “bom brincar”, divulgando para o público, consumidor final, o Brinquedo Educativo, como objeto de lazer, educação e saúde, reunindo num mesmo local profissionais do setor e o público, o consumidor final. Com espaços interativos para o público para aproximar crianças, jovens e adultos na fascinação do “bom brincar”. O ingresso é livre, aberto ao público em geral, desde que credenciado. Para o ingresso no recinto solicita-se 01 (um) kg de alimento não-perecível para doação.

O credenciamento é realizado antecipadamente através do site www.abrine.org.br/feiras





quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Filho, Papai Noel não existe.


Ao longo destes 3 anos trabalhando educação financeira com crianças e jovens, percebo que nós, os pais, somos grandes impeditivos para o crescimento de nossos filhos.
Sim.
Quando pensei nisto, enquanto mãe leitora fiquei " rosa pink choque".
Quando pensei nisto, enquanto educadora financeira percebi que as crianças não estão sendo preparadas para encontrar a vida real e fiquei preocupada.

Pois bem, ao abrirmos o canal de comunicação sobre dinheiro com crianças e jovens, é nítido o fato que as famílias não gostam de conversar ou " escondem" dos filhos a real situação financeira da família.
Tudo bem, não fomos ensinados a educar filhos financeiramente.
O que preocupa é que, além de não abrir o canal de comunicação sobre dinheiro, não estamos permitindo que nossos filhos sonhem.

Neste último acampamento de 2009, entre 25 crianças e jovens, conversávamos sobre alcançar objetivos e realizamos que as crianças e jovens sonham muito, mas infelizmente tem pouca idéia sobre como eles mesmos devem fazer para alcançar seus próprios sonhos.

Ah, mas o que é sonhar ?

Sonhar é ter a intenção de querer conquistar coisas, alcançar objetivos, atingir metas, realizar feitos e, sim, nossas crianças estão sendo impedidas de sonhar.

Por terem tudo muito à mão, por pedirem e simplesmente serem atendidos (seja a que custo for e a quantas parcelas forem), as crianças e jovens acham que sonhos acontecem como mágica.
Questionamos com os mais velhos, cujo sonho declarado é ter um carro aos 18 anos (aposto que você também já sonhou isto antes dos 18), como fariam para alcançar isto e a resposta foi....esperar fazer 18 anos. :-(
Isto significa que eles acreditam que os pais irão suprir e realizar todos os seus sonhos (não estou colocando a questão da classe social aqui porque a educação em geral - e especificamente neste caso a financeira - independe dela) e, quem sabe...para sempre ?! (glup)

Aos pais que creem que sofrerão caso o filho jamais queira sair de casa e ter responsabilidades próprias sem ter que contar com o apoio dos pais, que desejam fortemente que seu filho assuma uma vida adulta saudável e responsável, caberá então dialogar desde já sobre o que sonha ser quando crescer, se ele tem em mente um desejo ou intenção por algum brinquedo (se forem menores), games, mp alguma coisa, celular com não sei o que, sobre uma profissão específica ou negócio próprio e por que sonha com isso e como pretende alcançar estes objetivos e assim por diante.

Se quisermos que nossos filhos sejam realizadores e realizados, deverá haver um momento na vida deles em que teremos que contar que "Papai Noel não existe! " , " Coelho da Páscoa, não existe!" e a " Fada do dente, também não existe!"

Ser muito permissivo e suprir os filhos com todos os desejos que eles tem - desde os mais simples até os mais complexos e caros -  os inibem de sonhar e, principalmente, de crescer.

Feliz Natal e que em 2010 alcancemos todos os nossos objetivos !!! (aliás, você já listou os seus?)

Abraços.

P.S.: Deixo como indicação de leitura para este Natal: " O Homem Mais Rico da Babilônia "

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Conviver ou Morar


Compartilho com vocês esta matéria que saiu no Diário do Nordeste e que julguei muito pertinente aos assuntos que abordamos neste blog.
É um tema para reflexão e que nos ajuda - enquanto pais zelosos que somos - a perceber os sinais que nossos filhos nos mandam, mas que na correria do dia a dia acabamos prestando pouca atenção.
Aproveito e deixo uma indicação de leitura muito bacana que segue nesta mesma linha e que se chama " O que as Crianças Realmente Querem que o Dinheiro não Compra", de autoria de Betsy Taylor - editora Sextante.

