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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Sucesso é um esforço conjunto





Qual foi o seu melhor investimento? Por que?
Qual foi o seu pior investimento? Por que?

Aprenda com quem já passou pela experiência. Peça ajuda e você irá se surpreender com os resultados.

Todas as pessoas gostam de compartilhar experiências e quando se trata de investimentos, quanto mais você souber e aprender sobre qual o tipo de investimento que mais lhe agrada, melhor. 

Quando se pede ajuda do jeito certo e com verdade, é surpreendente como existem muitas pessoas dispostas a ajudar - às vezes sem cobrar nada em troca. E se cobrarem e você aceitar, pague. É justo.

Seja curioso. Pergunte. Peça ajuda.
Sucesso é mais do que dinheiro: é atitude, é fazer os sonhos acontecerem, é crescer e não estagnar. 

Lembre-se: sucesso é um esforço conjunto.


Ao seu sucesso.

domingo, 30 de dezembro de 2012

Seja apenas outra alma humana

Imagem: http://www.bettys.com.br/tag/dalai-lama/

"Conheça todas as teorias, domine todas as técnicas, mas ao tocar uma alma humana, seja apenas outra alma humana." ~ Carl Jung

  INSTRUÇÕES PARA A VIDA
 
1. “Leve em consideração que grandes amores e conquistas envolvem grande risco.

2.  Quando você perder, não perca a lição.

3.  Siga os três R’s: Respeito a si mesmo, Respeito aos outros, Responsabilidade por todas as suas ações.

4.  Lembre-se que não conseguir o que você quer, é algumas vezes um grande lance de sorte.

5.  Aprenda as regras de maneira a saber quebrá-las da maneira mais apropriada.

6.  Não deixe que pequenas disputas firam uma grande amizade.

7.  Quando você perceber que cometeu um erro, tome as providências e corrija-o imediatamente.

8.  Passe algum tempo sozinho todos os dias.

9.  Abra seus braços para mudanças, sem abrir mão de seus valores.

10. Lembre-se que o silêncio é algumas vezes a melhor resposta.

11. Viva uma vida boa e honrada. Assim, quando você ficar mais velho e pensar no passado, poderá obter prazer uma segunda vez.

12. Uma atmosfera de amor em sua casa é o alicerce para a sua vida.

13. Em discordância com entes queridos, trate apenas da situação corrente. Não levante questões passadas.

14. Compartilhe o seu conhecimento. Esta é uma maneira de alcançar a imortalidade.

15. Seja gentil com a Terra.

16. Uma vez por ano, vá a algum lugar que você nunca esteve antes.

17. Lembre-se que o melhor relacionamento é aquele em que o amor mútuo excede o amor que cada um precisa do outro.

18. Julgue o seu sucesso por aquilo que você teve que abrir mão para consegui-lo.


19. Entregue-se ao amor e à culinária com total abandono."

(Dalai Lama)


À sua prosperidade.

sábado, 1 de setembro de 2012

Entusiasmo: a Força que vem de dentro!


Imagem: Arquivo pessoal
Além do significado que pode ser entendido como um estado de grande euforia e alegria, refletindo em uma consequente coragem, a palavra "entusiasmo" vem do grego e significa literalmente:"sopro divino" e ainda “o Deus que habita dentro”.
Etimologicamente falando, também acho linda a composição da palavra Entusiasmo. Entusiasmo é composto de 2 palavras do grego en + theos, que literalmente quer dizer "em Deus". Originalmente significava inspiração ou possessão por uma entidade divina ou pela presença de Deus.

