terça-feira, 16 de novembro de 2010

O toque de Ouro

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Iniciar a educação financeira de crianças contando histórias para que trabalhem os aspectos comportamentais e emocionais dos personagens envolvidos é sempre uma excelente alternativa para que possam compreender que as decisões emocionais precipitadas podem causar transtorno de toda ordem.

As histórias trabalham o imaginário das crianças , fazendo com que elas se coloquem na situação narrada e levando-as a reflexão da situação vivida pelos personagens apresentados.

No caso de crianças menores, se houver a possibilidade de trabalhar com elementos artísticos, tais como fantasias, fantoches e acrescentando a isso a emoção na narrativa, tornará a história mais rica e mais próxima do real.

Soma-se a isso tudo, o passeio pelo lado direito do cérebro (a criatividade), o ganho de vocabulário que toda a literatura traz, além da compreensão daquilo que está sendo lido ou narrado. Deixe-a contar livremente a história que acabou de ouvir.

Temos trabalhado com crianças e jovens em sala de aula a literatura voltada ao universo financeiro e empreendedor e lhes proporcionado momentos prazerosos de aprendizagem através da dramatização.

Experimente esta viagem fantástica com seus filhos e navegue no mundo da fantasia real.

Para começar, uma estória sobre a ganância.

O REI MIDAS
O toque de Ouro

Era uma vez um rei muito rico chamado Midas.

Ele possuía mais ouro do que qualquer outro no mundo inteiro, mas ainda assim não estava satisfeito. Nada o deixava mais feliz do que conseguir acrescentar um pouco mais à sua riqueza.

Mantinha-o todo guardado em enormes cofres nos subterrâneos do palácio, e passava muitas horas por dia contanto e recontando seu tesouro.

O Rei Midas tinha uma filhinha chamada Áurea.

Amava-a com verdadeira devoção, e dizia: "Ela será a princesa mais rica do mundo!"

Mas a pequena Áurea nem se importava com isso. Adorava seu jardim, as flores e o sol, mais do que a riqueza do pai. Ficava sozinha a maior parte do tempo, pois o pai estava sempre ocupado, buscando novas formas de conseguir mais ouro, e contando o que já possuía, de tal sorte que quase nunca tinha tempo para contar-lhe histórias ou passear, conforme deveriam fazer todos os pais.

Um dia, o Rei Midas estava na sala do tesouro nos subterrâneos do castelo.
Havia trancado as pesadas portas do aposento e aberto os enormes baús.
Despejou todo o conteúdo sobre a mesa e pôs-se a brincar com o ouro como se o simples toque o deixasse satisfeito.
Fazia-o escorrer entre os dedos e sorria ao ouvir o tilintar das peças, qual doce melodia. De repente, uma sombra se projetou sobre a pilha de objetos. Ao levantar os olhos, deu com um estranho trajando roupas brancas brilhantes e sorrindo para ele.
Soergueu-se, surpreso. Não se esquecera de trancar as portas! O tesouro, então, não estava seguro! Entretanto, o estranho continuou sorrindo.

- Vossa Excelência tem muito ouro - disse ele.

- Tenho, sim - disse o rei -, mas é pouco comparado a todo o ouro que existe no mundo!

- Ora! Esse ouro todo não satisfaz a Vossa Excelência? - perguntou o estranho.

- Ora, essa! - respondeu o rei - Mas é claro que não estou satisfeito. Passo longas noites acordado planejando novas formas de conseguir mais. Gostaria de poder transformar em ouro tudo que toco.

- É isso que Vossa Excelência realmente deseja?

- Claro que sim! Nada haveria de deixar-me mais satisfeito.

- Pois o desejo de Vossa Excelência será atendido. Amanhã de manhã, quando os primeiro raios de sol adentrarem os aposentos, Vossa Excelência terá o toque de ouro.

Ao terminar de falar, o estranho desapareceu.

O Rei Midas esfregou os olhos.
- Devo ter sonhado - disse ele -, mas como eu ficaria feliz se isso fosse verdade!

No dia seguinte, o Rei Midas acordou quando a primeira luz do dia se fez presente em seus aposentos. Esticou a mão e tocou as cobertas da cama. Nada aconteceu.

- Eu sabia que não poderia ser verdade - exclamou, desapontado.

Naquele exato momento, entraram pelas janelas os primeiros raios de sol. As cobertas onde estava encostada a mão do rei transformaram-se em ouro puro.

- É verdade! É verdade! - gritou ele, muito contente.

Saltou da cama e correu pelo aposento tocando em tudo que havia. O manto real, os chinelos, os móveis, tudo virou ouro. Foi até a janela e olhou para o jardim de Áurea.

- Vou fazer-lhe uma boa surpresa - disse ele. Desceu ao jardim e tocou todas as flores da filha, transformando-as em ouro.

- Ela ficará muito satisfeita - pensou.

Voltou aos seus aposentos para aguardar a chegada do café da manhã e se dispôs a retomar a leitura da noite anterior, mas assim que suas mãos tocaram o livro, o objeto se transformou em ouro maciço.

- Não posso ler, assim - disse o rei -, mas, ora, é bem melhor ter um livro de ouro.

Naquele exato momento, um criado entrou nos aposentos, trazendo-lhe o café da manhã.
- Que beleza! Vou começar pelo pêssego, que está vermelhinho de tão maduro.

Pegou-o então, mas, antes de conseguir comê-lo, já se havia transformado num pedaço de ouro. O Rei Midas o colocou de volta no prato.

- É muito bonito, mas não posso comê-lo! - disse ele.

Pegou uma broa de pão, mas também ela se transformou em ouro.
Colocou a mão no copo d'água, mas tudo virava ouro.

- O que vou fazer? Tenho fome e sede. Não posso comer nem beber ouro!

E logo a pequena Áurea entrou em seus aposentos. Ela estava chorando, muito sentida,

e trazia nas mãos uma das rosas.

- O que houve, filhinha?

- Ah, papai! Veja o que aconteceu com minhas rosas! Estão todas duras e feias!

- Ora, são rosas de ouro, filha. Você não acha que estão mais bonitas agora?

- Não - disse ela, soluçando. - Não têm mais o agradável perfume que tinham. Não crescerão mais. Gosto de rosas vivas.

- Não se preocupe - disse o rei -, venha tomar seu café.

Entretanto, Áurea percebeu que o pai não comia e que estava triste.

- O que houve, meu querido pai? - perguntou ela, aproximando-se.

Deu-lhe um abraço e ele a beijou, mas, de repente, o rei soltou um grito de pavor.

Ao tocá-la, o lindo rostinho transformou-se em ouro brilhante, os olhos não viam mais, os lábios não conseguiram beijá-lo também, os bracinhos não o estreitaram.

Deixou de ser uma adorável e carinhosa menina; transformara-se numa estatueta de ouro.

O Rei Midas baixou a cabeça e os soluços o sobrepujaram.

- Vossa Excelência está feliz? - alguém perguntou.

O rei levantou a cabeça e viu o estranho de pé a seu lado.

- Feliz! Como te atreves a perguntar uma coisa dessas? Sou o homem mais triste na face da terra! - disse o rei.

- Vossa Excelência tem o toque de ouro. E isso não basta?

O Rei Midas não tornou a olhar para o estranho, nem respondeu.

