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domingo, 29 de julho de 2012

Faça do dia de hoje uma grande aprendizagem para a vida


Texto de Philip Tirone ( criador de 7 Steps to a 720 Credit Score)
Tradução livre por Silvia Alambert (fundadora do programa The Money Camp no Brasil)


Imagem de propriedade da The Money Camp Brasil.
Todos os direitos reservados. 2012.

Eu sempre falo sobre ser um homem de família, mas há alguns meses eu fui colocado à prova.

Eu participei de uma conferência e o palestrante (Warren Rustland) disse que se a cultura familiar de uma pessoa é mediana, tudo a sua volta é mediano (escola, vizinhança, igreja, etc) e, assim, as crianças poderiam aprender mais com a cultura familiar de outras crianças do que a sua própria cultura familiar.

Isto faz muito sentido….Se sua cultura familiar não é forte, seus filhos serão pressionados por seus pares, treinadores e professores  e acabará que adotarão valores diferentes aos da família.

Um segundo palestrante (Greg Baer) disse, então, que  o  tempo em que uma família se dedica a educar os seus filhos será diretamente proporcional ao seu sucesso e felicidade.

Foi como ser atingido por um raio.

Veja só, eu percebi que eu estava investindo mais tempo tentando construir a cultura da minha empresa do que tentando construir a cultura da minha família.

Então, há nove semanas atrás, minha esposa e eu implementamos o “encontro diário da família”, o qual nós iremos dar continuidade enquanto as crianças morarem em casa.

Lily e eu queremos criar uma forte ligação com nossos filhos e queremos que tenham uma forte relação com seus irmãos.

Ao considerar, então, a estrutura dos nossos encontros familiares, minha esposa e eu consideramos responder a esta pergunta: Quais os valores que nós queremos incutir em nossa família?

1) Iniciamos com uma oração.

2) Cada um conta aos outros membros da família sobre as coisas às quais estão animados em realizar. (Meu filho de 3 anos está animado com seu brinquedo  de atirar balões de água – todos os dias!)

3) Então, revisamos o dia e o que acontecerá ao longo do dia – Papai virá almoçar em casa; Vovó levará as crianças ao zoológico... esse tipo de coisa.

4) Depois, conversamos sobre um valor (moral ou social) do dia.

É importante observar que deixamos as crianças escolherem sobre quais valores elas querem conversar. Nós queremos que as crianças saibam que suas opiniões são importantes e que sintam-se respeitadas, então, nós damos a elas escolhas e seguimos seu exemplo.

Nós abordamos tudo – desde o compartilhar até sobre boa gestão das finanças.

Nossos filhos são novos ( o mais velho tem 5 anos), então as lições são orientadas para a idade deles.

Por exemplo, compramos um “porquinho” que tem 4 cavidades, ao invés de uma apenas. Estas 4 cavidades representam o que nós desejamos que nossos filhos aprendam e façam com seu dinheiro: poupar, doar, investir e gastar.

Conforme eles cresçam, nós partiremos destas lições para conversas sobre crédito, ferramentas de investimento e formas de poupança.

Independentemente disso, estamos investindo cada dia na construção de uma cultura que permita que os nossos filhos prosperem.

O que você acha? Como você ensina os seus filhos sobre os valores que julga importantes e quais ferramentas lhes oferece para desenvolverem suas habilidades? Eu adoraria saber o que você está fazendo. Além disso, partilhe conosco sobre como você ensina seus filhos sobre finanças, a fim de que eles possam aprender com e através das experiências e erros de seus pais. Compartilhe seus pensamentos aqui ...

Faça do dia de hoje um grande dia.

Paz.

P.S. Durante as primeiras 4 ou cinco semanas, nós nos esforçamos muito no compromisso de manter as reuniões familiares diárias. Houve um dia em que eu já ia saindo de casa sem fazer a reunião, quando meu filho mais novo, Lucas, veio correndo para me lembrar:

"Papai, papai!", ele disse. " Reunião familiar?"

Naquele momento, percebi que estas reuniões são uma mudança no jogo.
Informe-me também se vocês tiverem alguma ideia para fortalecer as reuniões de família!

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Qual o momento ideal para deixar a casa dos pais?

Jovem: qual é o momento ideal para deixar a casa dos pais?

