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terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Aprenda com quem já passou pela experiência



Imagem extraída do site http://comunidade.papasiri.com
Da próxima vez que seu avô, sua avó, seu pai ou sua mãe lhe disserem: "Eu sei das coisas porque eu tenho mais experiência" e tal. Não duvide. 

O que bate para os mais jovens como chateação, como "praga de mãe" ou "banho de água fria do pai", é apenas o conjunto de dados armazenados pela experiência e percepções de quem já aprendeu muito na "Escola da Vida" entrando em ação. 
E, ao invés de ficar de bico e se trancar no quarto, conspirando sozinho, o momento deveria ser aproveitado para uma aprendizagem única até para entender o porque daquela negativa: "Então, conte-me como foi a sua experiência com relação a isso?", " Por que você acha que o que não serviu para você, poderá não servir para mim também?", "E se tentássemos, então, juntos, achar outros caminhos. Podemos tentar? O que você acha?"

Será surpreendente ouvir as histórias que esses senhores e senhoras tem para  lhe contar e, melhor, ensinar.

Afinal, aprender com quem já passou pela experiência nos oferece um atalho para uma outra perspectiva: sabermos exatamente o que não iremos querer para nós.

Pense na riqueza da oportunidade e no prazer de quem está tendo a chance de mostrar caminhos a serem escolhidos.

Leia o que Robert Kiyosaki tem para nos contar sobre o erro que ele cometeu com o primeiro negócio que teve na vida e aprenda a aprender até com o erro dos outros.

Ao seu sucesso.

Robert Kiyosaki: "Resisti a fechar a fábrica"

O investidor Robert Kiyosaki conta como, na ânsia de enriquecer rápido, quase prejudicou seus empregados e fornecedores

ROBERT KIYOSAKI (EM DEPOIMENTO A MARCOS CORONATO)

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ROBERT KIYOSAKI O investidor americano Robert Kiyosaki é coautor de Pai rico, pai pobre. Seu livro mais recente é O toque de midas (Editora Campus/Elsevier), escrito com o empresário Donald Trump (Foto: Mark Peterman/ZUMA Press)
"Meu primeiro negócio foi uma fábrica de carteiras de velcro. Estávamos atrás das licenças de nomes de bandas de rock para colocá-los nas carteiras, em 1977. Licenciei gente do mundo todo para fabricar o produto. Era um negócio multimilionário. Infelizmente, eu e meus sócios o administramos muito mal, e a fábrica quebrou.
Tínhamos um custo muito alto e muitos funcionários. Por isso, precisávamos de bastante dinheiro, mês a mês, apenas para funcionar. O tempo passava e não conseguíamos receber o dinheiro dos licenciados. Estávamos apenas perdendo dinheiro, pagando as contas. Corríamos o risco de não conseguir pagar nem os salários dos funcionários. Continuamos pensando ‘conseguiremos resolver isso’, mas o negócio estava morto. Só não admitíamos. Meu pai olhou nossas contas e afirmou de forma bem direta: ‘Ou vocês são vigaristas, ou burros... ou os dois’.
Pessoalmente, meu desejo de ser rico e bem-sucedido chegou a me fazer considerar escolhas que, se postas em prática, não teriam sido honestas comigo mesmo. Apenas para manter o negócio funcionando, estávamos adiando o pagamento a pessoas a quem devíamos dinheiro. Muita gente poderia ter sofrido, financeiramente. Felizmente, fiz o que era certo. Integridade é muito mais importante que o sucesso momentâneo ou o aparente sucesso. Os vigaristas sempre perdem no final.
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Depois da conversa com meu pai, eu e meus sócios fizemos o que era preciso – liquidamos o negócio, pagamos os fornecedores e honramos a folha de pagamentos. Aprendi a ser honesto comigo mesmo, com meu negócio e minha falta de liderança. Queria tanto ser bem-sucedido que ignorei a realidade, e a empreitada virou um erro. Como em todos os erros, aprendi muito. Aquela falha me ajudou a ser mais bem-sucedido depois. A maior lição que aprendi foi que integridade é a qualidade mais importante para um empreendedor e investidor. A segunda maior lição foi prestar muita atenção à saúde de meus empreendimentos e investimentos. E ser brutalmente honesto sobre isso. Agora, consigo identificar problemas de longe e cuidar deles antes que cresçam a ponto de matar um negócio."
Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/noticia/2012/12/robert-kiyosaki-resisti-fechar-fabrica.html

