Este é um blog para todos os pais ( e futuros pais)que se preocupam com a educação financeira de seus filhos e que sabem que o dinheiro é uma ferramenta para se alcançar sonhos, é meio e não um fim e que educar seus filhos financeiramente é prepará-los para um encontro com a vida real.
sábado, 27 de outubro de 2012
Uma equipe familiar vencedora
Quem disse que sua família não é uma equipe multidisciplinar?
Uma equipe multidisciplinar é um grupo de pessoas com conhecimentos, experiências e pensamentos diferentes que se unem para trabalhar para alcançar um objetivo comum.
Assim, quando você passar por qualquer tipo de situação, financeira ou não, reúna a equipe familiar, compartilhe a situação e lance o desafio.
Boas ideias certamente virão: os insights que surgirão ultrapassarão a barreira do óbvio.
As soluções propostas se apresentarão por caminhos até então não imaginados e, muito provavelmente, de forma bem mais rápida.
Faça da sua equipe familiar uma equipe vencedora.
Só depende de você!
Ao sucesso financeiro de sua família.
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Doar é ser humano
"É a intenção, e não a doação, que faz o doador." ~ Gotthold Lessing
Na última curva da estrada
Te-ha-tá parou e olhou para o céu. As montanhas sombrias, cobertas de neve,
pareciam gigantes encanecidos que vigiavam silenciosos as fronteiras do Tibete.
O sol, já perto do horizonte, retardava a sua marcha como se quisesse receber
as últimas preces com que os monges imploravam a misericórdia do Senhor da
Compaixão.
A sombra de um vulto surgiu,
sobre uma pedra, na margem da estrada. Te-ha-tá tremeu de pavor. Em seu caminho
achava-se o impiedoso Han-Ru, o Anjo da Morte, o mensageiro da dor e da
desolação.
O coração tem, por vezes, o dom
de pressentir a desgraça. Te-ha-tá, ao avistar o Anjo da Morte, lembrou-se de
sua noiva, a formosa Li-Tsen-li. Te-ha-tá dirigiu-se, pois, sem hesitar, ao
mensageiro cruel do Destino.
- Han-Ru, ó gênio desapiedado! -
exclamou. Que procuras aqui, quase à sombra da casa da encantadora Li-Tsen-lí?
Bem sei que a tua presença vale por uma sentença de morte.
Respondeu Han-Ru, com a paciência
de um enviado do Eterno:
- A tua inquietação é legítima, meu amigo. Vim a este recanto buscar a tua noiva Li-Tsen-li. Chegou, pela determinação do Destino, o termo de sua existência neste mundo. Lí-Tsen-li vai morrer!
- Piedade, Han-Ru! Piedade! - implorou Te-ha-tá. - Ela é tão jovem, e tão prendada! Deixa viver Li-Tsen-li!
O Anjo da Morte meditou em silêncio
durante alguns instantes e depois, sem erguer o rosto, disse: - Sei que tens
direito a uma vida longa e tranqüila; restam-te, ainda, quarenta e seis anos de
vida. Poderás ceder à tua noiva a metade do tempo que te cabe, no futuro, para
viver. Li-Tsen-li ficará, portanto, com direito à metade de tua vida e viverá
em tua companhia, vinte e três anos. Findo esse prazo, morrerão ambos no mesmo
instante. Aceitas essa proposta?- A tua inquietação é legítima, meu amigo. Vim a este recanto buscar a tua noiva Li-Tsen-li. Chegou, pela determinação do Destino, o termo de sua existência neste mundo. Lí-Tsen-li vai morrer!
- Piedade, Han-Ru! Piedade! - implorou Te-ha-tá. - Ela é tão jovem, e tão prendada! Deixa viver Li-Tsen-li!
As palavras de Han-Ru fizeram hesitar o jovem Te-ha-tá. Quem, decerto, não ficaria indeciso antes de sacrificar, cedendo a outrem, a metade da própria vida?
- A tua sugestão, Han-Ru, implica uma decisão de infinita gravidade para a minha vida. Não poderei tomar uma decisão nesse sentido, sem, previamente, consultar os meus três grandes amigos. Poderás esperar que eu ouça a opinião daqueles que sempre me auxiliaram e me orientaram na vida?
- Farei como pedes, meu amigo - respondeu o Anjo da Morte. - Até o findar da noite que vai começar, aguardarei a tua palavra final. Deverás voltar, com a tua decisão, à minha presença, antes do amanhecer.
Partiu Te-ha-tá em busca dos amigos, cujos sábios conselhos pretendia ouvir. Deveria ele como noivo sacrificar a metade da sua vida para salvar das garras da Morte a criatura amada?
O primeiro amigo de Te-ha-tá era um artista tibetano de assinalados méritos. Su-Liang sabia esculpir com admirável perfeição, na pedra ou na madeira, e os seus trabalhos eram muito apreciados.
Eis como Su-Liang, o escultor, falou a Te-ha-tá:
- A vida, meu amigo, só tem sentido
quando a sua finalidade é traduzida por um grande e incomparável amor. E o amor
que dispensa sacrifícios e renúncias não é amor; é a expressão grotesca de um
capricho vulgar. Feliz aquele que pode demonstrar a grandeza de seu coração
medindo-a pela extensão de um ingente sacrifício. Pela mulher amada deve o
homem sacrificar, não apenas a metade de sua vida, mas a vida inteira! Que
importa, Te-ha-tá, uma existência longa, torturada pela dor de uma incurável
saudade? Preferível, mil vezes, que vivas a metade de tua vida à sombra feliz
do amor delicioso de tua eleita. No teu caso eu não teria hesitado, um só
instante, em aceitar a proposta do terrível Han-Ru.
O segundo amigo de Te-ha-tá
chamava-se Niansi. Era hábil caçador e auferia consideráveis lucros mercadejando
peles.
Ao ouvir a consulta do jovem,
Nian-si não se conteve.
