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domingo, 3 de março de 2013

Confie, mas verifique


" Se você não sabe para onde vai, qualquer caminho serve."

Esta frase foi dita pelo coelho para a Alice (em Alice no país das maravilhas, de Lewis Carroll) no momento em que ela estava perdida.

Isto nos remete ao pensamento de que é preciso entender qual é o nosso papel no mundo e o que temos como objetivo para a nossa vida familiar e a nossa vida em sociedade.

Como indivíduos, devemos analisar onde estamos agora e onde vamos querer estar no futuro e, para isso acontecer, precisamos saber qual o caminho percorrer; entender se este caminho que estamos iniciando hoje irá nos ajudar a alcançar o nosso objetivo final no futuro.

É preciso ter um plano, o conhecimento adequado para fazê-lo valer e segui-lo. Sem um plano, corremos o risco de rodar em círculos, o que nos colocará sempre no mesmo lugar.

Como cidadãos, precisamos ser conscientes e ter a consciência de que todos temos direitos, mas que também temos responsabilidades e deveres uns com os outros e, para que um caminho melhor surja para todos - incluindo nós mesmos - precisamos estar atentos às informações e buscar o conhecimento daquilo que diz respeito aos nossos interesses comuns, para trabalharmos juntos na construção da ponte que nos levará à conquista dos nossos objetivos pessoais e também dos objetivos sociais: prosperidade,  qualidade de vida, segurança, transporte, educação e saúde públicas acessíveis e com qualidade, entre outros.

Ser participativo (ativo na participação) não significa estar presente, mas colocar-se em ação, fazer saber através dos nossos pensamentos e ideias, pois não há outra forma, senão ter o conhecimento e ser participativo, para transformar tudo o que está em discordância e que pode impedir  o nosso desenvolvimento e crescimento como pessoa, cidadão, comunidade, Nação.

Enquanto indivíduos, fazemos planos para a nossa própria vida, mas se não formos ativos sobre estes planos, eles não se realizarão.

Enquanto cidadãos, pagamos um preço alto para que nossos governantes façam planos que devem ser do interesse de todos para a promoção do desenvolvimento e crescimento da Nação. Se eles não forem ativos nos planos que traçam e se propõem a realizar e se nós, cidadãos, formos distraídos, passivos ou omissos naquilo que eles propõem para nós, então andaremos todos em círculos e teremos que engolir "goela abaixo" tudo o que estes cidadãos que elegemos e colocamos lá para defenderem nossos interesses, julgarem e aprovarem como sendo o ideal para nós.
Devemos participar ativamente, cuidando para que o dinheiro que confiamos a eles (sim, nós pagamos altos impostos para que o Governo possa cuidar de nossos interesses, tais como a saúde, educação, segurança, economia próspera e também pagamos os salários deles com este dinheiro) seja investido no propósito a que ele é destinado.

"Confie, mas verifique.", já dizia Ronald Reagan.

Depois não vá dizer que você não sabia de nada.


Ao sucesso financeiro de todos.


Para expandir o seu conhecimento, acesse também os links: 
http://www.contasabertas.com.br/WebSite/
http://www.receita.fazenda.gov.br/educafiscal/textoiconedefaultasp.htm



sábado, 2 de março de 2013

Alfabetização Financeira: Uma Necessidade Urgente


Artigo escrito por Andressa Costa Gestora e educadora financeira; Consultora de língua inglesa; Orientadora educacional da Planeta Educação; Professora de língua inglesa com vasta experiência em todos os níveis de ensino (básico, intermediário e avançado) e em todas as faixas etárias (crianças, adolescentes e adultos). E-mail: andressa.costa@fk1.com.br


Fonte: http://www.planetaeducacao.com.br/portal/artigo.asp?artigo=2417

Segundo o site Valor Econômico, uma pesquisa realizada pela CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo) mostra que a parcela de famílias inadimplentes no Brasil aumentou consideravelmente em fevereiro de 2013.

Tal situação não é nenhuma novidade em um país em que a mídia reforça o consumismo compulsivo, o imediatismo e estimula as “facilidades” de crédito e pagamentos a prazo.

Além disso, o Brasil não possui uma cultura em que os pais ensinam seus filhos a serem empreendedores financeiros.

Nós nunca aprendemos com nossos pais e avós a poupar, a investir ou a ter o próprio negócio.

Sempre aprendemos a trabalhar para pagar as contas e não ficar no vermelho no fim do mês.

Mas isso é suficiente? Creio que o indicador acima prova que não.

Educação Financeira não é só uma questão de se ter uma planilha de controle de gastos e conseguir fazer sobrar um dinheirinho depois de pagar todas as contas do mês.

É uma questão de disciplina e de escolhas. É saber fazer o dinheiro trabalhar a seu favor para a realização de sonhos e de um futuro sustentável.