Estar Cheio de Deus

Os gregos eram politeístas, isto é, acreditavam em vários deuses. Assim a pessoa entusiasmada era aquela que era possuída por um dos deuses. Ser entusiasmado é nada mais que estar CHEIO de DEUS.
Atualmente, uma pessoa entusiasmada está disposta a enfrentar dificuldades e desafios, não se deixando abater e transmitindo confiança aos demais ao seu redor. O entusiasmo pode portanto ser considerado como um estado de espírito otimista.
Mas o entusiasmo é diferente do otimismo. Otimismo significa acreditar que uma coisa vai dar certo. Talvez até torcer para que ela dê certo. Muita gente confunde otimismo com entusiasmo.
Um otimista tem pensamento positivo e acredita que uma coisa vai dar certo. Um entusiasta é aquela pessoa que acredita na sua capacidade de transformar as coisas, de fazer dar certo. Entusiasmada é a pessoa que acredita em si. Acredita nos outros. Acredita na força que as pessoas têm de transformar o seu próprio mundo e a sua própria realidade.
Um otimista “espera” que a coisa de certo. Um entusiasta “trabalha” para que dê certo pois ele acredita na sua capacidade de realizar, produzir, criar, construir. 
Para tudo o que é feito na vida sempre é empregado uma dose de “emoção”, de energia, quer seja ela pequena ou quer seja ela grande. Assim no dia a dia as pessoas podem alocar entusiasmo em suas tarefas, em seus compromissos, em suas realizações e com isso promover uma grande revolução em seus resultados. Quem vive entusiasmado nos relacionamentos, no trabalho e na vida, provoca resultados muito diferentes daqueles que são apenas otimistas.

Exercício Simples

Sinta a diferença neste exercício simples realizado em 3 etapas:
  1. Vá em frente a um espelho e Diga: bom dia (com pouca emoção na sua voz).
  2. Na segunda vez, coloque um pouco mais vibração na voz ao dizer bom dia e perceba que até seus olhos irão ficar diferentes.
  3. Na Terceira etapa, dê um sorriso antes, diga bom dia com muita emoção na voz (aumentando o tom e a vibração) e perceba que seus olhos brilharam: Isto é entusiasmo. Isto é contagioso!
Pessoas entusiasmadas mudam o mundo ao seu redor. Elas ajudam os outros a construírem seus sonhos e a realizar suas metas. Você mesmo já percebeu como é diferente e gostoso estar ao lado de uma pessoa entusiasmada? Como o entusiasmo dela te afeta positivamente? O próprio ambiente muda. Isso porque quando a pessoa se entusiasma, literalmente falando, ela se “ENCHE DE DEUS”, e DEUS é essa força interior, esse ESPÍRITO lindo que mora dentro do ser humano (falando em Criacionismo) e por isso todo o ambiente muda, pois uma pessoa entusiasmada está ativando de dentro dela mesma a força que mora dentro, ou seja, o próprio DEUS.
Uma pessoa entusiasmada que está todos dias conectada com DEUS, em relacionamento íntimo e fluente, é um agente de alegria, de esperança, fé e convicção. Seja um agente do entusiasmo, Libere o DEUS que habita dentro de você para transformar o mundo ao seu redor. Diga YES e viva com alegria a vida FENOMENAL que você tem direito.

domingo, 26 de agosto de 2012

Prosperidade é uma questão de educação


Pelo dicionário, a palavra "Prosperar" tem o seguinte significado: melhorar de condição, progredir. Ir em aumento, crescer, desenvolver-se. Enriquecer.

Há quem acredite que prosperar signifique apenas ter acesso a mais dinheiro para poder consumir mais, mas "prosperar", na verdade, tem um significado muito mais profundo: pessoas prósperas são pessoas que entendem que para poder gastar mais, precisam aprender a colocar o próprio dinheiro a serviço delas, ou seja, investindo-o e usando-o de forma consciente. Indo além, pessoas prósperas não investem seu dinheiro somente para poder comprar e manter as coisas materiais adquiridas, mas investem em seu próprio desenvolvimento pessoal e, assim, prosperam mais e mais. 

Pense. Ao melhorar sua condição financeira, uma única pessoa é capaz de melhorar tudo à sua volta: ela melhora a condição financeira do comércio local onde consome, já que coloca mais dinheiro para circular; ela amplia seu crescimento pessoal, seja convivendo por entre pessoas mais sábias e cultas do que ela própria, seja investindo em sua própria educação, através de cursos e, por conta destes novos conhecimentos, passa a transmiti-los a outras pessoas; melhora a sua saúde, pois passa a ter acesso a produtos e serviços até então inacessíveis, entre outras tantas iniciativas que surgem a partir das novas oportunidades.

Por isso, não existe pecado algum em querer ser próspero, pois quando uma pessoa prospera, ela leva muitas outras pessoas a prosperarem também.

Aprenda a gerir seus recursos e prospere.