- O que Vossa Excelência prefere: comida e um copo d'água fresca ou essas pedras de ouro? - disse o estranho.

O Rei Midas não conseguiu responder.

- O que prefere ter, ó Majestade? Aquela estatueta de ouro ou uma menina que pode correr, rir e amá-lo?

- Ah, devolva-me minha filhinha Áurea e eu abdicarei de todo o ouro que tenho! - disse o rei. - Perdi a única coisa que realmente me valia ter.

- Vossa Excelência demonstra agora mais sabedoria do que antes - disse o estranho.

- Vá mergulhar no rio que passa nos fundos do jardim, e depois leve um pouco da água para jogar sobre tudo aquilo que deseja ter de volta ao normal.

O estranho, então, desapareceu.

O Rei Midas levantou-se rapidamente e foi correndo até o rio. Mergulhou, pegou um bocado de água e retornou ao palácio. Jogou-a sobre Áurea e as cores voltaram a iluminar seu rosto.

Ela tornou a abrir os olhinhos azuis.

- Ora, papai! - disse ela - O que aconteceu?

Chorando de alegria, ela a pegou no colo.

Depois disso, o Rei Midas nunca mais se preocupou com ouro algum, a não ser o ouro que existe no brilho do sol e nos cabelos da pequena Áurea.

Adaptação de O livro das maravilhas,

de Nathaniel Hawthorne


















































































































sábado, 30 de outubro de 2010

Por que eu só ganho os presentes da promoção?


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Estamos a 56 dias do Natal.

Este ano está voando. Com tantos feriados e eventos  que tivemos e ainda teremos , este ano parece ser atípico. 

Para ajudar na correria, lá vem o Natal de novo.

O Natal talvez seja a época mais aguardada do ano para a troca de presentes entre amigos e familiares, já que presentear é um gesto para demonstrar como somos gratos às pessoas que tocam a nossa vida de alguma forma.

Para as crianças, a data mais aguardada depois do aniversário, já que entendem que é quando vem os presentes que esperam praticamente um ano inteiro para receber.

Mesmo com o orçamento apertado, os pais acabam cedendo à tentação de comprar “aquele” presente aos filhos, já que a promessa acaba ficando sempre para o Natal: “Se você passar de ano, no Natal lhe dou o presente que você quer.”

Aí, não tem jeito. Mesmo com o orçamento apertado...promessa é dívida (ou mais uma dívida) e crianças serão sempre crianças.

O correto mesmo é realizar um planejamento já no início do ano prevendo gastos maiores com presentes em determinadas datas. Assim, não será preciso atrelar desempenho escolar com presente de Natal e nem ficar digladiando com parcelas do cartão de crédito até 4 ou 6 meses depois que o Papai Noel já se foi e deixou você com a conta para pagar.

Como nem tudo que é o ideal está perto do real, o melhor mesmo é antecipar-se e conversar abertamente com a criança sobre seus planos para os preparativos do Natal.

Se o dinheiro da família estiver curto, é justo que ela seja informada da maneira mais razoável possível para que possa entender o que está acontecendo e se prepare emocionalmente e não se depare com nenhuma grande surpresa.

Ilustro o caso com um diálogo extraído de um filme onde dois adultos conversavam e um dos personagens comenta: “Não sei porque, mas todos os anos alguns meses antes do Natal minha mãe me dava um catálogo para escolher um brinquedo que eu desejaria ganhar. Todos os anos ela sempre me dava um presente que estava no item da promoção e que era bem diferente daquilo que eu escolhia no catálogo. Uma vez escolhi um ventríloquo e ela me deu uma marionete horrorosa.”

Natal é momento de confraternização e não de ter que dar explicações sem fim sobre o presente “genérico”. Isto não faz o menor sentido na cabeça de uma criança.

As crianças que já sabem listar quais os presentes desejam ganhar são as crianças que já podem compreender porque o Papai Noel este ano não bateu a meta da linha de produção.

Envolver as crianças com as atividades natalinas é uma boa alternativa para que elas possam ter contato com os gastos que envolvem o preparativo do evento.

Levar a criança ao supermercado para realizar uma pesquisa de preços dos itens que serão consumidos é de grande surpresa e satisfação para elas, já que normalmente não são envolvidas em nenhum tema relacionado ao mundo das finanças da família. É surpreendente e curioso o modo como trabalham alternativas quando são envolvidas neste tipo de atividade. Basta que a oportunidade seja dada e os pais estejam abertos a ouvi-los. Muita coisa nova pode acontecer.

Depois desta atividade, sentar com a criança e mostrar a soma das despesas que terão, poderá ajudar os pais a abrirem um canal para conversarem com seu filho sobre pontos que poderiam ser revisados, inclusive os presentes.

É preciso ser coerente e mostrar que a família está disposta a gastar X com a festa natalina, entre presentes e alimentação. É preciso dar um norte para que a criança possa se basear para pensar em alternativas, inclusive para os presentes que ela própria deseja ganhar.
Os pais poderão oferecer algumas alternativas, também.

Lembre-se: crianças serão sempre crianças, mas abrindo espaço para que possam ajudar nas escolhas, elas passam a se sentir responsáveis pelo sucesso financeiro da família.

Se quisermos que nossos filhos sejam realizadores e realizados, deverá haver um momento na vida deles em que teremos que contar que "Papai Noel não existe! "

Ser muito permissivo, criar ilusões em demasia e suprir os filhos com todos os desejos que eles tem - desde os mais simples até os mais complexos e caros - os inibem de sonhar e, principalmente, de crescer.


Já escreveu sua cartinha ao Bom Velhinho?




quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Somos um dos povos menos endividados do mundo?


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Nos últimos dias, temos visto alguns políticos e técnicos ligados ao governo dizerem, com um certo orgulho, que somos um dos povos menos endividados do mundo e, por conta disso, teríamos uma “folga” para aumentar o endividamento, o que ajudaria a dar ainda mais fôlego para o nosso consumo que já anda bastante aquecido.

Mas será que isso é verdade? Somos mesmo um povo pouco endividado? Sim, quem disse que nosso endividamento é baixo não falou nenhuma mentira. Mas é importante termos em mente que isso não é decorrência de nossa educação financeira nem de nossa destreza em administrar nossas próprias finanças. O baixo endividamento (relativo) do brasileiro é muito mais uma decorrência de um mercado de crédito pouco desenvolvido (convém lembrar que, até poucos anos, não era tão comum comprarmos todo tipo de bem usando financiamento) e da nossa taxa de juros, que é uma das mais altas do mundo.

Vendo os índices de endividamento isoladamente, sobram poucas dúvidas que estamos longe dos primeiros colocados nesse ranking, mas isso absolutamente não significa que estamos em vantagem. Aliás, muito pelo contrário... A comparação dos níveis de endividamento de um brasileiro com um americano ou europeu pode nos dar resultados inconclusivos se não levarmos em conta outros fatores, como a taxa de juros.

