domingo, 3 de março de 2013

Confie, mas verifique


" Se você não sabe para onde vai, qualquer caminho serve."

Esta frase foi dita pelo coelho para a Alice (em Alice no país das maravilhas, de Lewis Carroll) no momento em que ela estava perdida.

Isto nos remete ao pensamento de que é preciso entender qual é o nosso papel no mundo e o que temos como objetivo para a nossa vida familiar e a nossa vida em sociedade.

Como indivíduos, devemos analisar onde estamos agora e onde vamos querer estar no futuro e, para isso acontecer, precisamos saber qual o caminho percorrer; entender se este caminho que estamos iniciando hoje irá nos ajudar a alcançar o nosso objetivo final no futuro.

É preciso ter um plano, o conhecimento adequado para fazê-lo valer e segui-lo. Sem um plano, corremos o risco de rodar em círculos, o que nos colocará sempre no mesmo lugar.

Como cidadãos, precisamos ser conscientes e ter a consciência de que todos temos direitos, mas que também temos responsabilidades e deveres uns com os outros e, para que um caminho melhor surja para todos - incluindo nós mesmos - precisamos estar atentos às informações e buscar o conhecimento daquilo que diz respeito aos nossos interesses comuns, para trabalharmos juntos na construção da ponte que nos levará à conquista dos nossos objetivos pessoais e também dos objetivos sociais: prosperidade,  qualidade de vida, segurança, transporte, educação e saúde públicas acessíveis e com qualidade, entre outros.

Ser participativo (ativo na participação) não significa estar presente, mas colocar-se em ação, fazer saber através dos nossos pensamentos e ideias, pois não há outra forma, senão ter o conhecimento e ser participativo, para transformar tudo o que está em discordância e que pode impedir  o nosso desenvolvimento e crescimento como pessoa, cidadão, comunidade, Nação.

Enquanto indivíduos, fazemos planos para a nossa própria vida, mas se não formos ativos sobre estes planos, eles não se realizarão.

Enquanto cidadãos, pagamos um preço alto para que nossos governantes façam planos que devem ser do interesse de todos para a promoção do desenvolvimento e crescimento da Nação. Se eles não forem ativos nos planos que traçam e se propõem a realizar e se nós, cidadãos, formos distraídos, passivos ou omissos naquilo que eles propõem para nós, então andaremos todos em círculos e teremos que engolir "goela abaixo" tudo o que estes cidadãos que elegemos e colocamos lá para defenderem nossos interesses, julgarem e aprovarem como sendo o ideal para nós.
Devemos participar ativamente, cuidando para que o dinheiro que confiamos a eles (sim, nós pagamos altos impostos para que o Governo possa cuidar de nossos interesses, tais como a saúde, educação, segurança, economia próspera e também pagamos os salários deles com este dinheiro) seja investido no propósito a que ele é destinado.

"Confie, mas verifique.", já dizia Ronald Reagan.

Depois não vá dizer que você não sabia de nada.


Ao sucesso financeiro de todos.


Para expandir o seu conhecimento, acesse também os links: 
http://www.contasabertas.com.br/WebSite/
http://www.receita.fazenda.gov.br/educafiscal/textoiconedefaultasp.htm



sábado, 2 de março de 2013

Alfabetização Financeira: Uma Necessidade Urgente


Artigo escrito por Andressa Costa Gestora e educadora financeira; Consultora de língua inglesa; Orientadora educacional da Planeta Educação; Professora de língua inglesa com vasta experiência em todos os níveis de ensino (básico, intermediário e avançado) e em todas as faixas etárias (crianças, adolescentes e adultos). E-mail: andressa.costa@fk1.com.br


Fonte: http://www.planetaeducacao.com.br/portal/artigo.asp?artigo=2417

Segundo o site Valor Econômico, uma pesquisa realizada pela CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo) mostra que a parcela de famílias inadimplentes no Brasil aumentou consideravelmente em fevereiro de 2013.