- É uma loucura, Te-ha-tá! Onde se viu um moço, rico e cheio de saúde, sacrificar a metade da vida por causa de uma mulher? Encontrarás, pelo mundo, milhões e milhões de mulheres lindas. Aqui mesmo (no Tibete) poderás topar, em qualquer aldeia, com centenas de meninas, algumas das quais nada ficariam a dever, julgadas pelos seus predicados de graça e beleza, à tua noiva Li-Tsen-li! Desgraçada a idéia de quereres adiar o termo da existência de uma mulher com o sacrifício de vinte e tantos anos de tua vida! E quem poderá prever o futuro? Amanhã, essa mulher, arrebatada por uma nova paixão e deslembrada do sacrifício que por ela fizeste, abandonar-te-á e irá viver, nos braços de outro, a vida que é a tua própria vida! Que farás, então, vendo-a ceder a um odiento rival os dias roubados ao rosário de tua existência?
- É uma loucura, Te-ha-tá! Onde se viu um moço, rico e cheio de saúde, sacrificar a metade da vida por causa de uma mulher? Encontrarás, pelo mundo, milhões e milhões de mulheres lindas. Aqui mesmo (no Tibete) poderás topar, em qualquer aldeia, com centenas de meninas, algumas das quais nada ficariam a dever, julgadas pelos seus predicados de graça e beleza, à tua noiva Li-Tsen-li! Desgraçada a idéia de quereres adiar o termo da existência de uma mulher com o sacrifício de vinte e tantos anos de tua vida! E quem poderá prever o futuro? Amanhã, essa mulher, arrebatada por uma nova paixão e deslembrada do sacrifício que por ela fizeste, abandonar-te-á e irá viver, nos braços de outro, a vida que é a tua própria vida! Que farás, então, vendo-a ceder a um odiento rival os dias roubados ao rosário de tua existência?
Penso
que não deverias ter hesitado ante a proposta descabida de Han-Ru, repelindo-a
no mesmo instante.
A divergência entre os dois
amigos mais fez crescer a indecisão e a incerteza no coração de Te-ha-ta.- Vou ouvir - pensou o jovem - a opinião do prudente Kín-Sa. Só ele poderá indicar-me o caminho a seguir.
Kín-Sa, citado no Tibete como um estudioso das leis e dos ritos, assim falou ao apaixonado noivo:
- Se amas realmente Li-Tsen-li, acho que deves ceder, a essa jovem, a metade do tempo que te resta para viver. Convém, entretanto, impor uma condição. A parcela de vida, depois de cedida a Li-Tsen-li, poderá ser retomada por ti, em qualquer momento. Terás, assim, a tua tranqüilidade garantida no caso de uma infidelidade de tua futura esposa. Se ela, por qualquer motivo, não se mostrar digna de teu sacrifício, perderá o direito ao resto da vida que lhe cabia viver! Fora dessa condicional, qualquer outra solução para o caso não passaria de irremediável loucura!
E concluiu o seu conselho com estas palavras: - Fizeste bem em hesitar. A hesitação é irmã da Prudência. Só os loucos e temerários é que nunca hesitam.
Achou Te-ha-tá bastante prudente e razoável a proposta sugerida pelo douto Kin-Sa, e levou-a, sem perda de tempo, ao conhecimento de Han-Ru, o Enviado da Morte.
Han-Ru aceitou a condição imposta pelo noivo: - Está bem, Te-ha-tá. Aceito a tua proposta. A bondosa Li-Tsen-li vai viver os vinte e três anos. Esta parcela de vida não foi, porém, dada, mas sim "emprestada".
Passaram-se muitos meses. Li-Tsen-li casou-se com o jovem Te-ha-tá, e os dois eram citados como os esposos mais felizes do Tibete. Li-Tsen-li, depois do casamento, passou a chamar-se Ti-long-li, vocábulo que significa "minha vida querida".
Um dia, afinal, Te-ha-tá foi obrigado a fazer uma longa viagem para além das fronteiras de sua terra. Deixou Ti-long-li e seu filhinho, que já contava algumas semanas, em companhia de seus pais.
Quando regressou, tempos depois, teve a surpresa de encontrar os seus três amigos que o aguardavam na entrada da pequena povoação.
- Onde está Ti-long-li? - perguntou, ansioso, aos amigos. - Por que não veio? Estará doente? Que aconteceu à Ti-long-li ?
Disse um dos amigos:
- Enche de ânimo e de coragem o teu coração, ó Te-ha-tá ! Uma grande desgraça, há três dias, caiu sobre a tua vida!
- Desgraça? - repetiu, aflito, Te-ha-tá. - horrível esta angústia! Vamos! Quero saber a verdade! Onde está Ti-long-li?
- Morreu!
- Morreu! - gritou Te-ha-tá, desesperado. - Não é possível! Não podia morrer! Eu sacrifiquei por ela, metade de minha vida!
E Te-ha-tá, dominado pela dor e revoltado pelo infortúnio de haver perdido a sua esposa querida, entrou a blasfemar como um possesso, contra o Senhor da Compaixão. Erguia os braços para o céu; rolava, por vezes, sobre a terra. Insultava o nome do Criador. Os amigos afastaram-se, cautelosos. Era preciso deixar o infeliz Te-ha-tá dar plena expansão à indizível angústia que lhe esmagava o coração.
Em dado momento Te-ha-tá viu surgir diante de si a figura de Han-Ru, o Anjo da Morte.
- Han-Ru! - bradou, num tom de incontido rancor. - Faltaste com a tua palavra. Que fizeste de Ti-long-li?
- Escuta, Te-ha-tá - respondeu Han-Ru. - Preciso dizer-te a verdade, para que não continues a blasfemar desse modo. A tua esposa deveria viver vinte e três anos. Um dia, porém, o seu filhinho adoeceu gravemente. O pequenino ia morrer. Que fez a tua esposa? Pediu, em preces, que a sua vida fosse dada ao filhinho enfermo para que ele pudesse viver! Salvou-se o teu filho, mas tua esposa morreu!
E, ante a estupefação de Te-ha-tá, o Anjo da Morte concluiu:
- E enquanto tu, como noivo, hesitaste em ceder a metade de tua vida, ela, mãe extremosa, não hesitou um segundo em dar, pelo filhinho, a vida inteira!
Do livro Minha Vida Querida (Os segredos da alma feminina nas lendas do oriente), de MALBA TAHAN
domingo, 30 de setembro de 2012
Águia ou Galinha?