Apenas para termos um exemplo, a nossa taxa de juros básica (a SELIC) é, no atual momento, mais de quarenta vezes maior que a taxa básica americana, e mais de dez vezes a taxa da zona do Euro. Essa desproporção se observa também (ainda que em menor nível) nas taxas ao consumidor. Podemos ver alguns exemplos a seguir:

- Juros de cartão de crédito: Nos EUA, as taxas de juros do crédito rotativo do cartão de crédito estão em níveis historicamente altos, por volta de 14% ao ano. Já aqui no Brasil, segundo a ANEFAC (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), em agosto de 2010, a taxa média do crédito rotativo nos cartões de crédito brasileiros era de 238,30% ao ano. Nossa taxa é aproximadamente dezessete vezes superior à taxa americana;

- Juros do cheque especial: Vamos ver agora como vão nossos amigos europeus... Na Inglaterra, a taxa de juros para uso do limite de conta especial (overdraft) está por volta de 16%. Aqui no Brasil, ainda segundo a ANEFAC, nossa taxa média em agosto foi de 136,85% ao ano, mas não é difícil encontrar bancos cobrando mais de 200% ao ano;

- Financiamento de veículos: Nos EUA, um carro novo, financiado em 36 meses, paga em torno de 6% ao ano de juros (o que daria em torno de 0,49% ao mês). Aqui no Brasil um carro financiado pelo mesmo período paga entre 1,5% a 2,0% ao mês.

O que podemos concluir é que, para o brasileiro, ocorre uma espécie de “alavancagem ao contrário”. Se os americanos, por exemplo, pegarem emprestado um valor “X”, eles poderão ter problemas com os juros. Mas se nós brasileiros resolvermos tomar o mesmo “X” que os americanos, seremos esfolados vivos! É aquela velha lógica do “se eles pegam um resfriado, nós morremos de pneumonia”, pois o efeito do endividamento de mesmo valor é muito diferente no brasileiro e em um cidadão de uma economia desenvolvida.

Vendo por esse lado, é questionável se existe mesmo esse tal “espaço” para o endividamento extra. O endividamento das famílias no Brasil pode ser baixo (como de fato é), mas sendo o Brasil um dos países com juros mais altos do mundo, não poderia ser diferente. Se o endividamento do brasileiro subir mais, ele ainda será baixo pelos padrões internacionais, mas as pessoas terão que “vender a própria alma” para dar cabo dos juros. Mais do que nunca as famílias brasileiras devem se preocupar em tomar decisões financeiras sensatas e em manter as contas equilibradas.

André Massaro
Especialista em finanças pessoais
Consultor financeiro da The Money Camp Brasil
Autor do livro MoneyFit (Matrix Editora)
http://www.moneyfit.com.br/



O seu tesouro está nas coisas que te deixam feliz


Imagem: dreamstime
Para reflexão:

“As coisas não mudam. Nós é que mudamos.” (H D Thoreau)
“Tudo muda quando nós mudamos.” (Jim Rohn)
“Quando você muda o seu jeito de ver as coisas, as coisas que você vê mudam.” (Wayne Dyer)
“Ninguém liga se você não sabe dançar muito bem. Levante-se e dance.” (Dave Barry)

Em uma escala de 1 a 10, avalie a sua qualidade de vida exatamente agora – espiritualmente, mentalmente, emocionalmente, fisicamente, profissionalmente e financeiramente.

A maioria das respostas das pessoas fica entre 4 e 7. Ocasionalmente, aparece um 8.

Em quais campos de sua vida você se sente mais feliz e satisfeito neste momento?

Para responder a esta pergunta, muitas pessoas precisam parar e pensar.
A resposta parece estar enterrada profundamente.

Busque a resposta e deixe que ela saia !
Foque naquilo que é realmente importante PARA VOCÊ.

Pergunte-se:

O que me deixa mais entusiasmado, mais orgulhoso de mim mesmo e a que sou mais grato em minha vida neste momento?
O que eu mais curto na minha vida hoje?
O que eu posso fazer hoje para melhorar o meu dia?

Respondendo a perguntas simples sobre o que é mais importante para VOCÊ, você altera seu comportamento, melhora seu humor e ganha alguns pontos em qualidade de vida.

Quando pensamos em coisas que nos fazem bem, mudamos nosso comportamento e mudando nosso comportamento, mudamos tudo à nossa volta.

É simples, barato, legal e funciona todas as vezes que você fizer isto. Faça isto agora. Faça isto frequentemente.

Desejo a você uma excelente semana!

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Estamos Grávidos. E agora?

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A chegada de um bebê inicia-se na gravidez e teoricamente encerra-se quando o jovem entra no mercado de trabalho. Há estudos que mostram que famílias com renda mensal de aproximadamente R$ 4.000,00 investirão aproximadamente R$ 800,00 mensais com seus filhos entre 0 e 6 anos de idade. Substituindo uma despesa por outra, podemos considerar este número.

Um casal que esteja comprometido com " 150%" de sua renda dificilmente conseguirá se planejar para a chegada do bebê. Não faz sentido e nem haverá tempo para querer fazer uma poupança quando há  dívidas a serem pagas.

A melhor alternativa nesta situação é negociar as dívidas e livrar-se delas o quanto antes, para que possam ter uma vida mais tranquila para assumir a nova responsabilidade e, óbvio, não realizar novas dívidas para adquirir mobiliário para o baby.
Usar a criatividade e substituir serviços pagos pelo " faça você mesmo", até que a ressaca financeira passe e o casal possa voltar a navegar em maré mais calma, poderá ser até mais divertido para o casal enquanto aguarda a chegada do bebê. Procurar alternativas entre familiares e amigos que já encostaram berço, andador e outros itens também gerará uma ótima economia. Organizar um chá de bebê servirá como uma opção para ajudar a montar o enxoval, sem contar que reunir amigos é sempre um momento prazeroso.

Claro que o que se considera ideal nem sempre está próximo ao real, mas com um pouco de boa vontade aliada ao hábito de poupar e investir, o casal poderá programar a chegada de um bebê mesmo antes de pensar em sua concepção.
Qual o problema??? Há casais que namoram 10 anos antes de se casarem.

Consideremos, então, um casal com esta mesma renda líquida de R$ 4.000,00 e estes mesmos R$ 800,00 mensais como base do cálculo e veremos que durante os 3 anos que antecedem o plano de ter filhos, o casal deverá poupar e investir menos do que 10% de sua renda para receber com conforto e tranqüilidade o seu filhote.

Considerando ainda que a maioria das pessoas prefere não se arriscar quando o assunto é “poupança do filho”, levaremos esta conta para o investimento de menor risco (e menor rentabilidade) hoje no mercado: a caderneta de poupança (0,5%/mês)

Iniciando uma poupança hoje e trabalhando com a idéia de curto prazo (3 anos) e considerando uma rentabilidade projetada de 6% ao ano, o casal deverá investir a quantia de aproximadamente R$ 378,00 mensais ao longo deste período para poder sacar o montante durante o período da gravidez e comprar tudo o que o pimpolho necessitará durante seu 1º. ano de vida. Estamos falando aqui em R$ 15.391,00.

O mais legal é que, planejando desta forma, o casal poderá fazer tudo do jeitinho que sempre sonhou para receber o baby, sem nem precisar sacar tudo de uma só vez.

Deste momento em diante, é só dar continuidade ao plano estabelecido e realizar aportes mensais e continuados.
O fator tempo é o melhor aliado da vida do casal para garantir o futuro de sua criança em termos financeiros.