Publicado por em 27.junho.2012
Para a maioria dos pais, os filhos são o que há de mais valioso no mundo. Entretanto, gostando ou não, em determinado momento da vida eles deverão sair de casa. E a idade ideal para isso será aquela que combina dois fatores: independência financeira do jovem e maturidade para lidar com as contas.
Segundo explica a educadora financeira, Silvia Alambert, é interessante que os pais já coloquem na cabeça do filho, desde cedo, que um dia eles deverão ser independentes. Na prática, é importante falar sobre o tema com alguma regularidade e intensificar a conversa assim que eles iniciam a faculdade. Além de conversar a respeito, os filhos também devem ser preparados para administrar um orçamento.
A sugestão da educadora é que os filhos, assim que encontrarem o primeiro estágio, passem a pagar algumas contas ainda morando com os pais. Pode ser 50% da conta de água, de luz ou de telefone, por exemplo. Tomando cuidado para que eles paguem apenas uma quantia justa ao que eles mesmos usaram. A ideia é que o jovem se sinta responsável por determinados desembolsos, e não pelas principais contas do lar.
Essa estratégia deve ser adotada independente da situação financeira da família. A educadora explica que mesmo que os pais não precisem da colaboração financeira dos filhos, é só quando os jovens começam a participar da vida financeira da família que aprendem como lidar com dinheiro, amadurecem financeiramente e se tornam preparados para administrar uma casa de maneira independente.
Essas pequenas responsabilidades vão ser essenciais para acordá-los para o mundo e para que se sintam tentados a buscar sua independência. Elas ainda vão mostrar qual o impacto das contas na remuneração. O valor da bolsa-auxílio, que o jovem recebe pelo estágio que realiza durante a faculdade, não deve ser usado apenas para bancar despesas com lazer. . O momento da faculdade e a remuneração do estágio devem ser aproveitados para o amadurecimento.
Se o primeiro passo para colocar os filhos no caminho da independência é ensiná-los a lidar com dinheiro, o segundo é cuidar da carreira. Para sair de casa, um bom momento é o final da faculdade, considerando que o jovem já conquistou um emprego efetivo e tem uma remuneração que permite arcar com as contas básicas de um adulto solteiro.
Para isso, os pais – em conjunto com os filhos – devem planejar a carreira profissional, visando a conclusão do curso bem como eventuais especializações e aprimoramentos, essenciais para torná-los competitivos no mercado de trabalho.
Vale pontuar que não há nada de errado em prometer e entregar um apartamento para o filho assim que ele concluir os estudos. Isso pode ser feito na forma da lei, a título de adiantamento da herança, segundo analisa Silvia. O erro que os pais devem evitar é entregar um imóvel sem ensiná-los a lidar com os gastos nem mostrar o caminho para a administração do orçamento doméstico. E tudo isso deve ser feito o mais cedo possível, ainda sob o mesmo teto dos pais.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

O Segredo do Sucesso

Por Flávio Souza.
Trainer coach,Consultor e palestrante internacional


Imagem: dreamstime.com
O ex-presidente dos EUA John Kennedy, disse: “O segredo do sucesso eu não sei qual é. O segredo do fracasso eu sei: é tentar agradar a todo mundo”. Realmente é uma carga muito grande e pesada para se carregar uma vez é impossível conseguir esse intuito, então a pessoa vive se frustrando e sofrendo por não consegui-lo.

Querer agradar sempre esse é um modelo de comportamento que pode ser aprendido na infância em busca de ser amado, aceito, aprovado e reconhecido.
O pior é que podemos levar o comportamento para a vida adulta. Assim se cria falsos preceitos que nos levam à mecanismos auto-sabotadores que nos limitam e nos tornam escravos de “querer agradar a todo mundo”.

Esse comportamento traz uma perda de assertividade significativa levando à pessoa a uma passividade comportamental e de comunicação. A pessoa é vista como “boazinha” aquela que faz tudo pelos outros e se esquece de si mesma. As pessoas dizem: “Elas é tão boazinha, coitada!”. É isso mesmo: coitada! Essa palavra vem de uma pessoa que veio a sofrer “coito” de forma imperiosa, isso é, coitada quer dizer “vítima de estupro”. Pois é, o que acontece com a pessoa por querer agradar todo mundo, ela tem seus sentimentos, seu tempo e sua vida “estuprada” pelos outros que são colocados em primeiro lugar por ela própria.

Quem quer agradar sempre sente necessidade de ser querido e aprovado por todos, é motivado na vida por esse objetivo tirano e irreal. Acreditam que se agradarem os outros serão aceitos, que não é educado discordar das opiniões alheias e pensam que é feio dizer “não”, pois eles podem não gostar. Como diz o ditado popular: “são feitas de gato e sapato”.

Essas pessoas se preocupam demais com o que os outros vão pensar e querem fazer todos se sentirem bem, missão impossível, elas não compreendem que o que as pessoas sentem e pensam são responsabilidade delas próprias, que não cabe a ela cuidar disso. Esforça-se em vão e vive com medo, insegura, frustrada e cheia de decepções.

Como resultado acabam tendo dificuldade em se manter focados em seus próprios objetivos, colhem resultados pouco práticos, avaliam as coisas mais em termos emocionais, tomam decisões emocionais sem levar em conta os aspectos racionais e depois acabam se arrependendo muito disso tudo. É um preço alto a pagar por esse modelo de comportamento.

No relacionamento com os outros acabam sendo feitos de “capacho” e não percebem, assim, podem ser manipulados com facilidade e querendo agradar ignoram os aspectos desagradáveis das outras pessoas. Criam uma comunicação deficiente e pouco objetiva, dão muitas voltas para falar o que querem. Acabam tendo muita dificuldade em dar e receber feedback.

Para que a pessoa se liberte dessa armadilha é importante que ela se permita ser ela mesma, busque atender suas próprias necessidades e se coloque em primeiro lugar em sua vida. É essencial aprender a dizer “não”, só ajudar quando for solicitado e estiver disposta a isso e reconhecer que não é responsável pelos sentimentos e pensamentos dos outros.

Compreenda que ninguém pode agradar todo mundo, que você pode dizer “não” e que só você é responsável pelo que sente e pensa. Seja você quem for e onde estiver merece respeito e consideração dos demais. Pense Nisso!

Um grande abraço


Flávio Souza.

Trainer coach,
Consultor e palestrante internacional