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segunda-feira, 16 de julho de 2012

Como Domar a Inflação de Férias


Imagem: Shutterstock

EM CASA OU EM VIAGEM, MAIOR DEMANDA DOS FILHOS 

POR GULOSEIMAS E RECREAÇÃO CONSOME 12% DO ORÇAMENTO 

NO PERÍODO FORA DA ROTINA ESCOLAR

Luciane Macedo _247 - As férias escolares consomem cerca de 12% do orçamento familiar durante o mês de julho, quando crianças e adolescentes gastam mais com lanches e guloseimas, lazer e recreação. O desafio de manter as contas no azul fica ainda mais difícil, pois os pais precisam separar uma parcela maior de seus rendimentos para atender as demandas dos filhos e ainda domar a inflação de férias, seja dentro de casa ou em viagem.
A maioria dos itens mais consumidos na cesta de férias, do sorvete ao ingresso de cinema, subiu acima da inflação, mostra pesquisa da Fundação Getúlio Vargas. E o golpe no bolso é ainda maior para quem escolheu viajar, pois os preços dos hotéis foram os que mais aumentaram, nos últimos 12 meses, entre 23 itens de uma cesta de férias elaborada pelo economista André Braz, do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da FGV.
A lista da inflação de férias foi dividida em dois grupos: alimentos e serviços (veja abaixo). Em ambos os casos, houve aumento acima da inflação medida pelo IPC/FGV nos últimos 12 meses, até junho de 2012, que foi de 5,37%.
Entre os alimentos, os que registraram as maiores altas de preços foram refrigerantes e água mineral (9,36%), batata frita (8,13%) e sorvetes e picolés (8,10%). Entre os serviços, hotéis (11,72%), clubes de recreação (8,34%) e cinema (8,18%) estão no topo da lista dos que mais encareceram nos últimos 12 meses.
Mas se não dá para escapar da demanda dos filhos, o jeito é diversificar as opções para não cair sempre nos gastos mais salgados, recomenda a educadora financeira Silvia Alambert, diretora-executiva do Money Camp no Brasil e que estreia, em agosto, como colunista das rádios da BM&FBovespa. Segundo Silvia, a questão das finanças durante as férias escolares não envolve apenas números, mas, também, controle emocional dos pais.
"Trinta dias fora da escola custam caro porque, em época de aula, há toda uma programação de atividades para ocupar o tempo dos filhos, e estes gastos já estão todos programados no orçamento familiar: a aula de inglês, de dança, de natação", explica a educadora financeira. "No recesso escolar, geralmente entra tudo de férias ao mesmo tempo, então eles têm energia para queimar e nada para fazer", assinala. "O importante é que eles não fiquem entediados dentro de casa, porque aí os pais chegam do trabalho cansados e vão acabar gastando mais nas opções mais práticas, pedindo pizza no jantar e levando ao shopping".
O ideal é planejar antes os gastos de férias, mas também dá para diversificar as atividades dos filhos para não comprometer as finanças familiares além da conta, recomenda Silvia. "Tem uma vasta programação de férias que é de graça, então dá para fugir de despesas mais caras que não foram planejadas intercalando as opções de lazer", orienta a educadora financeira. "Ao mesmo tempo em que levam ao cinema e ao shopping, os pais podem incluir passeios que pesam menos no bolso, como andar de bicicleta no parque e tomar um sorvete".
Clique na imagem para ampliá-la.
 Inflação de férias: guloseimas e recreação mais caros

domingo, 9 de maio de 2010

Permita o crescimento de seu filho.

Julho está chegando...de novo.
É inacreditável como o tempo passa tão rápido.
Com as férias chegando, começamos novamente a ter a preocupação sobre o que fazer com os nossos jovens para que não passem as férias grudados no computador ou deitados assistindo televisão o dia inteiro ou que não fiquem pedindo dinheiro o tempo inteiro para "sassaricar" pra lá e pra cá o dia inteiro.
É natural, são jovens e sem ter o que fazer, ficam muuuiiiito entediados.