Sentindo-se mais seguro e buscando a informação necessária com especialistas da área financeira, o casal poderá optar por transferir esta poupança para investimentos um pouco mais ousados, de acordo com o seu perfil financeiro e mais interessantes em termos de rentabilidade no longo prazo.

Sempre lembrando que maior o retorno, maior o risco.

O melhor mesmo é poder desfrutar deste momento tão especial com segurança e tranqüilidade.

Saúde e felicidade aos futuros papais.




domingo, 17 de outubro de 2010

Sorte ou Azar? Depende

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Suas escolhas de hoje refletirão o seu futuro.
Seus objetivos serão alcançados à medida que você compreender a dinâmica das coisas e passar a entender que as conquistas acontecem por conta de um desejo, uma força motriz que te coloca em movimento para  realizar algo somado à sua predisposição em abrir mão de determinadas coisas hoje para realizar algo maior e que você deseja muito em um futuro nem muito distante (quando queremos algo de verdade, ficamos com a sensação que esperar por um, dois, três ou dez anos pareça uma eternidade) aliado a uma estratégia, que poderá ser financeira ou não. Depende de seus sonhos. Para um adulto pode ser conquistar uma casa própria, para um jovem, o desejo forte de entrar em uma determinada Universidade, então neste caso, dependerá mais da energia investida e direcionada aos estudos e não na questão financeira (pelo menos, não da dele, é o que se pressupõe) .
É bem verdade que interferências internas e externas e obstáculos surgirão durante este período, mas se você estiver seguro daquilo que você deseja, nada e nem ninguém te impedirá de realizar.

Pense um minuto nas suas maiores conquistas: não deve ter sido tão simples chegar lá, mas com certeza, depois de haver conquistado e quando você olhou para trás para fazer uma análise, você teve aquela sensação dos vencedores: " Eu consegui !" . 

Assim são as nossas conquistas.

Se houvesse uma fórmula, talvez fosse assim: DESEJO FORTE + AÇÃO + PLANO ESTRATÉGICO + PERSISTÊNCIA = CONQUISTA DE UM SONHO

A vida em si não é um jogo de sorte ou azar, não é feita por sorteio. 
Em todos os campos, a vida é feita das nossas escolhas e os nossos caminhos somos nós mesmos quem os contruímos. Se deixarmos estas escolhas ao acaso, ainda assim teremos realizado uma escolha.
Conquistar objetivos só depende de você, através de seu comprometimento com você mesmo em querer realizar algo.

Só para refletir...



Conto Oriental

Ter, 12 de Outubro de 2010 19:51 Escrito por Káritas de Toledo Ribas

Um conto oriental muito antigo fala de um camponês que habitava numa aldeia muito pobre do interior.
Era considerado bem de vida porque possuía um cavalo que usava para arar a terra e como meio de transporte. Um dia seu cavalo fugiu. Todos os vizinhos exclamaram que isso era terrível; o camponês disse simplesmente: "Talvez".

Alguns dias depois, o cavalo voltou e com ele trouxe mais dois cavalos selvagens. Todos os vizinhos alegraram-se com sua boa sorte, mas o camponês disse simplesmente: "Talvez".

No dia seguinte, o filho do camponês tentou montar um dos cavalos selvagens; este o lançou por terra e o rapaz quebrou a perna. Os vizinhos todos condoeram com seu azar, mas novamente o camponês disse: "Talvez".

Na semana seguinte, os oficiais da convocação militar vieram até a aldeia para recrutar jovens para o exército. Rejeitaram o filho do camponês porque estava com a perna quebrada.

Quando os vizinhos comentaram como tinha sorte, o camponês respondeu:
"Talvez"...

Fonte "Conto oriental": www.appanamind.com.br



domingo, 3 de outubro de 2010

Lição de Cidadania e Ética aos Filhos

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Aproveito o momento e deixo uma reflexão sobre como andamos transmitindo lições de cidadania às crianças.

Todas as questões que envolvem desde a preservação do meio ambiente, a miséria no mundo, aprender a conviver com os diferentes,  e também a questão das políticas públicas deveriam ser abordadas desde sempre na vida das crianças. Cada coisa em seu tempo, obviamente.

Parece loucura conversar sobre isso com as crianças e jovens, mas princípios de ética e cidadania caem bem em qualquer tempo do crescimento das crianças e jovens. Aliás, dê a oportunidade de uma conversa breve e você se surpreenderá, já que eles costumam usar o seu próprio vocabulário e a adotar os modelos vindos de casa.

Sei disso e por isso compartilho a experiência, porque quando abordamos a questão dos impostos e a Previdência Pública no Brasil durante as aulas de educação financeira, ouço todo o tipo de coisa e eles são realmente muito bons nisso. Não conversamos sobre política, porque não é esta a intenção, mas é inevitável que eles façam comentários, já que são seres que veem, ouvem e pensam.

Se cada pessoa do planeta tivesse o mínimo de consciência e acessasse sua própria e outras histórias e comportamentos naturais, poderia passar ensinamentos sobre ética e cidadania aos filhos simplesmente mostrando estas histórias de forma natural. Evitaríamos o desperdicício de um monte de coisas.

Às vezes, enquanto educamos nossos filhos, acreditamos que se já ensinamos alguns comportamentos éticos e de cidadania aos nossos filhos dentro de nossa própria casa também acreditamos que eles já tenham entendido a lição para aplicar isso do lado de fora, mas nem sempre é assim.

Um exemplo quase ridículo (não dá para acreditar que ainda exista quem aja dessa forma), mas revoltante, é quando nos deparamos com um carro a nossa frente e vemos o motorista ou passageiro abrindo o vidro e simplesmente mandando sacos de papel com qualquer resto de coisa dentro ( normalmente chamamos isso de lixo) para o lado de fora. 

Se fossem pessoas conscienciosas entenderiam que este tipo de comportamento, além de ser perigoso a quem está logo atrás, entope bueiros e que restos de comida atraem baratas e ratos (há uma média de 7 ratos/habitante em São Paulo !!!) e, por conseguinte, prolifera doenças.
Fico imaginando como deve ser a casa de uma pessoa que age desta forma...
Ou ainda aquele motorista que ao ver um outro veículo dando seta para entrar (embora andem economizando até na seta), ao invés de permitir que o outro entre ele acelera para passar à frente do carro que está tentando entrar.
O que é isso? GP de F1 ?

Nas escolas, encontramos lixo (papel, chicletes, sacos de salgadinho, caixinha de suco vazia) caídos no chão da sala de aula, sob a carteira.
Será que é isso que ensinamos aos nossos filhos em casa ou será que não reforçamos o ensinamento o suficiente a ponto de que eles compreendam que a questão de cidadania deve ser adotada não só dentro, mas fora de casa também ?

Vou lhe chamar a atenção para um caso bem comum que vem acontecendo entre os jovens ( e não estou nem falando sobre levar armas para a escola...Glup!): eles dizem que perderam o celular. Será que perderam mesmo ou deram cabo do velho porque estão querendo um modelo novo ?

Quer mais uma?

" Eu posso me atrasar na entrada da aula porque aqui não é a Inglaterra."

Por que é que tem que ser assim?

