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domingo, 29 de julho de 2012

Faça do dia de hoje uma grande aprendizagem para a vida


Texto de Philip Tirone ( criador de 7 Steps to a 720 Credit Score)
Tradução livre por Silvia Alambert (fundadora do programa The Money Camp no Brasil)


Imagem de propriedade da The Money Camp Brasil.
Todos os direitos reservados. 2012.

Eu sempre falo sobre ser um homem de família, mas há alguns meses eu fui colocado à prova.

Eu participei de uma conferência e o palestrante (Warren Rustland) disse que se a cultura familiar de uma pessoa é mediana, tudo a sua volta é mediano (escola, vizinhança, igreja, etc) e, assim, as crianças poderiam aprender mais com a cultura familiar de outras crianças do que a sua própria cultura familiar.

Isto faz muito sentido….Se sua cultura familiar não é forte, seus filhos serão pressionados por seus pares, treinadores e professores  e acabará que adotarão valores diferentes aos da família.

Um segundo palestrante (Greg Baer) disse, então, que  o  tempo em que uma família se dedica a educar os seus filhos será diretamente proporcional ao seu sucesso e felicidade.

Foi como ser atingido por um raio.

Veja só, eu percebi que eu estava investindo mais tempo tentando construir a cultura da minha empresa do que tentando construir a cultura da minha família.

Então, há nove semanas atrás, minha esposa e eu implementamos o “encontro diário da família”, o qual nós iremos dar continuidade enquanto as crianças morarem em casa.

Lily e eu queremos criar uma forte ligação com nossos filhos e queremos que tenham uma forte relação com seus irmãos.

Ao considerar, então, a estrutura dos nossos encontros familiares, minha esposa e eu consideramos responder a esta pergunta: Quais os valores que nós queremos incutir em nossa família?

1) Iniciamos com uma oração.

2) Cada um conta aos outros membros da família sobre as coisas às quais estão animados em realizar. (Meu filho de 3 anos está animado com seu brinquedo  de atirar balões de água – todos os dias!)

3) Então, revisamos o dia e o que acontecerá ao longo do dia – Papai virá almoçar em casa; Vovó levará as crianças ao zoológico... esse tipo de coisa.

4) Depois, conversamos sobre um valor (moral ou social) do dia.

É importante observar que deixamos as crianças escolherem sobre quais valores elas querem conversar. Nós queremos que as crianças saibam que suas opiniões são importantes e que sintam-se respeitadas, então, nós damos a elas escolhas e seguimos seu exemplo.

Nós abordamos tudo – desde o compartilhar até sobre boa gestão das finanças.

Nossos filhos são novos ( o mais velho tem 5 anos), então as lições são orientadas para a idade deles.

Por exemplo, compramos um “porquinho” que tem 4 cavidades, ao invés de uma apenas. Estas 4 cavidades representam o que nós desejamos que nossos filhos aprendam e façam com seu dinheiro: poupar, doar, investir e gastar.

Conforme eles cresçam, nós partiremos destas lições para conversas sobre crédito, ferramentas de investimento e formas de poupança.

Independentemente disso, estamos investindo cada dia na construção de uma cultura que permita que os nossos filhos prosperem.

O que você acha? Como você ensina os seus filhos sobre os valores que julga importantes e quais ferramentas lhes oferece para desenvolverem suas habilidades? Eu adoraria saber o que você está fazendo. Além disso, partilhe conosco sobre como você ensina seus filhos sobre finanças, a fim de que eles possam aprender com e através das experiências e erros de seus pais. Compartilhe seus pensamentos aqui ...

Faça do dia de hoje um grande dia.

Paz.

P.S. Durante as primeiras 4 ou cinco semanas, nós nos esforçamos muito no compromisso de manter as reuniões familiares diárias. Houve um dia em que eu já ia saindo de casa sem fazer a reunião, quando meu filho mais novo, Lucas, veio correndo para me lembrar:

"Papai, papai!", ele disse. " Reunião familiar?"

Naquele momento, percebi que estas reuniões são uma mudança no jogo.
Informe-me também se vocês tiverem alguma ideia para fortalecer as reuniões de família!