Uma equipe de ecologistas americanos propôs-se
ao desafio de estudar o comportamento das águias.
Munidos de
uma filmadora com lentes de longo alcance de até 500 m, decidiram escalar as
montanhas do Colorado e acompanharam dali o processo de construção do
ninho de uma águia, num daqueles picos gelados, bem na encosta, no ponto
mais perigoso, inacessível.
A camada
externa era toda de espinhos; a segunda, gravetos sem espinhos,
peles de animais e capim. O interior era todo revestido de penas. Depois de
concluído, tinha dois metros de profundidade e três de diâmetro. Apesar da
neve cá fora, o ninho era todo quentinho, aconchegante, e totalmente protegido
do vento.
Os penhascos são os
locais preferidos das águias: constroem lá seu ninho e o conservam
por toda a vida. Se ele cai ou sofre depredação, a águia constrói outro no
mesmo lugar. De hábitos sedentários, possuem morada própria,
fixa, e não admitem intrusos no ninho.
As águias,
notáveis pelo seu tamanho e vigor, são as aves mais fortes que existem.
Devido à sua
imponência, ferocidade, valentia, nobreza, figuram nos emblemas e escudos das nações desde os
tempos da antiga Babilônia.
Os olhos
muito grandes e frontais os diferem das demais aves e lhes proporcionam uma
visão ampla, panorâmica que lhe permite, lá em cima, espreitar a presa aqui em
baixo. Dificilmente uma presa escapa às suas fortes garras.
Todos os
animais que tem olhos frontais são caçadores.
A águia é uma caçadora
e prefere alimentar-se de animais vivos - pequenos mamíferos,
aves, cobras, peixes, insetos.
Não come
nada em estado de decomposição nem tampouco bebe água suja.
As possantes
asas lhe permitem um voo impetuoso, porém seguro e bem direcionado. É monógama. Só aceita um único macho
durante toda a vida.
É livre.
Vive em liberdade e não aceita
cativeiro. Se for presa, não come, nem bebe.
Enfrenta a
fúria das tempestades; dos ventos retira a força necessária para alçar voo aos
picos mais elevados. É corajosa e destemida. Essa é uma
característica própria da águia – ela não se intimida diante de uma tempestade: quanto mais forte o vendaval, mais alto ela sobe.
Aproveita os redemoinhos, as intempéries, porque
gosta de estar acima das nuvens.
À medida que
os filhotes vão crescendo ela vai retirando primeiro as penas, depois o capim, para
que os espinhos criem certo desconforto e eles deixem o ninho e alcem voo.
E a galinha?
Galinha só olha para os lados e para baixo. Nunca para o alto. Toda sua expectativa está ligada ao chão.
Galinha tem asas, mas não alça voo; tem olhos, mas são deficientes por serem laterais e, por isso, ela não
consegue fixar um alvo, então só olha para o chão; tem bico, mas não ataca. Tem pés, porém não é ligeira; tem garras, mas não se defende.
O destino da galinha é ser caça. Seu mundo se resume num quintal.
Quando adoece, a galinha fica
de asas caídas, dependente de socorro. Ninguém jamais viu uma águia doente; quando debilitada, reúne todas as
forças que tem para se refugiar no alto. Não fica por aí à espera de piedade. Autocomiseração não combina com
a águia.
Galinha morre cabisbaixa.
A águia, quando pressente
a proximidade da morte, empreende o último voo, solitário e sobe o
mais alto que suas forças lhe permitem, para morrer voando e cai
no deserto,
em alto mar ou plena selva.
Fonte: Quem é você? Águia ou Galinha (Jorge Linhares - Editora Getsêmane)
.
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domingo, 2 de setembro de 2012
Crie Você a sua jornada evolutiva
Esta é uma história sobre quatro pessoas: Todos, Alguém, Qualquer Um e Ninguém
Havia um importante trabalho a ser realizado e Todos sabiam que Alguém o faria.
Qualquer Um poderia ter feito, mas Ninguém o fez.
Alguém ficou bravo porque era um trabalho de Todos.
Todos pensaram que Qualquer Um poderia tê-lo feito, mas Ninguém pensou que Todos fossem deixar de realizá-lo.
Acabou que Todos culparam Alguém, quando Ninguém fez o que Todos deveriam ter feito.
Conclusão: A forma como cada um constrói as pontes sobre as quais trilhará os caminhos de sua própria vida é responsabilidade de cada um.
Querer achar culpados é sempre a forma mais simplista de não assumir as próprias falhas, mas o crescimento profissional e pessoal só vem àqueles que passam a ter consciência de seus próprios erros e de suas deficiências e em querer corrigí-los.
Sejamos nós mesmos a nossa própria consciência.
sábado, 1 de setembro de 2012
Entusiasmo: a Força que vem de dentro!
Além do significado que pode ser entendido como um estado de grande euforia e alegria, refletindo em uma consequente coragem, a palavra "entusiasmo" vem do grego e significa literalmente:"sopro divino" e ainda “o Deus que habita dentro”.
Etimologicamente falando, também acho linda a composição da palavra Entusiasmo. Entusiasmo é composto de 2 palavras do grego en + theos, que literalmente quer dizer "em Deus". Originalmente significava inspiração ou possessão por uma entidade divina ou pela presença de Deus.
Estar Cheio de Deus
Os gregos eram politeístas, isto é, acreditavam em vários deuses. Assim a pessoa entusiasmada era aquela que era possuída por um dos deuses. Ser entusiasmado é nada mais que estar CHEIO de DEUS.
Atualmente, uma pessoa entusiasmada está disposta a enfrentar dificuldades e desafios, não se deixando abater e transmitindo confiança aos demais ao seu redor. O entusiasmo pode portanto ser considerado como um estado de espírito otimista.
Mas o entusiasmo é diferente do otimismo. Otimismo significa acreditar que uma coisa vai dar certo. Talvez até torcer para que ela dê certo. Muita gente confunde otimismo com entusiasmo.
Um otimista tem pensamento positivo e acredita que uma coisa vai dar certo. Um entusiasta é aquela pessoa que acredita na sua capacidade de transformar as coisas, de fazer dar certo. Entusiasmada é a pessoa que acredita em si. Acredita nos outros. Acredita na força que as pessoas têm de transformar o seu próprio mundo e a sua própria realidade.