Se estão crescendo envoltos em crenças de sobreposição do TER ao invés do SER (nem que para isto seja necessário mentir aos pais), em crenças negativas sobre a possibilidade de mudar alguma coisa ou fazer a diferença é porque estão descrentes dos valores reais de vida e descrentes sobre a posição deles enquanto  cidadãos capazes de mudar a história e fazer diferente daquilo que não aceitam como uma verdade.

Devemos ser e estar atentos com a educação de nossos filhos em todos os aspectos. Devemos nos preocupar, sim, com o dever de casa, ver agendas, ajudar com os trabalhos escolares, oferecer suporte e conversar com a escola quando vemos algo em desalinho com nossos princípios.

Já fomos jovens e sabemos como as coisas são e como pais, às vezes somos tachados de "chatos", mas se não formos nós a nos preocuparmos com nossos filhos e o futuro deles, sobre o que pensam, o que estão fazendo, aprendendo, quem são os amigos, onde estão, deixaremos isto para quem? Para a escola somente ? Para a babá ou funcionária da casa ou o motorista da família ? Para a família do amigo ?

As mudanças das coisas que queremos ver só acontecem se começarmos a falar sobre elas de forma mais clara ao invés de somente criticarmos e ficarmos de braços cruzados, passando mensagens estáticas aos nossos filhos.

No dia a dia, podemos ensinar às nossas crianças os princípios básicos de cidadania, conversar sobre comportamentos que nos desagradam ou agradam e porque e refletirmos juntos sobre novas possibilidades. Assim, teremos certeza de que somos o porto seguro, a base de confiança de nossos filhos, onde eles sabem que podem questionar pois serão ouvidos, podem argumentar e refletir sobre as questões da vida, sem meias palavras e objetivamente e assim, crescerão seguros sobre seus ideais, seus princípios e seus valores enquanto ser humano. 

" Um sonho sonhado sozinho é somente um sonho.
Um sonho sonhado junto é realidade." ( Raul Seixas)


"Uma pesquisa divulgada pelo Ibope em 25.11.03 traz dados preocupantes sobre as nossas relações de cidadania. Indica que 56% dos brasileiros não têm vontade de participar das práticas capazes de influenciar nas políticas públicas. 35% nem tem conhecimento do sejam essas práticas e 26% acham esse assunto “chato demais” para se envolver com ele. Nem tudo está perdido: 44% dos entrevistados manifestaram algum interesse em participar para a melhoria das atividades estatais, e entendem que o poder emana do povo como está previsto na Constituição. A pesquisa anima, de forma até surpreendente, quando mostra que 54% dos jovens (entre 16 e 24 anos), têm interesse pela coisa pública. Interesse que cai progressivamente à medida que a idade aumenta. A pesquisa ajuda a desmontar a idéia que se tem de que o jovem é apático ou indiferente às coisas do seu país."(1)

 (1) BARBOSA, B. Falta de informação limita participação popular. Cidadania na Internet. Rio de Janeiro, nov. 2003. Disponível em http://www.cidadania.org.br/conteudo.asp.  







 





segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Brasil está deixando para trás fama de desmatador

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Brasil está deixando para trás fama de desmatador, diz ‘Economist’



Uma reportagem publicada na edição desta semana da revista Economist afirma que o Brasil está deixando para trás a fama de desmatador, mas precisa superar entraves para virar o que um entrevistado no texto chama de “potência ambiental”.

A revista explica as razões pelas quais o país reduziu significativamente a sua taxa de desmatamento entre o fim dos anos 1990 e o início deste século e os últimos anos.

Segundo a Economist, entre 1996 e 2005 cerca de 19,5 mil km² da Amazônia brasileira eram desmatados a cada ano. Entre 2008 e 2009, essa área foi reduzida drasticamente, para cerca de 7 mil km².

Entre as razões apontadas para este fenômeno está uma menor demanda mundial por commodities agrícolas – que alivia as pressões para produzir alimentos na área de floresta -, combinada com ações governamentais.

Entre tais ações, está uma maior regularização da Amazônia, com a demarcação de mais áreas indígenas, parques nacionais e áreas de produção de madeira, e mais ações policiais para coibir a exploração ilegal da floresta e um acompanhamento mais minucioso do desmatamento via satélite.

A revista lembra que o país prometeu reduzir o desmatamento em 80% até 2020 e afirma que, diante dos recentes resultados, “muitos formuladores de políticas públicas agora falam de parar de vez o desmatamento até 2030, ou até revertê-lo”.


“É difícil exagerar os benefícios que isto traria. Ajudaria a evitar diversas catástrofes previsíveis que têm relação com o clima, as condições de tempo e a sobrevivência de milhões de espécies. E passaria a mensagem de que este esforço está sendo realizado pelo país com a maior floresta tropical do mundo e uma grande potência emergente”, diz o artigo.


Entraves – Entretanto, a revista observa que o país ainda precisa superar entraves para virar o que o ex-ministro da Fazenda, Rubens Ricúpero, imagina como uma “potência ambiental”.


Embora tenham melhorado, os esforços de policiamento ainda são esporádicos e os recursos das autoridades ambientais ainda são parcos, diz a revista. Além disso, mesmo quando condenados, muitos criminosos ambientais não pagam multas.


O artigo também lembra a pressão de produtores para que haja um maior relaxamento na legislação ambiental, em especial a que requer que toda propriedade amazônica mantenha pelo menos 80% de cobertura vegetal intacta.


“Porém, acabar com o desmatamento na Amazônia é de interesse do Brasil, e muitos brasileiros o estão reivindicando, razão pela qual hoje é imaginável.”


Com 40% das suas emissões de carbono provenientes da perda de floresta, e igual porcentagem de todo o seu consumo de energia oriundo de fontes renováveis, o país está em uma posição privilegiada para liderar a redução nas emissões de carbono e desenvolver tecnologia verde, diz o texto.


“Há alguns obstáculos para tanto. Mas se os líderes brasileiros optarem por removê-los, e não a floresta, eles não fariam um favor apenas ao mundo; beneficiariam a economia do seu próprio país junto.” (Fonte: G1)

De: Meio Ambiente, newsletter – Brasília, DF - 26 09 2010
Site: www.meioambiente.com.br


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sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Para Ser Especial neste país, tem que Ser Cliente Especial


Imagem: dreamstime.com


"...Se comparamos com os números do censo 2000 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que mostraram que o Brasil possuía 25 milhões de pessoas com deficiência, ou seja 14,5% da população," (...)
Leia mais: http://www.deficienteciente.com.br/2010/06/lei-de-cotas-para-portadores-de.html#ixzz10SSOuXw1

Sempre falamos sobre as preocupações de preparar um filho para encontrar a vida real, as despesas que envolvem a vinda de um filho e tudo o mais.

Eu não poderia, de modo algum, deixar de mencionar aqui os pais que tem filhos especiais pois, pasmem, quem tem um filho especial pode chegar a ter que investir o dobro, triplo ou quádruplo do valor investido, caso o filho tivesse nascido sem estas necessidades.

Sim !!!

Vejo duas situações aqui: 
1o) Ninguém se prepara para a possibilidade de receber um filho portador de necessidades especiais (claro, nunca ninguém fala que isso poderá acontecer e ninguém nem gosta de pensar sobre isso - embora durante a gravidez passe todo o tipo de coisas na cabeça de uma mãe).
2o) Ninguém normalmente se planeja financeiramente para receber uma criança, quem dirá ter idéia de qual será a despesa que poderá ter, caso ocorra uma situação inesperada.