Vida longa e próspera a todos nós. 

domingo, 29 de julho de 2012

Faça do dia de hoje uma grande aprendizagem para a vida


Texto de Philip Tirone ( criador de 7 Steps to a 720 Credit Score)
Tradução livre por Silvia Alambert (fundadora do programa The Money Camp no Brasil)


Imagem de propriedade da The Money Camp Brasil.
Todos os direitos reservados. 2012.

Eu sempre falo sobre ser um homem de família, mas há alguns meses eu fui colocado à prova.

Eu participei de uma conferência e o palestrante (Warren Rustland) disse que se a cultura familiar de uma pessoa é mediana, tudo a sua volta é mediano (escola, vizinhança, igreja, etc) e, assim, as crianças poderiam aprender mais com a cultura familiar de outras crianças do que a sua própria cultura familiar.

Isto faz muito sentido….Se sua cultura familiar não é forte, seus filhos serão pressionados por seus pares, treinadores e professores  e acabará que adotarão valores diferentes aos da família.

Um segundo palestrante (Greg Baer) disse, então, que  o  tempo em que uma família se dedica a educar os seus filhos será diretamente proporcional ao seu sucesso e felicidade.

Foi como ser atingido por um raio.

Veja só, eu percebi que eu estava investindo mais tempo tentando construir a cultura da minha empresa do que tentando construir a cultura da minha família.

Então, há nove semanas atrás, minha esposa e eu implementamos o “encontro diário da família”, o qual nós iremos dar continuidade enquanto as crianças morarem em casa.

Lily e eu queremos criar uma forte ligação com nossos filhos e queremos que tenham uma forte relação com seus irmãos.

Ao considerar, então, a estrutura dos nossos encontros familiares, minha esposa e eu consideramos responder a esta pergunta: Quais os valores que nós queremos incutir em nossa família?

1) Iniciamos com uma oração.

2) Cada um conta aos outros membros da família sobre as coisas às quais estão animados em realizar. (Meu filho de 3 anos está animado com seu brinquedo  de atirar balões de água – todos os dias!)

3) Então, revisamos o dia e o que acontecerá ao longo do dia – Papai virá almoçar em casa; Vovó levará as crianças ao zoológico... esse tipo de coisa.

4) Depois, conversamos sobre um valor (moral ou social) do dia.

É importante observar que deixamos as crianças escolherem sobre quais valores elas querem conversar. Nós queremos que as crianças saibam que suas opiniões são importantes e que sintam-se respeitadas, então, nós damos a elas escolhas e seguimos seu exemplo.

Nós abordamos tudo – desde o compartilhar até sobre boa gestão das finanças.

Nossos filhos são novos ( o mais velho tem 5 anos), então as lições são orientadas para a idade deles.

Por exemplo, compramos um “porquinho” que tem 4 cavidades, ao invés de uma apenas. Estas 4 cavidades representam o que nós desejamos que nossos filhos aprendam e façam com seu dinheiro: poupar, doar, investir e gastar.

Conforme eles cresçam, nós partiremos destas lições para conversas sobre crédito, ferramentas de investimento e formas de poupança.

Independentemente disso, estamos investindo cada dia na construção de uma cultura que permita que os nossos filhos prosperem.

O que você acha? Como você ensina os seus filhos sobre os valores que julga importantes e quais ferramentas lhes oferece para desenvolverem suas habilidades? Eu adoraria saber o que você está fazendo. Além disso, partilhe conosco sobre como você ensina seus filhos sobre finanças, a fim de que eles possam aprender com e através das experiências e erros de seus pais. Compartilhe seus pensamentos aqui ...

Faça do dia de hoje um grande dia.

Paz.

P.S. Durante as primeiras 4 ou cinco semanas, nós nos esforçamos muito no compromisso de manter as reuniões familiares diárias. Houve um dia em que eu já ia saindo de casa sem fazer a reunião, quando meu filho mais novo, Lucas, veio correndo para me lembrar:

"Papai, papai!", ele disse. " Reunião familiar?"

Naquele momento, percebi que estas reuniões são uma mudança no jogo.
Informe-me também se vocês tiverem alguma ideia para fortalecer as reuniões de família!

