sábado, 27 de março de 2010

Você vem pensando em como deixar um filho melhor para o planeta?

Imagem: Getty Images


Este é um texto que circula pela internet.
Um caso real que talvez já tenha acontecido com você, porém, a colocação aqui é a preocupação com o ensino no Brasil de uma forma geral.
Não importa a classe social, a relação pais-escola anda meio "esquecida".
Há pais que julgam que a escola é responsável pela educação e formação integral de seus filhos e escolas que veem  suas crianças como números e não querem levar situações que possam desagradar aos pais.
Não estou aqui generalizando, mas é algo a se refletir já que o futuro de nossos filhos depende da educação e, portanto, deve ser realizada como em uma via de duas mãos. 
Este transcrito é somente parte do texto que foi publicado pela Folha Dirigida.

Caso tenha interesse da matéria na íntegra, envie-nos um email para atendimento@themoneycamp.com.br e encaminharemos o arquivo.

Fonte: Folha Dirigida, 25/03/2010 - Rio de Janeiro RJ

Relato virtual; degradação real
Um relato virtual de uma degradação real
Lygia Freitas

Educassão" ...por Profª Antonia Fr. É minha gente, é daí pra pior. A Evolução da Educação. Antigamente se ensinava e cobrava tabuada, caligrafia, redação, datilografia... Havia aulas de Educação Física, Moral e Cívica, Práticas Agrícolas, Práticas Industriais e cantava-se o Hino Nacional, hasteando a Bandeira Nacional antes de iniciar as aulas.. Leiam relato de uma Professora de Matemática: Semana passada comprei um produto que custou R$ 15,80. Dei à balconista R$ 20,00 e peguei na minha bolsa 80 centavos, para evitar receber ainda mais moedas. A balconista pegou o dinheiro e ficou olhando para a máquina registradora, aparentemente sem saber o que fazer. Tentei explicar que ela tinha que me dar 5,00 reais de troco, mas ela não se convenceu e chamou o gerente para ajudá-la. Ficou com lágrimas nos olhos enquanto o gerente tentava explicar e ela aparentemente continuava sem entender. Por que estou contando isso? Porque me dei conta da evolução do ensino de matemática desde 1950, que foi assim:

1. Ensino de matemática em 1950: Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda. Qual é o lucro?

2. Ensino de matemática em 1970: Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda ou R$ 80,00. Qual é o lucro?

3. Ensino de matemática em 1980: Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$ 80,00. Qual é o lucro?

4. Ensino de matemática em 1990: Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$ 80,00. Escolha a resposta certa, que indica o lucro: ( )R$ 20,00 ( )R$ 40,00 ( )R$ 60,00 ( )R$ 80,00 ( )R$ 100,00

5. Ensino de matemática em 2000: Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$ 80,00. O lucro é de R$ 20,00. Está certo? ( )SIM ( ) NÃO

6. Ensino de matemática em 2009: Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$ 80,00. Se você souber ler coloque um X no R$ 20,00. ( )R$ 20,00 ( )R$ 40,00 ( )R$ 60,00 ( )R$ 80,00 ( )R$ 100,00

7. Em 2010 vai ser assim: Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$ 80,00. Se você souber ler coloque um X no R$ 20,00. (Se você é afro descendente, especial, indígena ou de qualquer outra minoria social não precisa responder) ( )R$ 20,00 ( )R$ 40,00 ( )R$ 60,00 ( )R$ 80,00 ( )R$ 100,00.

E se um moleque resolve pichar a sala de aula e a professora faz com que ele pinte a sala novamente, os pais ficam enfurecidos pois a professora provocou traumas na criança. Essa pergunta foi vencedora em um congresso sobre vida sustentável. "Todo mundo 'pensando' em deixar um planeta melhor para nossos filhos... Quando é que 'pensarão' em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"

Reflita.


Deixo a indicação de um livro de autoria de Tania Zagury - " Escola sem conflito; parceria com os pais" e um link http://www.hfrp.org/ para ver que a educação acontece melhor quando famílias, alunos e escola trabalham juntas.

domingo, 21 de março de 2010

Estar quebrado é uma situação de vida temporária.


Desde que você queira.
Sim.
Ninguém gosta de parecer estar quebrado.

Estar quebrado é admitir que se está em uma condição financeira precária, que não sabemos administrar nosso dinheiro, que gastamos com coisas que poderiam ter esperado um pouco mais, mas....o que já está feito, está feito.

O único jeito é admitir a si mesmo a quebra e que VOCÊ não quer mais viver assim e adotar um novo hábito financeiro.

Há uma definição da palavra " status" que chega a ser até engraçada, mas que representa bem a " pobreza de espírito" das pessoas que se encontram quebradas, se não, falidas pessoalmente.



" Status é você ter coisas que você nem quer, adquiridas com dinheiro que você não tem, para mostrar a pessoas que você nem se importa, algo que você não é."



Ora, veja bem, não há mal nenhum em querer ter algum " status", desde que isso não te quebre, já que não adianta ter coisas que te dão um certo " status", mas que te deixem falidas.

Infelizmente isto acontece mais do que imaginamos.

"No mês de fevereiro, os consumidores entre 30 e 39 anos lideraram os registros de inadimplentes no SPC, com 26,64% das inclusões. Em seguida, ficaram os clientes com idade de 40 a 49 anos (21,31%), de 50 a 64 anos (16,97%), de 25 a 29 anos (13,47%) e de 18 a 24 (13,3%). As pessoas com idade acima de 65 anos tiveram o menor percentual de registros, de 6,38%.
No confronto por gênero, as mulheres foram responsáveis por 54,5% das inclusões, enquanto os homens responderam por 45,5%." Fonte: InfoMoney 10/03/2010

O fato de sermos bombardeados por propagandas que nos fazem crer que para sermos aceitos em um determinado grupo social devemos vestir isso ou aquilo, ter isto ou aquilo, não precisa - e nem quer dizer - que precisamos ter aquilo a qualquer custo, a ponto de ficarmos falidos.

Se você acredita que o endividamento é a única forma para você conseguir ter algo, dificilmente você conseguirá deixar a linha de quebra e passará o resto de seus dias se lamentando como conseguirá sair dessa situação financeira precária: trabalhando somente para pagar dívidas.

Você é um ser racional (seu cérebro está acima do seu coração), portanto, deveria ter o bom senso para analisar sua vida financeira antes de entrar em novas dívidas.

Encontre um plano estratégico para sair ( e sair logo) dos crediários realizados, das dívidas com cartões, de limites e empréstimos bancários (nossa taxa de juros ainda é uma das mais altas do mundo!!!) e fuja das tentações de consumo do tipo " compre hoje e comece a pagar em ....", das promessas dos X vezes sem juros, CASO você queira deixar o Hall of Fame dos que possuem bens materiais mas que estão quebrados, falidos.

É bem verdade que ALGUMAS pessoas poderão até observar sua roupa de marca, o modelo de seu carro, mas NINGUÉM, estará preocupado se aquilo estará lhe levando à sua falência pessoal. Poderão olhar, achar legal e pronto. A quebradeira é responsabilidade SUA.

Desperte o seu bom senso.

Planeje-se até para adquirir "coisas" materiais que te façam sentir feliz, sem que isto te deixe louco, quebrado à beira da falência pessoal.