Portanto, ninguém se prepara para esta possibilidade.

Obviamente, também não estou dizendo que temos que esperar pelo pior, mas afirmo que independentemente de um pre natal bem realizado, pode ser que aconteça algo inesperado.

FALAR SOBRE OS RISCOS DA GRAVIDEZ E A POSSIBILIDADE DE ALGUMA INTERCORRÊNCIA É QUASE UM TABU TAL E QUAL COMO CONVERSAR SOBRE DINHEIRO, mas ninguém está livre. Aliás, ninguém está livre de nenhum tipo de situação.

Para se ter uma idéia bem superficial e visualizar em números, veja quanto uma família que tenha uma criança portadora de necessidades especiais, especificamente paralisia cerebral (cada caso é um caso, pois existem casos mais ou menos complexos) poderá ter que investir para amparar com os cuidados mínimos para uma melhor qualidade de vida da criança:

Cadeira de rodas: entre R$ 2.000,00 a R$ 4.000,00 (dependerá da adaptação necessária)
Fisioterapia: média R$ 120,00/sessão (para ter algum resultado, o mínimo são 3 sessões semanais)
Medicamentos: R$ 300,00 a cada 2 meses (em média e dependendo dos medicamentos)
Escola especial: R$ 1.800,00 mensais
Adaptação do carro para transporte: entre R$ 24.000,00 e R$ 32.000,00
Carro adaptado (são poucos os modelos disponíveis para adaptação com a rampa): R$ 37.000,00 (com isenção de IPI)
Consulta com Neurologista clínico: R$ 500,00/semestre
Consulta com Neuro-cirurgião (se for o caso): R$ 450,00 (anual)

Bom, acho que dá para ter uma pequena idéia, porque a lista segue, dependendo das necessidades de cada criança e nem estamos contabilizando aqui despesas com UTI, medicamento para ajudar a oxigenação dos pulmões (em caso de crianças prematuras é muito comum ter que usar este medicamento), intervenções cirúrgicas, etc etc etc.
Fora isso, as coisas comuns de crianças: passear, brincar, viajar, roupas, alimentação etc etc etc e as despesas rotineiras para sobrevivência da família.

Claro que existem opções mais em conta, desde que primeiro você tenha disposição para realizar triagens por meses e aguardar laudos e esperar abrir vagas para inscrições e ser " contemplado" para ter acesso a veículos gratuitos oferecidos pela prefeitura, mas, sim, até é possível.

Se os pais tiverem uma condição um pouco mais favorecida...esqueça porque não será possível conseguir  a aposentadoria que deveria ser um direito da pessoa portadora de necessidades especiais (é o fim !).

E mais, nossas vias públicas favorecem tanto para que as pessoas portadoras de deficiência (e até as que não são portadoras de deficiência alguma)  caminhem e tenham acesso a locais públicos com suas cadeiras de rodas....

Pois bem, tratamos de educação financeira e cidadania e percebemos, então, que para ser especial neste país, tem que ser muito especial.

Organizações de Assistência a Pessoas Portadoras de Necessidades Especiais:

www.lesf.org.br - (0xx)11 5904-8000 
www.AACD.org.br     
www.sarah.br ( Brasília)


Dedico este texto a todas as mães, mas especificamente para as mães que lutam por um melhor lugar ao Sol ao seus filhos especiais.
Uma mãe especial


Deus passeando sobre a Terra, seleciona seus instrumentos para a preservação da espécie humana com grande cuidado e deliberação.



A medida em que vai observando, Ele manda os seus anjos fazerem anotações em um bloco gigante.



"Elizabete Souza...vai ter um menino. Santo protetor da mãe: São Mateus".



"Mariana Ribeiro...menina. Santa protetora da mãe: Santa Cecília".



"Claudia Antunes...esta terá gêmeos. Santo protetor...mande São Geraldo protegê-la. Ele esta acostumado com quantidade".



Finalmente Deus dita um nome a um dos anjos, sorri e diz: "Para esta, mande uma criança excepcional".



O anjo cheio de curiosidade pergunta: "Porque justamente ela Senhor? Ela é tão feliz." "Exatamente, responde Deus, sorrindo. Eu poderia confiar uma criança deficiente a uma mãe que não conhecesse o riso? Isto seria cruel!



"Mas será que ela terá paciência suficiente?"



" Eu não quero que ela tenha paciência demais, senão ela vai acabar se afogando num mar de desespero e auto-compaixão. Quando o choque e a tristeza passarem, ela controlará a situação. Eu a estava observando hoje, ela tem um conhecimento de si mesma e um senso de independência, que são raros, e ao mesmo tempo, tão necessários para uma mãe. Veja a criança que vou confiar a ela, tem todo o seu mundo próprio.



"Ela tem que trazer esta criança para o mundo real e isto não vai ser nada fácil".



"Mas Senhor, eu acho que ela nem acredita em Deus!" Deus sorri. "Isto não importa, dá-se um jeito. Esta mãe é perfeita. Ela tem a dose exata de egoísmo de que vai precisar.


O anjo engasga. "Egoísmo? Isto é uma virtude?" Deus balança a cabeça afirmativamente. "Se ela não for capaz de se separar da criança de vez em quando, ela não vai sobreviver. Sim, aqui está a mulher a quem eu vou abençoar com uma criança menos "perfeita" do que as outras. Ela ainda não tem consciência disto, mas ela será invejada". "Ela nunca vai considerar banal qualquer palavra pronunciada por seu filho. Por mais simples que seja um balbucio dessa criança, ela o receberá como um grande presente". "Nenhuma conquista da criança será vista por ela como corriqueira.



Quando a criança disser "MAMÃE" pela primeira vez esta mulher será testemunha de um milagre e saberá recebê-lo.



Quando ela mostrar uma árvore ou um por-do-sol ao seu filho e tentar ensiná-lo a repetir as palavras "árvore" e "sol", ela será capaz de enxergar minhas criacões como poucas pessoas são capazes de vê-las.



"Eu vou permitir que ela veja claramente as coisas que Eu vejo: ignorância, crueldade e preconceito. Então vou fazer com que ela seja mais forte do que tudo isso.



Ela nunca estará sozinha. Eu estarei a seu lado a cada minuto de cada dia de sua vida, porque ela estará fazendo meu trabalho e estará aqui ao meu lado".



E qual será o santo protetor desta mãe? Pergunta o anjo, com caneta na mão. Deus novamente sorri. "Nenhum! Basta que ela se olhe num espelho".



(Adaptação de "The Special Mother" de Erma Bombeck)

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Não basta estar na moda. Tem que fazer bem à saúde

Imagem: dreamstime.com


Por Mariana Lenharo

São Paulo, 09 (AE) - Não é só uma questão de falta de conforto. O sapato bonito que ajuda a manter a pose e a calça justa, do tipo skinny, que evidencia as formas, pode prejudicar a saúde. Mas, para evitar problemas, não é preciso abrir mão do lado fashion. No caso dos sapatos, o bem-estar do corpo não é mais uma preocupação só das marcas ortopédicas: várias empresas badaladas têm apostado nessa linha.