Nestes anos trabalhando com crianças e jovens (mas principalmente, sendo mãe) sei  quanta energia esta garotada dispõe em todos os sentidos: para brincar, para consumir, para ficar acordado, para ficar jogando PS´s, DS´s e outras tecnologias disponíveis.

Há 4 anos venho promovendo o acampamento de educação financeira entre crianças e jovens e percebo o quanto de energia e conhecimento eles possuem e como é inacreditável que durante o período em que ficam conosco, eles nem se lembram da existência dessas outras atividades, já que experimentam uma oportunidade super nova na vida deles: o contato intenso com a natureza, as dinâmicas, as baladas temáticas diárias, as atividades radicais e todos os ensinamentos que são recebidos e compartilhados naturalmente entre todos  e atrelados a toda essa diversão.

Também pudera: é adrenalina o dia inteiro, se divertem intensamente das 7hs da manhã até às 0hs, tem a oportunidade de conhecer pessoas novas e, assim, criam novas redes sociais, ampliam o conhecimento sobre assuntos e temas diversos, deixam a zona de conforto do lar e "caem" na vida, tendo que ter a responsabilidade de cuidar de suas próprias coisas, cuidar do meio ambiente, do próximo, conviver com as diferenças, liderar grupos, desafiar o que julgam impossível e passam pela experiência mais maravilhosa da vida: viver e ser grato por todas as oportunidades que a vida oferece (mesmo que pareça difícil, às vezes).

Independentemente de nosso acampamento de férias, sou adepta que os jovens passem pela vivência de um acampamento, intercâmbio ou alguma forma que os permita entender a realidade da vida por eles mesmos, antes de atingirem a idade adulta.

Esta experiência possibilita um encontro isolado, mas ao mesmo tempo, compartilhado e orientado, consigo mesmo e é impagável o ganho que eles demonstram: o aumento da confiança em si próprios, a melhora da auto estima, a força interior, a idealização de onde pretendem chegar...são inúmeros os fatores benéficos oriundos desta experiência de vida.

Perguntas como " quem sou", "onde estou" ou " para onde vou" parecem ficar mais claras para jovens que vivem esta oportunidade, pois passam a entender que a direção de suas vidas só dependerá das escolhas deles, por mais que nós pais os orientemos com relação ao seu futuro.

Minha filha mesma, participa de acampamentos de férias no inverno e no verão desde os 7 anos de idade (e, não, ela não vai só ao acampamento da Money Camp, embora, por ela, queira estar em todos).
É óbvio que me certifico de todos os detalhes sobre o local onde ela estará indo (na primeira vez, ela viajou com a prima da mesma idade para se sentir mais segura).

Haverá um tempo em que eles crescem e querem ( e tem que) viver a vida deles.
Para nós pais, a desculpa de dizer que ainda está muito cedo para experimentarem a vida longe de nós é sempre mais confortável, assim os temos sempre sob nossa asa, mas e quanto a eles?

É melhor que sejam preparados para este encontro com a vida real desde cedo, para que não se vejam à deriva ou perdidos ou, ainda, muito dependentes de nós pais, que, infelizmente, não somos eternos.

sábado, 23 de janeiro de 2010

Material escolar e Educação Financeira


Fim das férias.
O ano recomeça de verdade quando voltamos à casa e desarrumamos as malas.
Neste momento, temos a nítida certeza de que o ano recomeçou.
Aí, vem outras preocupações: material escolar, uniforme das crianças, transporte escolar, lanche.

Putz! Tudo de novo.

A escola da minha filha tem um convênio com uma livraria que fica de plantão na escola e você compra tudo de uma vez e não precisa se preocupar se vai faltar alguma coisa, mas, sim, eu descobri que faltava uma coisa: um preço melhorzinho.
Como a gente acaba nunca tendo muito tempo, acaba comprando lá mesmo para agilizar a vida e, claro, acabamos pagando mais caro pela comodidade.
Comecei a calcular os preços e quase tive uma síncope.
Por mais que tenhamos estimado e reservado o valor para a aquisição do material (que diga-se de passagem é um " chute"), pensei que não custava dar uma espiadinha por aí e comparar o preço dos livros.
WOW! Que disparate. Encontramos livros didáticos e paradidáticos com até 20% de diferença no preço.