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Tragédias naturais, a doação e a economia

Imagem: exame.abril.com.br
Quando um local é abalado por tragédias, assim como aconteceu na região Sudeste, a economia do país é afetada, já que recursos financeiros destinados a outros setores devem ser disponibilizados de imediato para suprir as necessidades de sobrevivência das pessoas. Quando isso ocorre, liberação de recursos do PAC, IR, FGTS precisam ser realizados de forma imediata à região necessitada ou às pessoas naquele momento e em maior valor do que o previsto. Dessa forma, outras regiões que seriam beneficiadas ao longo dos anos, sofrerão futuramente com o impacto diretamente na disponibilidade de seus recursos, caso não haja um fundo de reservas para possíveis tragédias. Além do mais, por outro lado, as pessoas tementes do que poderá acontecer no futuro, principalmente em um estado como o Rio de Janeiro que também vive do turismo, mudam seus roteiros e isto tem efeito direto sobre a economia local.
 
Para evitarmos esse tipo de acontecimento é necessário investir cada vez mais em infraestrutura, orientação à população sobre as questões ambientais, uma legislação rígida com relação à construção em encostas e tudo o mais, além do monitoramento climático que possibilite avisar a população sobre uma possível tempestade. Isso exige uma força tarefa não somente dos nossos governantes (municipal, estadual e federal), mas também a conscientização da população no sentido de querer mudar quadros trágicos como este no futuro. Ao fim das contas, estamos todos conectados, já que todos nós sofremos as conseqüências.
 
Mas, ao mesmo tempo em que sofremos com esse tipo de tragédia, sentimos orgulho de um povo tão solidário. É sabido que o ser humano pode ser solidário quando se vê em situação de ameaça. Ajudar ao próximo em situações trágicas ou de perigo é quase um meio de garantir a sobrevivência da raça humana e, por isso, quase um instinto.
 
Em geral, a natureza do ser humano é solidária. Se levarmos isto para a época da pré-história, veremos que o homem já tinha esse instinto solidário, a partir do momento em que ele considerava cuidar de seu grupo para que não fosse atacado por animais selvagens ou outros grupos. O cérebro do homem pré-histórico era programado para lutar e sobreviver. Obviamente, sobre outros aspectos, tornamo-nos bem mais civilizados, mas se trouxermos esta comparação especificamente para os dias de hoje, vemos que não é muito diferente do que ocorria com o homem da pré-história. Comprovado pela neurociência, a amídala cerebral (que controla a emoção) do homem atual ainda é a mesma constituída no homem pré-histórico. Então, o que assistimos em momentos assim ocorridos em estados da Região Sudeste, é exatamente o instinto do homem em preservar sua origem, através da ajuda ao próximo e que oferece a sensação de missão cumprida e, por isso, de bem estar.
 
Essa solidariedade ajuda também na recuperação de áreas atingidas não apenas do ponto de vista social, mas também econômico. Se levarmos em consideração que as pessoas supridas de suas necessidades básicas essenciais são capazes de pensar em como retomar suas vidas, seus trabalhos e, portanto, retomar a vida, não há dúvida que toda a doação oferecida é muito importante para as pessoas e para a economia. A economia só gira a partir do momento que as pessoas têm dinheiro e o coloca para circular.



terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Fazer o Bem Faz Bem



Foto de propriedade The Money Camp - Brasil
Todos os direitos reservados - 2011

Ao assistirmos aterrorizados aos noticiários trágicos sobre as enchentes que fazem vítimas em diversas regiões do país, questionamo-nos sobre vários aspectos de nossa própria vida: a fragilidade do viver independente da situação sócio econômica; as coisas realmente importantes na vida: família, amigos, ter onde morar, ter o que comer, beber, vestir e, principalmente, ESTAR VIVO.

Em situações deste nível, as pessoas ficam mais sensibilizadas e percebem que são abençoadas e sentem-se bem em ajudar ao próximo através da doação, pois entendem este ato como sendo um conforto àquele que receberá sua ajuda, por menor que seja.

Como sempre coloco também, não é preciso esperar que situações catastróficas aconteçam ou que alguma grande instituição faça campanhas pela televisão para receberem doações para nos lembrarmos de sermos gratos por estarmos vivos e sermos quase perfeitos, e nem tampouco esperar ter a renda do Brad Pitt ou da Oprah Winfrey para oferecer ajuda ao próximo.