Um otimista “espera” que a coisa de certo. Um entusiasta “trabalha” para que dê certo pois ele acredita na sua capacidade de realizar, produzir, criar, construir.
Para tudo o que é feito na vida sempre é empregado uma dose de “emoção”, de energia, quer seja ela pequena ou quer seja ela grande. Assim no dia a dia as pessoas podem alocar entusiasmo em suas tarefas, em seus compromissos, em suas realizações e com isso promover uma grande revolução em seus resultados. Quem vive entusiasmado nos relacionamentos, no trabalho e na vida, provoca resultados muito diferentes daqueles que são apenas otimistas.
Exercício Simples
Sinta a diferença neste exercício simples realizado em 3 etapas:
- Vá em frente a um espelho e Diga: bom dia (com pouca emoção na sua voz).
- Na segunda vez, coloque um pouco mais vibração na voz ao dizer bom dia e perceba que até seus olhos irão ficar diferentes.
- Na Terceira etapa, dê um sorriso antes, diga bom dia com muita emoção na voz (aumentando o tom e a vibração) e perceba que seus olhos brilharam: Isto é entusiasmo. Isto é contagioso!
Pessoas entusiasmadas mudam o mundo ao seu redor. Elas ajudam os outros a construírem seus sonhos e a realizar suas metas. Você mesmo já percebeu como é diferente e gostoso estar ao lado de uma pessoa entusiasmada? Como o entusiasmo dela te afeta positivamente? O próprio ambiente muda. Isso porque quando a pessoa se entusiasma, literalmente falando, ela se “ENCHE DE DEUS”, e DEUS é essa força interior, esse ESPÍRITO lindo que mora dentro do ser humano (falando em Criacionismo) e por isso todo o ambiente muda, pois uma pessoa entusiasmada está ativando de dentro dela mesma a força que mora dentro, ou seja, o próprio DEUS.
Uma pessoa entusiasmada que está todos dias conectada com DEUS, em relacionamento íntimo e fluente, é um agente de alegria, de esperança, fé e convicção. Seja um agente do entusiasmo, Libere o DEUS que habita dentro de você para transformar o mundo ao seu redor. Diga YES e viva com alegria a vida FENOMENAL que você tem direito.
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domingo, 26 de agosto de 2012
Prosperidade é uma questão de educação
Pelo dicionário, a palavra "Prosperar" tem o seguinte significado: melhorar de condição, progredir. Ir em aumento, crescer, desenvolver-se. Enriquecer.
Há quem acredite que prosperar signifique apenas ter acesso a mais dinheiro para poder consumir mais, mas "prosperar", na verdade, tem um significado muito mais profundo: pessoas prósperas são pessoas que entendem que para poder gastar mais, precisam aprender a colocar o próprio dinheiro a serviço delas, ou seja, investindo-o e usando-o de forma consciente. Indo além, pessoas prósperas não investem seu dinheiro somente para poder comprar e manter as coisas materiais adquiridas, mas investem em seu próprio desenvolvimento pessoal e, assim, prosperam mais e mais.
Pense. Ao melhorar sua condição financeira, uma única pessoa é capaz de melhorar tudo à sua volta: ela melhora a condição financeira do comércio local onde consome, já que coloca mais dinheiro para circular; ela amplia seu crescimento pessoal, seja convivendo por entre pessoas mais sábias e cultas do que ela própria, seja investindo em sua própria educação, através de cursos e, por conta destes novos conhecimentos, passa a transmiti-los a outras pessoas; melhora a sua saúde, pois passa a ter acesso a produtos e serviços até então inacessíveis, entre outras tantas iniciativas que surgem a partir das novas oportunidades.
Por isso, não existe pecado algum em querer ser próspero, pois quando uma pessoa prospera, ela leva muitas outras pessoas a prosperarem também.
Aprenda a gerir seus recursos e prospere.
Aprenda a gerir seus recursos e prospere.
Vida longa e próspera a todos nós.
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
Zona de conforto Vs zona de dinheiro
Houve outrora, na Babilônia, um pobre e modesto alfaiate
chamado Enedim, homem inteligente e trabalhador, que não perdia a esperança de
vir a ser riquíssimo. Como e onde, no entanto, encontrar um tesouro fabuloso e
tornar-se, assim, rico e poderoso?
Um dia, parou na porta de sua humilde casa um
velho mercador da Fenícia, que vendia uma infinidade de objetos extravagantes.
Por curiosidade, Enedim começou a examinar as bugigangas oferecidas, quando
descobriu, entre elas, uma espécie de livro de muitas folhas, onde se viam
caracteres estranhos e desconhecidos. Era uma preciosidade aquele livro,
afirmava o mercador, e custava apenas três dinares.
Era muito dinheiro para o pobre alfaiate, razão pela qual o
mercador concordou em vender-lhe o livro por apenas dois dinares.
Logo que ficou sozinho, Enedim tratou de examinar, sem demora,
o bem que havia adquirido. E qual não foi sua surpresa quando conseguiu
decifrar, na primeira página, a seguinte legenda: "O segredo do tesouro de
Bresa." Que tesouro seria esse? Enedim recordava vagamente de já ter ouvido
qualquer referência a ele, mas não se lembrava onde, nem quando. Mais adiante
decifrou: "O tesouro de Bresa, enterrado pelo gênio do mesmo nome entre as
montanhas do Harbatol, foi ali esquecido, e ali se acha ainda, até que algum
homem esforçado venha encontrá-lo."
Muito interessado, o esforçado tecelão
dispôs-se a decifrar todas as páginas daquele livro, para apoderar-se de tão
fabuloso tesouro. Mas, as primeiras páginas eram escritas em caracteres de
vários povos, o que fez com que Enedim estudasse os hieróglifos egípcios, a
língua dos gregos, os dialetos persas e o idioma dos judeus.
Em função disso, ao
final de três anos Enedim deixava a profissão de alfaiate e passava a ser o
intérprete do rei, pois não havia na região ninguém que soubesse tantos idiomas
estrangeiros.
Passou a ganhar muito mais e a viver em uma confortável
casa.