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Só quero saber do que pode dar certo



Para viver com qualidade de vida e de forma mais tranquila é preciso aprender a  desenvolver um senso de urgência das coisas a serem realizadas. Assim, é preciso concentrar energia no que é essencial e evitar o desperdício daquilo que consideramos precioso em nossa vida: o tempo.

Um bom exemplo para ter uma noção sobre isso é observar as coisas da natureza.

“O rio Okavango, diferente da maioria dos canais hídricos, desemboca em um deserto – e o faz de um modo especial: a cada temporada de chuva, despeja 11 quilômetros cúbicos de água no gigantesco deserto de Kalahari, de quase 1 milhão de quilômetros quadrados, que abrange partes de Angola, da Namíbia e, principalmente, de Botswana, no sul da África, transformando uma área árida em um delta verde e luxuriante, capaz de atrair milhões de animais.

Vale ressaltar que as águas das chuvas percorrem cerca de 1.600 km, desde Angola, até alcançarem e inundarem o delta.

Antecipando-se a uma temporada de chuvas, milhares de animais começam uma das migrações mais massivas da África. 
Eles iniciam sua caminhada e investem sua energia para chegarem ao Delta inundado, no momento em que está inundado: nem antes, nem depois.

Pense como Um Fazendeiro por Jim Rohn
Uma das dificuldades que enfrentamos em nossa era industrial é o fato que perdemos o nosso senso cíclico. Diferentemente dos fazendeiros, nós nos tornamos  resistentes a entender o ritmo natural da vida. Como resultado,  desequilibramos nossas prioridades. 
Deixe-me ilustrar o que quero dizer:

Para um fazendeiro, a primavera é a época mais ativa. É quando ele tem que trabalhar de acordo com o relógio, levantar-se antes do Sol nascer e trabalhar duro até bater meia noite. Ele precisa manter a máquina trabalhando em plena capacidade porque ele tem uma pequena janela de tempo para o plantio. Finalmente, quando chega o inverno o fazendeiro ainda tem algumas poucas coisas que o manterão ocupado.

Há uma lição aqui.  Aprenda a utilizar-se das estações da vida. Decida quando é hora de dar duro e quando é hora de dar um tempo, quando aproveitar as vantagens e quando deixar que as coisas fluam. É fácil fazer acontecer das 9 às 17 horas, ano após ano e perder o senso de prioridades e os ciclos. Não permita que os anos passem à sua frente como um desfile de tarefas e responsabilidades intermináveis. Mantenha seu olhar em suas próprias estações, para que você não se esqueça do valor e essência de cada uma delas.

Agora reflita: Como andam as estações da sua vida? Quais são as suas prioridades? Elas lhe levam ao encontro de seus objetivos? Será que você está desperdiçando o seu tempo e atrasando a sua colheita?

Ao seu sucesso.



Tradução livre do texto de Jim Rohn: Silvia Alambert

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Feliz 2013!