Há inúmeras instituições espalhadas pelo Brasil que vivem suas catástrofes particulares e que lutam para obter ajuda para levar recursos a, literalmente,  locais que nem constam no mapa ( Ong Idéia Fixa - por um Sertão sem Fome - contato: Tânia Mara - fone: 11 8591 1324 email: ideiafixa17@hotmail.com),  na missão de aliviar a dor e o sofrimento de famílias esquecidas e que vivem em condições sub-humanas, a crianças portadoras de deficiência física ou mental que foram abandonadas, pessoas portadoras de doenças incuráveis, idosos que foram simplesmente maltratados e colocados para fora de casa ou, ainda, a causas que se referem ao meio ambiente e que diz respeito a todos nós.

O mais interessante, e por algum motivo isolado, é que muitas destas mesmas pessoas que se sentem bem ao fazerem doações nestes momentos catastróficos parecem não ver que estas coisas acontecem e sequer se movimentam por abraçar outras causas.

A lei da doação está associada diretamente a educação financeira.

Oras, se o dinheiro é uma energia de troca – você precisa do dinheiro para trocar por coisas que você necessita ou deseja ou, caso contrário, você se sentirá estagnado (há quem se sinta até infeliz!) - é este mesmo processo de dar e receber que mantém a energia circulando em nossas vidas.

Em seu livro, as 7 leis espirituais do sucesso, Deepak Chopra explica assim a lei da doação para os setores da vida: “ (...) Se quisermos receber amor, temos que dar amor. Qual é a intenção? Essa é uma pergunta fundamental. Quando você doa de verdade você sente prazer em ver a felicidade do outro. Não importa a sua doação, seja um sorriso ou uma flor, mas que seja sincero e incondicional. Enquanto você dá, está recebendo. Quanto mais dá, mais cresce a sua confiança nos efeitos milagrosos desta lei. E quanto mais você recebe, mais cresce a sua capacidade de dar.”

É um círculo vicioso ao melhor estilo “ Corrente do Bem”.

Experimente mais. Pode ser que você goste mais e faça mais.

Não julgue que você precisará ter “rios de dinheiro” ou esperar momentos catastróficos acontecerem para fazer doações.

Se for de coração, muito ou pouco, fazer o bem faz bem.



E aí, já liberou aquele sorriso largo, disse aquele “ bom dia” motivante ou já fez alguma coisa pelo próximo ou pelo planeta hoje ?

Deixo este link para você se motivar e contagiar outras pessoas.


Compartilhe sua experiência aí nos comentários.
Você poderá ser a inspiração para outras pessoas.

Serviço doações:

Cruz Vermelha: Avenida Moreira Guimarães, 699, em Indianópolis, em São Paulo
Defesa Civil de São Paulo: Rua Afonso Pena, 130, no Bom Retiro, em São Paulo
Fundo Social de Solidariedade: Rua Adolfo André, 1.055, no Centro de Atibaia
Centro comunitário da Legião da Boa Vontade (LBV): Avenida Rudge, 908, no Bom Retiro, em São Paulo


Seja um voluntário:
www.voluntariado.org.br
www.voluntarios.com.br

www.msf.org.br
Ou veja se em sua empresa já há alguma ação voltada a Responsabilidade Social Empresarial. Participe.
E já que a idéia é trocar energia...
Um abraço de urso para você.


















quinta-feira, 18 de março de 2010

Que tipo de pessoas são as pessoas felizes?

O que é felicidade para você?

Costumamos fazer esta pergunta às nossas crianças e recebemos respostas das mais variadas: é ter muito dinheiro, é ter uma Ferrari, um barco, é poder ter um cachorro, é ter um DSi, é conhecer a Disney, é não ver meus pais discutirem, é tirar boas notas, é meu pai voltar a morar em casa, é ser uma família unida, é quando minha mãe fica em casa comigo brincando, comer chocolate fora de hora, é encontrar minha prima nas férias, etc etc etc.
Ou seja, felicidade, como todos os nossos sonhos, é pessoal, um estado de espírito e não está necessariamente atrelada ao dinheiro.

Que tipo de pessoas, então, são as pessoas felizes? As que tem mais dinheiro ou as que tem menos dinheiro?
Não importa. As pessoas felizes, são as pessoas que se sentem felizes, independentemente da quantia de dinheiro ou do estilo de vida que elas tenham ou levem. 