"Estar quebrado é uma condição de vida temporária. Ser pobre é um estado de espírito." (Robert Kiyosaki - autor best seller da série Pai Rico, Pai Pobre)


quinta-feira, 18 de março de 2010

Que tipo de pessoas são as pessoas felizes?

O que é felicidade para você?

Costumamos fazer esta pergunta às nossas crianças e recebemos respostas das mais variadas: é ter muito dinheiro, é ter uma Ferrari, um barco, é poder ter um cachorro, é ter um DSi, é conhecer a Disney, é não ver meus pais discutirem, é tirar boas notas, é meu pai voltar a morar em casa, é ser uma família unida, é quando minha mãe fica em casa comigo brincando, comer chocolate fora de hora, é encontrar minha prima nas férias, etc etc etc.
Ou seja, felicidade, como todos os nossos sonhos, é pessoal, um estado de espírito e não está necessariamente atrelada ao dinheiro.

Que tipo de pessoas, então, são as pessoas felizes? As que tem mais dinheiro ou as que tem menos dinheiro?
Não importa. As pessoas felizes, são as pessoas que se sentem felizes, independentemente da quantia de dinheiro ou do estilo de vida que elas tenham ou levem. 

Prova disso, como você poderá conferir na matéria abaixo, há quem seja multimilionário e, ainda assim, não consiga se sentir feliz.

É loucura???? Depende.
Depende do que te move a se sentir feliz.


Milionário doa fortuna que o fez infeliz

Mais um exemplo da estranha associação que algumas pessoas insistem em fazer entre “dinheiro” e “felicidade”…


Publicado no jornal “The Daily Telegraph” em 08/02/2010
Por: Henry Samuel


Tradução de: André Massaro (www.moneyfit.com.br)

Karl Rabader, 47, um homem de negócios de Telfs, na Áustria, está em vias de vender sua luxuosa mansão de mais de mil metros quadrados com lago, sauna e uma espetacular visão dos Alpes, com valor estimado de 1,4 milhão de libras esterlinas.


Também está à venda sua belíssima casa de campo em Provence, com 17 hectares próximos à costa, por 613 mil libras. Já foram vendidos sua coleção de seis paragliders por 350 mil libras e um automóvel Audi A8 no valor de 44 mil libras.


O Sr. Rabader também se desfez de seu negócio de decoração e acessórios para casa – que fazia de vasos a flores artificiais – responsável por sua fortuna.
“Minha idéia é não deixar nada. Absolutamente nada.” Disse ele ao The Daily Telegraph. “Dinheiro é contraproducente – ele impede que a felicidade chegue a nós.”


Para isso, ele irá se mudar de seu luxuoso refúgio alpino para uma cabana nas montanhas ou um simples “kitchenette” em Innsbruck.


“Por muito tempo eu acreditei que mais riqueza e luxo significavam mais felicidade,” disse ele. “Eu venho de uma família muito pobre onde a regra eram trabalhar duro para conseguir mais bens materiais, e eu segui essa regra por muitos anos,” diz o Sr. Rabeder.
Mas com o tempo, ele acabou desenvolvendo uma outra sensação conflitante.


“Mais e mais eu ouvia as palavras: ‘Pare o que você está fazendo agora mesmo – todo esse luxo e consumismo – e comece sua verdadeira vida,” disse ele. “Eu tinha a sensação que estava trabalhando como um escravo por coisas que eu não desejava nem precisava. E tenho a sensação de que muitas pessoas estão se questionando a mesma coisa.”


No entanto, por muitos anos ele afirma que não foi suficientemente “corajoso” para desistir de todas as benesses de sua confortável existência.


O ápice veio quando ele estava em férias de três semanas com sua esposa em ilhas do Havaí.


“Foi o maior choque de minha vida quando eu percebi o quão horrível, vazio e desprovido de sentimentos era o estilo de vida luxuoso,” disse ele. “Nessas três semanas, nós gastamos todo o dinheiro que alguém é capaz de gastar. Mas ao mesmo tempo, tínhamos a sensação de não termos encontrado uma única pessoa verdadeira – que éramos todos atores. Os funcionários e atendentes faziam o papel de serem amigáveis e atenciosos, os hóspedes faziam o papel de pessoas importantes, e ninguém era real.”


Ele teve pensamentos de culpa semelhantes durante viagens para a América do Sul e a África para voar de paraglider. “Eu tinha uma crescente sensação de que havia uma conexão entre a nossa riqueza e a pobreza deles,” disse ele.


Subitamente, ele percebeu que “se não fizesse agora, não faria pelo resto da vida.”


O sr. Rabeder decidiu “rifar” sua casa nos Alpes, vendendo 21.999 rifas ao valor de 87 libras cada. A casa em Provence está atualmente à venda com um corretor de imóveis local.


Todo seu dinheiro será doado para instituições de caridade que fazem microcrédito, que oferecem pequenos empréstimos na América Latina e conduzem trabalhos de apoio para trabalhadores autônomos em l Salvador, Honduras, Bolivia, Peru, Argentina e Chile.


Desde que vendeu seus bens, o sr. Rabader diz que se sente “livre, leve e solto”.


Mas ele afirma que não julga as pessoas que optam por manter sua riqueza. “Eu não tenho o direito de dar palpites a quem quer que seja. Eu estava apenas ouvindo à voz em meu coração e minha alma.”


Seja feliz. Simplesmente.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Eu Sei o que Você fez com Seu Cartão de Crédito no Verão Passado

Não. Não é filme de terror. Aliás, a matéria abaixo estaria mais para a linha de ficção do tipo  "Minority Report - A Nova Lei" , mas...pasmem: já é real.
Foi a matéria da Revista Super Interessante de Março de
2010 sob o tema:

Foto filme " Eu, Robô"

Cartão de crédito: ele sabe mais de você do que você pensa.

Matéria Original: revista Super Interessante - Março de 2010
Adaptada e comentada por: Antonio Fernando De Julio - Instrutor MoneyFit


Entre o digitar do valor da sua compra, sua senha e a frase “transação aceita – Retire o seu cartão”, acontecem mais coisas do que você imagina durante uma simples compra com o seu cartão de crédito. Uma bateria de computadores checa várias informações como: valor da compra, local, intervalo entre uma compra e outra e o tipo de estabelecimento. Tudo isso para saber se é você mesmo quem está comprando. O único problema é que essas regras são estáticas e não conseguem acompanhar a evolução dos golpes.


Mas seus problemas acabaram! Estão entrando em campo as redes neurais. São programas de computador que conseguem “aprender sozinhos”. Eles analisam as próprias decisões e são capazes de inventar critérios próprios de julgamento. Enquanto você espera a famosa frase aparecer no visor, tem um robô pensando a respeito. O problema é: ele sabe mais de você do que você pensa...

Esses robôs podem aprender muito sobre os seus hábitos de consumo, teoricamente, para o seu bem e para evitar que o ser cartão de crédito seja clonado. Eles sabem qual é a sua comida preferida (e até os restaurantes que você mais frequenta), se você tem um bicho de estimação, se alguém da sua família vai se casar (gastos com aluguel de roupas, flores...), se você usa ou vai usar óculos e por aí vai. As empresas dizem que não tem acesso ao nome dos consumidores – informação que fica no banco onde a pessoa tem conta, que só tem as informações que estão no recibo. Mas isso já basta. Para se ter uma idéia, só o computador central da MasterCard nos EUA armazena 652 mil gigabytes de dados.