Quando chega o final do ano é muito comum que as pessoas façam uma retrospectiva sobre aquele ano que se vai e é também muito comum que elas se deem conta de que menos da metade de suas promessas foram cumpridas. Isto acontece porque a maioria das pessoas acaba por criar expectativas altas com relação ao ano vindouro e se atira sobre ele como se fosse o  solucionador de todas as coisas que deixaram de ser realizadas até então.
Sonhos que em termos financeiros são de médio ou longo prazo passam a ser sonhados no curto prazo (sim, um ano é um curto prazo!) e com isso acabam se perdendo pelo caminho já que, no fundo, a mente sabe que um desejo de realização mais complexo terá que esperar um pouco mais, caso nenhum planejamento financeiro tenha sido feito anos antes.
Sem querer abrir mão de outras oportunidades que surgem ao longo do ano e que podem ser mais acessíveis, as pessoas trocam um sonho de realização por outro e sem um planejamento adequado os votos daquele ano ficam sendo postergados, então, para o próximo e para o próximo e para os próximos anos, até que elas se coloquem em ação e estejam determinadas a conquistá-los.
As últimas pesquisas apontam que 60% das famílias brasileiras estão endividadas e isto evidencia que as pessoas não se planejam para alcançar sonhos. As pessoas simplesmente lançam à sorte os seus sonhos e os realizam de qualquer jeito, a qualquer custo.
Sonhar é preciso, mas melhor ainda é realizá-lo de forma tranquila, sem prejuízos financeiros.
Para o ano vindouro, além de muita saúde, paz e felicidade, desejamos a todos doses extras de disciplina, entusiasmo, persistência, fé, determinação, planejamento, estratégia, sentido de realização e uma vontade inabalável de prosperar em todas as áreas de suas vidas.
Feliz 2013!

sábado, 2 de junho de 2012

Todo mundo quer ir para o céu, mas ninguém quer morrer

Não são poucas as pessoas que olham para os outros e desejam entender porque a grama da casa deles é mais verde e querem saber qual é o produto que estas outras pessoas utilizam, para que a grama delas também seja mais verde.
Sem analisarem que pode acontecer do PH do solo do vizinho ser diferente ou que o jeito com que o vizinho trata a grama é que faz a diferença, essas pessoas apenas querem ter a fórmula e pronto.
Eis o primeiro grande, senão o maior,  erro: só desejar TER, do modo mais rápido e conveniente possível, a grama verde, ao invés de se preocupar em entender como funciona o mecanismo para que a grama se torne realmente verdinha e permaneça assim.

Em um outro post já havíamos comentado que " Não existe almoço grátis!".

Se você realmente quiser ver a sua grama mais verde, vai ter que por a mão na terra e trabalhá-la até poder ver muitas minhocas oxigenando o seu solo para que ele se torne saudável e produtivo.

 Este artigo abaixo, meio antigo (2009) mas atual, mostra porque só ser um investidor não adianta, se você não criar hábitos saudáveis com o seu dinheiro e educar-se financeiramente, desde o básico - e isso significa entender também o seu próprio comportamento, o seu perfil financeiro - para entender todo o mecanismo do mundo dos investimentos.

Mãos à obra.
Ao seu sucesso financeiro.

Para ser um bom investidor, é preciso ser um bom poupador, diz Rodrigo Puga
Fonte: http://www2.uol.com.br/infopessoal/noticias/_DINHEIRO_TOP_1723157.shtml20h38SÃO PAULO - O primeiro passo para ser um bom investidor em ações é antes de tudo ser um bom poupador. A afirmação é do escritor Rodrigo Puga, autor do livro Formação de Investidores.

"Muita gente diz que quer investir, mas nem consegue poupar. Antes de pensar em alocar dinheiro em ações é preciso gastar menos do que se ganha. Quando me perguntam qual é o primeiro passo para ser um bom investidor, sempre respondo: ser um bom poupador".

Puga explica também que, além de gastar menos do que se ganha, é preciso ter o cuidado de não investir dinheiro que já está comprometido. "Às vezes a pessoa consegue guardar R$ 1.500 por mês. Mas ela tá juntando esse dinheiro porque precisa pagar uma prestação grande do apartamento que está comprando. Esse dinheiro não deve, de forma alguma, ser alocado em ações, porque se a economia enfrentar mais uma crise, a pessoa corre o risco de perder o apartamento por não conseguir pagar no momento certo", explica.