Por isso, Educação Financeira deve ser ensinada na escola, sim!

Em 2010, foi instituída a Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF), criada com o apoio do Banco Central do Brasil, da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), da Secretaria de Previdência Complementar, da Susep (Superintendência de Seguros Privados, da Bolsa de Valores de SP – BM&F Bovespa) e outras instituições.

Tal estratégia tem como objetivo tornar a Educação Financeira uma nova disciplina na matriz curricular, a princípio, do Ensino Médio.

Foram realizados projetos-pilotos em algumas escolas do país, mas não houve a expansão necessária do projeto (até o momento). Por quê?

Por falta de professores capacitados? Por falta de uma metodologia adequada? Provavelmente sim.

Precisamos formar nossos professores, ou novos professores, para o tema específico e trabalhar de uma forma inovadora na sala de aula.

Usar cartilhas e livros para passar a teoria (como no modelo tradicional de ensino) não é suficiente.

O que nossos alunos precisam é de contextualização. Isso mesmo! Atividades que promovam situações reais.

O jogo, por exemplo, é uma atividade de contextualização fantástica, pois faz com que os alunos absorvam, de fato, o conteúdo enquanto se divertem. Aliás, o jogo é muito eficaz até para ensinar adultos.

Nossos alunos precisam aprender sobre o nosso Sistema Financeiro Nacional, sobre poupança e investimentos, ações e taxas que interferem nas nossas finanças etc.

E, se isso não for passado de uma maneira prazerosa, não causará a transformação que esperamos.

Segundo a educadora financeira Silvia Alambert, não importa quantos salários você ganha, e, sim, como você administra qualquer quantia que venha a receber. Quem sabe administrar bem R$1,00 saberá administrar bem R$1.000.000,00.

Para concluir, observe mais uma citação de Silvia Alambert: “É melhor dizer ao seu dinheiro para onde ele vai do que perguntar, depois, para onde ele foi”.

Essa é a lição que nossos alunos precisam aprender.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Aprenda com quem já passou pela experiência



Imagem extraída do site http://comunidade.papasiri.com
Da próxima vez que seu avô, sua avó, seu pai ou sua mãe lhe disserem: "Eu sei das coisas porque eu tenho mais experiência" e tal. Não duvide. 

O que bate para os mais jovens como chateação, como "praga de mãe" ou "banho de água fria do pai", é apenas o conjunto de dados armazenados pela experiência e percepções de quem já aprendeu muito na "Escola da Vida" entrando em ação. 
E, ao invés de ficar de bico e se trancar no quarto, conspirando sozinho, o momento deveria ser aproveitado para uma aprendizagem única até para entender o porque daquela negativa: "Então, conte-me como foi a sua experiência com relação a isso?", " Por que você acha que o que não serviu para você, poderá não servir para mim também?", "E se tentássemos, então, juntos, achar outros caminhos. Podemos tentar? O que você acha?"

Será surpreendente ouvir as histórias que esses senhores e senhoras tem para  lhe contar e, melhor, ensinar.

Afinal, aprender com quem já passou pela experiência nos oferece um atalho para uma outra perspectiva: sabermos exatamente o que não iremos querer para nós.

Pense na riqueza da oportunidade e no prazer de quem está tendo a chance de mostrar caminhos a serem escolhidos.

Leia o que Robert Kiyosaki tem para nos contar sobre o erro que ele cometeu com o primeiro negócio que teve na vida e aprenda a aprender até com o erro dos outros.

Ao seu sucesso.

Robert Kiyosaki: "Resisti a fechar a fábrica"

O investidor Robert Kiyosaki conta como, na ânsia de enriquecer rápido, quase prejudicou seus empregados e fornecedores

ROBERT KIYOSAKI (EM DEPOIMENTO A MARCOS CORONATO)