Tal situação não é nenhuma novidade em um país em que a mídia reforça o consumismo compulsivo, o imediatismo e estimula as “facilidades” de crédito e pagamentos a prazo.

Além disso, o Brasil não possui uma cultura em que os pais ensinam seus filhos a serem empreendedores financeiros.

Nós nunca aprendemos com nossos pais e avós a poupar, a investir ou a ter o próprio negócio.

Sempre aprendemos a trabalhar para pagar as contas e não ficar no vermelho no fim do mês.

Mas isso é suficiente? Creio que o indicador acima prova que não.

Educação Financeira não é só uma questão de se ter uma planilha de controle de gastos e conseguir fazer sobrar um dinheirinho depois de pagar todas as contas do mês.

É uma questão de disciplina e de escolhas. É saber fazer o dinheiro trabalhar a seu favor para a realização de sonhos e de um futuro sustentável.

Por isso, Educação Financeira deve ser ensinada na escola, sim!

Em 2010, foi instituída a Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF), criada com o apoio do Banco Central do Brasil, da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), da Secretaria de Previdência Complementar, da Susep (Superintendência de Seguros Privados, da Bolsa de Valores de SP – BM&F Bovespa) e outras instituições.

Tal estratégia tem como objetivo tornar a Educação Financeira uma nova disciplina na matriz curricular, a princípio, do Ensino Médio.

Foram realizados projetos-pilotos em algumas escolas do país, mas não houve a expansão necessária do projeto (até o momento). Por quê?

Por falta de professores capacitados? Por falta de uma metodologia adequada? Provavelmente sim.

Precisamos formar nossos professores, ou novos professores, para o tema específico e trabalhar de uma forma inovadora na sala de aula.

Usar cartilhas e livros para passar a teoria (como no modelo tradicional de ensino) não é suficiente.

O que nossos alunos precisam é de contextualização. Isso mesmo! Atividades que promovam situações reais.

O jogo, por exemplo, é uma atividade de contextualização fantástica, pois faz com que os alunos absorvam, de fato, o conteúdo enquanto se divertem. Aliás, o jogo é muito eficaz até para ensinar adultos.

Nossos alunos precisam aprender sobre o nosso Sistema Financeiro Nacional, sobre poupança e investimentos, ações e taxas que interferem nas nossas finanças etc.

E, se isso não for passado de uma maneira prazerosa, não causará a transformação que esperamos.

Segundo a educadora financeira Silvia Alambert, não importa quantos salários você ganha, e, sim, como você administra qualquer quantia que venha a receber. Quem sabe administrar bem R$1,00 saberá administrar bem R$1.000.000,00.

Para concluir, observe mais uma citação de Silvia Alambert: “É melhor dizer ao seu dinheiro para onde ele vai do que perguntar, depois, para onde ele foi”.

Essa é a lição que nossos alunos precisam aprender.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Aprenda com quem já passou pela experiência



Imagem extraída do site http://comunidade.papasiri.com
Da próxima vez que seu avô, sua avó, seu pai ou sua mãe lhe disserem: "Eu sei das coisas porque eu tenho mais experiência" e tal. Não duvide. 

O que bate para os mais jovens como chateação, como "praga de mãe" ou "banho de água fria do pai", é apenas o conjunto de dados armazenados pela experiência e percepções de quem já aprendeu muito na "Escola da Vida" entrando em ação. 
E, ao invés de ficar de bico e se trancar no quarto, conspirando sozinho, o momento deveria ser aproveitado para uma aprendizagem única até para entender o porque daquela negativa: "Então, conte-me como foi a sua experiência com relação a isso?", " Por que você acha que o que não serviu para você, poderá não servir para mim também?", "E se tentássemos, então, juntos, achar outros caminhos. Podemos tentar? O que você acha?"

Será surpreendente ouvir as histórias que esses senhores e senhoras tem para  lhe contar e, melhor, ensinar.