Leia, reflita e partilhe sentimentos, caso deseje.

Boa leitura.

"Nunca o verbo ter esteve tão em evidência entre nossas crianças e adolescentes como nos tempos de hoje. É quase vital para elas ter um celular, ter um mp3, 4 ou 5..., ter um computador com orkut, msn e e-mail, ter uma TV, ter um dvd, ter jogos eletrônicos, ter um iPod, ter uma câmera digital, e tudo isso monopolizado de preferência em seus quartos acompanhado do quesito “última geração”.
Nunca os pais tiveram que trabalhar tanto para suprir essas necessidades.
Se antes a preocupação fundamental dos pais era comida na mesa e educação, hoje eles se desdobram para suprir tais necessidades e ainda acompanhar essas exigências do mundo moderno no qual nossos filhos vêm se tornando escravos desse consumismo desumano, egoísta e enclausurador.
Digo desumano porque não se mede a condição financeira; é quase obrigatório ter para fazer parte da “turma”. É egoísta porque não se adota a política de compartilhar, cada um tem que ter o seu e de preferência trancafiados em seu quarto, perdendo horas de suas vidas de frente para telas em um ambiente de clausura e individualismo.
É bem verdade que precisamos trabalhar bem mais que antes e, para compensar nossa ausência diante de nossos filhos, tentamos preencher seus anseios presenteando-os com essa parafernália eletrônica, na qual está tornando nossas crianças adultos frios, calculistas, privados de emoções reais como o toque, o choro, o riso.
Alguém já parou para pensar que nada que distrai nossas crianças hoje oferece a elas emoções reais?Que tipo de adultos estamos formando? Humanos desumanos? Máquinas? Aonde essa criação robótica vai nos levar?Isso é tão sério que, se você, pai ou mãe, se enquadra no perfil “pai moderno, presentes modernos, filhos modernos”, será bem difícil sair deste hemisfério e ir para um outro mais humanizado entre pais e filhos, do tipo: um passeio à beira-mar, um bate-papo familiar, a contemplação de um entardecer, um joguinho de bola, uma piada, um sorriso, um abraço e até mesmo uma lágrima.
A proposta é conviver, tocar, externar, tirar nossos filhos de seus quartos e levá-los para sala. Provavelmente sua criança ou adolescente achará, a princípio, sua proposta um tédio, e não espere que ela o (a) incentive para trabalhar essa questão.
Não podemos simplesmente deletar os hábitos já adquiridos por nossos filhos, mas podemos tentar configurar tais costumes.
Segundo o escritor Augusto Cury, é aí que mora a diferença entre um “Bom Pai” e um“Pai Fascinante”. O bom pai cuida de seus filhos, a fim de suprir suas necessidades e sempre os presenteia. O pai fascinante, quando pode, presenteia, mas sempre o maior presente é sua própria pessoa, atendendo as necessidades de seus filhos com o convívio, o toque, a conversação, o riso. Contam histórias, ninam suas crianças para dormir, ao invés de deixá-las na internet madrugada a dentro até deitarem exauridas de sono, com suas mentes vazias, com o coração frio sem a presença dos pais, sem o beijo de boa noite, sem o aconchego do cobertor e a conversa ao pé do ouvido.
Deixo este texto afim de que você pai ou mãe faça uma reflexão: Você convive com seus filhos ou apenas mora com eles?"

JULIANA GOMES DOURADO* Pedagoga

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Acampamento nas Férias


Esta saiu no Diario de Santo André em 08.07.2009


Toca da Raposa aposta em cursos de finanças


Aqueles que acreditam que nas férias é possível aprender brincando podem encaminhar os filhos para uma diferenciada viagem: o The Money Camp.