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Como Domar a Inflação de Férias


Imagem: Shutterstock

EM CASA OU EM VIAGEM, MAIOR DEMANDA DOS FILHOS 

POR GULOSEIMAS E RECREAÇÃO CONSOME 12% DO ORÇAMENTO 

NO PERÍODO FORA DA ROTINA ESCOLAR

Luciane Macedo _247 - As férias escolares consomem cerca de 12% do orçamento familiar durante o mês de julho, quando crianças e adolescentes gastam mais com lanches e guloseimas, lazer e recreação. O desafio de manter as contas no azul fica ainda mais difícil, pois os pais precisam separar uma parcela maior de seus rendimentos para atender as demandas dos filhos e ainda domar a inflação de férias, seja dentro de casa ou em viagem.
A maioria dos itens mais consumidos na cesta de férias, do sorvete ao ingresso de cinema, subiu acima da inflação, mostra pesquisa da Fundação Getúlio Vargas. E o golpe no bolso é ainda maior para quem escolheu viajar, pois os preços dos hotéis foram os que mais aumentaram, nos últimos 12 meses, entre 23 itens de uma cesta de férias elaborada pelo economista André Braz, do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da FGV.
A lista da inflação de férias foi dividida em dois grupos: alimentos e serviços (veja abaixo). Em ambos os casos, houve aumento acima da inflação medida pelo IPC/FGV nos últimos 12 meses, até junho de 2012, que foi de 5,37%.
Entre os alimentos, os que registraram as maiores altas de preços foram refrigerantes e água mineral (9,36%), batata frita (8,13%) e sorvetes e picolés (8,10%). Entre os serviços, hotéis (11,72%), clubes de recreação (8,34%) e cinema (8,18%) estão no topo da lista dos que mais encareceram nos últimos 12 meses.
Mas se não dá para escapar da demanda dos filhos, o jeito é diversificar as opções para não cair sempre nos gastos mais salgados, recomenda a educadora financeira Silvia Alambert, diretora-executiva do Money Camp no Brasil e que estreia, em agosto, como colunista das rádios da BM&FBovespa. Segundo Silvia, a questão das finanças durante as férias escolares não envolve apenas números, mas, também, controle emocional dos pais.
"Trinta dias fora da escola custam caro porque, em época de aula, há toda uma programação de atividades para ocupar o tempo dos filhos, e estes gastos já estão todos programados no orçamento familiar: a aula de inglês, de dança, de natação", explica a educadora financeira. "No recesso escolar, geralmente entra tudo de férias ao mesmo tempo, então eles têm energia para queimar e nada para fazer", assinala. "O importante é que eles não fiquem entediados dentro de casa, porque aí os pais chegam do trabalho cansados e vão acabar gastando mais nas opções mais práticas, pedindo pizza no jantar e levando ao shopping".
O ideal é planejar antes os gastos de férias, mas também dá para diversificar as atividades dos filhos para não comprometer as finanças familiares além da conta, recomenda Silvia. "Tem uma vasta programação de férias que é de graça, então dá para fugir de despesas mais caras que não foram planejadas intercalando as opções de lazer", orienta a educadora financeira. "Ao mesmo tempo em que levam ao cinema e ao shopping, os pais podem incluir passeios que pesam menos no bolso, como andar de bicicleta no parque e tomar um sorvete".
Clique na imagem para ampliá-la.
 Inflação de férias: guloseimas e recreação mais caros

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Material escolar. Mas já?

Imagem: dreamstime.com
Material escolar: para economizar, estratégia é comprar ainda em 2011