Afinal, aprender com quem já passou pela experiência nos oferece um atalho para uma outra perspectiva: sabermos exatamente o que não iremos querer para nós.

Pense na riqueza da oportunidade e no prazer de quem está tendo a chance de mostrar caminhos a serem escolhidos.

Leia o que Robert Kiyosaki tem para nos contar sobre o erro que ele cometeu com o primeiro negócio que teve na vida e aprenda a aprender até com o erro dos outros.

Ao seu sucesso.

Robert Kiyosaki: "Resisti a fechar a fábrica"

O investidor Robert Kiyosaki conta como, na ânsia de enriquecer rápido, quase prejudicou seus empregados e fornecedores

ROBERT KIYOSAKI (EM DEPOIMENTO A MARCOS CORONATO)

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ROBERT KIYOSAKI O investidor americano Robert Kiyosaki é coautor de Pai rico, pai pobre. Seu livro mais recente é O toque de midas (Editora Campus/Elsevier), escrito com o empresário Donald Trump (Foto: Mark Peterman/ZUMA Press)
"Meu primeiro negócio foi uma fábrica de carteiras de velcro. Estávamos atrás das licenças de nomes de bandas de rock para colocá-los nas carteiras, em 1977. Licenciei gente do mundo todo para fabricar o produto. Era um negócio multimilionário. Infelizmente, eu e meus sócios o administramos muito mal, e a fábrica quebrou.
Tínhamos um custo muito alto e muitos funcionários. Por isso, precisávamos de bastante dinheiro, mês a mês, apenas para funcionar. O tempo passava e não conseguíamos receber o dinheiro dos licenciados. Estávamos apenas perdendo dinheiro, pagando as contas. Corríamos o risco de não conseguir pagar nem os salários dos funcionários. Continuamos pensando ‘conseguiremos resolver isso’, mas o negócio estava morto. Só não admitíamos. Meu pai olhou nossas contas e afirmou de forma bem direta: ‘Ou vocês são vigaristas, ou burros... ou os dois’.
Pessoalmente, meu desejo de ser rico e bem-sucedido chegou a me fazer considerar escolhas que, se postas em prática, não teriam sido honestas comigo mesmo. Apenas para manter o negócio funcionando, estávamos adiando o pagamento a pessoas a quem devíamos dinheiro. Muita gente poderia ter sofrido, financeiramente. Felizmente, fiz o que era certo. Integridade é muito mais importante que o sucesso momentâneo ou o aparente sucesso. Os vigaristas sempre perdem no final.
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Depois da conversa com meu pai, eu e meus sócios fizemos o que era preciso – liquidamos o negócio, pagamos os fornecedores e honramos a folha de pagamentos. Aprendi a ser honesto comigo mesmo, com meu negócio e minha falta de liderança. Queria tanto ser bem-sucedido que ignorei a realidade, e a empreitada virou um erro. Como em todos os erros, aprendi muito. Aquela falha me ajudou a ser mais bem-sucedido depois. A maior lição que aprendi foi que integridade é a qualidade mais importante para um empreendedor e investidor. A segunda maior lição foi prestar muita atenção à saúde de meus empreendimentos e investimentos. E ser brutalmente honesto sobre isso. Agora, consigo identificar problemas de longe e cuidar deles antes que cresçam a ponto de matar um negócio."
Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/noticia/2012/12/robert-kiyosaki-resisti-fechar-fabrica.html

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

A nossa sala de aula é um centro de aprendizagem

O curso para educadores desenvolverem a metodologia The Money Camp® é uma maneira benéfica de incorporar treinamento e conhecimento que irão assegurar a formação de habilidades e técnicas duradouras proporcionando uma mudança positiva na área educacional. 