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ROBERT KIYOSAKI O investidor americano Robert Kiyosaki é coautor de Pai rico, pai pobre. Seu livro mais recente é O toque de midas (Editora Campus/Elsevier), escrito com o empresário Donald Trump (Foto: Mark Peterman/ZUMA Press)
"Meu primeiro negócio foi uma fábrica de carteiras de velcro. Estávamos atrás das licenças de nomes de bandas de rock para colocá-los nas carteiras, em 1977. Licenciei gente do mundo todo para fabricar o produto. Era um negócio multimilionário. Infelizmente, eu e meus sócios o administramos muito mal, e a fábrica quebrou.
Tínhamos um custo muito alto e muitos funcionários. Por isso, precisávamos de bastante dinheiro, mês a mês, apenas para funcionar. O tempo passava e não conseguíamos receber o dinheiro dos licenciados. Estávamos apenas perdendo dinheiro, pagando as contas. Corríamos o risco de não conseguir pagar nem os salários dos funcionários. Continuamos pensando ‘conseguiremos resolver isso’, mas o negócio estava morto. Só não admitíamos. Meu pai olhou nossas contas e afirmou de forma bem direta: ‘Ou vocês são vigaristas, ou burros... ou os dois’.
Pessoalmente, meu desejo de ser rico e bem-sucedido chegou a me fazer considerar escolhas que, se postas em prática, não teriam sido honestas comigo mesmo. Apenas para manter o negócio funcionando, estávamos adiando o pagamento a pessoas a quem devíamos dinheiro. Muita gente poderia ter sofrido, financeiramente. Felizmente, fiz o que era certo. Integridade é muito mais importante que o sucesso momentâneo ou o aparente sucesso. Os vigaristas sempre perdem no final.
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Depois da conversa com meu pai, eu e meus sócios fizemos o que era preciso – liquidamos o negócio, pagamos os fornecedores e honramos a folha de pagamentos. Aprendi a ser honesto comigo mesmo, com meu negócio e minha falta de liderança. Queria tanto ser bem-sucedido que ignorei a realidade, e a empreitada virou um erro. Como em todos os erros, aprendi muito. Aquela falha me ajudou a ser mais bem-sucedido depois. A maior lição que aprendi foi que integridade é a qualidade mais importante para um empreendedor e investidor. A segunda maior lição foi prestar muita atenção à saúde de meus empreendimentos e investimentos. E ser brutalmente honesto sobre isso. Agora, consigo identificar problemas de longe e cuidar deles antes que cresçam a ponto de matar um negócio."
Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/noticia/2012/12/robert-kiyosaki-resisti-fechar-fabrica.html

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

O seu pé de meia é mágico ou é furado?

Capa do livro O Pé de Meia Mágico, do autor Álvaro Modernell

"Um pouco de conhecimento que age vale infinitamente mais do que conhecimento que é ocioso." ~ Khalil Gibran


Já se pagou primeiro este mês? 

Pagar-se primeiro significa separar uma quantia de dinheiro para fazer o famoso "pé de meia" ANTES de sair pagando os outros e não depois de pagar os outros, porque "depois" talvez não sobre para fazer o seu pé de meia.

"Mas se eu me pagar primeiro vou deixar de pagar alguma conta!!"

Então, é hora de começar a fazer uma planilha para visualizar os seus gastos e ver se é possível gerar alguma economia entre as coisas que você está gastando.

Lembre-se: se é seu desejo, futuramente, trabalhar apenas porque quer e não mais porque precisa e quer continuar vivendo no estilo de vida que você escolher viver, vai precisar dar uma força a você mesmo a partir de agora.

Para começar a transmitir bons hábitos financeiros às suas crianças, indicamos o livro de autoria de Alvaro Modernell, " O Pé de Meia Mágico".


Ao seu sucesso financeiro.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Sucesso é um esforço conjunto





Qual foi o seu melhor investimento? Por que?
Qual foi o seu pior investimento? Por que?

Aprenda com quem já passou pela experiência. Peça ajuda e você irá se surpreender com os resultados.

Todas as pessoas gostam de compartilhar experiências e quando se trata de investimentos, quanto mais você souber e aprender sobre qual o tipo de investimento que mais lhe agrada, melhor. 

Quando se pede ajuda do jeito certo e com verdade, é surpreendente como existem muitas pessoas dispostas a ajudar - às vezes sem cobrar nada em troca. E se cobrarem e você aceitar, pague. É justo.

Seja curioso. Pergunte. Peça ajuda.
Sucesso é mais do que dinheiro: é atitude, é fazer os sonhos acontecerem, é crescer e não estagnar. 

Lembre-se: sucesso é um esforço conjunto.


Ao seu sucesso.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Zona de conforto Vs zona de dinheiro