Continuando a ler o livro, encontrou várias páginas cheias de
cálculos, números e figuras. Para entender o que lia, estudou matemática com os
calculistas da cidade e, em pouco tempo, tornou-se grande conhecedor das
transformações aritméticas. Graças aos novos conhecimentos, calculou, desenhou e
construiu uma grande ponte sobre o rio Eufrates, o que fez com que o rei o
nomeasse prefeito.
Ainda por força da leitura do livro, Enedim estudou
profundamente as leis e princípios religiosos de seu país, sendo nomeado
primeiro-ministro daquele reino, em decorrência de seu vasto conhecimento.
Passou a viver em suntuoso palácio e recebia visitas dos
príncipes mais ricos e poderosos do mundo.
Graças ao seu trabalho e ao seu conhecimento, o reino progrediu
rapidamente, trazendo riquezas e alegria para todo seu povo.
No entanto, ainda não conhecia o segredo de Bresa, apesar de
ter lido e relido todas as páginas do livro.
Certa vez, então, teve a oportunidade de questionar um
venerado sacerdote a respeito daquele mistério, que sorrindo esclareceu:
- O tesouro de Bresa já está em seu poder, pois graças ao livro
você adquiriu grande saber, que lhe proporcionou os invejáveis bens que possui.
Afinal, Bresa significa "saber"...
À medida que deixamos e expandimos nossa zona de conforto, expandimos também a nossa zona de dinheiro.
Através do estudo pode o homem conquistar tesouros
inimagináveis.
O tesouro de Bresa é o saber que qualquer homem esforçado pode
alcançar por meio dos bons livros que possibilitam "tesouros encantados"
àqueles que se dedicam a estudar com amor e tenacidade.
" O Tesouro de Bresa" (Os melhores contos, de Malba Tahan)
Fonte:www.metaforas.com.br/metaforas/metaf20050129.asp
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domingo, 29 de julho de 2012
Faça do dia de hoje uma grande aprendizagem para a vida
Texto de Philip Tirone ( criador de 7 Steps to a
720 Credit Score)
Tradução livre por Silvia Alambert (fundadora do
programa The Money Camp no Brasil)![]() |
| Imagem de propriedade da The Money Camp Brasil. Todos os direitos reservados. 2012. |
Eu sempre falo sobre ser um homem de família, mas há alguns meses eu fui colocado à prova.
Eu participei de uma conferência e o palestrante (Warren Rustland) disse
que se a cultura familiar de uma pessoa é mediana, tudo a sua volta é mediano
(escola, vizinhança, igreja, etc) e, assim, as crianças poderiam aprender mais
com a cultura familiar de outras crianças do que a sua própria cultura familiar.
Isto faz muito sentido….Se sua cultura familiar não é forte, seus filhos serão pressionados por seus pares, treinadores e professores e acabará que adotarão valores diferentes aos da família.
Um segundo palestrante (Greg Baer) disse, então, que o tempo em que uma família se dedica a educar os seus filhos será diretamente proporcional ao seu sucesso e felicidade.
Foi como ser atingido por um raio.
Veja só, eu percebi que eu estava investindo mais tempo tentando construir a cultura da minha empresa do que tentando construir a cultura da minha família.
Então, há nove semanas atrás, minha esposa e eu implementamos o “encontro diário da família”, o qual nós iremos dar continuidade enquanto as crianças morarem em casa.
Lily e eu queremos criar uma forte ligação com nossos filhos e queremos que tenham uma forte relação com seus irmãos.
Ao considerar, então, a estrutura dos nossos encontros familiares, minha esposa e eu consideramos responder a esta pergunta: Quais os valores que nós queremos incutir em nossa família?
1) Iniciamos com uma oração.
2) Cada um conta aos outros membros da família sobre as coisas às quais estão animados em realizar. (Meu filho de 3 anos está animado com seu brinquedo de atirar balões de água – todos os dias!)
3) Então, revisamos o dia e o que acontecerá ao longo do dia – Papai virá almoçar em casa; Vovó levará as crianças ao zoológico... esse tipo de coisa.
4) Depois, conversamos sobre um valor (moral ou social) do dia.
É importante observar que deixamos as crianças escolherem sobre quais valores elas querem conversar. Nós queremos que as crianças saibam que suas opiniões são importantes e que sintam-se respeitadas, então, nós damos a elas escolhas e seguimos seu exemplo.
Nós abordamos tudo – desde o compartilhar até sobre boa gestão das finanças.
Nossos filhos são novos ( o mais velho tem 5 anos), então as lições são orientadas para a idade deles.
Por exemplo, compramos um “porquinho” que tem 4 cavidades, ao invés de uma apenas. Estas 4 cavidades representam o que nós desejamos que nossos filhos aprendam e façam com seu dinheiro: poupar, doar, investir e gastar.
Conforme eles cresçam, nós partiremos destas lições para conversas sobre crédito, ferramentas de investimento e formas de poupança.
Independentemente disso, estamos investindo cada dia na construção de uma cultura que permita que os nossos filhos prosperem.
Isto faz muito sentido….Se sua cultura familiar não é forte, seus filhos serão pressionados por seus pares, treinadores e professores e acabará que adotarão valores diferentes aos da família.
Um segundo palestrante (Greg Baer) disse, então, que o tempo em que uma família se dedica a educar os seus filhos será diretamente proporcional ao seu sucesso e felicidade.
Foi como ser atingido por um raio.
Veja só, eu percebi que eu estava investindo mais tempo tentando construir a cultura da minha empresa do que tentando construir a cultura da minha família.
Então, há nove semanas atrás, minha esposa e eu implementamos o “encontro diário da família”, o qual nós iremos dar continuidade enquanto as crianças morarem em casa.
Lily e eu queremos criar uma forte ligação com nossos filhos e queremos que tenham uma forte relação com seus irmãos.
Ao considerar, então, a estrutura dos nossos encontros familiares, minha esposa e eu consideramos responder a esta pergunta: Quais os valores que nós queremos incutir em nossa família?
1) Iniciamos com uma oração.
2) Cada um conta aos outros membros da família sobre as coisas às quais estão animados em realizar. (Meu filho de 3 anos está animado com seu brinquedo de atirar balões de água – todos os dias!)