O objetivo do curso é fornecer:
• Um enfoque de treinamento consistente e integrado, dirigido à Educação Financeira para Crianças e Adolescentes. 
• Os processos chave que ajudarão os participantes a conduzirem suas próprias aulas. 
• A Mentalidade, as Habilidades e Ferramentas para condução das aulas do programa The Money Camp.
• Todas as ferramentas de facilitação.
• A forma de implantar o curso em instituições de ensino

Durante o treinamento, os educadores podem desenvolver suas habilidades mediante a oportunidade de:
• Formular perguntas, capitalizando o conhecimento e a experiência dos outros colegas e instrutores e participando ativamente de diversas atividades e discussões em grupo.
• Receber o feedback de seus pares e instrutores, considerando sua compreensão do conteúdo, suas habilidades para aplicá-lo e suas destrezas como coach.
• Participar de um ambiente de centro de aprendizagem e de total colaboração e interação.

Se você tem paixão por ensinar crianças e jovens e entende que educá-las financeiramente também é prepará-las para um encontro com o futuro, então una-se a nós e aprenda como tornar o ensino dinâmico e divertido e a aprendizagem duradoura.

Vagas limitadas. Desconto especial para grupos.


Quando?

Dias 16 e 17 de Março das 8h30min às 18h30min

Onde?

Na Estância Turística de Tremembé - SP (região do Vale do Paraíba a 130 km de SP)


Mais informações e reservas: info@themoneycamp.com.br

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

O seu pé de meia é mágico ou é furado?

Capa do livro O Pé de Meia Mágico, do autor Álvaro Modernell

"Um pouco de conhecimento que age vale infinitamente mais do que conhecimento que é ocioso." ~ Khalil Gibran


Já se pagou primeiro este mês? 

Pagar-se primeiro significa separar uma quantia de dinheiro para fazer o famoso "pé de meia" ANTES de sair pagando os outros e não depois de pagar os outros, porque "depois" talvez não sobre para fazer o seu pé de meia.

"Mas se eu me pagar primeiro vou deixar de pagar alguma conta!!"

Então, é hora de começar a fazer uma planilha para visualizar os seus gastos e ver se é possível gerar alguma economia entre as coisas que você está gastando.

Lembre-se: se é seu desejo, futuramente, trabalhar apenas porque quer e não mais porque precisa e quer continuar vivendo no estilo de vida que você escolher viver, vai precisar dar uma força a você mesmo a partir de agora.

Para começar a transmitir bons hábitos financeiros às suas crianças, indicamos o livro de autoria de Alvaro Modernell, " O Pé de Meia Mágico".


Ao seu sucesso financeiro.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Onde quer que você esteja, esteja por inteiro


O próprio Nietzsche, tão imoderado, dizia que poucos conhecem a força e a significação de duas coisas muito altas:  medida e moderação. ~Will Durant em "Filosofia da Vida"
Levar crianças para escola, terminar planilhas apresentação reunião de Diretoria, pagar contas, almoço com pessoal da agência, ligar para casa para saber se está tudo bem, negociar preço com fornecedor, consultar preço de pacotes de férias, jantar de inauguração nova Unidade próxima semana, preparar material apresentação seminário internacional, pegar crianças na escola, o que vamos fazer no final de semana, lançamento de filme indicado ao Oscar, reunião com equipe de vendas, passar na padaria. 
"Sobre o que falávamos mesmo?"
Onde quer que você esteja, esteja por inteiro
Por Jim Rohn
Tradução livre por Silvia Alambert
Uma das principais razões sobre porque nós falhamos na busca pela felicidade ou ao criar um estilo de vida exclusivo é porque nós ainda não dominamos a arte de estar.

Quando estamos em casa, nossos pensamentos ainda permanecem absorvidos nos desafios para solucionar situações que encontramos no trabalho. E quando estamos no trabalho, nós nos pegamos preocupados sobre as situações de casa.

Passamos o dia sem realmente escutar o que os outros nos dizem. Escutamos as palavras, mas não absorvemos a mensagem.

Ao longo do dia, somos pegos focando experiências passadas ou possibilidades futuras. Ficamos tão envolvidos no ontem e no amanhã que mal percebemos o dia passar.