Houve outrora, na Babilônia, um pobre e modesto alfaiate chamado Enedim, homem inteligente e trabalhador, que não perdia a esperança de vir a ser riquíssimo. Como e onde, no entanto, encontrar um tesouro fabuloso e tornar-se, assim, rico e poderoso?
Um dia, parou na porta de sua humilde casa um velho mercador da Fenícia, que vendia uma infinidade de objetos extravagantes. Por curiosidade, Enedim começou a examinar as bugigangas oferecidas, quando descobriu, entre elas, uma espécie de livro de muitas folhas, onde se viam caracteres estranhos e desconhecidos. Era uma preciosidade aquele livro, afirmava o mercador, e custava apenas três dinares.
Era muito dinheiro para o pobre alfaiate, razão pela qual o mercador concordou em vender-lhe o livro por apenas dois dinares.
Logo que ficou sozinho, Enedim tratou de examinar, sem demora, o bem que havia adquirido. E qual não foi sua surpresa quando conseguiu decifrar, na primeira página, a seguinte legenda: "O segredo do tesouro de Bresa." Que tesouro seria esse? Enedim recordava vagamente de já ter ouvido qualquer referência a ele, mas não se lembrava onde, nem quando. Mais adiante decifrou: "O tesouro de Bresa, enterrado pelo gênio do mesmo nome entre as montanhas do Harbatol, foi ali esquecido, e ali se acha ainda, até que algum homem esforçado venha encontrá-lo."
Muito interessado, o esforçado tecelão dispôs-se a decifrar todas as páginas daquele livro, para apoderar-se de tão fabuloso tesouro. Mas, as primeiras páginas eram escritas em caracteres de vários povos, o que fez com que Enedim estudasse os hieróglifos egípcios, a língua dos gregos, os dialetos persas e o idioma dos judeus.
Em função disso, ao final de três anos Enedim deixava a profissão de alfaiate e passava a ser o intérprete do rei, pois não havia na região ninguém que soubesse tantos idiomas estrangeiros.
Passou a ganhar muito mais e a viver em uma confortável casa.
Continuando a ler o livro, encontrou várias páginas cheias de cálculos, números e figuras. Para entender o que lia, estudou matemática com os calculistas da cidade e, em pouco tempo, tornou-se grande conhecedor das transformações aritméticas. Graças aos novos conhecimentos, calculou, desenhou e construiu uma grande ponte sobre o rio Eufrates, o que fez com que o rei o nomeasse prefeito.
Ainda por força da leitura do livro, Enedim estudou profundamente as leis e princípios religiosos de seu país, sendo nomeado primeiro-ministro daquele reino, em decorrência de seu vasto conhecimento.
Passou a viver em suntuoso palácio e recebia visitas dos príncipes mais ricos e poderosos do mundo.
Graças ao seu trabalho e ao seu conhecimento, o reino progrediu rapidamente, trazendo riquezas e alegria para todo seu povo.
No entanto, ainda não conhecia o segredo de Bresa, apesar de ter lido e relido todas as páginas do livro.
Certa vez, então, teve a oportunidade de questionar um venerado sacerdote a respeito daquele mistério, que sorrindo esclareceu:
- O tesouro de Bresa já está em seu poder, pois graças ao livro você adquiriu grande saber, que lhe proporcionou os invejáveis bens que possui. Afinal, Bresa significa "saber"...
À medida que deixamos e expandimos nossa zona de conforto, expandimos também a nossa zona de dinheiro.
Através do estudo pode o homem conquistar tesouros inimagináveis.
O tesouro de Bresa é o saber que qualquer homem esforçado pode alcançar por meio dos bons livros que possibilitam "tesouros encantados" àqueles que se dedicam a estudar com amor e tenacidade.

" O Tesouro de Bresa" (Os melhores contos, de Malba Tahan)
Fonte:www.metaforas.com.br/metaforas/metaf20050129.asp

segunda-feira, 28 de maio de 2012

As crianças e o dinheiro


Quando os bebês e crianças pequeninas começam a dar "tchauzinho" é muito comum querermos vê-los acenando e dando tchau: "Papai vai sair para trabalhar. Dá tchau pro papai, dá. Tchaaaau, papai."
À medida que vão crescendo paramos de falar sobre isso, porque a gracinha era o bebê acenar com o "tchauzinho" e porque talvez acreditemos que a criança já tenha entendido tudo sobre o que é trabalho: papai sai pela manhã, vai trabalhar e volta à noite.
Simples assim.
As crianças começam a crescer e muitas vezes elas ouvem: " Vou passar no banco para pegar dinheiro."
Simples assim.
Então, divirta-se com mais esta extraída das coisas da educação financeira de crianças que temos tido a oportunidade de vivenciar em nosso programa:
"Quem sabe nos dizer de onde vem o dinheiro que os seus pais recebem?", perguntamos às crianças.
Todas respondem, em uníssono: "Do banco".
Continuamos: " Mas por que vocês acham que vem do banco?".
E um arrisca: "Porque o banco é que dá."

Elas estão certas, e isto não significa que elas não saibam que seus pais trabalham, mas já que ninguém nunca explicou a elas o que é trabalho e que aquele dinheiro que é sacado no caixa eletrônico do banco, ainda que papai trabalhe para uma instituição bancária, não aparece lá como mágica ou por doação, mas sim que ele está lá como resultado de uma troca ( você trabalha, ou seja, troca o seu tempo e a sua energia por dinheiro), elas só entendem que quem supre as necessidades  de dinheiro da família é o banco.

Por isso, não é difícil ouvir frases tais como, " Pega no banco.", "Passa o cartão" ou " Dá um cheque."