Segundo o economista americano Ian Ayres, eles tem como saber, com dois anos de antecedência, se você vai se divorciar. A Visa já usa esses critérios para evitar atrasos de pagamento. Ayres não revela como faz isso, mas a informação foi confirmada pela Google, que tem um banco de dados similar em monstruosidade. “O grau de acerto é de 98%”, diz Marissa Mayer, vice-presidente da empresa. “Eles vêem isso pelo padrão de suas compras”.

As empresas negam, mas alguns critérios vazam. Se você muda de supermercado, pode ser porque está com problemas financeiros. A AMEX rebaixou o limite de compras de seus clientes que começaram a freqüentar o Wal-Mart, porque para os padrões americanos, comprar nessa rede significa queda no padrão de vida. (imagino eu que compro peças de computador na Santa Ifigênia então...) Essa medida fez o índice de inadimplência baixar de 4,9% para 4,4% (cada 1% representa US$ 10 BILHÔES economizados pelas empresas). A dívida com cartões nos EUA chega a US$ 972 bilhões, mais da metade do PIB brasileiro.

Com a crise global e o risco de calotes, cresce o uso das redes neurais. Isso levou a algumas conclusões estranhas (fazer terapia ou freqüentar um tipo de bar pode fazer seu limite ser reduzido). Um executivo americano teve seu limite de crédito reduzido de US$ 10 mil para US$ 3 mil depois que fez uma viagem para a Jamaica (que for para a Copa do Mundo na África que se prepare).

As operadoras não se importam se você não paga em dia. Em 2005 enviaram pelo correio 10,2 bilhões de cartões de crédito não solicitados. 40% do que elas faturam vem de juros e multas.

O cartão engana nosso cérebro. “Parece que você não está gastando”, diz o neuroeconomista George Loewenstein, da Universidade Carnegie Mellon.

O negócio é fazer força para se controlar e não gastar mais do que deve, mas é uma luta complicada. Seu cartão sabe do que você gosta e as empresas de marketing não vão te dar sossego...
 
Fonte: Revista Super Interessantes - março 2010
adaptada para http://www.moneyfit.com.br/blog.php

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

A Marca e O Verdadeiro Preço das Coisas

Tênis de marca com super poderes,  roupas de grifes que te deixam uma verdadeira top model, musa inspiradora, deusa grega, mulher referência de marca famosa, bolsas de grife, sapatos com todo o tipo de salto última moda (há mulheres que são verdadeiras centopéias), cremes super mega hialualgumacoisa.

Ao visualizarmos as propagandas, somos pegos " sonhando' quase inconscientes em frente a telinha - eu mesma compraria fácil aquela cafeteria caseira se tivesse certeza de que o George Clooney apareceria para um café - quando vemos nossos objetos de ....DESEJOS quase saltando da televisão.

Primeiramente, devemos entender o que é uma marca:

"Uma Marca é determinada por um nome escrito, uma palavra com certo significado, uma imagem que a simbolize e até mesmo por um desenho, mas também pode beneficiar-se de todos estes atributos, que, quando unidos, podem fortalecer a imagem desejada pelo profissional de Marketing na mente do consumidor e seja facilmente reconhecida e lembrada diante dos concorrentes, as cores também influenciam esta presença, que pode durar anos e até mesmo estar presente durante toda a vida de um consumidor. (...)
(...) Muitas Marcas, normalmente as melhores do mercado, trazem consigo a garantia de qualidade, mas pode-se perceber que uma Marca é um símbolo muito mais complexo, chegando até os 6 níveis de significado:

1.Atributos: neste ponto a Marca traz à mente do consumidor algumas características: um automóvel de luxo bem construído, com boa engenharia, duráveis e de alto prestígio;

2.Benefícios: os atributos devem ser traduzidos em benefícios emocionais e funcionais, como a durabilidade de um bem e a não necessidade de adquirir outro por um determinado tempo;

3.Valores: o Valor não é o monetário, mas sim o que simboliza na mente do consumidor e representa em termos éticos da empresa para com o consumidor;


4.Cultura: aqui há muito mais do que um simples fator, é o ponto onde o “nascimento” da Marca significa muito mais do que a existência do produto, a cultura de onde vem o produto deixa muito claro a expectativa do consumidor e gera satisfação ao entregar o que têm em seu significado;

5.Personalidade: neste quesito, com a vida ganha pelo produto, a Marca projeta uma personalidade, como poder, dedicação, perfeição, força etc.;


6.Usuário: aqui há a definição de qual é o público-alvo ou consumidor do produto, deixando bem clara a Segmentação feita pela empresa. "
Fonte: KOTLER, Philip. Administração de Marketing, São Paulo, 10ª Edição, 2004

Outro dia, em uma entrevista em um desses canais de tv a cabo sobre botox, cremes, preenchimento de linhas e etc, ouvi uma dermatologista americana dizer que "se existisse um creme antiidade que realmente fizesse aquilo que promete, não haveria necessidade de criar tantos outros cremes para a mesma finalidade."

(glup) Não é louco e verdadeiro ?
Quantos cremes diurnos, noturnos, com FPS, sem FPS, para a região dos olhos, para o pescoço e colo, para redução de medidas, para firmar a pele você tem ?

Outro dia em uma destas grandes farmácias, um senhor falava ao celular irritadíssimo para a esposa: " Você não acha que está exagerando? Peguei os cremes que você pediu e 2 deles servem para a mesma coisa, mas são de marcas diferentes. Você tem certeza que é isto mesmo?". Desligou o telefone e, antes de desembolsar quase R$ 600,00 em cremes para a esposa, virou-se e disse: " Todo mês ela muda de cremes que são para a mesma coisa. Eu já nem sei mais quantos cremes ela tem e não estou seguro de que isto funcione."

Como diz Maria Helena Pires Martins em seu livro " O Prazer das Compras": " uma das características do consumismo moderno é a insaciabilidade" e, ao que parece, os profissionais de marketing das empresas sabem disto direitinho.