3) Então, revisamos o dia e o que acontecerá ao longo do dia – Papai virá almoçar em casa; Vovó levará as crianças ao zoológico... esse tipo de coisa.
4) Depois, conversamos sobre um valor (moral ou social) do dia.
É importante observar que deixamos as crianças escolherem sobre quais valores elas querem conversar. Nós queremos que as crianças saibam que suas opiniões são importantes e que sintam-se respeitadas, então, nós damos a elas escolhas e seguimos seu exemplo.
Nós abordamos tudo – desde o compartilhar até sobre boa gestão das finanças.
Nossos filhos são novos ( o mais velho tem 5 anos), então as lições são orientadas para a idade deles.
Por exemplo, compramos um “porquinho” que tem 4 cavidades, ao invés de uma apenas. Estas 4 cavidades representam o que nós desejamos que nossos filhos aprendam e façam com seu dinheiro: poupar, doar, investir e gastar.
Conforme eles cresçam, nós partiremos destas lições para conversas sobre crédito, ferramentas de investimento e formas de poupança.
Independentemente disso, estamos investindo cada dia na construção de uma cultura que permita que os nossos filhos prosperem.
O que você acha? Como você ensina os seus filhos sobre os valores que
julga importantes e quais ferramentas lhes oferece para desenvolverem suas habilidades?
Eu adoraria saber o que você está fazendo. Além disso, partilhe conosco sobre
como você ensina seus filhos sobre finanças, a fim de que eles possam
aprender com e através das experiências e erros de seus pais. Compartilhe seus pensamentos aqui ...
Faça do dia de hoje um grande dia.
Paz.
P.S. Durante as primeiras 4 ou cinco semanas,
nós nos esforçamos muito no compromisso de manter as reuniões familiares
diárias. Houve um dia em que eu já ia saindo de casa sem fazer a reunião, quando
meu filho mais novo, Lucas, veio correndo para me lembrar:
"Papai, papai!", ele disse. " Reunião
familiar?"
Naquele momento, percebi que estas reuniões são
uma mudança no jogo.
Informe-me também se vocês tiverem alguma ideia
para fortalecer as reuniões de família!
sábado, 21 de julho de 2012
Quer jogar?
Planejar também significa projetar, arquitetar, construir,edificar, idealizar, empreender, experimentar, propor, pretender.
O oposto significa improvisar.
Por que a maioria das pessoas prefere improvisar a ter que planejar para atingir os objetivos de vida?
A resposta talvez esteja no sentimento de que planejar sem ter um objetivo claro e uma sequencia de ações para alcançar o objetivo proposto leva muitas pessoas a desistirem de planejar, antes mesmo de iniciar algum tipo de planejamento.
Planejar com o sentimento de querer alcançar vários objetivos ao mesmo tempo, sem uma sequencia de ações, também faz com que as pessoas se percam na hora de realizar o planejamento: algumas iniciam, se perdem no caminho e perdem a vontade de continuar no jogo.
Se compararmos esta realidade aos games, observamos que ao jogar as pessoas se sentem mais confortáveis e dispostas a produzir resultados positivos, exatamente porque existem regras claras e uma sequencia de ações para que o objetivo seja alcançado. Como não existem dúvidas sobre onde se pretende chegar e conhecendo cada passo para chegar ao objetivo, a sensação é o reconhecimento de que algo será realizado e isso nos deixa prontos para participar do desafio.
Nos games, ainda que nos deparemos com a dificuldade de passar para uma próxima fase em virtude de termos falhado em algum ponto, não há o desejo de desistir, mas em tentar novamente, já que há o conhecimento das regras e o sentimento de fazer parte de uma missão coloca-nos em marcha, exatamente por não aceitarmos a "não recompensa" do final; em um planejamento na vida real, se algo falhar no caminho, muitos são os que simplesmente desistem e não querem mais jogar. Isso porque normalmente iniciam o jogo do planejamento sem objetivos claros ou com muitos objetivos a serem alcançados ao mesmo tempo, o que acaba por trazer o sentimento de ausência de estar em uma missão e sem uma sequencia de ações conhecidas para retomar o jogo, torna-se natural a vontade de parar de jogar.
Por isso, educar-se financeiramente é importante para que se entenda o passo a passo para a próxima jogada, para o estabelecimento de regras pessoais e o sequenciamento das ações para a conquista dos objetivos. Lembrando sempre que cada um tem sua própria estratégia de jogo e, por isso, um jeito singular de jogar.
Ao compararmos a educação financeira a um game, podemos afimar, então, que aquela se apresenta como uma necessidade de melhoria contínua de cada passo do planejamento: quanto mais se aprende mais se avança em uma fase, maior o desejo de melhorar o tempo da jogada na próxima fase, para logo alcançar um objetivo e depois outro e outro e a cada fase conquistada, obter aquela sensação de prazer e orgulho. EU CONSEGUI!
Todos podem vencer no Jogo do Dinheiro, basta escolher querer vencer.
Ao seu sucesso financeiro.
Se quiser mais informações sobre como implantar The Money Game™ em sua escola ou empresa contate-nos através do email: info@themoneycamp.com.br
The Money Game™ e sua logomarca é marca registrada ou marca de serviço registrada de propriedade de Creative Wealth Intl, LLC e comercializado no Brasil exclusivamente pela The Money Camp™ (www.themoneycamp.com.br)
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segunda-feira, 16 de julho de 2012
Como Domar a Inflação de Férias
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| Imagem: Shutterstock |
EM CASA OU EM VIAGEM, MAIOR DEMANDA DOS FILHOS
POR GULOSEIMAS E RECREAÇÃO CONSOME 12% DO ORÇAMENTO
NO PERÍODO FORA DA ROTINA ESCOLAR
Luciane Macedo _247 - As férias escolares consomem cerca de 12% do orçamento familiar durante o mês de julho, quando crianças e adolescentes gastam mais com lanches e guloseimas, lazer e recreação. O desafio de manter as contas no azul fica ainda mais difícil, pois os pais precisam separar uma parcela maior de seus rendimentos para atender as demandas dos filhos e ainda domar a inflação de férias, seja dentro de casa ou em viagem.