Nós passamos o dia, ao invés de observá-lo e extrairmos alguma experiência dele. Estamos em muitos lugares em um dado momento, exceto vivendo aquele exato momento do tempo.


Estilo de vida é aprender a estar onde quer que você esteja. É desenvolver um foco exclusivo para cada momento, como em uma tela, extraindo todo o conteúdo e riqueza da experiência e as emoções que o momento tem a oferecer. Estilo de vida é ter tempo para ver o por do sol. Estilo de vida é ouvir o silêncio. Estilo de vida é capturar cada momento de modo que ele se torne parte daquilo que somos e do que estamos em processo de nos tornarmos. Estilo de vida não é algo que fazemos; é algo que experimentamos. E a não ser que aprendamos a estar inteiros onde estivermos, nós nunca iremos dominar a arte de viver bem.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Sucesso é um esforço conjunto





Qual foi o seu melhor investimento? Por que?
Qual foi o seu pior investimento? Por que?

Aprenda com quem já passou pela experiência. Peça ajuda e você irá se surpreender com os resultados.

Todas as pessoas gostam de compartilhar experiências e quando se trata de investimentos, quanto mais você souber e aprender sobre qual o tipo de investimento que mais lhe agrada, melhor. 

Quando se pede ajuda do jeito certo e com verdade, é surpreendente como existem muitas pessoas dispostas a ajudar - às vezes sem cobrar nada em troca. E se cobrarem e você aceitar, pague. É justo.

Seja curioso. Pergunte. Peça ajuda.
Sucesso é mais do que dinheiro: é atitude, é fazer os sonhos acontecerem, é crescer e não estagnar. 

Lembre-se: sucesso é um esforço conjunto.


Ao seu sucesso.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Só quero saber do que pode dar certo



Para viver com qualidade de vida e de forma mais tranquila é preciso aprender a  desenvolver um senso de urgência das coisas a serem realizadas. Assim, é preciso concentrar energia no que é essencial e evitar o desperdício daquilo que consideramos precioso em nossa vida: o tempo.

Um bom exemplo para ter uma noção sobre isso é observar as coisas da natureza.

“O rio Okavango, diferente da maioria dos canais hídricos, desemboca em um deserto – e o faz de um modo especial: a cada temporada de chuva, despeja 11 quilômetros cúbicos de água no gigantesco deserto de Kalahari, de quase 1 milhão de quilômetros quadrados, que abrange partes de Angola, da Namíbia e, principalmente, de Botswana, no sul da África, transformando uma área árida em um delta verde e luxuriante, capaz de atrair milhões de animais.

Vale ressaltar que as águas das chuvas percorrem cerca de 1.600 km, desde Angola, até alcançarem e inundarem o delta.

Antecipando-se a uma temporada de chuvas, milhares de animais começam uma das migrações mais massivas da África. 
Eles iniciam sua caminhada e investem sua energia para chegarem ao Delta inundado, no momento em que está inundado: nem antes, nem depois.

Pense como Um Fazendeiro por Jim Rohn
Uma das dificuldades que enfrentamos em nossa era industrial é o fato que perdemos o nosso senso cíclico. Diferentemente dos fazendeiros, nós nos tornamos  resistentes a entender o ritmo natural da vida. Como resultado,  desequilibramos nossas prioridades. 
Deixe-me ilustrar o que quero dizer:

Para um fazendeiro, a primavera é a época mais ativa. É quando ele tem que trabalhar de acordo com o relógio, levantar-se antes do Sol nascer e trabalhar duro até bater meia noite. Ele precisa manter a máquina trabalhando em plena capacidade porque ele tem uma pequena janela de tempo para o plantio. Finalmente, quando chega o inverno o fazendeiro ainda tem algumas poucas coisas que o manterão ocupado.