Por isso, ainda que você tenha a sua lista de objetos de desejos de marca e a-dooo-ra tudo isto, use sua inteligência financeira e se questione antes de comprar: 

1) Preço
2) Qualidade
3) Garantia
4) Se você mudar de idéia, poderá devolver ? (principalmente, se for compras de catálogos ou online)
5) Quanto tempo demorará a estar desatualizado?
6) Esta é uma decisão emocional? POR QUE você quer isso?
7) Qual o PREÇO DO STATUS desse produto?
8) Há a opção de comprar semi novo? (já comprei creme antiidade de amiga com preço bem menor, sem ela ter nem aberto a embalagem) :-O

Não faço apologia a marcas, mas há Outlets bem interessantes espalhados por aí, com até 70% Off.
Surpreenda-se.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Manda quem pode, obedece quem tem juízo

O crédito nunca foi tão fácil.
Acreditar que simplesmente "presentear" filhos com cartão de crédito com limite irá educá-los financeiramente é um ledo engano.
É necessário dar as " instruções" de uso: informar sobre as vantagens e desvantagens, os riscos, acompanhar o uso, informar sobre abusos, mostrar as taxas aplicadas, conversar sobre parcelamento e, principalmente, montar uma planilha de gastos com o cartão.
Querer que tenham responsabilidade e simplesmente "puní-los" pelo mal uso do cartão é só uma forma de criar um vínculo do " aprender pela dor" e todos nós sabemos que não queremos que nossos filhos aprendam desta forma.
Antes de presentear seu filho com um cartão de débito ou crédito ou múltiplo, é melhor educá-lo financeiramente



Matéria Jornal Diário de Pernambuco

Mesada mais moderna para adolescentes

Bancos apostam em produtos voltados ao público teen, como conta e cartão de crédito e débito para atrair cliente mais jovem

Mirella Falcão

mirellafalcao.pe@dabr.com.br


Com o dinheiro de plástico tomando lugar das cédulas, a mesada dos adolescentes também precisa se modernizar. De olho nesse filão, os bancos estão apostando em produtos, como contas teens e cartões mesada, para os filhos de correntistas com idade acima de 12 anos. Os pais que optam pelo serviço acreditam que, ao contrário de gerar futuros endividados, o contato desde cedo com o cartão de crédito ou débito pode ser um instrumento de educação financeira, desde que sejam impostos limites aos filhos.

Laís Fernandes, 17 anos, acha mais prático e seguro usar o cartão mesada para seus gastos que receber em dinheiro
Há três anos, a artista plástica Tereza Lyra, 48 anos, e o agrônomo Jairon Fernandes, 51 anos, decidiram dar um cartão mesada às filhas Laís, 17 anos, e Laura, 21. "A tendência hoje é cada vez mais fazer o pagamento com o cartão do que com o dinheiro e é bom que elas se habituem com isso", afirma a mãe. A filha Laís aprova a ideia. "É mais prático do que ficar carregando dinheiro e mais seguro também. Se a gente perder, basta cancelar", comenta ela. O cartão mesada é usadobasicamente em cinemas, lanchonetes, lojas de roupa e salões de beleza. "É bom porque não precisa ficar pedindo dinheiro para os pais o tempo todo. Só tenho que calcular bem os gastos, dentro do meu limite", diz.

O cartão, que é da Caixa, permite que os pais acompanhem os gastos dos filhos pela internet. O cartão mesada é diferente de um cartão dependente, que só pode ser emitido para maiores de idade. "O dependente também divide o limite de crédito com o titular. No cartão mesada, o titular pode estabelecer um limite mensal de no máximo R$ 500, que é abatido do crédito disponível para o cartão principal", diz José Carlos Sá Leitão, gerente regional da Caixa.

Serviço semelhante tem o Itaú, que oferece um cartão mesada com o nome de Black Star. Já o HSBC permite que a mesada seja através de um plástico emitido no nome do adolescente para débito direto nas contas dos pais, que podem estabelecer um limite diário de saque de até R$ 10. Há ainda a opção de contas teens, que recebem por mês uma quantia preestabelecida debitada das contas dos pais. No Banco do Brasil, o serviço é chamado de Mesada Programada para a Conta Jovem.

Na Caixa, isso seria possível através da abertura de uma poupança de livre movimentação, mas só vale para adolescentes acima de 14 anos. O Bradesco explora o mundo teen através da Click Conta, que possui até um site específico para lidar com esse público (www.clickconta.com.br). O produto é também uma poupança de livre movimentação com a transferência programada da conta dos pais. Clientes acima de 16 anos, além dos cartão de débito, têm direito a dez folhas de cheque por mês.

A opção da mesada eletrônica é bem vista pela economista e professora da Universidade Federal de Pernambuco, Tatiane Menezes. "É uma maneira de ensinar o jovem a administrar esse dinheiro que está no banco", afirma. Mas é preciso criar um limite de gastos e respeitá-lo. "Se o jovem gastou todo o limite o pai não deve fazer mais depósitos". É o que faz a família de Laís, que recebe R$ 100 por mês para gastar. "Nas férias, aumentamos para R$ 150. Mas queremos que elas tenham responsabilidade", comenta Jairon.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

A Vida é um Projeto do tipo FAÇA VOCÊ MESMO



Se você espera que sua vida se resuma a boas notas, boa faculdade, bom emprego e boa aposentadoria...Esqueça. É bem provável que você veja seu estilo de vida ter que ser baixado drasticamente se você não tiver um plano B enquanto é cedo.
Os governos mundiais já não conseguem pagar aos aposentados o que lhes é merecido há alguns anos. Imagine quando VOCÊ chegar lá.
VOCÊ - e somente VOCÊ  - poderá construir seus sonhos e torná-los realidade. NINGUÉM mais poderá fazer isto no seu lugar.
O projeto da SUA vida depende única e exclusivamente de VOCÊ.
Você quer ser o arquiteto ou o bombeiro da SUA própria vida?

Reflita.

Um velho carpinteiro estava para se aposentar. Ele contou a seu chefe os seus planos de largar o serviço de carpintaria e de construção de casas e viver uma vida mais calma com sua família. Claro que ele sentiria falta do pagamento mensal, mas ele necessitava da aposentadoria.


O dono da empresa sentiu em saber que perderia um de seus melhores empregados e pediu a ele que construísse uma ultima casa como um favor especial. O carpinteiro consentiu, mas com o tempo era fácil ver que seus pensamentos e seu coração não estavam no trabalho. Ele não se empenhou no serviço e se utilizou de mão de obra e matérias primas de qualidade inferior.

Foi uma maneira lamentável de encerrar sua carreira.

Quando o carpinteiro terminou seu trabalho, o construtor veio inspecionar a casa e entregou a chave da porta ao carpinteiro. “Esta é a sua casa”, ele disse, “meu presente a você.”

Que choque! Que vergonha! Se ele soubesse que estava construindo sua própria casa, teria feito completamente diferente, não teria sido tão relaxado. Agora ele teria de morar numa casa feita de qualquer maneira.

Assim acontece conosco. Nos construímos nossas vidas de maneira distraída, reagindo mais que agindo, desejando colocar menos do que o melhor.

Nos assuntos importantes nos não empenhamos nosso melhor esforço. Então, em choque, nos olhamos para a situação que criamos e vemos que estamos morando na casa que construímos. Se soubéssemos disso, teríamos feito diferente.

Pense em você como o carpinteiro. Pense sobre sua casa. Cada dia você martela um prego novo, coloca uma armação ou levanta uma parede. Construa sabiamente. É a única vida que você construirá. Mesmo que você tenha somente mais um dia de vida, este dia merece ser vivido graciosamente e com dignidade.

A placa na parede está escrito: “A vida é um projeto de faça você mesmo.”

Quem poderia dizer isso mais claramente? Sua vida de hoje é o resultado de suas atitudes e escolhas feitas no passado. Sua vida de amanhã será o resultado de suas atitudes e escolhas que fizer hoje.

Autor Desconhecido

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Tudo é mais simples quando se é mais jovem

post de Ramit Sethi - autor best-seller do livro " I will Teach you to Be Rich"
, co-fundador do PBwiki e graduado pela Stanford

Eu não poderia deixar de transmitir estas palavras do  Ramit e que nós da Creative Wealth International (Money Camp no Brasil), modéstia à parte, realizamos tão bem: transmitir o conhecimento financeiro que crianças e jovens necessitam para realizarem escolhas financeiras inteligentes na vida adulta.