Curto e longo prazo
O escritor afirma também que é possível sim investir em ações caso seu objetivo seja de curto prazo.

"Vamos imaginar que você quer fazer uma viagem dentro de um ano. Dá sim para você conseguir um bom rendimento neste período. Mas é importante ressaltar que, investimentos de curto prazo em ações devem acontecer quando você tem um objetivo e quer concretizá-lo com aquele dinheiro. Mas de forma alguma, como já disse antes, recomendo colocar um dinheiro que já está comprometido na Bolsa. No caso da viagem, se algo der errado, você simplesmente deixa de viajar, mas não perde sua casa própria".

Para isso, Puga afirma que é preciso que o investidor se utilize do ferramental correto. "Muitos investidores se baseiam em análise técnica e fundamentalista para decidir onde alocar seu dinheiro. Quem quer bons rendimentos em um curto espaço de tempo precisa utilizar a análise técnica, que indica os bons pontos de entrada e saída do papel. A análise fundamentalista também indica quais empresas são boas, mas por estudar a empresa, ela aponta companhias que renderão bons dividendos no futuro".

Outra dica que o escritor dá para os investidores novatos é analisar de forma criteriosa os custos de operação cobrados pela corretora que você escolher para realizar suas ordens. "Obviamente não estou falando que a melhor corretora é a mais barata. A melhor é a que oferece melhor custo benefício. Se uma cobra R$ 50, mas não te oferece uma boa equipe de análise técnica, com bons relatórios, e uma outra cobra R$ 150, mas oferece tudo isso, obviamente a segunda é melhor para você. Como iniciante você terá que contar com a ajuda desses analistas, e contratar esse serviço independentemente custa mais de R$ 300".

E faz um alerta: "Mas cuidado para não jogar dinheiro fora. Não contrate serviços mais sofisticados do que os que você vai realmente usar. Todo dinheiro gasto inutilmente poderia ter sido poupado e investido".

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Transparência nas Relações


Às vezes, tudo o que temos que fazer para alinhar os nossos interesses aos interesses dos outros é perguntar.
Se você tem dúvidas, pergunte.
Seja para a realização de um trabalho em grupo ou mesmo uma informação, seja na tomada de uma decisão profissional, seja na vida pessoal ou mesmo na área financeira.
É muito frustrante dar início a um projeto escolar ou profissional, a um relacionamento, sociedade ou mesmo a um tipo de investimento financeiro e depois descobrir que os interesses divergem, isto é, que o seu interesse não tem nada a ver com o interesse daqueles com quem você estuda, trabalha, se relaciona ou mesmo com as instituições às quais você confia a aplicação de seu dinheiro.
É melhor, então, certificar-se sobre quais são os reais interesses da outra parte ANTES de se comprometer em qualquer relação de negócio, pessoal ou financeira.
Situações de frustração dessa ordem são muito comuns.
Em virtude de algumas crenças que carregamos conosco, tal como a vergonha de parecer ser desinformado ou distraído ou mesmo por questões emocionais, colocamo-nos em situações de desconforto futuro.
Realizar escolhas de forma sensata requer que tenhamos mais clareza sobre onde estamos nos colocando, pois saberemos se os interesses dos outros estão em concordância com os nossos interesses e se for positivo, realizaremos nossa parte de forma mais assertiva e satisfaremos, em primeiro lugar, a nós mesmos e consequentemente àqueles que tem os mesmos interesses que os nossos.
Pergunte. Perguntar não ofende.