Explicar porque o dinheiro se faz necessário na vida das pessoas; contar onde é que você trabalha, o que você faz e como é que o dinheiro vai parar lá no banco, é um bom começo para a educação financeira das crianças quando elas já entendem que seu dinheiro sai de um caixa eletrônico.

 
Ao sucesso financeiro de nossos filhos.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

O Bambu Chinês e os Investimentos

Imagem: dreamstime


Eduque-se financeiramente antes de sair investindo seu dinheiro.
Conheça a si mesmo.
Conheça sua tolerância a riscos, seu perfil financeiro, suas crenças com relação ao dinheiro, suas expectativas diante de aplicações financeiras, seus sonhos pessoais, suas metas mensais, anuais, o seu mapa financeiro, taxas, impostos e outras incidências sobre os seus investimentos.

Exponha-se ao risco, mas exponha-se com segurança, de forma consciente, de modo a não ter que culpar o vento por ter levado suas folhas.

 Receber o conhecimento adequado para compreender qualquer tipo de investimento que você deseje operar, saber onde investir, quanto investir e, principalmente, conhecer o objetivo de seus investimentos, são fatores que lhe darão mais segurança para contratar o seu dinheiro para que ele trabalhe para você. Como aprendiz, você entenderá que para investimentos de médio e longo prazo, você tem que ter, no mínimo, a paciência e a persistência necessária bem como a flexibilidade da humildade para se curvar ao chão em algum tempo no caminho, tal qual o bambu chinês.

"Depois de plantada a semente deste incrível arbusto, não se vê nada por aproximadamente 5 anos, exceto um lento desabrochar de um diminuto broto a partir do bulbo. Durante 5 anos, todo o crescimento é subterrâneo, invisível a olho nu, mas... uma maciça e fibrosa estrutura de raiz que se estende vertical e horizontalmente pela terra está sendo construída. Então, no final do 5º ano, o bambu chinês cresce até atingir a altura de 25 metros."

Vida longa e próspera.

domingo, 6 de novembro de 2011

Você é um Talento único e Insubstituível.

Por Edemir Abrahão
 
Imagem: Desenho de Carolina Ferraz, 10 anos
"Sou um só, mas ainda assim sou um. Não posso fazer tudo, mas posso fazer alguma coisa muito bem. Por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer bem o pouco que posso." 
Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores.
Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça: "ninguém é insubstituível"!
A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em silêncio.
Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa falar nada.
De repente, um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:
- Alguma pergunta?
- Tenho sim. E Beethoven?
- Como? - encara-o o diretor confuso.
- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven?
Silêncio...
O funcionário fala então:
- Ouvi essa história esses dias, contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso. Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar. Então, pergunto: quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso? Zico? Etc.?...
O rapaz fez uma pausa e continuou:
- Todos esses talentos que marcaram a história fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, mostraram que são sim, insubstituíveis. Que cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa. Não estaria na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe, em focar no brilho de seus pontos fortes e não utilizar energia em reparar seus 'erros ou deficiências'?
Nova pausa e prosseguiu:
- Acredito que ninguém se lembra e nem quer saber se BEETHOVEN ERA SURDO , se PICASSO ERA INSTÁVEL , CAYMMI PREGUIÇOSO , KENNEDY EGOCÊNTRICO, ELVIS PARANÓICO... O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos. Mas cabe aos líderes de uma organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços, em descobrir os PONTOS FORTES DE CADA MEMBRO. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.
Divagando o assunto, o rapaz continuava.
- Se um gerente ou coordenador, ainda está focado em 'melhorar as fraquezas' de sua equipe, corre o risco de ser aquele tipo de 'técnico de futebol', que barraria o Garrincha por ter as pernas tortas; ou Albert Einstein por ter notas baixas na escola; ou Beethoven por ser surdo. E na gestão dele o mundo teria PERDIDO todos esses talentos.
Olhou à sua a volta e reparou que o Diretor olhava para baixo, pensativo. E voltou a dizer nesses termos:
- Seguindo este raciocínio, caso pudessem mudar o curso natural, os rios seriam retos não haveria montanha, nem lagoas nem cavernas, nem homens nem mulheres, nem sexo, nem chefes nem subordinados... Apenas peças... E nunca me esqueço de quando o Zacarias dos Trapalhões que 'foi pra outras moradas'. Ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e falou mais ou menos assim: "Estamos todos muito tristes com a 'partida' de nosso irmão Zacarias... e hoje, para substituí-lo, chamamos:...NINGUÉM...Pois nosso Zaca é insubstituível." - concluiu, o rapaz e o silêncio foi total.
Conclusão:

NUNCA ESQUEÇA: VOCÊ É UM TALENTO ÚNICO! COM TODA CERTEZA NINGUÉM TE SUBSTITUIRÁ!