Toda vez que ouço alguém dizer " Eu sou muito ocupado" para fazer alguma coisa, um bicho de estimação morre e eu mesmo tenho vontade de fincar um kataná (sabre longo japonês) nos meus olhos. Eu acho que as pessoas não tem idéia do que elas podem realizar agora. Enquanto jovens, temos apenas responsabilidades conosco e podemos fazer praticamente qualquer coisa que a gente queira. Se você pensar sobre as responsabilidades que terá daqui a 20 anos - ou mesmo em 5 - você vai começar a gostar de saber que poder fazer quase tudo agora é mais fácil do que depois.

9 exemplos:

Economizar dinheiro é mais fácil quando se é mais novo. Se você acha que não consegue poupar 25% ou mais do que você ganha hoje, pense nesta situação: você não tem que gastar com ninguém mais a não ser com você mesmo e, enquanto seu salário aumenta, suas despesas continuarão as mesmas, desde que você inicie hábitos corretos agora. Vamos pensar nas despesas que você terá que assumir daqui a alguns anos: seguro, casa própria, seguro da casa, reformas, um carro, seguro de carro, manutenção do carro, seguro saúde, férias, doação, presentes de casamento, presentes de aniversário, viagens de formatura, babá, fraldas, leite especial para bebê, atividades esportivas para crianças e, finalmente, despesas inesperadas. Como escreveu Chris Yeh, " Esta manhã, calculei nossas despesas mensais e descobri que elas são cerca de 10 vezes maiores do que quando minha esposa e eu éramos solteiros vivendo por nossa própria conta.” Se você pensar que você será capaz de poupar mais no futuro do que hoje, você está no mínimo maluco. Leia meu site, leia outros sites, comece um planejamento e inicie um caminho.


Exercitar-se. Sendo jovens, estamos na nossa melhor forma natural. As pessoas praticam cooper no quarteirão próximo a minha casa  e, quando eu vou, vejo pessoas de mais idade suando feito o Patrick Ewing* depois de uma única volta. Eu mesmo ultrapasso esses senhores de 72 anos de idade várias vezes. Tudo é mais simples quando se é mais novo.

Comer em restaurantes fast food**. Como dizem os conhecedores da ciência, quando somos mais jovens nosso metabolismo também nos permite comer estas maravilhas engorduradas, a mais deliciosa comida da terra, sem que isto nos cause grandes transtornos Então, talvez não devessemos nos sentir tão culpados ao comer aqueles "saborosos" sanduíches dos restaurantes fast food.

Iniciar seu próprio negócio. Eis os motivos mais comuns que as pessoas se justificam por não iniciarem um negócio próprio enquanto são novas e que me deixam feliz em saber que eu não sou um dragão (meu suspiro poderia consumí-las): “ Eu vou esperar ter um pouco mais de dinheiro” ou “ Eu primeiro tenho que aprender mais antes de fazer isso.” Então, a maioria das pessoas não irá iniciar seu negócio próprio e isto é perfeitamente compreensível, mas, para aqueles que querem começar, não há nada melhor do que aprender, fazendo - até porque se você falhar, o que de pior poderá acontecer na sua idade? Você não irá perder sua esposa e filhos. Você vai e se emprega em alguma empresa. Você poderá ir em busca do mundo corporativo. Tornar-se empreendedor depois, vai ficando mais e mais difícil.

Eu vivi esta situação quando estava me formando na Universidade: a empresa Google me fez uma proposta dos sonhos de qualquer formando, minha posição dentro da empresa seria perfeita para o momento e as pessoas que trabalham lá são realmente inteligentes, a refeição é maravilhosa, mas eu decidi iniciar o meu caminho (na PBwiki) porque eu tenho tempo para  retomar o mundo corporativo, caso seja meu desejo. O pessoal da Google deu um super apoio.


Passar o tempo com os amigos. É mais fácil sair com os amigos agora do que no futuro. Por que? Porque de um modo geral, vivemos na mesma localidade, temos estilos de vida parecidos e, praticamente, só temos responsabilidades conosco mesmo. “Mas Ramit,” você poderá dizer, “a maior parte dos meus amigos moram distantes.” Mesmo que eles morem do outro lado do país, nós temos tão poucas responsabilidades financeiras que não é difícil pegarmos um trem, avião ou ônibus e atravessar o país para vê-los no final de semana. No meu outro blog ( Things I hate (Coisas que eu Odeio)), eu escrevi sobre as pessoas da faculdade que se casaram simplesmente por namorarem durante os anos da Faculdade. Que erro ! Não são todos os seus amigos que fizeram isto e nem todos estão em relacionamentos tão sérios nesta época. Se você tiver amigos casados, você saberá o que vou dizer: já tentou chamá-los durante os finais de semana para sairem juntos? É quase como uma girafa tentando achar um par de lentes de contato perdidas. Quase impossível. Somos jovens, nossos amigos são jovens e quase todos estão disponíveis para sair.


Fazer seu próprio projeto de vida. Pelo amor de Deus, nós temos mais tempo para realizar coisas agora do que quando formos mais velhos. “Mas Ramit,” você poderá dizer, “Eu trabalho 12 horas por dia, estudo para o meu MBA e ainda construo casas na Guatemala aos finais de semana. Você está falando porcaria.” Vamos cair na real: Nós temos muuuuito tempo que usamos para atividades de lazer – ou assistindo The Hills ( a Heidi me surpreendeu na quarta feira), fazendo ginástica ou seja lá o que for. A questão é, você consegue gerenciar o seu tempo e direcioná-lo para a realização daquilo que você realmente quer para você? Algo que terá impacto na sua vida nos próximos 5, 10, 20 ou 50 anos? A resposta é sim. Pense: em um futuro breve, você estará realmente ocupado e o tempo será curto para planejar sua vida.


Risco, investimento e vida. Vou descrever alguns medos que nós temos sobre pensar em investimento, mas você pode aplicar isto a qualquer área da sua vida.

Não se preocupe tanto em perder dinheiro. Não se preocupe tanto em ter uma alocação de ativos perfeita. Não se preocupe se seus amigos estão ganhando mais dinheiro do que você. Preocupe-se em ainda não ter começado a fazer nada.Em minhas palestras de uma hora, questiono às pessoas da mesma faixa etária que eu, o que aconteceria se perdessemos todo o nosso dinheiro naquele minuto. Após um minuto de inevitáveis suspiros, a maioria das pessoas admitem que não aconteceria nada de muito ruim - além do sentimento péssimo de perder dinheiro. Talvez alguns tenham que voltar a morar com os pais por uns poucos meses, centrar-se novamente e correr atrás do prejuízo. Agora pense o que aconteceria com alguém de 35 anos, casado, 2 filhos e um financiamento de casa própria? Perder parte (ou todo) do dinheiro nesta fase seria catastrófico. Agora imagine se isso acontecesse com você aos 65 anos de idade, aposentado, perder todo o seu dinheiro seria uma questão de vida ou morte.