E aí, será que há algo em sua vida que caminha desfavoravelmente simplesmente porque os interesses estão em desalinho?





quarta-feira, 18 de abril de 2012

O Risco Existe para ser Administrado



Quando as crianças do programa The Money Camp trazem a entrevista que fazem com os pais perguntando-lhes qual foi o melhor e o pior investimento financeiro já realizado ao longo de suas vidas, em sua maioria apontam o mesmo tipo de investimento como sendo o melhor e o pior.
Por exemplo, muito pais apontam que o seu melhor investimento financeiro foi no mercado de capitais e o pior, no mercado de capitais ou em imóveis ou em um negócio.

Portanto, investimentos financeiros são quase como uma relação de amor e ódio, de desejo, mas de medo e como grande parte das pessoas tem aversão a risco com dinheiro e odeiam sentir-se inseguras, simplesmente deixam de investir ou partem para investimentos de menor risco e, com isso, de menor ganho.

É bem provável que isso aconteça por conta de uma única situação, além da questão emocional: o desconhecimento sobre o tipo de investimento que se está realizando.

É muito comum ouvirmos de um amigo ou parente que alguém fez um determinado tipo de investimento e se deu bem.
Sem muita pesquisa, conhecimento, informação de outras pessoas, avaliação do grau de risco do investimento ou mesmo de um auto conhecimento sobre o perfil financeiro, ver muitas pessoas se lançarem ao mar, sem sequer saberem dar uma braçada, também é muito comum.

O que pode dar certo para um, não significa necessariamente que dará para o outro, porque quando se trata de investimentos de alto risco, não há garantias de que o que ocorreu no passado se repetirá da mesma forma no momento seguinte.

Adquirir o conhecimento necessário ANTES de investir dinheiro, seja lá no que for, é o fator mais importante para dar o ponta pé inicial.

Além do mais, é importante saber que ainda assim o risco existirá, mas conhecer estratégias que possam minimizar eventuais perdas,já é um passo para que a pessoa se sinta mais segura com relação ao que ela está realizando.
Ao contrário daqueles que simplesmente sem entender nada, só resta se desesperar.

Lembro-me bem de um desses casos desesperadores que eu presenciei, por volta de 1994, quando na região da Vila Olímpia, em São Paulo, moradores de uma determinada rua tiveram seus imóveis depreciados e desapropriados, porque por ali passaria a Nova Faria Lima. Uma vizinha do quarteirão que teve seu imóvel desapropriado, chorando me disse: "Moro aqui desde que nasci. Para onde eu vou com isso que eles querem me pagar?"
Quem imaginaria que um imóvel naquela localidade simplesmente perderia seu valor daquela forma abrupta, em nome do progresso? Foram avisados com antecedência, mas muitos não quiseram acreditar que aquilo aconteceria algum dia.

Por essas e outras histórias é que as pessoas parecem ter ainda tanta aversão a investimentos financeiros de maior grau de risco, mas vale lembrar que tudo na nossa vida é um risco e o risco existe para ser administrado e não para que se fuja dele ou finja que está tudo indo bem e que assim continuará para sempre.

Quem não corre riscos também perde oportunidades excelentes de negócios em qualquer área de investimento, isso porque o medo paralisa ou te põe pra correr milhas e daí, pronto: a oportunidade se foi.

Por isso, atreva-se mais, arrisque-se mais, sem precisar com isso, se colocar em risco desnecessário. Tome as rédeas de sua vida financeira e pise fundo no conhecimento.
Quem conhece muito bem em que terreno está pisando, calcula também o grau de risco que se propõe a correr. 
Não desista de querer melhorar sua condição financeira atual por conta do medo de se arriscar.
Eduque-se financeiramente. Invista conscientemente.


Quer conhecer um pouco sobre a História do Mercado de Capitais? Comece aqui. http://www.portaldoinvestidor.gov.br/
Se gostar do que ler, aprimore-se. Sempre.

À nossa prosperidade.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Jovens empreendedores

Imagem: The Money Camp Brasil. Todos os direitos reservados

Temos um módulo sobre empreendedorismo em nosso curso de educação financeira para crianças e jovens, onde são convidados a gerirem um negócio próprio e depois realizamos a Feira do Empreendedor, onde eles podem expor seus produtos e realizarem negócios.