SÃO PAULO – Estamos nos primeiros dias do penúltimo mês do ano. Apesar de faltar pouco para 2012, para quem quer economizar, ainda dá tempo de se planejar e fazer ainda neste ano o que a maioria vai deixar para depois: a compra do material escolar.
Com a matrícula dos filhos feita, os pais já têm acesso à lista dos itens que serão utilizados pelos jovens na escola ao longo do próximo ano. Para os que pensam em se preocupar com isso só em janeiro, é bom lembrar que é possível fazer grande economia se o material for adquirido ainda nos meses finais de 2011.
Aproveitando o momento De acordo com a educadora financeira e diretora do The Money Camp, Silvia Alambert, o foco do comércio nesse momento está voltado para o Natal e não para os materiais escolares, logo, os pais podem aproveitar os bons preços dos itens.
O primeiro passo é a pesquisa de preços. Até no caso dos livros, com preços costumeiramente tabelados, é interessante fazer comparações entre estabelecimentos. Por mais que as diferenças de preços encontradas sejam pequenas, lembre-se de que, na soma total, elas podem representar uma economia.
Outra recomendação é prestar atenção aos itens de menor custo. Silvia observa que muitas pessoas só se atem aos itens de alto valor, mas, colocando na ponta do lápis, são os itens de menor valor, adquiridos sem planejamento e critério, que vão fazer a diferença. E é justamente aqui que a grande economia pode ser feita.
Comprando na internet Muitos itens à venda na internet têm preços bem inferiores aos das lojas físicas. Isso acontece porque os estabelecimentos que comercializam seus produtos na rede possuem custos reduzidos com o espaço físico e com vendedores, por exemplo. A sugestão, portanto, é que se faça, sim, compras pela internet, mas é preciso cuidado.
Deve-se avaliar a idoneidade do site. Certifique-se de que o site é seguro e que a empresa tem tradição e boa reputação. Esse cuidado evita o não recebimento dos itens pagos ou o recebimento de objetos em mau estado de conservação. Além disso, é preciso ter segurança, caso seja necessário informar os dados do cartão de crédito.
Os exageros Silvia lembra que exageros referentes aos materiais escolares podem ser cometidos tanto pelos pais quanto pela própria escola, na elaboração da lista de materiais. A orientação é observar o que foi pedido e analisar se seu filho realmente vai utilizar tudo aquilo. Caso a escola faça pedidos irreais, é interessante conversar e tentar entender o que está acontecendo.
Vale ressaltar que a lista pode conter tudo o que a criança utilizará durante o período letivo, mas só o que tem relação com material didático, inclusive os itens que ficam na própria escola, como papéis para atividades especiais, pastas, entre outros. Também pode, e deve, ser expressa a quantidade de lápis, caneta, caderno. Tudo o que diz respeito ao leva e traz, que vai na mochila todos os dias.
O planejamento é sem dúvida a melhor opção. Os pais devem entender a real necessidade dos itens pedidos e, para isso, eles devem se basear no quanto seu filho usou de papel, caneta, lápis e outros itens nos anos anteriores. Além disso, devem observar o que foi comprado no ano anterior, mas não foi utilizado e pode ser aproveitado.
Por fim, comprar em grandes quantidades ajuda a reduzir o preço unitário. Assim, caso tenha certeza de que seu filho vai precisar de mais lápis, por exemplo, do que a escola solicitou, opte por comprar uma caixa, em vez de algumas unidades. Essa compra pode evitar gastos extras ao longo do ano, finaliza Silvia.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Aprender sobre finanças é divertido.

Imagem: Divulgação IG

Nathália Ilovatte, iG São Paulo
29/08 - 14:24hs


Adolescentes aprendem sobre finanças pessoais em gincanas no Money Camp
Você planeja seus gastos? Usa sua grana racionalmente? Se acha as questões chatas, saiba que tem jovens se divertindo com elas
                                                                           Enquanto o time laranja corria para levar água até os potes no canto da quadra com a ajuda de um balde furado, o time azul gritava para incentivar seu integrante que levava uma bolinha de isopor em uma colher segurada com à boca até os recipientes próximos à rede de vôlei. O time que terminasse primeiro tinha que correr para trocar de lugar com a equipe verde, que passava bolas de borracha coloridas que só podiam ser conduzidas com o pescoço, passando de pessoa para pessoa, até chegar ao prato que está no fim da fila.
Parecia gincana da aula de educação física, mas era o workshop de educação financeira que os alunos do 3º ano do Ensino Médio do Colégio Campos Salles, de São Paulo, tiveram na última semana. A princípio, eles voltaram para a escola no período da tarde porque foram “subornados” pela coordenação com alguns pontinhos que podem ajudar na média de matérias mais capciosas da grade curricular. Mas, quando chegaram à aula de finanças pessoais e Silvia deu início a uma brincadeira de pega-pega em que a pegadora tem de pular com os pés amarrados, a preguiça sumiu, dando lugar a um aprendizado cheio de brincadeiras e descontração. “Estranhei quando falaram pra vir com roupas que não atrapalham os movimentos, porque imaginei que seria uma palestra, uma coisa chata... Mas me surpreendi bastante e achei a aula muito legal”, disse o aluno Henrique Silva Pedroso, de 17 anos.