Há uma lição aqui.  Aprenda a utilizar-se das estações da vida. Decida quando é hora de dar duro e quando é hora de dar um tempo, quando aproveitar as vantagens e quando deixar que as coisas fluam. É fácil fazer acontecer das 9 às 17 horas, ano após ano e perder o senso de prioridades e os ciclos. Não permita que os anos passem à sua frente como um desfile de tarefas e responsabilidades intermináveis. Mantenha seu olhar em suas próprias estações, para que você não se esqueça do valor e essência de cada uma delas.

Agora reflita: Como andam as estações da sua vida? Quais são as suas prioridades? Elas lhe levam ao encontro de seus objetivos? Será que você está desperdiçando o seu tempo e atrasando a sua colheita?

Ao seu sucesso.



Tradução livre do texto de Jim Rohn: Silvia Alambert

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Controle financeiro: uma história de amor e desespero




Por que muitas pessoas não fazem um controle financeiro diário?

"Eu não coloco "no papel" o que eu gasto porque eu tenho muitas dívidas, mas eu tenho uma ideia mais ou menos de quanto eu gasto por mês." 

É muito comum ouvir isto de muitas pessoas e muitas pessoas tem "uma ideia mais ou menos" de quanto gastam por mês porque trabalham com os números maiores, mas e as despesas menores do dia a dia? Poucas  são as pessoas que as contabilizam.

Muitas pessoas pensam que fazer um controle financeiro diário irá restringi-las, mas ao contrário, irá libertá-las.
Gastar de maneira inconsciente faz com que as pessoas se tornem reféns de suas despesas, pois se veem trabalhando e trabalhando apenas para pagar por coisas que se esquecem que compraram, nem usam e talvez nem quisessem tanto assim. 
O que vem a seguir, muitos já conhecem: trabalho e trabalho e trabalho para ficar pagando por essas coisas, sem tempo para realizar os grandes sonhos da vida, ou seja, as coisas que realmente querem realizar.
Assim, enquanto listam ou examinam seus gastos diários, as pessoas se sentem como se estivessem indo para a forca ou carregando um peso ou ainda se sentem muito mal por visualizarem aqueles gastos, mas a ideia do orçamento diário não é para ser restritivo e nem para nos privarmos das coisas que desejamos. Trata-se apenas de fazer com que os gastos combinem com a realização dos sonhos, ou seja, apenas de fazer com que o dinheiro ganho venha transformar sonhos em realidade.

Rastrear os pequenos gastos também faz parte da boa educação financeira.

Lembre-se:  É melhor dizer ao seu dinheiro para onde ele vai do que perguntar depois para onde ele foi!

#Fica a Dica 
http://www.yupee.com.br/

domingo, 30 de dezembro de 2012

Seja apenas outra alma humana

Imagem: http://www.bettys.com.br/tag/dalai-lama/

"Conheça todas as teorias, domine todas as técnicas, mas ao tocar uma alma humana, seja apenas outra alma humana." ~ Carl Jung

  INSTRUÇÕES PARA A VIDA
 
1. “Leve em consideração que grandes amores e conquistas envolvem grande risco.

2.  Quando você perder, não perca a lição.

3.  Siga os três R’s: Respeito a si mesmo, Respeito aos outros, Responsabilidade por todas as suas ações.

4.  Lembre-se que não conseguir o que você quer, é algumas vezes um grande lance de sorte.

5.  Aprenda as regras de maneira a saber quebrá-las da maneira mais apropriada.

6.  Não deixe que pequenas disputas firam uma grande amizade.

7.  Quando você perceber que cometeu um erro, tome as providências e corrija-o imediatamente.

8.  Passe algum tempo sozinho todos os dias.

9.  Abra seus braços para mudanças, sem abrir mão de seus valores.

10. Lembre-se que o silêncio é algumas vezes a melhor resposta.

11. Viva uma vida boa e honrada. Assim, quando você ficar mais velho e pensar no passado, poderá obter prazer uma segunda vez.