Os jovens são ávidos por empreender, mas muitas vezes encontram limitações por não encontrarem apoio em suas famílias que insistem no velho jargão: " Estude, tire boas notas e arrume um bom emprego."
Não há problemas quanto a estudar e tirar boas notas, mas também não há problemas em permitir que os jovens possam ser empreendedores desde cedo.

Limitá-los a acreditar que apenas com um bom emprego é que terão garantia de alguma coisa no futuro é o mesmo que matar o potencial criativo e empreendedor dos jovens ou dizer: " Não. Isso não é para você." É um verdadeiro banho de água fria.

Aliás, um estudo realizado com relação a tendência de carreiras para 2020, deixa claro que "As relações de trabalho sofrerão alterações significativas. Haverá uma diminuição dos postos de trabalho formais implicando que muitos profissionais terão que criar seu próprio emprego. Novas formas de venda das habilidades individuais surgirão e estarão cada vez mais direcionadas às formas autônomas.", então, por que não apoiar as idéias empreendedoras dos jovens para que tenham a oportunidade de experimentar seu "próprio emprego" ainda cedo? (http://avitech.com.br/vidaecarreira/2010/04/30/tendencias-de-carreiras-para-2020/) 

Instruindo nossos jovens desde já, dando-lhes a oportunidade de realizarem seu próprio ' negócio', eles poderão seguir mais auto confiantes e certos de suas escolhas profissionais futuras e saberão, por eles próprios, se desejam ter um " bom emprego" ou se preferirão ser bons empregadores. 

Somente para reflexão... 

Jovens que ficaram milionários antes dos 20 anos

O Buteco da Net fez uma lista com alguns jovens que conseguiram ficar milionários antes mesmo de completarem 20 anos de idade e contando também como chegaram a tal feito.

Uma verdadeira lição de vida para muitos.
 

Ephren Taylor II

Enquanto a maioria dos garotos de 12 anos pensam em curtir a vida, Taylor já começava a elevar sua fortuna com a criação do seu próprio game para Super Nintendo. Depois de vender 30 cópias para os amigos por 10 dólares e perceber que a maioria dos seus concorrentes faturavam alto, ele tomou a decisão de aumentar os serviços de assinantes. Como ninguém precisava falar com ele diretamente, pouco importava sua idade. “Quando eu recebi um cheque de US$ 3800 (de um varejista do ramo de vitaminas e suplementos), meus pais pensaram que eu estava vendendo drogas”, contou ele. E não parou por aí. Aos 16 anos, Taylor juntou-se com mais um amigo e criou um site para ajudar jovens estudantes a arrumar emprego – seus clientes: Citigroup e Pizza Hut. Pouco mais de 10 anos foram suficientes para transformar Taylor num dos investidores de um grupo de empresas que investe na revitalização de áreas urbanas.

Fraser Doherty

Acredite, aos 14 anos, Doherty começou a fazer doces usando a receita da avó. Originalmente, sua clientela era limitada aos vizinhos e amigos da igreja, mas o negócio progrediu tão rapidamente que aos 16 anos o garoto deixou a escola para dedicar-se integralmente ao seu trabalho. Com o crescente aumento da produção, Doherty resolveu fornecer suas geléias para uma rede de supermercados no Reino Unido, que foi copiada pelos concorrentes. Para ter uma ideia, no último ano, a SuperJam, como é chamada a geléia do garoto, rendeu US$ 1,2 milhão, 60% maior que o ano anterior. “Faço geléia porque amo fazer”, disse ele ao site Forbes. Realmente, o sucesso é muito doce.