Obter retornos financeiros mais elevados implica em maior risco. Na sua idade, você é bem mais tolerante a correr riscos - até tem um certo apetite por isso. Se investirmos bem no longo prazo, o tempo atenuará as perdas do curto prazo. Não, não estou dizendo para você perder todo o seu dinheiro. Estou dizendo que você  deve se informar e se educar para começar e, ainda assim, se você deixar uma brecha de medo tomar conta de você com relação a investir dinheiro ou não, tenha certeza de que você estará perdendo os melhores anos de juros compostos trabalhando para você e para o seu dinheiro se transformarem na sua independência financeira.


Encontrar pessoas interessantes. Você não acredita na quantidade de pessoas que querem partilhar conselhos e criarem conexões. Eu as encontro todo o tempo e não é porque eu sou um cara divertido (eu não sou) . Isto acontece porque eu sou jovem e curioso. Presidentes de empresas, Vice Presidentes de empresas, pequenos empresários e professores são muito amigáveis quando se trata de transmitir conhecimento. Acho que isso acontece por conta de 3 fatores: 1) As pessoas adoram falar sobre elas mesmas e eu sou interessado nas estórias de vida dessas pessoas. 2) As pessoas adoram conversar com pessoas mais jovens, seja para partilhar suas experiências ou simplesmente por gostarem de conversar com pessoas mais jovens porque também se sentem aprendendo sobre outros pontos de vista mais atuais. 3) As pessoas adoram saber que as intenções são puras quando você se interessa em saber algo novo como aprendizagem. Quem sabe o que aconteceria se você só perguntasse? No mínimo, iria aprender algo interessante sobre outra pessoa.


Viajar.  Você acha que quando tiver 30 anos você estará no mesmo pique de passar o final de semana em alguma praia, chegar em casa às 5 da manhã e ir trabalhar na segunda feira às 8 hs? Esqueça. Eu não tenho 30 anos, mas não parece que os caras de 30 sofrem de problemas nas juntas  e de incontinência? Brincadeira, espero que eu não tenha problemas assim. De qualquer forma, viajar para passear (ou mesmo morar) é incrivelmente mais simples quando somos mais novos. Para passear, você pega aquelas promoções de empresas aéreas que custam R$ 100,00 ida e volta para qualquer canto do país. Para morar, você escolhe o lugar, arruma um trabalho que pague suas despesas e pronto. Viveu uma aventura. Sem contar o tanto de aprendizagem e cultura que você ganha vivendo em um lugar diferente do seu.


Viver em situações que seus pais abominariam. Quanto mais idade vamos alcançando, vamos ficando mais exigentes com relação ao nosso conforto. Quando viajamos, por exemplo, ficamos em um albergue da juventude e tudo bem. Pessoas depois dos 30 já preferem ficar hospedadas em pousadas mais ajeitadas e confortáveis, depois dos 35 anos, as pessoas querem ficar em hotéis. Na Faculdade, moramos em repúblicas, apertados, compartilhamos banheiros e tudo parece divertido. Nossos pais, por exemplo, medem o tamanho da casa em centenas de metros quadrados e as cozinhas tem " ilhas" (Uma coisa engraçada: se você mora em uma república, observe a cara de alguns pais que chegam para visitar o quarto em que seu filho irá compartilhar e... trazem lençóis de linho da Target ***? Meu Deus!) Tudo bem, o ponto é que vivemos super bem em espaços que, certamente, não iremos querer viver mais quando ficarmos mais velhos. Isto significa que economizar no valor do aluguel vivendo em um lugar mais barato ou dirigir um carro com 10 anos de uso ou apenas pensar que você não precisa de muito…tudo é mais simples quando se é mais novo.


Pense sobre isto.
Este será apenas mais um artigo de blog que você leu e sua vida vai continuar como está ou você poderá pensar em algo concreto, AGORA, que realmente você quer fazer porque é melhor fazer agora porque tudo é mais simples enquanto se é mais novo?


* Patrick Ewing - ex jogador jamaicano astro da NBA e atual assistente técnico do Orlando Magic
** Estudos mostram que o nível ideal  de consumo de alimentos fast food, para evitar problemas de obesidade e colesterol alto, é frequentar estes locais apenas 2 vezes na semana (e quando se é mais novo!)
*** Target - loja de Departamentos americana que vende todos os tipos de produtos de marcas famosas a preços imbatíveis

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

The Sims e a Educação Financeira

Desespero dos pais e verdadeiro vício entre crianças e jovens (e até alguns adultos - hehehe), alguns games são verdadeiros aliados a educação financeira e empreendedora.
Eu, particularmente, resolvi conhecer um pouco mais sobre games e devo confessar, me tornei  " The Sims Affectionated" e descobri um universo de possibilidades dentro da educação financeira e empreendedora das crianças.

Semprei olhei meio desconfiada com relação ao que esses games poderiam proporcionar, além de horas " perdidas" em frente a TV, crianças com olhares fixos em frente a tela, ouvidos praticamente surdos e mãos tão habéis em manejar controles e apertar botões, que eu chegava a ter medo de onde isto poderia levar.
Mesmo com a quantidade de minutos cronometrados, porque acredito ainda na disciplina dos horários, eu tinha a sensação de ser quase invisível naquela hora e meia em que via minha filha totalmente absorta, buscando superar obstáculos e se utilizar de estratégias quase militares para superar, ao final das contas, a si mesma.

Buscando entender o que havia de tão fascinante no mundo dos games que fazia minha filha se " ausentar" durante aquele tempo, procurei entender o que aquilo significava e decidi entrar no mundo dela e entender o sentimento que gira ao redor.
Escolhi um game aleatoriamente e comecei a tentar decifrar onde aquilo me levaria. 
Fiquei surpresa quando me peguei lutando pela própria sobrevivência em um jogo que se chama " The Sims - Náufragos".
Descobri um mundo quase real, cheio de afazeres, trabalho duro, frustrações, recompensas, prazeres, desprazeres e, também, sucesso. Ser bem sucedido em um jogo como este, significa você aprender a  economizar por questão de sobrevivência, compartilhar para poder formar um time com objetivos em comum (neste caso, sair da ilha), criar relacionamentos positivos, melhorar seu status social (sim, você começa sem nada e pode terminar o jogo com uma casa bem confortável para suprir todas as suas necessidades de conforto e confeccionar roupas fashion ).

É verdade que há games muito violentos e não há dúvida que sou favorável ao controle dos games por parte dos pais, principalmente por conta da faixa etária. 
Por achar que um game é só um game, isto não significa que devemos estar menos alertas ao que nossos filhos jogam e veem. Ao contrário, devemos nos aproximar para entender qual a pretensão ou intenção implícita do jogo.
Seria legal se os jogos tivessem classificação indicativa para que os pais pudessem avaliar o conteúdo dentro da faixa etária de seus filhos, como proposto por Silvio Meira, especialista em engenharia para a criação de videogames, “O problema não é se o jogo é violento ou não. O problema é se você consegue separar que o jogo é um jogo e a vida a ser vivida aqui fora, neste mundo de carne e osso, é parte daquilo ou não”, explicou ele, que é também professor de Informática da Universidade Federal de Pernambuco

No caso específico dos games The Sims, fiquei feliz em entender que são situações que fazem refletir sobre a vida real, sobre como fazer dinheiro, como criar relacionamentos positivos, como alcançar objetivos de vida, como ser bem sucedido em várias áreas da vida através de seu próprio esforço.