Óbvio que soma-se a isso a parte de papelaria que também não tem nada de barato, principalmente quando as crianças querem aquelas canetas com gel de tudo quanto é cor, fichários incrementados da marca não sei das quantas, com formato de não sei o que, o estojo com o macaquinho pendurado no zíper, a mochila assim e assado.
Assim sendo, o pote de dinheiro reservado para a aquisição do material rendeu e todo mundo ficou mais satisfeito com as aquisições e com o valor do investimento.

Ah, e sim, minha filha foi a campo comigo para poder entender como funciona a circulação do dinheiro, desejos e necessidades, pesquisa de preços, economia e investimento e, sim, passamos mais um bom tempo juntas.

Ao final, foi muito prazeroso (apesar de cansativo), pois eu aproveitei o momento para transmitir conhecimento financeiro.
Eu estava fazendo mais um investimento na educação dela e ela?
Ah, ela estava fazendo o que mais gosta: COMPRAS. 

Crie e aproveite as situações para transmitir o conhecimento financeiro ao seu filho: não é tão chato quanto possa parecer.

Abraços.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Acampamento nas Férias


Esta saiu no Diario de Santo André em 08.07.2009


Toca da Raposa aposta em cursos de finanças


Aqueles que acreditam que nas férias é possível aprender brincando podem encaminhar os filhos para uma diferenciada viagem: o The Money Camp.


A oportunidade, que oferece um curso de finanças para jovens com idade entre 9 e 15, anos será realizada entre os dias 12 e 18 de julho, no acampamento Toca da Raposa, em Juquitiba.

O curso, limitado a 35 participantes, foi criado em 2002 nos EUA e chegou ao Brasil no ano de 2006.


A programação conta com acompanhamento de educadores das áreas de economia, psicologia, pedagogia, matemática, e incentiva os jovens a deixarem de lado as práticas consumistas presentes na sociedade atual.


De acordo com a diretora-executiva do programa, Sílvia Alambert, a educação financeira é uma matéria que deve ser incorporada no dia-a-dia das crianças e jovens. "Já que as crianças vão crescer e terão que lidar todos os dias com dinheiro, devem aprender desde cedo sobre os conceitos para que cresçam e utilizem o dinheiro de forma inteligente e saudável", observa.


E para quem acredita que aprender será uma tarefa chata, Silvia, discorda. "Transformamos a aprendizagem em algo divertido e natural através de metodologia alinhada aos pilares educacionais proposto pela Unesco", destaca.

Neste molde, são oferecidas gincanas com base nos cinco pilares da administração do dinheiro: fazer dinheiro, poupar, investir, gastar com inteligência e doar.


Após a temporada, há uma perceptível mudança no comportamento das crianças, conta a diretora. "Os jovens voltam muito conscientes de que não há mágica, que para fazer dinheiro é preciso trabalhar e, para utiliza-lo, é preciso planejar", ressalta Silvia.


O curso de finanças nas férias custa R$ 1.325,25 à vista ou cinco parcelas de R$ 279, com opção de descontos para inscrições na mesma família: 5 % para o segundo participante, 7% para o terceiro e 9% para o quarto.


Mais informações ou inscrições pelo e-mail atendimento@ themoneycamp.com.br, pelo telefone 3083-0600 ou pelo site www.themoneycamp.com.br (Colaborou Natália Fernandjes)

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Acampamento Financeiro para Crianças?




1) O que é Acampamento para crianças?
Em poucas palavras: acampar é uma experiência rica como vivência para a criança.

"Longe da família, ela aprende, de forma lúdica, a conhecer seus limites e enfrentar dificuldades”, diz Marco Antonio Vivolo, diretor-presidente da Associação Brasileira de Acampamentos Educativos. O especialista afirma ainda que as principais propostas do acampamento é o desenvolvimento da autonomia da criança, da convivência com o outro e da cooperação." (revista Crescer, Junho de 2008)

Essa cultura de mandar filhos para acampamentos de férias é bem antiga na Europa e Estados Unidos. Aqui no Brasil já se faz isto a uns 80 anos.