O workshop foi ministrado pela equipe do The Money Camp, uma ideia que nasceu há 10 anos nos Estados Unidos. Lá, o The Money Camp é um acampamento cujas atividades são voltadas para a educação financeira. Quando foi trazido para o Brasil, em 2006, passou por algumas adaptações. Aqui, não há um acampamento, a equipe vai a colégios e empresas para workshops ou para o curso continuado, que começa no Ensino Fundamental e acompanha o desenvolvimento do aluno. Mas, assim como no acampamento, tudo é ensinado de maneira divertida e com brincadeiras. “A educação financeira é feita de forma lúdica, com atividades vivenciais que possibilitam a troca de experiências. O método é próximo do construtivismo, pois o professor atua como um facilitador do tema”, explica Silvia Alambert, empresária que trouxe o The Money Camp para o Brasil.

Nas aulas, Silvia ensina às crianças e jovens que uma parcela de todo dinheiro recebido, como salário ou como mesada, por menor que seja, deve ser investida. E em alguns anos, é esse dinheiro investido que vai trabalhar para o seu investidor, que poderá passar longas férias em Acapulco, se dedicar à filantropia e curtir a vida da maneira que desejar. “É muito importante que vocês comecem a pensar na educação financeira de vocês anteontem. Na verdade, vocês já estão atrasados, porque tem uma galera começando aos seis anos e já investindo em ações”, disse Silvia aos alunos, no começo do workshop. “Acho que eles vão se aposentar e curtir a vida adoidado antes de vocês!”.



As noções de por que e como investir não são passadas aos alunos somente de maneira teórica. Foi o pega-pega do começo do workshop que mostrou isso aos jovens. Na brincadeira, uma das alunas, Bruna Lugli Rocha, de 16 anos, tinha que correr atrás de dez amigos para pegá-los, só que com os pés amarrados. Bruna representava o trabalhador, e os pés amarrados significavam a falta de liberdade para trabalhar só quando quiser e tirar umas folguinhas durante a semana para assistir a Sessão da Tarde. Já os meninos correndo livres pela sala eram o dinheiro que Bruna passava a vida correndo atrás. Quando finalmente conseguiu pegar um dinheirinho, ela investiu e, depois de algum tempo, pôde descansar enquanto o dinheiro corria atrás de mais dinheiro pelo auditório do colégio.



Depois de muitas risadas e um tombo de um dos ligeiros dinheirinhos de Bruna, Silvia explicou a brincadeira. “Quando Bruna ralava pra caramba, e trabalhava todos os dias, ela tinha renda adquirida”, ensinou. “Mas quando o dinheiro passou a trabalhar pelo trabalhador e fazer mais dinheiro, e a Bruna ficou só curtindo, porque se planejou para viver assim, ela começou a ter renda passiva”.



No workshop e no curso continuado, os alunos aprendem não só a importância de investir, mas também a fazer um planejamento, gastar com sabedoria, conquistar independência financeira e ser solidário. E para quem quiser começar a botar ordem nas finanças, a empresária e educadora financeira dá algumas sugestões:

- Pague-se primeiro. Antes de gastar qualquer dinheiro com contas e outras despesas, reserve 10% do que você recebeu para fazer algum investimento. “Você é quem mais merece ser pago”, diz;

- Administre sempre seu dinheiro com razão, não com emoção. “É quando agimos emocionalmente que cometemos os maiores erros”, explica. Por isso, nada de comprar por impulso! Ok, só um pouquinho...

- Seja disciplinado e crie bons hábitos com o seu dinheiro. “As pessoas pagam as contas e aí é que veem quanto sobrou. Então, acham que essa quantia representa uma merreca que não é digna de trabalhar por elas”, critica;

- Mesmo que seja tentador pedir o cartão de crédito do pai para parcelar aquele computador novo, pense que quem tem dinheiro, tem poder de barganha, e quem financia dá dinheiro para os outros por causa dos juros. Então, o melhor é economizar até ter dinheiro para pagar a vista, em vez de comprar a prazo;



- Se você não ganha mesada, peça aos seus pais que pensem sobre isso. “Quando os adolescentes percebem que é difícil esperar para receber dinheiro, valorizam mais o dos pais e gastam menos com supérfluos”, afirma Silvia;



- Empréstimos só são bons se servirem para trazer mais dinheiro para a sua vida;

- Faça sempre uma planilha de gastos;

- Na hora de comprar, pesquise preços e pense se aquele produto é realmente uma necessidade nesse momento da sua vida. Se ele for causar um baque na sua vida financeira, melhor comprá-lo depois, quando já tiver juntado mais dinheiro;

- Pense sobre o valor das coisas que você compra. Alguns tênis, por exemplo, têm um custo de produção de 55 dólares e são vendidos no Brasil por mais de 300 reais. Vale a pena pagar tanto por uma marca?