Aproveito e deixo uma citação de Zebulon Buffet que vale mais para a vida real, mas que até cairia bem como instruções para os games The Sims.

" Tente ser pontual nas suas negociações.
Você terá dificuldades em se entender com certos homens; com estes faça a menor quantidade de negócios..
Proteja seu crédito, pois ele vale mais que dinheiro...
Não tenha tanta pressa de enriquecer...
Quero que você seja capaz de viver e morrer bem."
trecho retirado do livro  Bola de Neve - Warren Buffett e o Negócio da Vida
 
Sucesso no jogo da vida real a todos.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Dinheiro na mão escorrega que nem sabão.


A facilidade de crédito nos dias atuais é uma alegria para aqueles que precisam de dinheiro para suprir desejos e necessidades.



Só que o que deveria ser realmente uma grande alegria pode se transformar em uma terrível dor de cabeça.

Tudo dependerá de como você empregará o dinheiro que está tomando emprestado do banco.

Antes de tomar um empréstimo bancário, faça algumas perguntas e seja honesto nas respostas consigo mesmo:

1) Por que eu quero tomar dinheiro emprestado do banco?
Muitas pessoas tomam dinheiro emprestado para realizar coisas que poderiam ser feitas se economizassem um pouco de dinheiro mensalmente. Pense se não há excessos em seus gastos que poderiam ser diminuídos. Assim, com esta sobra, você conseguirá realizar estas outras coisas.

2) Quanto eu vou ter que pagar de juros de volta ao banco?
No momento de desespero e de vontade de ter dinheiro na mão, poucas pessoas se lembram que ao tomar dinheiro emprestado do banco, terão que devolver mais dinheiro ao banco. Não se esqueça de verificar qual o percentual de juros aplicado.


3) Em quanto tempo eu pretendo devolver este dinheiro?
Se você está tomando dinheiro emprestado é porque não tem dinheiro, certo!?
Nunca queremos acreditar que estamos quebrados, falidos, seja lá qual for o sinônimo, para admitir que estamos sem dinheiro.


Então, lembre-se: se você precisa tomar dinheiro emprestado, você precisará ter um plano infalível para devolver o dinheiro ao banco no dia proposto. Caso contrário, você vai entrar na lista de inadimplência e daí o que adiantou tomar aquele dinheiro emprestado se para sair dela vai ter que pagar ainda mais dinheiro para voltar a ter o nome limpo?


O importante é desenvolver um plano para devolução do dinheiro ao banco no menor prazo possível, mas que caiba no seu bolso. Assim você fica sossegado e livre da dívida o quanto antes.

Ah, e não fique na tentação de pegar um dinheiro para reserva porque todos nós sabemos que, a não ser que você seja extremamente controlado (o que para quem vai tomar dinheiro emprestado de banco não é o caso), dinheiro na mão escorrega que nem sabão.


Uma das principais regras de educação financeira:
Só tome dinheiro emprestado se isto te trouxer mais dinheiro. (expandir um negócio próprio, dar início a um negócio, saldar uma outra dívida cujo juros são maiores do que aquela nova dívida, etc).


Pense.
Todos nós somos dotados de inteligência financeira. Basta colocar em uso a seu favor.

Abraços e sucesso financeiro em 2010.

sábado, 23 de janeiro de 2010

Material escolar e Educação Financeira


Fim das férias.
O ano recomeça de verdade quando voltamos à casa e desarrumamos as malas.
Neste momento, temos a nítida certeza de que o ano recomeçou.
Aí, vem outras preocupações: material escolar, uniforme das crianças, transporte escolar, lanche.

Putz! Tudo de novo.

A escola da minha filha tem um convênio com uma livraria que fica de plantão na escola e você compra tudo de uma vez e não precisa se preocupar se vai faltar alguma coisa, mas, sim, eu descobri que faltava uma coisa: um preço melhorzinho.
Como a gente acaba nunca tendo muito tempo, acaba comprando lá mesmo para agilizar a vida e, claro, acabamos pagando mais caro pela comodidade.
Comecei a calcular os preços e quase tive uma síncope.
Por mais que tenhamos estimado e reservado o valor para a aquisição do material (que diga-se de passagem é um " chute"), pensei que não custava dar uma espiadinha por aí e comparar o preço dos livros.
WOW! Que disparate. Encontramos livros didáticos e paradidáticos com até 20% de diferença no preço.

Óbvio que soma-se a isso a parte de papelaria que também não tem nada de barato, principalmente quando as crianças querem aquelas canetas com gel de tudo quanto é cor, fichários incrementados da marca não sei das quantas, com formato de não sei o que, o estojo com o macaquinho pendurado no zíper, a mochila assim e assado.
Assim sendo, o pote de dinheiro reservado para a aquisição do material rendeu e todo mundo ficou mais satisfeito com as aquisições e com o valor do investimento.

Ah, e sim, minha filha foi a campo comigo para poder entender como funciona a circulação do dinheiro, desejos e necessidades, pesquisa de preços, economia e investimento e, sim, passamos mais um bom tempo juntas.

Ao final, foi muito prazeroso (apesar de cansativo), pois eu aproveitei o momento para transmitir conhecimento financeiro.
Eu estava fazendo mais um investimento na educação dela e ela?
Ah, ela estava fazendo o que mais gosta: COMPRAS. 

Crie e aproveite as situações para transmitir o conhecimento financeiro ao seu filho: não é tão chato quanto possa parecer.

Abraços.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

FELIZ CRENÇA NOVA


Em filosofia, mais especificamente em epistemologia, crença é um estado mental que pode ser verdadeiro ou falso. Uma crença representa o elemento subjetivo do conhecimento.
Platão, iniciador da tradição epistemológica, opôs a crença (ou opinião - "doxa", em grego) ao conceito de conhecimento.


Uma pessoa pode acreditar em algo e, ainda assim, ter dúvidas.
Acreditar em alguma coisa não torna nada verdadeiro. É necessário evidências reais para as suas afirmações, sem essas qualquer esperança em "achismo" é infudada.

A crença é a certeza que uma pessoa pode ter sobre alguma coisa

É uma tomada de posição em que se acredita nela até ao fim. (sinônimos: convicção, fé, conjunto de idéias sobre alguma coisa, etc. Atitude que admite uma coisa verdadeira).

As crenças com relação ao dinheiro não são diferentes: se você acredita que dinheiro foi feito para gastar, inevitavelmente você estará mandando o pensamento ao seu cérebro " vai, gaste tudo, não se leva nada dessa vida mesmo" e é bem provável que você faça parte daquele grupo que vive o hoje, porque o amanhã a Deus pertence.
Ao contrário, se você acredita que dinheiro é escasso no mundo, você provavelmente faça parte daquele outro grupo que tem um escorpião no bolso e que prefere guardar tudo porque " nunca se sabe o dia de amanhã".

Crenças levam a Pensamentos que geram Sentimentos que levam a Ações e estas Ações geram o Resultado de sua vida.
 
Aproveite a passagem do Ano e reveja suas crenças com relação às suas finanças, o quanto elas tem lhe ajudado a alcançar os seus objetivos de vida, a quanto você tem pensando e planejado o seu futuro (ou não), quais foram suas conquistas ao longo deste ano que se vai, quais rumos que você teve que tomar por excesso ou falha no plano inicial e que novo mapa você terá que fazer para conquistar suas metas pessoais que você deixou de atingir neste ano.