A oportunidade, que oferece um curso de finanças para jovens com idade entre 9 e 15, anos será realizada entre os dias 12 e 18 de julho, no acampamento Toca da Raposa, em Juquitiba.

O curso, limitado a 35 participantes, foi criado em 2002 nos EUA e chegou ao Brasil no ano de 2006.


A programação conta com acompanhamento de educadores das áreas de economia, psicologia, pedagogia, matemática, e incentiva os jovens a deixarem de lado as práticas consumistas presentes na sociedade atual.


De acordo com a diretora-executiva do programa, Sílvia Alambert, a educação financeira é uma matéria que deve ser incorporada no dia-a-dia das crianças e jovens. "Já que as crianças vão crescer e terão que lidar todos os dias com dinheiro, devem aprender desde cedo sobre os conceitos para que cresçam e utilizem o dinheiro de forma inteligente e saudável", observa.


E para quem acredita que aprender será uma tarefa chata, Silvia, discorda. "Transformamos a aprendizagem em algo divertido e natural através de metodologia alinhada aos pilares educacionais proposto pela Unesco", destaca.

Neste molde, são oferecidas gincanas com base nos cinco pilares da administração do dinheiro: fazer dinheiro, poupar, investir, gastar com inteligência e doar.


Após a temporada, há uma perceptível mudança no comportamento das crianças, conta a diretora. "Os jovens voltam muito conscientes de que não há mágica, que para fazer dinheiro é preciso trabalhar e, para utiliza-lo, é preciso planejar", ressalta Silvia.


O curso de finanças nas férias custa R$ 1.325,25 à vista ou cinco parcelas de R$ 279, com opção de descontos para inscrições na mesma família: 5 % para o segundo participante, 7% para o terceiro e 9% para o quarto.


Mais informações ou inscrições pelo e-mail atendimento@ themoneycamp.com.br, pelo telefone 3083-0600 ou pelo site www.themoneycamp.com.br (Colaborou Natália Fernandjes)

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Acampamento Financeiro para Crianças?




1) O que é Acampamento para crianças?
Em poucas palavras: acampar é uma experiência rica como vivência para a criança.

"Longe da família, ela aprende, de forma lúdica, a conhecer seus limites e enfrentar dificuldades”, diz Marco Antonio Vivolo, diretor-presidente da Associação Brasileira de Acampamentos Educativos. O especialista afirma ainda que as principais propostas do acampamento é o desenvolvimento da autonomia da criança, da convivência com o outro e da cooperação." (revista Crescer, Junho de 2008)

Essa cultura de mandar filhos para acampamentos de férias é bem antiga na Europa e Estados Unidos. Aqui no Brasil já se faz isto a uns 80 anos.

2) Quando se fala em Acampamento Temático, como no caso de um Acampamento Financeiro, as pessoas logo "acham"que a criança ficará trancafiada como numa sala de aula, recebendo informações sobre dinheiro, investimentos, economia, quando deveria estar ao ar livre brincando.

Ao invés de se informarem como funciona um acampamento temático, alguns adultos simplesmente "acham"que isso não é para suas crianças e jovens e limitam a oportunidade de suas crianças aprenderem lições que elas levarão para a vida inteira, da forma que elas mais gostam: brincando ao ar livre.