Prova disso, como você poderá conferir na matéria abaixo, há quem seja multimilionário e, ainda assim, não consiga se sentir feliz.

É loucura???? Depende.
Depende do que te move a se sentir feliz.


Milionário doa fortuna que o fez infeliz

Mais um exemplo da estranha associação que algumas pessoas insistem em fazer entre “dinheiro” e “felicidade”…


Publicado no jornal “The Daily Telegraph” em 08/02/2010
Por: Henry Samuel


Tradução de: André Massaro (www.moneyfit.com.br)

Karl Rabader, 47, um homem de negócios de Telfs, na Áustria, está em vias de vender sua luxuosa mansão de mais de mil metros quadrados com lago, sauna e uma espetacular visão dos Alpes, com valor estimado de 1,4 milhão de libras esterlinas.


Também está à venda sua belíssima casa de campo em Provence, com 17 hectares próximos à costa, por 613 mil libras. Já foram vendidos sua coleção de seis paragliders por 350 mil libras e um automóvel Audi A8 no valor de 44 mil libras.


O Sr. Rabader também se desfez de seu negócio de decoração e acessórios para casa – que fazia de vasos a flores artificiais – responsável por sua fortuna.
“Minha idéia é não deixar nada. Absolutamente nada.” Disse ele ao The Daily Telegraph. “Dinheiro é contraproducente – ele impede que a felicidade chegue a nós.”


Para isso, ele irá se mudar de seu luxuoso refúgio alpino para uma cabana nas montanhas ou um simples “kitchenette” em Innsbruck.


“Por muito tempo eu acreditei que mais riqueza e luxo significavam mais felicidade,” disse ele. “Eu venho de uma família muito pobre onde a regra eram trabalhar duro para conseguir mais bens materiais, e eu segui essa regra por muitos anos,” diz o Sr. Rabeder.
Mas com o tempo, ele acabou desenvolvendo uma outra sensação conflitante.


“Mais e mais eu ouvia as palavras: ‘Pare o que você está fazendo agora mesmo – todo esse luxo e consumismo – e comece sua verdadeira vida,” disse ele. “Eu tinha a sensação que estava trabalhando como um escravo por coisas que eu não desejava nem precisava. E tenho a sensação de que muitas pessoas estão se questionando a mesma coisa.”


No entanto, por muitos anos ele afirma que não foi suficientemente “corajoso” para desistir de todas as benesses de sua confortável existência.


O ápice veio quando ele estava em férias de três semanas com sua esposa em ilhas do Havaí.


“Foi o maior choque de minha vida quando eu percebi o quão horrível, vazio e desprovido de sentimentos era o estilo de vida luxuoso,” disse ele. “Nessas três semanas, nós gastamos todo o dinheiro que alguém é capaz de gastar. Mas ao mesmo tempo, tínhamos a sensação de não termos encontrado uma única pessoa verdadeira – que éramos todos atores. Os funcionários e atendentes faziam o papel de serem amigáveis e atenciosos, os hóspedes faziam o papel de pessoas importantes, e ninguém era real.”


Ele teve pensamentos de culpa semelhantes durante viagens para a América do Sul e a África para voar de paraglider. “Eu tinha uma crescente sensação de que havia uma conexão entre a nossa riqueza e a pobreza deles,” disse ele.


Subitamente, ele percebeu que “se não fizesse agora, não faria pelo resto da vida.”


O sr. Rabeder decidiu “rifar” sua casa nos Alpes, vendendo 21.999 rifas ao valor de 87 libras cada. A casa em Provence está atualmente à venda com um corretor de imóveis local.


Todo seu dinheiro será doado para instituições de caridade que fazem microcrédito, que oferecem pequenos empréstimos na América Latina e conduzem trabalhos de apoio para trabalhadores autônomos em l Salvador, Honduras, Bolivia, Peru, Argentina e Chile.


Desde que vendeu seus bens, o sr. Rabader diz que se sente “livre, leve e solto”.


Mas ele afirma que não julga as pessoas que optam por manter sua riqueza. “Eu não tenho o direito de dar palpites a quem quer que seja. Eu estava apenas ouvindo à voz em meu coração e minha alma.”


Seja feliz. Simplesmente.