Quanto a sua crença financeira, o importante é ser e estar consciente sobre onde você está e onde deseja estar no próximo e nos próximos anos. 

Para ver novos horizontes e criar novas oportunidades para a sua vida - e isso inclui a sua vida financeira - é preciso permitir um novo olhar, ter a mente aberta e sair da sua zona de conforto para ampliar suas possibilidades, já que sua verdade pode não ser a única.

" Se você acreditar que Você pode ou se você acreditar que Você não pode, você está certo!" ( Henry Ford)
 
Que venha 2010!
 
Abraços.





quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Filho, Papai Noel não existe.


Ao longo destes 3 anos trabalhando educação financeira com crianças e jovens, percebo que nós, os pais, somos grandes impeditivos para o crescimento de nossos filhos.
Sim.
Quando pensei nisto, enquanto mãe leitora fiquei " rosa pink choque".
Quando pensei nisto, enquanto educadora financeira percebi que as crianças não estão sendo preparadas para encontrar a vida real e fiquei preocupada.

Pois bem, ao abrirmos o canal de comunicação sobre dinheiro com crianças e jovens, é nítido o fato que as famílias não gostam de conversar ou " escondem" dos filhos a real situação financeira da família.
Tudo bem, não fomos ensinados a educar filhos financeiramente.
O que preocupa é que, além de não abrir o canal de comunicação sobre dinheiro, não estamos permitindo que nossos filhos sonhem.

Neste último acampamento de 2009, entre 25 crianças e jovens, conversávamos sobre alcançar objetivos e realizamos que as crianças e jovens sonham muito, mas infelizmente tem pouca idéia sobre como eles mesmos devem fazer para alcançar seus próprios sonhos.

Ah, mas o que é sonhar ?

Sonhar é ter a intenção de querer conquistar coisas, alcançar objetivos, atingir metas, realizar feitos e, sim, nossas crianças estão sendo impedidas de sonhar.

Por terem tudo muito à mão, por pedirem e simplesmente serem atendidos (seja a que custo for e a quantas parcelas forem), as crianças e jovens acham que sonhos acontecem como mágica.
Questionamos com os mais velhos, cujo sonho declarado é ter um carro aos 18 anos (aposto que você também já sonhou isto antes dos 18), como fariam para alcançar isto e a resposta foi....esperar fazer 18 anos. :-(
Isto significa que eles acreditam que os pais irão suprir e realizar todos os seus sonhos (não estou colocando a questão da classe social aqui porque a educação em geral - e especificamente neste caso a financeira - independe dela) e, quem sabe...para sempre ?! (glup)

Aos pais que creem que sofrerão caso o filho jamais queira sair de casa e ter responsabilidades próprias sem ter que contar com o apoio dos pais, que desejam fortemente que seu filho assuma uma vida adulta saudável e responsável, caberá então dialogar desde já sobre o que sonha ser quando crescer, se ele tem em mente um desejo ou intenção por algum brinquedo (se forem menores), games, mp alguma coisa, celular com não sei o que, sobre uma profissão específica ou negócio próprio e por que sonha com isso e como pretende alcançar estes objetivos e assim por diante.

Se quisermos que nossos filhos sejam realizadores e realizados, deverá haver um momento na vida deles em que teremos que contar que "Papai Noel não existe! " , " Coelho da Páscoa, não existe!" e a " Fada do dente, também não existe!"

Ser muito permissivo e suprir os filhos com todos os desejos que eles tem - desde os mais simples até os mais complexos e caros -  os inibem de sonhar e, principalmente, de crescer.

Feliz Natal e que em 2010 alcancemos todos os nossos objetivos !!! (aliás, você já listou os seus?)

Abraços.

P.S.: Deixo como indicação de leitura para este Natal: " O Homem Mais Rico da Babilônia "

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

O risco deve ser administrado.

Dentro de sala de aula fica simples observar como a questão financeira é tratada dentro da família, em virtude do comportamento  e expressão das crianças durante uma aula de educação financeira.
É interessante e importante, então, entender quais as crenças desta ou daquela criança com relação ao modo como ela provavelmente conduzirá sua própria vida financeira durante sua vida adulta.

Observo em meu dia a dia com as crianças que, mesmo com dinheiro de "brincadeira", a maioria tem medo de investir por medo de perdê-lo. 
Claro, ninguém gosta de perder dinheiro e já é sabido e provado pela neurociência que quando temos e vemos o dinheiro em nossa mão, o sentimento de não querer "perdê-lo de vista" faz com que gastemos menos (por isso muitas pessoas cometem excessos com o cartão de crédito, porque é um dinheiro que não se vê).

O fato é que parece que as pessoas tem menos medo de gastar, nem que seja com inutilidades, e mais medo de investir dinheiro ( quando deveria ser o inverso).

O medo de investir também leva a perdas.
Ao deixar de investir dinheiro, seja lá em qual poderia ser o investimento de preferência, as pessoas estarão deixando para depois a tranquilidade do futuro.
Ao deixar de investir dinheiro, as pessoas somente postergarão seus sonhos.
As pessoas parecem preferir sonhar com a ajuda de longos financiamentos, ao invés de sonhar com o dinheiro rendendo e trabalhando para elas no longo prazo, simplesmente por medo de achar que irão perder este dinheiro investido.

O medo é um dos poucos sentimentos que leva o ser humano a ficar estagnado, sem reação. A única reação momentânea que se passa pela cabeça quando se está com medo é...fugir, fechar os olhos para não ver.
Devemos, portanto, procurar conhecer o que é desconhecido para sabermos avaliar os possíveis riscos que poderemos (ou iremos querer) correr ao investir dinheiro em algum tipo de aplicação, ao invés de ficarmos estagnados ou fugindo do assunto ou fechando os olhos para não investirmos dinheiro.

Novamente, o mais importante não é a quantia de dinheiro que você poupa e investe. É o hábito de poupar e investir - ainda que pequenas quantias - que o tornará um excelente administrador de seu dinheiro.

O mais importante, é transmitir às crianças a importância de investir dinheiro ao longo da vida e que cada pessoa tem um jeito para escolher como quer investir: uns são mais ousados e outros já são mais conservadores.

Permita que suas crianças tenham a idéia de que até uma simples caderneta de poupança é o melhor rumo para o dinheiro que está parado dentro da carteira ou engordando o porquinho.

É importante que a criança saiba que riscos existem para serem administrados. (ei, ao sairmos de casa já estamos nos arriscando...). Não podemos simplesmente fugir deles.

Se você já tem uma caderneta de poupança, uma previdência, investe em ações ou outra forma de investimento para garantir o futuro de sua família ou de seu filho, partilhe isto diretamente com sua criança.

Não deixe seu filho pensando que dinheiro poupado e investido é dinheiro perdido, que nunca mais será visto.


Tenha um final de semana agraciado.

"Tudo tem seu tempo e até certas manifestações mais vigorosas e originais entram em voga ou saem de moda. Mas a sabedoria tem uma vantagem: é eterna. (Baltasar Gracián)"

Alunos aprendem a administrar o risco
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