"Quebrar este paradigma é um grande desafio, pois a maioria das pessoas não conhece esta importante ferramenta como recurso educacional e para muitos “acampar” ainda significa simplesmente viver ao ar livre ou cuidar da casa num ambiente natural, sugerindo a vida em barracas, cabanas, dormindo no chão e vendo as estrelas.Na realidade, esta proposta essencialmente educacional diferenciada vai muito além dos conteúdos pedagógicos aplicados pela escola e cobrado pelas famílias. Percebe-se claramente que as escolas estão aquém de uma pedagogia do brincar com suas grades curriculares repletas de tarefas numa perspectiva futura, já de preparação para o mercado de trabalho, com a falsa impressão de que, ao usar o tempo ocioso para atividade lúdica, a criança estará perdendo tempo e, muitas vezes, os adultos tentam dirigir e enquadrar esse “tempo ocioso” com atividades que parecem lúdicas.
"Na verdade, as atividades muito dirigidas inibem a capacidade de criar, fundamental para o desenvolvimento psíquico. Esse espaço ocioso é importante para iniciativa, espontaneidade, liderança, criatividade". (Psicanalista Vera Iaconelli - 2006).
Os Acampamentos Pedagógicos, em sua grande maioria, têm uma proposta filosófica voltada para uma formação holística embasada nos quatro pilares da educação, valorizando de forma significativa as competências e relações humanas. Trazendo a importância desta atividade para a formação de crianças, jovens e adultos saudáveis é que identifica-se que seu principal instrumento de transformação é a brincadeira, que é através do ato de brincar que descobre-se o seu eu e que somente o brincar produz uma experiência cultural e verdadeira como diz Winnicott (1975), percebe-se, então, a contribuição que os Acampamentos Pedagógicos têm na formação das crianças e jovens em parceria com as escolas e famílias.
Na atividade lúdica a criança vivencia o mundo de forma plena, descobre o seu corpo e traz para dentro do seu universo sua realidade através de experiências de perdas, alegrias, conquistas, decisões, refletindo e construindo o seu aprendizado. Pode-se dessa forma estabelecer com muita propriedade que a brincadeira é, sem dúvida alguma, a melhor metodologia para educar/transformar crianças, pois por meio delas constrói-se e reconstrói-se a todo o momento papéis, funções e ações, refletindo sobre o cotidiano, além de ampliar a linguagem, estabelecendo novos conceitos e criando novas relações com os outros, a partir de um simples jogo onde há regras, vencedores, ganhadores, possibilidades e desafios a serem vencidos.(...)

(...) ainda vale a pena citar um pequeno trecho da “Carta do Lazer” que está na Declaração dos Direitos da Criança de 1959:A criança deve desfrutar plenamente de jogos e brincadeiras, os quais deverão estar dirigidos para a educação; a sociedade e as autoridades públicas se esforçarão para promover o exercício deste direito”. (Declaração dos Direitos da Criança, 1959, p. 82).

Acreditando ainda que a educação pode ser encarada como uma proposta vivida e uma grande aventura, os acampamentos tornam-se ambientes perfeitos para essa experiência, desenvolvendo habilidades, valores, conhecimentos, aprendizado, criticidade, comprometimento e uma diversidade de atividades, construídas pelo prazer e pela brincadeira, que é sua principal linguagem para adquirir novas situações e criar outras regras, desenvolvendo vários aspectos sociais, emocionais, cognitivos, motores e trazendo o mundo simbólico para bem perto, ao mesmo tempo não se desfazendo do real." -

Pois bem, dentro de todo este contexto e da experiência que vivemos com nossos acampantes, afirmo com propriedade: Sim, suas crianças e jovens aprendem e brincam muito em um Acampamento Financeiro.

Aliás, sala de aula com mesa e cadeira, um professor falando, falando, falando é para aluno em escola. Não para as férias, nem para os cursos da Money Camp Brasil. (http://www.themoneycamp.com.br/)

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Acampamento Financeiro - Inverno de 2009

Já programou as férias de Julho de seus filhos?
Que tal mandá-los para um acampamento de férias onde eles possam se divertir pra valer, estabelecer novas amizades, ir às baladas temáticas e ainda voltarem das férias educados financeiramente?

Sim, isto é possível.

Estudos mostram que basta uma carga horária de 10 horas de educação financeira bem ministrada para que a criança leve estes conhecimentos para o resto de sua vida.

Agora imagine 40 horas de curso ensinado do jeito que os jovens mais gostam: se divertindo, liberando adrenalina, participando de desafios, gincanas financeiras, trabalhando em equipe, mostrando suas habilidades naturais e aproveitando os momentos de liderança.

Educar financeiramente é muito mais do que somente ensinar sobre dinheiro e quem faz o curso de educação financeira mais animado do planeta, entende que aprender sobre dinheiro é muito divertido.