 
Ashley Qualls

Aos 14 anos Qualls resolveu criar um portfolio pessoal com fotos e gráficos. Mais tarde, ela ofereceu seus layouts gratuitamente no MySpace e forneceu tutoriais para outros jovens dispostos a fazer o mesmo. Em pouco tempo o site atingiu 7 milhões de acessos por mês, fazendo com que Qualls recebesse uma oferta de US$ 1,5 milhões, que segundo ela, foi recusada. Agora, com 17 anos, Qualls é uma garota financeiramente independente.


Catherine Cook

Catherine, de 17 anos, e seu irmão perceberam que álbuns de formatura poderiam ajudá-los a ganhar algum dinheiro. Com um pouco de imaginação, eles resolveram desenvolver uma versão eletrônica via internet. Foi o suficiente para chamar a atenção do irmão mais velho que resolveu investir US$ 250 mil para criarem o myyearbook.com, uma espécie de rede social para quem se formou. Hoje o site é um sucesso, com redimento na casa dos milhões.

Cameron Johnson

Cameron desde garotinho é um verdadeiro empreendedor. Com apenas 9 anos ele começou a confeccionar convites para festas. Aos 11 anos, atacou de vendedor de bonecas, comprando-as da irmã e revendendo na internet 10 vezes mais cara. Mais tarde, com o dinheiro arrecadado, Cameron investiu num serviço de envio de e-mail e em anúncios do tipo ‘pirâmide’, em que os interessados pagavam pela publicidade. Segundo Cameron, antes de formar-se já tinha acumulado US$ 1 milhão. Hoje ele se mantém dando palestras.
 
Adam Hildreth

Com apenas 14 anos, o inglês Hildreth entrou no mundo dos negócios, iniciando uma rede social chamada Dubit Limited. Rapidamente grandes empresa, como a Coca-Cola começaram a utilizar o site entre os funcionários para comercializar seus produtos entre os jovens. Em 2004, ele foi considerado um dos adolescentes mais promissores do Reino Unido, com um patrimônio de US$ 3,7 milhões. Não satisfeito, o jovem fundou a Crisp, uma empresa especializada em desenvolver softwares para proteger crianças do assédio de pedófilos na internet. De acordo com um recente estudo, o software da sua empresa é capaz de detectar 98,4% dos casos de ataques pedófilos.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

A Vida é um Projeto do tipo FAÇA VOCÊ MESMO



Se você espera que sua vida se resuma a boas notas, boa faculdade, bom emprego e boa aposentadoria...Esqueça. É bem provável que você veja seu estilo de vida ter que ser baixado drasticamente se você não tiver um plano B enquanto é cedo.
Os governos mundiais já não conseguem pagar aos aposentados o que lhes é merecido há alguns anos. Imagine quando VOCÊ chegar lá.
VOCÊ - e somente VOCÊ  - poderá construir seus sonhos e torná-los realidade. NINGUÉM mais poderá fazer isto no seu lugar.
O projeto da SUA vida depende única e exclusivamente de VOCÊ.
Você quer ser o arquiteto ou o bombeiro da SUA própria vida?

Reflita.

Um velho carpinteiro estava para se aposentar. Ele contou a seu chefe os seus planos de largar o serviço de carpintaria e de construção de casas e viver uma vida mais calma com sua família. Claro que ele sentiria falta do pagamento mensal, mas ele necessitava da aposentadoria.


O dono da empresa sentiu em saber que perderia um de seus melhores empregados e pediu a ele que construísse uma ultima casa como um favor especial. O carpinteiro consentiu, mas com o tempo era fácil ver que seus pensamentos e seu coração não estavam no trabalho. Ele não se empenhou no serviço e se utilizou de mão de obra e matérias primas de qualidade inferior.

Foi uma maneira lamentável de encerrar sua carreira.

Quando o carpinteiro terminou seu trabalho, o construtor veio inspecionar a casa e entregou a chave da porta ao carpinteiro. “Esta é a sua casa”, ele disse, “meu presente a você.”