"No mundo sempre existirão pessoas que vão te amar pelo o que você é e outras vão te odiar pelo mesmo motivo. Acostume-se a isso, com muita paz de espírito."

É bom para refletir, dar atenção ao seu talento natural, investir sua energia  neste seu ponto forte, trabalhar o que você considera como sendo seus pontos para melhoria e aprender a se valorizar!

Obrigada pela leitura, amigo Insubstituível.

 

quinta-feira, 21 de abril de 2011

24 Dicas para Ser Feliz

por Roberto Shinyashiki

01 – Seja ético.

A vitória que vale a pena é a que aumenta sua dignidade e reafirma valores profundos.
Pisar os outros para subir desperta o desejo de vingança.
 
02 – Estude sempre e muito.

A glória pertence àqueles que têm um trabalho especial para oferecer.

03 – Acredite sempre no amor.

Não fomos feitos para a solidão.

Se você está a sofrer por amor, está com a pessoa errada ou o amor está a prejudica-lo.

Caso tenha se separado, curta a dor, mas se abra para outro amor.
 
04 – Seja grato(a) a quem participa nas suas conquistas.
 
O verdadeiro campeão sabe que as vitórias são alimentadas pelo trabalho em equipe.

Agradecer é a melhor maneira de deixar os outros motivados.
 
05 – Eleve suas expectativas.

Pessoas com sonhos grandes obtêm energia para crescer.

Os perdedores dizem: ‘isso não é para mim’.

Os vencedores pensam em como realizar o objectivo.
 
06 – Curta muito a sua companhia.
 
Casamento dá certo para quem não é dependente.

07 – Tenha metas claras.
 
A História da Humanidade é cheia de vidas desperdiçadas, amores que não geram relações enriquecedoras, talentos que não levam carreiras ao sucesso, etc.

Ter objetivos evita desperdícios de tempo, energia e dinheiro.
 
08 – Cuide bem do seu corpo.

Alimentação, sono e exercício são fundamentais para uma vida saudável.

Seu corpo é seu templo.

Gostar de si deixa as portas abertas para os outros gostarem também.

09 – Declare o seu amor.

Cada vez mais devemos exercer o nosso direito de buscar o que queremos (sobretudo no amor).

Mas atenção: elegância e bom senso são fundamentais.

10 – Amplie os seus relacionamentos profissionais.

Os amigos são a melhor referência em crises e a melhor fonte de oportunidades na expansão.

Ter bons contatos é essencial em momentos decisivos.

11 – Seja simples.

Retire da sua vida tudo o que lhe dá trabalho e preocupação desnecessários.
 
12 – Não imite o modelo masculino do sucesso.

Os homens fizeram sucesso a custa de solidão e da restrição aos sentimentos..

O preço tem sido alto: enfartes e suicídios.

Sem dúvida, temos mais a aprender com as mulheres do que elas conosco. Preserve a sensibilidade feminina – é mais natural e mais criativa.

13 – Tenha um orientador.

Viver sem é decidir na neblina, sabendo que o resultado só será conhecido, quando pouco resta a fazer.

Procure alguém de confiança, de preferência mais experiente e mais bem sucedido, para lhe orientar nas decisões, caso precise.

14 – Liberte-se do vício da preocupação.
 
Viver tenso e stressado está na moda. Parece que ser competente e estar de bem com a vida são coisas incompatíveis. Ridículo… Defina suas metas, conquiste-as e deixe as neuras para quem gosta delas.

15 – O amor é um jogo cooperativo.

Se vocês estão juntos é para jogar na mesma equipe.

16 – Tenha amigos vencedores.

Aproxime-se de pessoas com alegria de viver.
 
17 – Diga adeus a quem não o(a) merece.
 
Alimentar relacionamentos, que só trazem sofrimento é masoquismo, é atrapalhar a sua vida.

Não perca tempo com quem não merece. Se você estiver com um marido/mulher que não esteja compartilhando, empreste, venda, alugue, doe… e deixe o espaço livre para um novo amor.

18 – Resolva!
 
A mulher/homem do milênio vai limpar de sua vida as situações e os problemas desnecessários.

19 – Aceite o ritmo do amor.

Assim como ninguém vai empolgadíssimo todos os dias para o trabalho, ninguém está sempre no auge da paixão.

Cobrar de si e do outro viver nas nuvens é o começo de muita frustração.

20 – Celebre as vitórias.
 
Compartilhe o sucesso, mesmo as pequenas conquistas, com pessoas queridas.

Grite, chore, encha-se de energia para os desafios seguintes.

21 – Perdoe!
 
Se você quer continuar com uma pessoa, enterre o passado para viver feliz. Todos as pessoas erram, você também.
 
22 – Arrisque!

O amor não é para covardes.