12. Uma atmosfera de amor em sua casa é o alicerce para a sua vida.

13. Em discordância com entes queridos, trate apenas da situação corrente. Não levante questões passadas.

14. Compartilhe o seu conhecimento. Esta é uma maneira de alcançar a imortalidade.

15. Seja gentil com a Terra.

16. Uma vez por ano, vá a algum lugar que você nunca esteve antes.

17. Lembre-se que o melhor relacionamento é aquele em que o amor mútuo excede o amor que cada um precisa do outro.

18. Julgue o seu sucesso por aquilo que você teve que abrir mão para consegui-lo.


19. Entregue-se ao amor e à culinária com total abandono."

(Dalai Lama)


À sua prosperidade.

sábado, 29 de dezembro de 2012

PIB VS Inflação. Dinheiro move o mundo



Superficialmente, PIB é a sigla para Produto Interno Bruto e representa a soma, em valores monetários, de todos os bens e serviços finais produzidos numa determinada região ou país, durante um período determinado.

O PIB é um dos indicadores mais utilizados na macroeconomia (do grego: μακρύ-ς /ma΄kri-s/ grande, amplo, largo e οικονομία /ikono΄mia/ lei ou administração do lar) é uma das divisões da ciência econômica dedicada ao estudo, medida e observação de uma economia regional ou nacional como um todo) e tem o objetivo principal de mensurar a atividade econômica de uma região ou do país. 
Então, PIB é a soma de toda a riqueza produzida em um país, medida dentro de um período de tempo.

Inflação

No sentido literal, o termo inflação significa o efeito de inflar ou inchar. Em Economia, é um conceito que designa o aumento continuado e generalizado dos preços dos bens e serviços. Há uma acentuada diminuição do poder de compra devido a vários fatores, como por exemplo, o rendimento salarial que não sofre alteração.
Uma das causas da inflação é o aumento da emissão de papel-moeda pelo Governo para cobrir os gastos do Estado. Quando isso acontece, um maior volume de dinheiro entra em circulação no mercado, mas não houve criação de riqueza ou aumento de produção. Em consequência,  e neste caso, é exigida maior quantidade de dinheiro para adquirir a mesma quantidade de produto, resultando em inflação (quem tem ido ao supermercado mensalmente sabe bem o que é isto).
PIB VS Inflação
Para que uma Nação cresça é necessário que se faça crescer o seu PIB e isso somente acontece quando temos atividade econômica aquecida, ou seja, é preciso gerar empregos, para que as pessoas possam receber salários e, assim, colocarem parte do dinheiro para circular, através da aquisição de bens e serviços disponíveis e, então, as empresas continuam produzindo, investindo e crescendo, gerando mais empregos, para que mais pessoas trabalhem e coloquem parte do dinheiro para circular, para que as empresas continuem produzindo e crescendo, para que tenha uma economia acelerada e seja considerada uma Nação próspera. É igual a subida da roda gigante.
Ao contrário, quando em algum momento e por motivos diversos (crises, políticas econômicas internas e externas, interferência do governo no curso das empresas, aumento da inadimplência, etc, etc, etc),  ocorre um arrefecimento da atividade econômica, as pessoas passam a sentir seus efeitos e começam a gastar menos e com isso as empresas desaceleram também a sua produção e veem a necessidade de  "enxugar" os postos de trabalho e, com isso, vem o desemprego, que faz com que mais pessoas deixem de colocar o dinheiro para circular e com menos pessoas adquirindo bens e utilizando-se dos serviços disponíveis, as empresas passam a produzir menos e...com o passar de poucos anos a situação torna-se preocupante, pois a soma da riqueza da produção (PIB) de uma região ou país torna-se fraca. É igual ao momento de descida da roda gigante.
Assim, nossa economia é acelerada ou desacelerada de acordo com a forma como o dinheiro circula em nossa região, em nosso país, pelo mundo.
AINDA QUE TUDO SEJA TRANSITÓRIO NESTA VIDA, quando se trata de dinheiro ninguém gosta de ficar à deriva, subindo e descendo, sem saber para onde ir e à espera de uma retomada do curso da roda gigante  pelos criadores de políticas.
Tenha você as rédeas de sua vida financeira.
Eduque-se financeiramente, pois a grande diversão da roda gigante é saber apreciar a paisagem de todos os ângulos.
Ao seu sucesso financeiro.