Fonte: http://jovem.ig.com.br/oscuecas/noticia/2010/08/29/adolescentes+aprendem+sobre+financas+pessoais+em+gincanas+no+money+camp+9575727.html





sábado, 23 de janeiro de 2010

Material escolar e Educação Financeira


Fim das férias.
O ano recomeça de verdade quando voltamos à casa e desarrumamos as malas.
Neste momento, temos a nítida certeza de que o ano recomeçou.
Aí, vem outras preocupações: material escolar, uniforme das crianças, transporte escolar, lanche.

Putz! Tudo de novo.

A escola da minha filha tem um convênio com uma livraria que fica de plantão na escola e você compra tudo de uma vez e não precisa se preocupar se vai faltar alguma coisa, mas, sim, eu descobri que faltava uma coisa: um preço melhorzinho.
Como a gente acaba nunca tendo muito tempo, acaba comprando lá mesmo para agilizar a vida e, claro, acabamos pagando mais caro pela comodidade.
Comecei a calcular os preços e quase tive uma síncope.
Por mais que tenhamos estimado e reservado o valor para a aquisição do material (que diga-se de passagem é um " chute"), pensei que não custava dar uma espiadinha por aí e comparar o preço dos livros.
WOW! Que disparate. Encontramos livros didáticos e paradidáticos com até 20% de diferença no preço.

Óbvio que soma-se a isso a parte de papelaria que também não tem nada de barato, principalmente quando as crianças querem aquelas canetas com gel de tudo quanto é cor, fichários incrementados da marca não sei das quantas, com formato de não sei o que, o estojo com o macaquinho pendurado no zíper, a mochila assim e assado.
Assim sendo, o pote de dinheiro reservado para a aquisição do material rendeu e todo mundo ficou mais satisfeito com as aquisições e com o valor do investimento.

Ah, e sim, minha filha foi a campo comigo para poder entender como funciona a circulação do dinheiro, desejos e necessidades, pesquisa de preços, economia e investimento e, sim, passamos mais um bom tempo juntas.

Ao final, foi muito prazeroso (apesar de cansativo), pois eu aproveitei o momento para transmitir conhecimento financeiro.
Eu estava fazendo mais um investimento na educação dela e ela?
Ah, ela estava fazendo o que mais gosta: COMPRAS. 

Crie e aproveite as situações para transmitir o conhecimento financeiro ao seu filho: não é tão chato quanto possa parecer.

Abraços.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

É Preciso Ensinar a Empreender

Foto de Propriedade da The Money Camp Brasil
Todos os Direitos Reservados


Anteriormente falamos sobre Criar Atitudes Positivas na Vida de seus Filhos.
Pois bem, ao criar atitudes positivas você estará criando, também, uma mente criativa e não limitada, porém, esta "mente criativa" deve receber aconselhamentos para que prossiga em suas investigações de forma consistente .

Como também dissemos, fomos criados em uma época bem diferente e, para quem leu "Pai Rico, Pai Pobre", do Kiyosaki, sabe bem sobre o que estou falando: "Você tem que ir à escola, tirar boas notas, arrumar um bom emprego.." e blá blá blá e hoje em dia não dá para limitar nossas crianças com esses conceitos antigos (os postos de trabalho, denominados empregos, estão se reduzindo cada vez mais!!!).

Na economia de hoje, precisamos ensinar nossos filhos a pensarem em auto emprego porque um bom emprego hoje - e nesta época - não é mais garantia de ter um passaporte para a segurança financeira. Até funcionários altamente especializados estão encarando uma incerteza sobre o futuro deles, desejando e rezando para que nada de mal aconteça na economia que possa abalar a situação financeira de seus empregadores ou que não afete o ramo de negócio em que eles trabalham.

Por isso, mais e mais pais se preocupam com a educação financeira de seus filhos.

A verdade é que os pais devem ensinar lições de educação financeira a seus filhos e devem ensinar também a serem empreendedores.