Quem fica a noite em casa sozinho, só terá que decidir que pizza pedir.

E o único risco será o de engordar.

23 – Tenha uma vida espiritual.
 
Conversar com Deus é o máximo, especialmente para agradecer.

Reze antes de dormir. Faz bem ao sono e a alma.

Oração e meditação são fontes de inspiração.

24 – Muita paz, harmonia e amor…

Sempre!

A MELHOR MANEIRA DE MELHORAR O PADRÃO DE VIDA, É MELHORAR O PADRÃO DO PENSAMENTO…

domingo, 3 de outubro de 2010

Lição de Cidadania e Ética aos Filhos

Imagem: dreamstime.com

Aproveito o momento e deixo uma reflexão sobre como andamos transmitindo lições de cidadania às crianças.

Todas as questões que envolvem desde a preservação do meio ambiente, a miséria no mundo, aprender a conviver com os diferentes,  e também a questão das políticas públicas deveriam ser abordadas desde sempre na vida das crianças. Cada coisa em seu tempo, obviamente.

Parece loucura conversar sobre isso com as crianças e jovens, mas princípios de ética e cidadania caem bem em qualquer tempo do crescimento das crianças e jovens. Aliás, dê a oportunidade de uma conversa breve e você se surpreenderá, já que eles costumam usar o seu próprio vocabulário e a adotar os modelos vindos de casa.

Sei disso e por isso compartilho a experiência, porque quando abordamos a questão dos impostos e a Previdência Pública no Brasil durante as aulas de educação financeira, ouço todo o tipo de coisa e eles são realmente muito bons nisso. Não conversamos sobre política, porque não é esta a intenção, mas é inevitável que eles façam comentários, já que são seres que veem, ouvem e pensam.

Se cada pessoa do planeta tivesse o mínimo de consciência e acessasse sua própria e outras histórias e comportamentos naturais, poderia passar ensinamentos sobre ética e cidadania aos filhos simplesmente mostrando estas histórias de forma natural. Evitaríamos o desperdicício de um monte de coisas.

Às vezes, enquanto educamos nossos filhos, acreditamos que se já ensinamos alguns comportamentos éticos e de cidadania aos nossos filhos dentro de nossa própria casa também acreditamos que eles já tenham entendido a lição para aplicar isso do lado de fora, mas nem sempre é assim.

Um exemplo quase ridículo (não dá para acreditar que ainda exista quem aja dessa forma), mas revoltante, é quando nos deparamos com um carro a nossa frente e vemos o motorista ou passageiro abrindo o vidro e simplesmente mandando sacos de papel com qualquer resto de coisa dentro ( normalmente chamamos isso de lixo) para o lado de fora. 

Se fossem pessoas conscienciosas entenderiam que este tipo de comportamento, além de ser perigoso a quem está logo atrás, entope bueiros e que restos de comida atraem baratas e ratos (há uma média de 7 ratos/habitante em São Paulo !!!) e, por conseguinte, prolifera doenças.
Fico imaginando como deve ser a casa de uma pessoa que age desta forma...
Ou ainda aquele motorista que ao ver um outro veículo dando seta para entrar (embora andem economizando até na seta), ao invés de permitir que o outro entre ele acelera para passar à frente do carro que está tentando entrar.
O que é isso? GP de F1 ?

Nas escolas, encontramos lixo (papel, chicletes, sacos de salgadinho, caixinha de suco vazia) caídos no chão da sala de aula, sob a carteira.
Será que é isso que ensinamos aos nossos filhos em casa ou será que não reforçamos o ensinamento o suficiente a ponto de que eles compreendam que a questão de cidadania deve ser adotada não só dentro, mas fora de casa também ?

Vou lhe chamar a atenção para um caso bem comum que vem acontecendo entre os jovens ( e não estou nem falando sobre levar armas para a escola...Glup!): eles dizem que perderam o celular. Será que perderam mesmo ou deram cabo do velho porque estão querendo um modelo novo ?

Quer mais uma?

" Eu posso me atrasar na entrada da aula porque aqui não é a Inglaterra."

Por que é que tem que ser assim?

Se estão crescendo envoltos em crenças de sobreposição do TER ao invés do SER (nem que para isto seja necessário mentir aos pais), em crenças negativas sobre a possibilidade de mudar alguma coisa ou fazer a diferença é porque estão descrentes dos valores reais de vida e descrentes sobre a posição deles enquanto  cidadãos capazes de mudar a história e fazer diferente daquilo que não aceitam como uma verdade.

Devemos ser e estar atentos com a educação de nossos filhos em todos os aspectos. Devemos nos preocupar, sim, com o dever de casa, ver agendas, ajudar com os trabalhos escolares, oferecer suporte e conversar com a escola quando vemos algo em desalinho com nossos princípios.