Basta passar os olhos pelas vitrines para perceber que a elegância já não depende de sofrimento. Se antigamente os sapatos confortáveis eram antiquados e voltados para as mulheres mais velhas, hoje termos como "comfort", "flex" e "therapy" acompanham calçados de marcas que por muito tempo estiveram mais voltadas para a beleza do que para o bem-estar de quem os calça.

"Há 12 anos, somente as senhoras buscavam estes produtos, pois havia a crença de que um calçado confortável era um calçado ortopédico e que isso era sinal de 'problemas nos pés'. As mulheres mais jovens olhavam com preconceito", relata a diretora da marca de calçados Usaflex, Simone Kóhlrausch. "Durante este tempo, nos especializamos em calçados confortáveis. Incorporar itens da moda ao produto foi uma evolução natural", conta. Algumas das características da marca, segundo Simone, são os solados estáveis, palmilhas que amortecem o impacto e tiras distribuídas de uma forma que respeita a anatomia dos pés.

Para a diretora de desenvolvimento da Piccadilly, Ana Carolina Grings, a adoção de peças mais confortáveis reflete o cotidiano cada vez mais agitado das mulheres. "Isso se deve à vida mais atribulada das pessoas. Um sapato confortável com certeza aumenta a disposição no final de um dia muito agitado", diz.

Alguns dos trunfos das marcas que investem no conforto fashion são os materiais especiais e as estruturas diferenciadas. "Investimos na matéria-prima, em materiais que ajudam a absorver a transpiração, palmilhas que hidratam o pé e nos forros macios", diz a gerente de marketing dos Calçados Beira Rio, Maribel Silva. Para ela, a tendência de valorização do conforto é mundial.

A produtora de moda Suzana Ginez, de 25 anos, vê com bons olhos essas mudanças no mercado de sapatos. "Ainda existem muitas marcas de calçados que não valorizam o conforto acima da estética, mas vejo essa mudança ocorrer a pequenos passos. A moda das sapatilhas, que veio e ficou, foi uma grande ajuda para quem preza o conforto, mas precisa de uma boa alternativa ao tênis para poder ir aos eventos sociais", lembra.

Sem aperto - Especialista em pé e tornozelo da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), a ortopedista Cibele Réssio diz que o principal problema relacionado aos calçados são os saltos. Para ela, os que têm mais de 3 centímetros são inadequados. "E não importa se for do tipo Anabela, plataforma ou quadrado". O impacto dos saltos sobre a saúde foram justamente o tema de sua dissertação de mestrado.

Segundo Cibele, o primeiro sinal de que o calçado é inadequado é a dor. Depois, surgem as calosidades e deformidades, como a joanete - em alguns casos, os dedos começam a ficar mais juntos, são os chamados "dedos em garra". Além disso, a musculatura da batata da perna pode encurtar. E o pior: muitos desses efeitos permanecem mesmo quando a pessoa deixa de subir no salto.

Outro item fashion criticado por alguns médicos é a calça jeans do tipo skinny - que fica justa ao longo de toda a perna. Especialistas advertem: nenhuma calça deve ser justa demais. Segundo o médico Paulo Olzon, professor de Clínica Médica da Unifesp, modelagens muito apertadas podem representar um obstáculo para a circulação, principalmente quando a pessoa precisa ficar sentada por muito tempo. "Durante uma viagem longa, por exemplo, se a calça estiver interrompendo a circulação, pode ocorrer até uma trombose", afirma o clínico.

Para os homens, há um mito de que a calça muito justa, se usada prolongadamente, dá origem a problemas urológicos e à infertilidade, mas segundo Olzon isso não tem comprovação científica. No caso das mulheres, a modelagem apertada pode ser perigosa: ela favorece o surgimento de problemas ginecológicos, já que abafa a região, promovendo um ambiente propício para fungos e bactérias, afirma o médico.

BOXE 1: CONFORTÁVEIS, MAS...

Fora do Brasil tem muita gente que não se importa com a aparência dos sapatos, desde que eles deixem seus pés à vontade. Jovens atrizes de Hollywood, como Kirsten Dunst, que atuou em "O Homem Aranha", e Maggie Gyllenhaal, estrela de "Batman - O Cavaleiro das Trevas", foram vistas recentemente usando uma marca de sapato alemã chamada Worishofer. Com design antiquado, eles bem que poderiam estar nos pés das avós das estrelas hollywoodianas.

Para a extravagante Helena Bonham Carter, atriz de Alice e mulher do diretor de cinema Tim Burton, o sapato da marca Z-Coil foi a solução para dores nos pés e na coluna. Com uma grande mola visível no calcanhar, o calçado promete maravilhas, mas não convence com sua aparência um tanto inusitada ...

BOXE 2: SAPATOS FUNCIONAIS

Para quem não tem tempo de ir à academia, uma simples caminhada pode melhorar abdômen, glúteos e pernas, além de ajudar a melhorar a postura. Isso se a pessoa estiver calçando um "tênis funcional", também chamado de "tênis tonificante", artigo que começa a ganhar espaço nas prateleiras. Luis Alfredo Maia, diretor do grupo americano Skechers no Brasil, que é líder no mercado de tênis funcionais com o modelo "Shape-up", afirma que quem anda com o calçado já está se exercitando. "É como caminhar em uma areia bem fofa. Torna-se muito mais fácil de fortalecer outras partes do corpo", compara.

O segredo, segundo Maia, é que o Shape-up tem um solado abaulado. A ortopedista Cibele Réssio explica que isso faz com que a pessoa fique instável sobre o tênis, estimulando a musculatura de várias partes do corpo. Ela já experimentou o modelo Easytone, da Reebok, que tem o mesmo princípio. "Quando vou caminhar no Ibirapuera (parque localizado na zona sul de São Paulo) com esse tênis volto acabada. Quando vou com outro, não sinto nada. Funciona mesmo", afirma.

Dicas de Saúde é um boletim periódico do www.PlanosDeSaudeOnline.com.br

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Somente para meninas

Imagem: dreamstime.com


Meninas, agora que está declarado, não há mais como dizer que não sabia.
Estejam alertas e não permitam que os seus hormônios vençam sua carteira.




Pesquisa constata a relação entre o período de ovulação com jeito “sexy” de se vestir

Em período de ovulação, as mulheres se vestem melhor e compram roupas e acessórios para atrair um parceiro mas, também, para desencorajar as rivais, segundo estudo de marketing realizado por uma universidade americana e publicado na última segunda-feira (16).

Inconscientemente, as mulheres em período de ovulação vestem-se “para impressionar” não apenas os homens, mas as que poderiam ser suas rivais, afirma o estudo da escola de administração da Universidade de Minnesota (norte dos Estados Unidos).

O estudo, divulgado no Journal of Consumer Research, volta-se para estabelecer as ligações entre a compulsão de compra e fatores hormonais.

“O desejo que têm as mulheres, no momento importante de sua fecundidade, de escolher inconscientemente artigos que destacam sua aparência é movido pelo desejo de serem mais sedutoras que as rivais”, afirma Kristina Durante, autora da pesquisa que ouviu 269 mulheres.

“Se você é mais desejável que a concorrência, tem mais chances”, resume ela.