2) Quando se fala em Acampamento Temático, como no caso de um Acampamento Financeiro, as pessoas logo "acham"que a criança ficará trancafiada como numa sala de aula, recebendo informações sobre dinheiro, investimentos, economia, quando deveria estar ao ar livre brincando.

Ao invés de se informarem como funciona um acampamento temático, alguns adultos simplesmente "acham"que isso não é para suas crianças e jovens e limitam a oportunidade de suas crianças aprenderem lições que elas levarão para a vida inteira, da forma que elas mais gostam: brincando ao ar livre.

"Quebrar este paradigma é um grande desafio, pois a maioria das pessoas não conhece esta importante ferramenta como recurso educacional e para muitos “acampar” ainda significa simplesmente viver ao ar livre ou cuidar da casa num ambiente natural, sugerindo a vida em barracas, cabanas, dormindo no chão e vendo as estrelas.Na realidade, esta proposta essencialmente educacional diferenciada vai muito além dos conteúdos pedagógicos aplicados pela escola e cobrado pelas famílias. Percebe-se claramente que as escolas estão aquém de uma pedagogia do brincar com suas grades curriculares repletas de tarefas numa perspectiva futura, já de preparação para o mercado de trabalho, com a falsa impressão de que, ao usar o tempo ocioso para atividade lúdica, a criança estará perdendo tempo e, muitas vezes, os adultos tentam dirigir e enquadrar esse “tempo ocioso” com atividades que parecem lúdicas.
"Na verdade, as atividades muito dirigidas inibem a capacidade de criar, fundamental para o desenvolvimento psíquico. Esse espaço ocioso é importante para iniciativa, espontaneidade, liderança, criatividade". (Psicanalista Vera Iaconelli - 2006).
Os Acampamentos Pedagógicos, em sua grande maioria, têm uma proposta filosófica voltada para uma formação holística embasada nos quatro pilares da educação, valorizando de forma significativa as competências e relações humanas. Trazendo a importância desta atividade para a formação de crianças, jovens e adultos saudáveis é que identifica-se que seu principal instrumento de transformação é a brincadeira, que é através do ato de brincar que descobre-se o seu eu e que somente o brincar produz uma experiência cultural e verdadeira como diz Winnicott (1975), percebe-se, então, a contribuição que os Acampamentos Pedagógicos têm na formação das crianças e jovens em parceria com as escolas e famílias.
Na atividade lúdica a criança vivencia o mundo de forma plena, descobre o seu corpo e traz para dentro do seu universo sua realidade através de experiências de perdas, alegrias, conquistas, decisões, refletindo e construindo o seu aprendizado. Pode-se dessa forma estabelecer com muita propriedade que a brincadeira é, sem dúvida alguma, a melhor metodologia para educar/transformar crianças, pois por meio delas constrói-se e reconstrói-se a todo o momento papéis, funções e ações, refletindo sobre o cotidiano, além de ampliar a linguagem, estabelecendo novos conceitos e criando novas relações com os outros, a partir de um simples jogo onde há regras, vencedores, ganhadores, possibilidades e desafios a serem vencidos.(...)

(...) ainda vale a pena citar um pequeno trecho da “Carta do Lazer” que está na Declaração dos Direitos da Criança de 1959:A criança deve desfrutar plenamente de jogos e brincadeiras, os quais deverão estar dirigidos para a educação; a sociedade e as autoridades públicas se esforçarão para promover o exercício deste direito”. (Declaração dos Direitos da Criança, 1959, p. 82).

Acreditando ainda que a educação pode ser encarada como uma proposta vivida e uma grande aventura, os acampamentos tornam-se ambientes perfeitos para essa experiência, desenvolvendo habilidades, valores, conhecimentos, aprendizado, criticidade, comprometimento e uma diversidade de atividades, construídas pelo prazer e pela brincadeira, que é sua principal linguagem para adquirir novas situações e criar outras regras, desenvolvendo vários aspectos sociais, emocionais, cognitivos, motores e trazendo o mundo simbólico para bem perto, ao mesmo tempo não se desfazendo do real." -

Pois bem, dentro de todo este contexto e da experiência que vivemos com nossos acampantes, afirmo com propriedade: Sim, suas crianças e jovens aprendem e brincam muito em um Acampamento Financeiro.