Já fomos jovens e sabemos como as coisas são e como pais, às vezes somos tachados de "chatos", mas se não formos nós a nos preocuparmos com nossos filhos e o futuro deles, sobre o que pensam, o que estão fazendo, aprendendo, quem são os amigos, onde estão, deixaremos isto para quem? Para a escola somente ? Para a babá ou funcionária da casa ou o motorista da família ? Para a família do amigo ?

As mudanças das coisas que queremos ver só acontecem se começarmos a falar sobre elas de forma mais clara ao invés de somente criticarmos e ficarmos de braços cruzados, passando mensagens estáticas aos nossos filhos.

No dia a dia, podemos ensinar às nossas crianças os princípios básicos de cidadania, conversar sobre comportamentos que nos desagradam ou agradam e porque e refletirmos juntos sobre novas possibilidades. Assim, teremos certeza de que somos o porto seguro, a base de confiança de nossos filhos, onde eles sabem que podem questionar pois serão ouvidos, podem argumentar e refletir sobre as questões da vida, sem meias palavras e objetivamente e assim, crescerão seguros sobre seus ideais, seus princípios e seus valores enquanto ser humano. 

" Um sonho sonhado sozinho é somente um sonho.
Um sonho sonhado junto é realidade." ( Raul Seixas)


"Uma pesquisa divulgada pelo Ibope em 25.11.03 traz dados preocupantes sobre as nossas relações de cidadania. Indica que 56% dos brasileiros não têm vontade de participar das práticas capazes de influenciar nas políticas públicas. 35% nem tem conhecimento do sejam essas práticas e 26% acham esse assunto “chato demais” para se envolver com ele. Nem tudo está perdido: 44% dos entrevistados manifestaram algum interesse em participar para a melhoria das atividades estatais, e entendem que o poder emana do povo como está previsto na Constituição. A pesquisa anima, de forma até surpreendente, quando mostra que 54% dos jovens (entre 16 e 24 anos), têm interesse pela coisa pública. Interesse que cai progressivamente à medida que a idade aumenta. A pesquisa ajuda a desmontar a idéia que se tem de que o jovem é apático ou indiferente às coisas do seu país."(1)

 (1) BARBOSA, B. Falta de informação limita participação popular. Cidadania na Internet. Rio de Janeiro, nov. 2003. Disponível em http://www.cidadania.org.br/conteudo.asp 







 





sábado, 10 de julho de 2010

Feriado de 9 de Julho Vs Educação Financeira

Image: dreamstime.com

Durante nossos cursos, apresentamos a "Pizza do Conhecimento" e mostramos que há sempre o que se aprender.
Para aprendermos sobre algo novo, temos que ser no mínimo curiosos por querer conhecer algo novo, mesmo que, de repente, isto só agregue conhecimento a nós mesmos.

Pense rapidamente nestas 3 situações e tente dar pelo menos um exemplo de:
- 1 coisa que você sabe que você sabe
- 1 coisa que você sabe que você não sabe e
- 1 coisa que você não sabe que você não sabe 

Pois bem, durante esta semana conversando com pessoas, só por curiosidade, questionei se sabiam porque no dia 9 de Julho era feriado. Obtive respostas interessantes:

" Por conta da Revolução de 32."
" Acho que tem a ver com alguma coisa da Avenida 9 de Julho."
" Por causa de uns caras que morreram por alguma coisa que eu não sei o que é."
" Tem alguma coisa a ver com o Parque do Ibirapuera?"

Pois é. Ninguém nunca sabe ou vai conhecer sobre tudo e o que pode parecer ser importante para alguns não é importante para outros. Para alguns, a Revolução de 1932 foi um movimento cívico histórico memorável; para outros, é um feriadão para relaxar e curtir e, para outros ainda, é um dia perdido.

Independentemente de como você entenda a data, o mais importante é enxergar nas coisas que você não entende como sendo um momento para a aprendizagem.
Quanto mais você abre sua mente para o que lhe é novo, quanto mais você sai da sua zona de conforto, quanto mais você expande seu conhecimento, maior será sua visão crítica e oportunidade para enxergar além, maior será sua segurança em tomar decisões a partir de seus próprios julgamentos - e não pelo o que apenas você ouviu dizer que era bom ou ruim - e maior será o controle que você vai ter da sua própria vida.

Considerando que escolhas, em qualquer campo da vida, sejam pessoais, eu o convido a criar a sua " Pizza do Conhecimento" para que você se permita enxergar o quanto de conhecimento você ainda pode adquirir e quantas novas habilidades você ainda pode desenvolver para a sua vida.

Todos os dias, um pouco de cada vez, mas sempre.

Você já aprendeu sobre algo novo hoje? 

" O verdadeiro conhecimento vem de dentro." (Sócrates)