A maioria dos itens mais consumidos na cesta de férias, do sorvete ao ingresso de cinema, subiu acima da inflação, mostra pesquisa da Fundação Getúlio Vargas. E o golpe no bolso é ainda maior para quem escolheu viajar, pois os preços dos hotéis foram os que mais aumentaram, nos últimos 12 meses, entre 23 itens de uma cesta de férias elaborada pelo economista André Braz, do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da FGV.
A lista da inflação de férias foi dividida em dois grupos: alimentos e serviços (veja abaixo). Em ambos os casos, houve aumento acima da inflação medida pelo IPC/FGV nos últimos 12 meses, até junho de 2012, que foi de 5,37%.
Entre os alimentos, os que registraram as maiores altas de preços foram refrigerantes e água mineral (9,36%), batata frita (8,13%) e sorvetes e picolés (8,10%). Entre os serviços, hotéis (11,72%), clubes de recreação (8,34%) e cinema (8,18%) estão no topo da lista dos que mais encareceram nos últimos 12 meses.
Mas se não dá para escapar da demanda dos filhos, o jeito é diversificar as opções para não cair sempre nos gastos mais salgados, recomenda a educadora financeira Silvia Alambert, diretora-executiva do Money Camp no Brasil e que estreia, em agosto, como colunista das rádios da BM&FBovespa. Segundo Silvia, a questão das finanças durante as férias escolares não envolve apenas números, mas, também, controle emocional dos pais.
"Trinta dias fora da escola custam caro porque, em época de aula, há toda uma programação de atividades para ocupar o tempo dos filhos, e estes gastos já estão todos programados no orçamento familiar: a aula de inglês, de dança, de natação", explica a educadora financeira. "No recesso escolar, geralmente entra tudo de férias ao mesmo tempo, então eles têm energia para queimar e nada para fazer", assinala. "O importante é que eles não fiquem entediados dentro de casa, porque aí os pais chegam do trabalho cansados e vão acabar gastando mais nas opções mais práticas, pedindo pizza no jantar e levando ao shopping".
O ideal é planejar antes os gastos de férias, mas também dá para diversificar as atividades dos filhos para não comprometer as finanças familiares além da conta, recomenda Silvia. "Tem uma vasta programação de férias que é de graça, então dá para fugir de despesas mais caras que não foram planejadas intercalando as opções de lazer", orienta a educadora financeira. "Ao mesmo tempo em que levam ao cinema e ao shopping, os pais podem incluir passeios que pesam menos no bolso, como andar de bicicleta no parque e tomar um sorvete".
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As Finanças do Casal
O início do casamento é uma etapa cheia de adaptações, pois implica numa série de responsabilidades que, normalmente, o casal não está acostumado a lidar. A principal delas é o controle das finanças que precisa ser realizada de maneira adequada para que os envolvidos não passem por apertos no orçamento.
Uma pesquisa desenvolvida pela Cerbasi & Associados com cerca de 800 internautas mostrou que um dos principais problemas entre os casais é a infidelidade financeira. De acordo com os dados, 41% das pessoas gastam dinheiro sem conhecimento do companheiro e 67% acham normal comprar coisas de alto valor sem comunicar.
No entanto, 30% preferem conversar sobre infidelidade financeira com um amigo do que com o parceiro. A dúvida que vem à cabeça é: por que esconder? Para o consultor financeiro Gustavo Cerbasi, responsável pela pesquisa e autor do livro "Os segredos dos casais inteligentes", os parceiros omitem informações financeiras para evitar brigas.
"A mentira é uma péssima alternativa para manter ou salvar uma relação. Brigas e acusações não são desejáveis, mas quando a infidelidade se torna hábito, tanto o relacionamento quanto as finanças podem ficar ameaçados quando o problema vier à tona", opina o consultor.
Ele afirma que o problema é igualmente grave quando se esconde da família dificuldades no trabalho, queda nos rendimentos, ameaças ao emprego e perda de comissões, pois os planos familiares dependem da estabilidade da renda. Contudo, além da mentira, o casal precisa evitar acusações nos diálogos sobre dinheiro. Para Gustavo, a questão financeira mexe com as emoções, pois é o meio para satisfazer nossas necessidades e vontades.
"Como necessidades e vontades são diferentes para cada pessoa, os planos do casal devem levar em consideração diferentes expectativas e dificuldades em domar os impulsos com disciplina", declara Cerbasi. "Um caminho bem mais interessante para domar a falta de disciplina e estancar decisões impulsivas seria definir usos para o dinheiro mais interessantes do que as compras por impulso", acrescenta.
Para evitar que desentendimentos por motivos de dinheiro ocorram entre o casal, é importante planejar a vida financeira antes de oficializar a união, conforme descreve Silvia Alambert, educadora financeira e fundadora da The Money Camp: "Expor de forma transparente a situação financeira de cada um antes do casamento evita conflitos e ajuda a construir um futuro com alicerces sólidos".
No caso de quem já é casado o primeiro passo para organizar as finanças é desenvolver um planejamento detalhado. "Ele servirá como uma bússola ao casal, para que possam visualizar se estão se aproximando ou se distanciando de suas metas", garante a educadora financeira. "Mantenha uma comunicação aberta e realize o planejamento junto com o parceiro para que sejam cúmplices na tomada das decisões" completa.
Vale destacar que a infidelidade financeira só acontece quando um dos dois deixa de comunicar ao outro os seus sonhos e passa a correr atrás deles sozinho. Aliás, a infidelidade financeira pode ser tão traumática quando a infidelidade sexual. "Tudo dependerá de como o parceiro que se sentiu traído lida com as questões da traição: há quem dê um novo voto de confiança e queira recomeçar e há quem acredite que traição é traição, perca a confiança para sempre e desista", considera Silvia.
Por isso, a educadora financeira declara que é necessário que o casal estabeleça uma relação de confiança no relacionamento e sempre converse sobre o futuro de ambos, crenças individuais, amor, religiosidade e dinheiro. "Na ausência do diálogo, esses fatores podem se tornar verdadeiros obstáculos quando uma das pessoas é emocionalmente insegura sobre os conceitos de criação de riqueza na própria vida", finalizou Silvia Alambert.
Por Stefane Braga (MBPress)
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Por que Meninos e Meninas Brincam com Brinquedos Diferentes?