Já que toda poupança deve ter um objetivo, levar seu filho a pensar qual tipo de negócio ele gostaria de ter quando crescer e incentivá-lo a conhecer prós e contras (independente do tipo de negócio que ele deseje ter), quanto de dinheiro será preciso para investir em um negócio desses, mostrar a ele que todo negócio requer um investimento inicial, que existem despesas fixas e variáveis, qual material tecnológico e humano ele necessitará, qual o público alvo e etc, são ensinamentos básicos que precisam ser transmitidos enquanto eles são jovens, entusiasmados e com tempo para mudar de ramo de negócio.

Dedique um tempo a educação financeira e ao espírito empreendedor de seu filho.

Você poderá descobrir idéias fantásticas de negócios vindas da cabeça do próximo empreendedor do futuro: SEU FILHO!

Quer saber mais?

Escola de Educação Financeira para Crianças e Jovens (SP)
http://www.themoneycamp.com.br/

Escola de Empreendedorismo para Crianças e Jovens (RJ)
http://www.zeltzer.com.br/

Palestras, Cursos e Orientações sobre Empreendedorismo:
http://www.endeavor.org.br/
educacao.sebrae.com.br
juniorachievement.org.br (nas escolas)

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Crise estimula educação financeira para as crianças

Foto de propriedade da The Money Camp Brasil

Esta foi da FolhaInvest de 13.07.2009


DENYSE GODOY
da Folha de S.Paulo


A sensação de insegurança gerada pela crise tem aumentado a preocupação das famílias em ensinar melhor aos seus filhos o valor do dinheiro e a importância de poupar para se proteger dos imprevistos, afirmam especialistas na área.

Nos tempos anteriores à criação do real, a impossibilidade de planejamento tornava essa tarefa praticamente inexequível. Porém, recentemente, com a estabilização econômica do país e o amadurecimento financeiro do brasileiro, os pais ficaram mais atentos à necessidade de preparar as crianças para lidar com essas questões -e, em resposta a tal demanda, as escolas se apressam em incluir a educação financeira nos currículos dos seus alunos desde o ensino fundamental.


Nem sempre é necessária a criação formal de uma disciplina para falar de dinheiro com os estudantes.
Alguns estabelecimentos de ensino, como o Colégio Módulo, no bairro paulistano da Lapa, aproveitam qualquer oportunidade dada pelas matérias tradicionais da grade para levantar a discussão.
"Na sexta série, ao apresentarmos às crianças os números negativos, pedimos que preparem um trabalho no qual criarão um banco para saber como a instituição funciona", diz Clóvis Cardoso de Sá, professor de matemática do Módulo.

"Aí entendemos que quem gasta mais do que recebe fica com o saldo negativo", diz sua aluna Clarissa de Oliveira Menatto, 12. "E descobrimos que nenhum banco empresta dinheiro porque é bonzinho --ele ganha com isso porque os clientes pagam juros. O ideal é nunca precisar fazer dívidas", completa outro estudante, Leonardo Lima Lorandi, 11.

Essa naturalidade com que se dá o aprendizado é fundamental para a assimilação do conteúdo.


Por isso, mesmo quando a escola prefere criar um curso de finanças oficial, deve-se manter uma atmosfera lúdica.

Método

Depois da pioneira Cássia D'Aquino, que já em meados da década passada levava o tema às escolas, mais educadores têm lançado sistemas para treinar crianças e adolescentes na gestão do dinheiro.
Reinaldo Domingos, por exemplo, escreveu uma versão infantil do seu livro "Terapia Financeira" chamada "O Menino do Dinheiro" que vem sendo empregada por diversas escolas como texto-base para as lições sobre finanças. "O interessante é que as crianças repassam a seus pais o que aprenderam na escola", diz Roberta Rocha, diretora do Colégio Gran Leone, da capital paulista, que usa a metodologia de Domingos.

"É justamente a falta de informação dos pais que os leva a querer prover os filhos de mais conhecimento. As crianças de hoje em dia, muito antenadas, facilmente percebem a seriedade do assunto e se envolvem", diz Silvia Alambert, diretora do programa Money Camp no Brasil.

A empresa oferece cursos breves e acampamentos de férias para a vivência da educação financeira.

Gabriel Azevedo Costa, 11, é um dos alunos mais engajados nos debates sobre finanças nas aulas do professor Sá, no Módulo. Questionado sobre o motivo do seu interesse, ele responde: "Bem, como diz a música, é preciso saber viver".

sábado, 2 de maio de 2009

Economize Cedo, Economize com Frequencia.