Que choque! Que vergonha! Se ele soubesse que estava construindo sua própria casa, teria feito completamente diferente, não teria sido tão relaxado. Agora ele teria de morar numa casa feita de qualquer maneira.

Assim acontece conosco. Nos construímos nossas vidas de maneira distraída, reagindo mais que agindo, desejando colocar menos do que o melhor.

Nos assuntos importantes nos não empenhamos nosso melhor esforço. Então, em choque, nos olhamos para a situação que criamos e vemos que estamos morando na casa que construímos. Se soubéssemos disso, teríamos feito diferente.

Pense em você como o carpinteiro. Pense sobre sua casa. Cada dia você martela um prego novo, coloca uma armação ou levanta uma parede. Construa sabiamente. É a única vida que você construirá. Mesmo que você tenha somente mais um dia de vida, este dia merece ser vivido graciosamente e com dignidade.

A placa na parede está escrito: “A vida é um projeto de faça você mesmo.”

Quem poderia dizer isso mais claramente? Sua vida de hoje é o resultado de suas atitudes e escolhas feitas no passado. Sua vida de amanhã será o resultado de suas atitudes e escolhas que fizer hoje.

Autor Desconhecido

quinta-feira, 23 de julho de 2009

É Preciso Ensinar a Empreender

Foto de Propriedade da The Money Camp Brasil
Todos os Direitos Reservados


Anteriormente falamos sobre Criar Atitudes Positivas na Vida de seus Filhos.
Pois bem, ao criar atitudes positivas você estará criando, também, uma mente criativa e não limitada, porém, esta "mente criativa" deve receber aconselhamentos para que prossiga em suas investigações de forma consistente .

Como também dissemos, fomos criados em uma época bem diferente e, para quem leu "Pai Rico, Pai Pobre", do Kiyosaki, sabe bem sobre o que estou falando: "Você tem que ir à escola, tirar boas notas, arrumar um bom emprego.." e blá blá blá e hoje em dia não dá para limitar nossas crianças com esses conceitos antigos (os postos de trabalho, denominados empregos, estão se reduzindo cada vez mais!!!).

Na economia de hoje, precisamos ensinar nossos filhos a pensarem em auto emprego porque um bom emprego hoje - e nesta época - não é mais garantia de ter um passaporte para a segurança financeira. Até funcionários altamente especializados estão encarando uma incerteza sobre o futuro deles, desejando e rezando para que nada de mal aconteça na economia que possa abalar a situação financeira de seus empregadores ou que não afete o ramo de negócio em que eles trabalham.

Por isso, mais e mais pais se preocupam com a educação financeira de seus filhos.

A verdade é que os pais devem ensinar lições de educação financeira a seus filhos e devem ensinar também a serem empreendedores.

Já que toda poupança deve ter um objetivo, levar seu filho a pensar qual tipo de negócio ele gostaria de ter quando crescer e incentivá-lo a conhecer prós e contras (independente do tipo de negócio que ele deseje ter), quanto de dinheiro será preciso para investir em um negócio desses, mostrar a ele que todo negócio requer um investimento inicial, que existem despesas fixas e variáveis, qual material tecnológico e humano ele necessitará, qual o público alvo e etc, são ensinamentos básicos que precisam ser transmitidos enquanto eles são jovens, entusiasmados e com tempo para mudar de ramo de negócio.

Dedique um tempo a educação financeira e ao espírito empreendedor de seu filho.

Você poderá descobrir idéias fantásticas de negócios vindas da cabeça do próximo empreendedor do futuro: SEU FILHO!

Quer saber mais?

Escola de Educação Financeira para Crianças e Jovens (SP)
http://www.themoneycamp.com.br/

Escola de Empreendedorismo para Crianças e Jovens (RJ)
http://www.zeltzer.com.br/

Palestras, Cursos e Orientações sobre Empreendedorismo:
http://www.endeavor.org.br/
educacao.sebrae.com.br
juniorachievement.org.br (nas escolas)