The Money Camp é mais do que educação financeira, é uma oportunidade do jovem ter um encontro com a vida real.
Informações: atendimento@themoneycamp.com.br ou (11) 3083 0600
" Há um punhado de homens que conseguem enriquecer simplesmente porque prestam atenção aos pormenores que a maioria despreza." Henry Ford

Introdução à mesada - Essa Ferramenta Poderosa de Educação Financeira (Parte II)













Como eu já comentei anteriormente, a mesada é uma ferramenta de educação financeira muito útil para que seu filho comece a administrar o seu próprio dinheiro, mas que é muito importante estabelecer as regras para a utilização daquele dinheiro.



Então, vocês combinaram com seu filho que ele passará a receber uma quantia mensal que cobrirá a aquisição de seus desejos, seja desde a compra de cards de mangás ou até uma balada (dependerá da idade de seu filho, obviamente); vocês combinaram com seu filho que a quantia será entregue todo o dia "x" de cada mês; vocês combinaram com seu filho e "deixaram a regra clara" que, caso o dinheiro termine antes do próximo recebimento haverá consequencias, pois vocês não irão patrociná-lo, adiantarão ou emprestarão dinheiro algum e que ELE e somente ELE será responsável pelo dinheiro DELE a partir daquele momento.



Pois bem, que fique claro a vocês pais que para a boa educação financeira de seu filho funcionar, VOCÊS não devem quebrar as regras.


Não se esqueçam NUNCA de cumprir a sua parte do acordo.



Programem-se para evitar prejuízos maiores nesta educação.



Como eu disse, a mesada é uma ferramenta poderosíssima de educação financeira, pois ela proporcionará ao seu filho a oportunidade dele experimentar a "liberdade financeira", mas o mais importante é o conceito de seu filho poder errar na administração deste dinheiro enquanto é jovem e não mais quando atingir a idade adulta.



Por isso, anote na sua agenda a data que vocês combinarem a entrega da mesada de seu filho.


Não fure o dia do recebimento dele (vocês não gostariam de ter seus recebimentos atrasados). Caso contrário, ele passará a lhe ver como um "mau pagador" e poderá passar a acreditar que na vida de "gente grande" há mentiras e que dinheiro pode causar muita raiva.



O inverso da quebra do acordo também deverá ser cumprida.


Caso ele se exceda nos gastos, ceder à tentação de pensar: "coitado, ele não tinha noção..." é deseducar.



Explique ao seu filho que quando nos excedemos com o nosso dinheiro, também somos obrigados a aguardar o próximo recebimento e que isso serve a todas as pessoas que se excedem com seu próprio dinheiro (não há mágica) :-)


Faça-o compreender que há regras no jogo do dinheiro e que, além de vocês as terem construídas juntos, elas existem para serem cumpridas.



Pode parecer cruel, olhando desta forma, mas o futuro de seu filho irá lhe agradecer.



Quem ama também educa financeiramente.




Vida longa e próspera.




"Há tantas coisas na vida mais importantes que o dinheiro! Mas, custam tanto!"
Groucho Marx

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Dar o peixe ou ensinar a pescar?

Já programou as férias de Julho de seus filhos?
Que tal mandá-los para um acampamento de férias onde eles possam se divertir pra valer, estabelecer novas amizades, ir às baladas temáticas e ainda voltar das férias educados financeiramente?
Sim, isto é possível.
Estudos mostram que basta uma carga horária de 10 horas de educação financeira bem ministradas para que a criança leve estes conhecimentos para o resto de sua vida.
Agora imagine 40 horas de curso ensinado do jeito que os jovens mais gostam: se divertindo, liberando adrenalina, participando de desafios, gincanas financeiras, trabalhando em equipe, mostrando suas habilidades naturais e aproveitando os momentos de liderança.
Educar financeiramente é muito mais do que somente ensinar sobre dinheiro e quem faz o curso de educação financeira mais animado do planeta, entende que aprender sobre dinheiro é muito divertido.
The Money Camp é mais do que educação financeira, é uma oportunidade do jovem ter um encontro com a vida real.

www.themoneycamp.com.br