Esta frase é quase um clichê, pois aprendendo a economizar desde cedo, este ato se torna um hábito saudável, tanto quanto escovar os dentes e tomar banho e, assim, as consequencias futuras deste hábito só podem ser salutares, neste caso, o futuro financeiro dos pequenos.


Eduque financeiramente de forma natural, abra o canal de comunicação e permita que seu filho entenda a dinâmica e energia do dinheiro.


Sabemos que para os papais que não foram educados financeiramente, por vezes, é mais difícil transmitir os conceitos financeiros, por não aplicarem o que dizem na realidade, então fica meio confuso para a criança. É o famoso " Faça o que eu digo. Não faça o que eu faço.", mas não se apavore se seu filho começar a questioná-lo, tipo: " Por que você diz pra eu fazer isso, se você faz diferente". Não se aborreça. Converse verdadeira e abertamente com seu filho. Só assim ele entenderá porque você está querendo que ele aprenda.


Temos exemplos de pais que nunca foram educados financeiramente e eram verdadeiros "gastões". Passaram a fazer poupanca, após os filhos serem educados financeiramente pelo programa The Money Camp, incentivados pelo filho que começou a "dar lições" de educação financeira em casa.


O importante é quebrar este paradigma de que " dinheiro não é assunto de criança".


Quanto antes começar, antes seu filho terá a oportunidade de entender o dinheiro como mais uma matéria a ser aprendida, mas o mais legal, terá utilidade na vida real.


Transcrevo a matéria publicada pelo Jornal do Brasil no último dia 26 de Abril de 2009, onde o escritor de livros infantis voltados a finanças e nosso parceiro e consultor, Álvaro Modernell, transmite mais dicas de educação financeira para crianças.


Aprecie a leitura e coloque em prática.


"Álvaro Modernell, consultor do programa de educação financeira The Money Camp, diz que os pais devem conversar com os filhos sobre o que está acontecendo no mundo. Outra medida é ajudar os filhos a perceberem as diferenças entre querer e precisar; a importância de saber escolher e de comparar preços, para que desenvolvam a percepção de caro e barato.
– O mercado é a melhor forma para a criança aprender, porque ela percebe a saída de dinheiro em troca de um produto – diz Mondernell.
A mesada é um conceito importante. A criança com 4 ou 5 anos deve começar a receber algum dinheiro. A mesada deve ser instituída com regularidade, a partir dos seis ou sete anos de idade. O mais importante não é o valor, e sim a regularidade dos "pagamentos".
– A periodicidade do dinheiro vem com idade e maturidade. Acredito que, com sete anos, a criança deve receber semanalmente. Já com oito anos, quinzenalmente. Somente com 10 anos, se institua a mesada – aconselha o especialista.
Uma dica é que os pais deem o dinheiro do lanche escolar separado, pois a criança pode não comer para juntar dinheiro. Jogos que simulam negócios ou a rotina dos adultos, e contos como o da Cigarra e a formiga e A galinha dos ovos de ouro estimulam o conhecimento.
– À medida que as crianças crescem, absorvem este conceito e quando adultos vão saber agir melhor – conclui Mondernell."


Uma semana iluminada a todos e até mais.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Dar o peixe ou ensinar a pescar?

Já programou as férias de Julho de seus filhos?
Que tal mandá-los para um acampamento de férias onde eles possam se divertir pra valer, estabelecer novas amizades, ir às baladas temáticas e ainda voltar das férias educados financeiramente?
Sim, isto é possível.
Estudos mostram que basta uma carga horária de 10 horas de educação financeira bem ministradas para que a criança leve estes conhecimentos para o resto de sua vida.
Agora imagine 40 horas de curso ensinado do jeito que os jovens mais gostam: se divertindo, liberando adrenalina, participando de desafios, gincanas financeiras, trabalhando em equipe, mostrando suas habilidades naturais e aproveitando os momentos de liderança.
Educar financeiramente é muito mais do que somente ensinar sobre dinheiro e quem faz o curso de educação financeira mais animado do planeta, entende que aprender sobre dinheiro é muito divertido.
The Money Camp é mais do que educação financeira, é uma oportunidade do jovem ter um encontro com a vida real.

www.themoneycamp.com.br