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| Imagem cedida por cortesia de Gerianne M. Alexander ao blog http://www.psychologytoday.com/blog/the-scientific-fundamentalist |
Que meninos e meninas investem seu dinheiro de forma diferente, isso nós já sabemos; que meninas ainda investem menos dinheiro do que os meninos no mercado financeiro, mas quando investem são mais cautelosas do que os meninos, isso nós também já sabemos.
Estudos e pesquisas reforçam a questão biológica como fator provável para que meninos e meninas escolham brinquedos diferentes na hora de brincar e este mesmo estudo, através de uma leitura atenta, poderá ser útil e servir como referência para entender que se as meninas ainda não estão em grande número investindo em ações, pode ser simplesmente porque acreditem de forma inconsciente que essa brincadeira meio arriscada é "brincadeira" de menino.
No entanto, saiba que até grandes investidores - como o próprio Warren Buffett - são esteriotipados como "meninos que investem como se fossem uma garota". Mais um sinal de que há muito o que aprender e a compartilhar entre ambos os sexos.
Vida longa e próspera.
Por que
Meninos e Meninas Brincam com Brinquedos Diferentes?
Por que garotas preferem Barbies e por que meninos preferem carros?
por Satoshi Kanazawa in The Scientific Fundamentalist
Tradução livre: Silvia Alambert
No mundo inteiro, meninos e meninas preferem
brincar com tipos diferentes de brinquedos. Os meninos gostam tipicamente de
brincar com carros e caminhões, enquanto as meninas dão preferências às bonecas.
Por que isto? Uma explicação tradicional sociológica é que meninos e meninas
são socializados e encorajados por seus pais e pela “sociedade” a brincarem com
tipos diferentes de brinquedos. As evidências científicas crescentes sugerem,
porém, que as preferências por brinquedos de “meninos” e “meninas” podem ter
origem biológicas.”
Em 2002,
Gerianne M. Alexander da Texas A&M
University e Melissa Hines da City
University de Londres paralisaram o mundo científico ao mostrar que os
macacos vervet (macaco verde) mostravam as mesmas preferências típicas por
brinquedos de “meninos” e “meninas”, como o ser humano. Em um estudo
incrivelmente criativo, publicado em Evolução e Comportamento Humano, Alexander
e Hines ofereceram dois brinquedos considerados tipicamente brinquedos de menino
(uma bola e um carro de polícia), dois brinquedos considerados tipicamente como
sendo brinquedos de menina (uma boneca de pano e uma panela) e dois brinquedos
considerados neutros (um livro de pintura e um cachorro de pelúcia) a 44
macacos verdes machos e 44 macacos verdes fêmeas. Alexander e Hines, então,
avaliaram as preferências dos macacos por cada brinquedo, medindo o tempo em
que os macacos (machos e fêmeas) despendiam com cada brinquedo. Os dados
demonstraram que os macacos verdes machos demonstravam um interesse muito mais
significante pelos brinquedos masculinos, enquanto as fêmeas demonstravam o
mesmo interesse significante, porém, pelos brinquedos femininos, mas ambos os
sexos não tinham preferências quando se tratava dos brinquedos neutros.
O
artigo de Alexander e Hines contém uma
linda foto (reproduzida aqui por cortesia de Gerianne M. Alexander) de um macaco vervet
fêmea realizando uma inspeção nas partes genitais da boneca, a fim de determinar
se é um macho ou uma fêmea - como faria uma menina – e de um macaco vervet
macho empurrando o carro de polícia para trás e para a frente – como faria um
menino. Se as preferências das crianças por brinquedos foram amplamente
formadas pela socialização com relação ao gênero, como clamam muitos sociólogos
tradicionais, e sob os quais os pais dão brinquedos a elas “apropriados ao gênero”
masculino e feminino, como é que estes macacos vervet tem as mesmas
preferências como os meninos e meninas? Eles nunca foram socializados por
humanos e eles nunca viram estes brinquedos antes em suas vidas. Ainda assim, não
apenas os macacos vervet machos e fêmeas demonstraram idêntica preferência
pelos brinquedos por conta do gênero masculino e feminino, mas também brincaram
com estes brinquedos da mesma forma que os meninos e as meninas brincam.
Tão
formidavelmente criativo e espetacular foi este estudo inicial promovido por Alexander e Hines, ele é a única literatura científica
por enquanto. Todas as novas descobertas científicas deverão ser replicadas
para assegurar que estes “achados” são verdadeiros e podem ser generalizados. Bem,
foram seis anos até que as descobertas tenham sido agora replicadas.
Em
outro artigo científico da Hormones & Behaviour,
Janice M. Hassett, Erin R. Siebert e Kim Wallen, da Emory University, o
experimento das preferências por brinquedos masculinos ou femininos foi
replicado, só que desta vez entre os macacos rhesus, uma outra espécie de
primata. Este novo estudo mostra que quando são dadas as escolhas entre “brinquedos
sobre rodas”, esteriotipados como sendo brinquedos típicos masculinos (tais
como carroças, caminhão e carro) e brinquedos de pelúcia considerados
tipicamente femininos (tais como o Ursinho Pooh, um coala de pelúcia ou mesmo
uma boneca de pano, como Raggedy Ann), os macacos rhesus machos demonstram
forte e significante preferência por brinquedos masculinos. Os macacos rhesus
fêmeas demonstram preferência por brinquedos de meninas, mas a diferença em
suas preferências não é estatisticamente significante.
Não
sabemos ao certo o por que das
preferências das diferentes espécies de primatas machos optarem por brinquedos
sobre rodas ou outros veículos e o por
que das diferentes espécies de
primatas fêmeas optarem por brinquedos de pelúcia ou outras bonecas (exceto
pela vaga semelhança a bebês, os quais as fêmeas ao longo da evolução são
designadas a cuidar). Portanto, torna-se menos e menos provável que a concepção
de que a “socialização do gênero” seja a razão pela qual meninos e meninas
tenham preferências diferentes por tipos de brinquedos e mais e mais
provavelmente que esteja ligada a questões genéticas, hormonais e outros
fatores biológicos pelo o que se observou nas diferenças dos sexos com relação
às preferências pelos brinquedos.
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