“Descobrimos que, quando estão em período de ovulação, as mulheres escolhem artigos de moda mais ’sexy’, tendo como ponto de referência outras mulheres sedutoras de seu entorno”, explica Kristina Durante.

Durante o estudo, fotografias de mulheres sedutoras moradoras nos arredores foram mostradas a mulheres em período de ovulação. Elas deveriam, em seguida, escolher roupas e acessórios.

“Descobrimos que as mulheres em período de ovulação compravam artigos mais sexy quando tinham na cabeça a imagem de mulheres sedutoras da vizinhança”, acrescentou a pesquisadora. “Se você mora em Nova York, outra mulher que mora em Los Angeles não será percebida como concorrente”.

Esta rivalidade com mulheres sedutoras da vizinhança é inconsciente. “Durante cinco a seis dias por mês, as mulheres que ovulam, são mais de um bilhão de consumidoras”, precisa o estudo de marketing.

Este desejo de compra de artigos e serviços que destaquem a aparência, levado pelo ciclo ovariano, aplica-se não apenas a roupas e calçados, mas também a produtos de beleza, suplementos vitamínicos, artigos de fitness e à cirurgia estética.

Com informações do Portal Uol

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Jovens empreendedores

Imagem: The Money Camp Brasil. Todos os direitos reservados

Temos um módulo sobre empreendedorismo em nosso curso de educação financeira para crianças e jovens, onde são convidados a gerirem um negócio próprio e depois realizamos a Feira do Empreendedor, onde eles podem expor seus produtos e realizarem negócios.

Os jovens são ávidos por empreender, mas muitas vezes encontram limitações por não encontrarem apoio em suas famílias que insistem no velho jargão: " Estude, tire boas notas e arrume um bom emprego."
Não há problemas quanto a estudar e tirar boas notas, mas também não há problemas em permitir que os jovens possam ser empreendedores desde cedo.

Limitá-los a acreditar que apenas com um bom emprego é que terão garantia de alguma coisa no futuro é o mesmo que matar o potencial criativo e empreendedor dos jovens ou dizer: " Não. Isso não é para você." É um verdadeiro banho de água fria.

Aliás, um estudo realizado com relação a tendência de carreiras para 2020, deixa claro que "As relações de trabalho sofrerão alterações significativas. Haverá uma diminuição dos postos de trabalho formais implicando que muitos profissionais terão que criar seu próprio emprego. Novas formas de venda das habilidades individuais surgirão e estarão cada vez mais direcionadas às formas autônomas.", então, por que não apoiar as idéias empreendedoras dos jovens para que tenham a oportunidade de experimentar seu "próprio emprego" ainda cedo? (http://avitech.com.br/vidaecarreira/2010/04/30/tendencias-de-carreiras-para-2020/) 

Instruindo nossos jovens desde já, dando-lhes a oportunidade de realizarem seu próprio ' negócio', eles poderão seguir mais auto confiantes e certos de suas escolhas profissionais futuras e saberão, por eles próprios, se desejam ter um " bom emprego" ou se preferirão ser bons empregadores. 

Somente para reflexão... 

Jovens que ficaram milionários antes dos 20 anos

O Buteco da Net fez uma lista com alguns jovens que conseguiram ficar milionários antes mesmo de completarem 20 anos de idade e contando também como chegaram a tal feito.

Uma verdadeira lição de vida para muitos.
 

Ephren Taylor II

Enquanto a maioria dos garotos de 12 anos pensam em curtir a vida, Taylor já começava a elevar sua fortuna com a criação do seu próprio game para Super Nintendo. Depois de vender 30 cópias para os amigos por 10 dólares e perceber que a maioria dos seus concorrentes faturavam alto, ele tomou a decisão de aumentar os serviços de assinantes. Como ninguém precisava falar com ele diretamente, pouco importava sua idade. “Quando eu recebi um cheque de US$ 3800 (de um varejista do ramo de vitaminas e suplementos), meus pais pensaram que eu estava vendendo drogas”, contou ele. E não parou por aí. Aos 16 anos, Taylor juntou-se com mais um amigo e criou um site para ajudar jovens estudantes a arrumar emprego – seus clientes: Citigroup e Pizza Hut. Pouco mais de 10 anos foram suficientes para transformar Taylor num dos investidores de um grupo de empresas que investe na revitalização de áreas urbanas.

Fraser Doherty

Acredite, aos 14 anos, Doherty começou a fazer doces usando a receita da avó. Originalmente, sua clientela era limitada aos vizinhos e amigos da igreja, mas o negócio progrediu tão rapidamente que aos 16 anos o garoto deixou a escola para dedicar-se integralmente ao seu trabalho. Com o crescente aumento da produção, Doherty resolveu fornecer suas geléias para uma rede de supermercados no Reino Unido, que foi copiada pelos concorrentes. Para ter uma ideia, no último ano, a SuperJam, como é chamada a geléia do garoto, rendeu US$ 1,2 milhão, 60% maior que o ano anterior. “Faço geléia porque amo fazer”, disse ele ao site Forbes. Realmente, o sucesso é muito doce.

 
Ashley Qualls

Aos 14 anos Qualls resolveu criar um portfolio pessoal com fotos e gráficos. Mais tarde, ela ofereceu seus layouts gratuitamente no MySpace e forneceu tutoriais para outros jovens dispostos a fazer o mesmo. Em pouco tempo o site atingiu 7 milhões de acessos por mês, fazendo com que Qualls recebesse uma oferta de US$ 1,5 milhões, que segundo ela, foi recusada. Agora, com 17 anos, Qualls é uma garota financeiramente independente.


Catherine Cook

Catherine, de 17 anos, e seu irmão perceberam que álbuns de formatura poderiam ajudá-los a ganhar algum dinheiro. Com um pouco de imaginação, eles resolveram desenvolver uma versão eletrônica via internet. Foi o suficiente para chamar a atenção do irmão mais velho que resolveu investir US$ 250 mil para criarem o myyearbook.com, uma espécie de rede social para quem se formou. Hoje o site é um sucesso, com redimento na casa dos milhões.

Cameron Johnson

Cameron desde garotinho é um verdadeiro empreendedor. Com apenas 9 anos ele começou a confeccionar convites para festas. Aos 11 anos, atacou de vendedor de bonecas, comprando-as da irmã e revendendo na internet 10 vezes mais cara. Mais tarde, com o dinheiro arrecadado, Cameron investiu num serviço de envio de e-mail e em anúncios do tipo ‘pirâmide’, em que os interessados pagavam pela publicidade. Segundo Cameron, antes de formar-se já tinha acumulado US$ 1 milhão. Hoje ele se mantém dando palestras.
 
Adam Hildreth

Com apenas 14 anos, o inglês Hildreth entrou no mundo dos negócios, iniciando uma rede social chamada Dubit Limited. Rapidamente grandes empresa, como a Coca-Cola começaram a utilizar o site entre os funcionários para comercializar seus produtos entre os jovens. Em 2004, ele foi considerado um dos adolescentes mais promissores do Reino Unido, com um patrimônio de US$ 3,7 milhões. Não satisfeito, o jovem fundou a Crisp, uma empresa especializada em desenvolver softwares para proteger crianças do assédio de pedófilos na internet. De acordo com um recente estudo, o software da sua empresa é capaz de detectar 98,4% dos casos de ataques pedófilos.