Aliás, sala de aula com mesa e cadeira, um professor falando, falando, falando é para aluno em escola. Não para as férias, nem para os cursos da Money Camp Brasil. (http://www.themoneycamp.com.br/)

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Ah, passa o cartão...


A maioria das pessoas acha meio massante conversar sobre dinheiro com crianças e jovens, mas as idéias básicas sobre dinheiro são tão simples que qualquer jovem consegue compreender.


Quando não conversamos sobre dinheiro com nossas crianças, somos pegos com afirmações deste tipo e, pegos de surpresa, ficamos até sem saber o que responder.


Não é preciso ser especialista em finanças para conversar com seus filhos sobre dinheiro.


Você deverá transmitir informações básicas sobre:
- O que é o dinheiro e para que serve
- Ganhar dinheiro (no sentido de ter que trabalhar para fazê-lo)
- Gastar dinheiro (prudentemente)
- Poupar dinheiro(sempre)

- Investir (cedo)

- Doar (gerar bem-estar na vida do próximo, também)

- Locação vs Compra de casa própria (há quem não goste deste capítulo da aprendizagem. Afinal de contas quais são os 2 sonhos de consumo dos brasileiros? A casa e o carro.

O que conversamos aqui com nossas crianças e jovens é para que eles façam suas primeiras aquisições ANTES de deixarem a casa dos pais e, assim, comecem a adquirir renda passiva antes de alcançarem os 25 anos. Acha impossível? Pergunte-nos como). ;-)

- Emprego vs Negócios

- Renda adquirida e renda passiva

- Ativos e Dívidas
- Dívida Boa e Dívida Ruim
- Cartões de Crédito e de Débito

- Risco
- Juros simples vs Juros Compostos


Há ótimos livros escritos em forma de estória que incluem muitos destes conceitos.

Aos menores, temos excelentes publicações para os pequenos a partir dos 3 anos de idade e aqui não posso deixar de mencionar os livros do colega Alvaro Modernell (O Pé de Meia Mágico, Zequinha e a Porquinha Poupança, O Poço dos Desejos), e do Edson Gabriel Garcia ( No Mundo do Consumo).

Aos papais e mamães, para entenderem e transmitirem os conceitos, O Homem mais Rico da Babilônia é um clássico. E, sem dúvida, você obterá muitas informações nos livros de Robert Kiyosaki e Sharon Lechter’s : série Pai Rico, Pai Pobre.

Depois disso tudo, Os Segredos da Mente Milionária, de T.Harv Ecker te leva a acessar seu HD cerebral e desmistificar as crenças negativas que giram em torno do dinheiro e riqueza.

Com esse conteúdos, você se sentirá mais apto a iniciar os ensinamentos dos grandes gurus das finanças aos seus filhos.


JOs jogos além de serem super didáticos e divertidos, abrem um espaó para o convívio em família. Jogar Banco Imobiliário com seus filhos desde pequenos e ir aumentando a aquisição de ativos quando atingem 9 ou 10 anos pode ser uma brincadeira bem interessante. Introduzir o Jogo da Bolsa, que apresenta de forma lúdica a oscilação, ganhos e perdas dentro do mercado financeiro, também é uma excelente e divertida opção de brincar e ensinar como é o jogo do dinheiro na vida real. A família toda se diverte (jogamos isto desde que minha filha tinha 7 anos de idade e ela adora!).


Depois desses ensinamentos transmitidos de forma tão prazerosa, é pouco provável que você volte a ouvir "ah, passa o cartão...".


Vida longa e próspera.


Há os que se queixam do vento. Os que esperam que ele mude. E os que procuram ajustar as velas. (William G. Ward)


P.S.: Nós estaremos acampando com as crianças e jovens durante o mês de Julho, transmitindo conhecimento financeiro, empreendedor e brincando pra valer.

