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segunda-feira, 9 de maio de 2011

A Escola Frente à Mídia

Imagem: dreamstime.com


O problema de ontem continua hoje. Vamos voltar à reflexão.

Como a escola pode ajudar as crianças frente à TV? Como educar a leitura que elas fazem da TV?

O primeiro passo é, sem dúvida, conhecer os programas a que elas mais se apegam. Estudar-lhes as características e os aspectos que mais as impressionam.

Proibir, simplesmente, não é o caminho. A proibição só vai aguçar a curiosidade, a vontade de assistir-lhes. Ao proibir, é preciso explicar as razões. Manter com as crianças uma aprendizagem crítica, uma aprendizagem do pensamento divergente. Ensinar a criança a questionar, a duvidar, a encontrar outras saídas, diferentes das apresentadas no filme. Duvidar do que se vê é um bom exercício mental, dizem os psicólogos. A atitude reflexiva favorece a elaboração de exercícios mentais, que a criança pode exercitar ao assistir aos filmes, aos desenhos.

Uma boa estratégia é encaminhar a criança para uma esclarecida interpretação. Professor e aluno raciocinando juntos, a criança sendo encaminhada à ponderação, a exaltar ações que conduzem ao amor, ao bem.

Uma outra preocupação dos pais e dos professores é com os jogos eletrônicos. Até que ponto os videogames viciam e o que fazer? Especialistas da área de tecnologia dizem que a escolha dos jogos não pode ser aleatória. Eles devem ser relacionados segundo as características de cada criança, considerando, também, os aspectos socioculturais , educativos e psicológicos.

Os videogames têm seu lado positivo e negativo. É uma questão de regra e limites, que vale para o videogame, a TV, o computador, a Internet. Crianças que jogam de forma compulsiva sofrem os malefícios decorrentes, como sua exclusão do convívio social, o descumprimento de suas obrigações, dos efeitos colaterais orgânicos, como irritação dos olhos, excitação, insônia, principalmente quando os jogos são muito violentos.

Com horário e disciplina, os jogos podem trazer benefícios. Confirmam os especialistas que videogames e jogos para computador são excelentes para o desenvolvimento cognitivo. Desenvolvem a percepção, a memória visual e auditiva, a rapidez, o raciocínio, a capacidade de solucionar problemas e, até mesmo, a socialização, quando jogados via Internet.

Em tudo, não há modelo único de educação. Vai depender de cada criança. As regras e os limites devem ser passados dentro dos conceitos éticos, morais, culturais de cada sociedade, de cada família. O importante é conhecer a criança que se tem à frente para ser educada e agir de acordo com cada caso. Para impor limite aos videogames, ao computador, estuda-se a melhor forma, como programar atividades compartilhadas, passeios, esportes, diálogo... Disciplinar os horários, conscientizá-los da hora de estudar, de dormir e de brincar, é imprescindível. Videogame, por exemplo, só depois da lição de casa feita.

Com a finalidade de evitar a violência do jogo, a prática de atos sexuais e desvirtuamento de valores éticos e morais, o Ministério da Justiça definiu a norma de que todos os cartuchos e CDs, de games, tragam, em suas embalagens, um selo de classificação etária.

O Centro de Aprendizagem e Desenvolvimento – CAD --, clínica formada por uma equipe multidisciplinar da capital, explicitou regras úteis para o aconselhamento e à aprendizagem de crianças e de jovens.

Dos 3 aos 7 anos: as regras são externas à criança, que espera que os adultos lhe dêem ordens. Aproveite a fase para fixar bem a rotina e estabelecer hábitos saudáveis;

Dos 7 aos 12 anos: a criança começa a internalizar as regras. Explique os porquês de suas exigências, sem abrir mão delas. Ela espera esse limite do adulto. É uma boa fase para trabalhar direitos e deveres, estabelecer horários das atividades escolares, de lazer e sono;

Dos 12 anos em diante: o jovem já deve ter adquirido autonomia e capacidade de pensar os valores por si mesmo.

Diálogo é essencial. O jovem deve participar da construção e/ou reformulação das regras para poder organizar sua própria vida. Vai exigir coerência dos pais e dos educadores e um compromisso recíproco de respeito às regras.

* Supervisora de ensino aposentada.
(Publicado em julho/2006)

Outras publicações sobre o tema no blog:

domingo, 22 de agosto de 2010

Aprendendo Matemática para a Vida Real

Por que ninguém nos ensina na escola as habilidades básicas que necessitamos para sobreviver?

Por que nossos jovens tem que memorizar informações que eles: 1) Não tem nem idéia de porque estão aprendendo aquilo e 2) raramente necessitarão daquelas informações quando estiverem na grande aventura da vida por eles mesmos?

Esta é uma das perguntas que não querem calar para mim, pelo menos. Por que todas as coisas as quais realmente necessitamos aprender são deixadas de lado para que somente aprendamos acidentalmente, por erro e acerto ou que são passadas por familiares ou amigos, se tivermos esta sorte.

Por que é preciso criar projetos de leis, ter que passar por aprovações, criar leis para tornar a matéria "educação econômica" obrigatória, se parece uma coisa tão óbvia a todos os que conversamos?

Vai entender...

O NOVO PARADIGMA DA MATEMÁTICA - Aprender Matemática através do dinheiro

Ensinando Matemática

Em outras palavras: e se ensinássemos adição, subtração, divisão e percentuais e tudo o mais que envolve as funções matemáticas associadas ao dinheiro, conversando, em um primeiro momento sobre o que é o dinheiro. A matemática com certeza se tornaria apenas uma forma de aprender como lidamos com o dinheiro.
Desta forma, a matéria se tornaria mais interessante aos alunos...eles compreenderiam PORQUE estão aprendendo matemática!

Uma vez passados os conceitos básicos, poderiam ser introduzidas planilhas e depois avaliações de ganhos no mercado de ações e a miríade de equações matemáticas que são utilizadas para entender o significado do dinheiro em um negócio.

Um dos meios mais eficazes de ensinar matemática aos jovens é através do dinheiro, uma vez que o dinheiro é palpável e permite que eles visualizem quantidades associadas a representação abstrata dos números.
Desnecessário dizer que aprender matemática contando dinheiro tem aplicação prática e pode ser bem motivador.

AGORA estamos aprendendo MATEMÁTICA de verdade!

Então, da próxima vez que seus filhos vierem com uma situação matemática para ser solucionada, transforme-a em uma situação relacionada ao dinheiro e veja quão rápido eles a solucionarão, já que isto fará sentido na vida deles.

Somente algo para reflexão…

Fonte: http://creativewealthintl.org/cwi-blog/ ( The Money Camp Intl)