Por isso, neste mês de Julho, as postagens serão reduzidas, mas volto em breve com as fotos do acampamento financeiro mais animado do planeta!


segunda-feira, 15 de junho de 2009

Criando Atitudes Positivas em Seus Filhos


Imagine como seria a vida se ganhar dinheiro fosse tão simples e natural quanto andar de bicicleta ou mesmo amarrar os sapatos. Imagine você se graduar do colegial com uma renda passiva permanente, segura e já pronta. Você acordar todas as manhãs e descobrir que tem mais dinheiro em sua conta de investimentos do que ontem. Se você quiser viajar, você viaja. Se você quiser pintar, escrever ou, simplesmente, realizar algo criativo que lhe ocorreu, você realiza. Você poder escolher sua profissão pela paixão que você tem, ao invés de escolher pelo dinheiro que ela poderá lhe proporcionar, já que seu dinheiro já está lá mesmo, trabalhando por você. Imagine-se tendo tempo para sua família e amigos, "malhar" e praticar sua espiritualidade.


A maioria de nós não foi criado assim. A maioria de nós teve que aprender pela dor as verdades básicas sobre dinheiro ( e a maioria de nós ainda continua aprendendo desta forma).

Mas com o conhecimento e as ferramentas corretas, nós poderemos tornar a vida mais segura para os nossos filhos.


Como pais, há importantes passos que devem ser seguidos para que vocês possam orientar e promover a segurança que seus filhos necessitam para se tornarem seguros perante a vida, inclusive financeira:



Se tivermos que considerar um dos principais pontos, e somente um, que construirá o sucesso de uma criança, este é o ponto. Construir atitudes positivas em seus filhos na base do poder-fazer preencherá qualquer lacuna que eles encontrem na vida deles e para o resto da vida.


E, infelizmente, esta lição nós ensinamos invertida bem cedo, praticamente quando eles começam a falar. Quantos de nós já escutamos nossos filhos dizerem "eu não posso" ou "eu não consigo", não é? E quando eles são pequenos, quase tudo com relação a esta frase é verdadeira, já que tudo parece estar além da capacidade deles naquela época.


Porém, no fundo nós sabemos que a atitude "poder-fazer"é essencial e que a auto-análise de "eu não posso" é a maior ameaça para a atitude positiva "poder-fazer".


Quer um exemplo para ilustrar? Você deixaria sua filha de 6 ou 7 anos lavar louças? Você deixaria seu filho de 7 ou 8 anos desmontar e montar seu computador?

Parece louco? Mas normalmente eles pedem por coisas que aparentemente está além da capacidade deles em realizar e é isso que eles pedem o tempo inteiro e nós normalmente dizemos..."Não pode fazer isto." ou "Você ainda não consegue fazer isto."


O mais correto é substituir o "Não pode"ou "Não consegue" pelo "É melhor você adquirir mais prática"(ou "é melhor esperar você crescer um pouco mais"!).


"Eu escolhi não fazer isto por ainda não ter muita prática. " soa muito melhor do que "Eu não consigo."


A diferença entre "Eu não posso"e "Eu escolhi não fazer" não tem preço. E sabe por que?

Porque é besteira dizer que "Não se pode" ou "Não se consegue".


Qualquer ser humano PODE e CONSEGUE realizar tudo aquilo que quer (nem que seja quebrando uma louça pela primeira vez ou montando um robô com as peças que sobrarem do computador).

Até aqueles que são considerados "deficientes" realizam coisas que nós, autodenominados "normais", duvidamos que podemos.


A verdade é que, obviamente, realizamos as coisas que consideramos que nossos filhos ainda não estão aptos a realizar ou não podem realizar. Afinal de contas, não precisamos colocá-los em risco desnecessário; só que deveríamos realizar estas coisas até o ponto em que elas fossem genuínas. Depois disto, ELES mesmos PODEM realizar.


A questão é que as crianças - e depois jovens - tem percepções rápidas e obviamente preferem minimizar o trabalho delas e deixar os outros encarregados de fazê-lo e, então, resmungam e fazem as coisas de uma forma tão lenta (leia-se: tão cheia de má vontade), que acabamos realizando as coisas por eles, sem nos darmos conta que desta maneira estamos facilitando e levando nossos filhos para bem longe da realidade e da pró-atividade que a vida real os cobrará.


Comece a pensar em quanto você está colaborando na criação de atitudes positivas na vida de seus filhos? Perceba se está sendo um elemento impeditivo no crescimento criativo de suas crianças, limitando-as a pensar que nada é possível de se realizar?


Como dizia Chaplin: "(...) as grandes conquistas da História se basearam na crença do que parecia ser impossível (...)"


Fonte de referência: Cash-Smart Kids - www.cash-smartkids.com










quinta-feira, 11 de junho de 2009

Introdução à mesada - Essa Ferramenta Poderosa de Educação Financeira (Parte II)













Como eu já comentei anteriormente, a mesada é uma ferramenta de educação financeira muito útil para que seu filho comece a administrar o seu próprio dinheiro, mas que é muito importante estabelecer as regras para a utilização daquele dinheiro.



Então, vocês combinaram com seu filho que ele passará a receber uma quantia mensal que cobrirá a aquisição de seus desejos, seja desde a compra de cards de mangás ou até uma balada (dependerá da idade de seu filho, obviamente); vocês combinaram com seu filho que a quantia será entregue todo o dia "x" de cada mês; vocês combinaram com seu filho e "deixaram a regra clara" que, caso o dinheiro termine antes do próximo recebimento haverá consequencias, pois vocês não irão patrociná-lo, adiantarão ou emprestarão dinheiro algum e que ELE e somente ELE será responsável pelo dinheiro DELE a partir daquele momento.



Pois bem, que fique claro a vocês pais que para a boa educação financeira de seu filho funcionar, VOCÊS não devem quebrar as regras.


Não se esqueçam NUNCA de cumprir a sua parte do acordo.



Programem-se para evitar prejuízos maiores nesta educação.



Como eu disse, a mesada é uma ferramenta poderosíssima de educação financeira, pois ela proporcionará ao seu filho a oportunidade dele experimentar a "liberdade financeira", mas o mais importante é o conceito de seu filho poder errar na administração deste dinheiro enquanto é jovem e não mais quando atingir a idade adulta.



Por isso, anote na sua agenda a data que vocês combinarem a entrega da mesada de seu filho.


Não fure o dia do recebimento dele (vocês não gostariam de ter seus recebimentos atrasados). Caso contrário, ele passará a lhe ver como um "mau pagador" e poderá passar a acreditar que na vida de "gente grande" há mentiras e que dinheiro pode causar muita raiva.



O inverso da quebra do acordo também deverá ser cumprida.


Caso ele se exceda nos gastos, ceder à tentação de pensar: "coitado, ele não tinha noção..." é deseducar.



Explique ao seu filho que quando nos excedemos com o nosso dinheiro, também somos obrigados a aguardar o próximo recebimento e que isso serve a todas as pessoas que se excedem com seu próprio dinheiro (não há mágica) :-)


Faça-o compreender que há regras no jogo do dinheiro e que, além de vocês as terem construídas juntos, elas existem para serem cumpridas.



Pode parecer cruel, olhando desta forma, mas o futuro de seu filho irá lhe agradecer.



Quem ama também educa financeiramente.




Vida longa e próspera.




"Há tantas coisas na vida mais importantes que o dinheiro! Mas, custam tanto!"
Groucho Marx

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Dar o peixe ou ensinar a pescar?

Já programou as férias de Julho de seus filhos?
Que tal mandá-los para um acampamento de férias onde eles possam se divertir pra valer, estabelecer novas amizades, ir às baladas temáticas e ainda voltar das férias educados financeiramente?
Sim, isto é possível.
Estudos mostram que basta uma carga horária de 10 horas de educação financeira bem ministradas para que a criança leve estes conhecimentos para o resto de sua vida.
Agora imagine 40 horas de curso ensinado do jeito que os jovens mais gostam: se divertindo, liberando adrenalina, participando de desafios, gincanas financeiras, trabalhando em equipe, mostrando suas habilidades naturais e aproveitando os momentos de liderança.
Educar financeiramente é muito mais do que somente ensinar sobre dinheiro e quem faz o curso de educação financeira mais animado do planeta, entende que aprender sobre dinheiro é muito divertido.
The Money Camp é mais do que educação financeira, é uma oportunidade do jovem ter um encontro com a vida real.

www.themoneycamp.com.br