domingo, 23 de dezembro de 2012

Só sei que nada sei


“Só sei que nada sei.” ~ Sócrates

A Flor de Lótus é capaz de crescer e desenvolver-se na escuridão do lodo, buscar a luz, emergir para a superfície e  abrir as suas flores, mas somente após se erguer além da superfície, em total celebração à sua conquista.
Sem dúvida alguma, a Flor de Lótus envolve vários aspectos da vida e é fato que nossa mente se expande à medida que recebemos novos conhecimentos e passamos a ter novas idéias.

Há até uma famosa frase atribuída a Einstein que bem comunica isto:  “A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original.”

Ao nos erguemos dos fluidos turvos da ignorância e transformarmos o poder tenebroso e sombrio da profundidade em luz radiante da consciência, é óbvio que não mais iremos querer voltar ao estado anterior de ignorância, pois o conhecimento adquirido nos induz a questionamentos sobre a nossa própria conduta perante diversos aspectos de nossa vida.

Portanto, isto significa dizer que, diferentemente da Flor de Lótus, nós, seres humanos capazes de pensar, temos possibilidades infinitas de criar situações que nos levam à nossa própria expansão, para que possamos  escolher os caminhos que poderão melhorar significativamente todos os aspectos de nossa vida e que certamente impactarão a vida de outras pessoas. Inclusive, o aspecto financeiro.

Veja bem: a Flor de Lótus, por algum motivo ainda considerado um mistério aos cientistas, traz na semente profundamente escondida na escuridão da terra, o impulso não adormecido para se voltar à luz. Da mesma forma, o ser humano mesmo no estado da mais profunda ignorância, carrega consigo o impulso não adormecido para uma maior consciência e conhecimento.

O que aprendemos com a Flor de Lótus?
A resposta é simples: pelo fato dela não ser manipulada nem pelo lodo e nem pela água: ela segue livre o seu impulso de buscar a luz, apesar de toda a dificuldade.

Então fica assim. O fato de estar com as raízes fincadas na terra, nada impede que você tenha sua cabeça erguida em direção à luz.

Em 2013, supere-se, resista, persista. Deixe sua zona de conforto, busque conhecimento, siga seu impulso, erga-se em direção à sua luz e vá ser feliz.

Ao seu sucesso financeiro.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Você,o Everest e suas Finanças

Imagem: adventure.nationalgeographic.com


São seus hábitos e crenças - e não a quantia de dinheiro que você faz mensalmente - que podem lhe levar ao topo da sua escalada financeira ou lhe deixar estagnado ao pé da montanha, olhando e imaginando como seria bom se você soubesse escalar.
"O Monte Everest está situado literalmente no topo do mundo, elevando-se a 8.850 metros (29.035 pés) acima do nível do mar. Assim que foi coroado como a montanha mais alta do mundo, os alpinistas inevitavelmente sentiram-se tentados a escalá-lo. E muitos falharam. Enquanto mais de 2 mil pessoas tiveram sucesso, praticamente 200 perderam suas vidas tentando a escalada.
Então, por que escalar o Everest? A resposta mais famosa para essa pergunta veio do alpinista George Mallory: "porque está lá."
·         em 1963, James Whittaker tornou-se o primeiro americano a alcançar o cume do Everest;
·         em 1975, uma mulher japonesa chamada Junko Tabei tornou-se a primeira mulher a chegar no topo;
·         em uma incrível jornada, o americano Erik Weihenmayer tornou-se a primeira pessoa cega a escalar o Everest em 2001.

Após o sucesso da chegada ao pico em 1953, mais e mais alpinistas começaram a chegar ao Everest, com a intenção de imitar os primeiros escaladores."
“Ei”, você pode estar se perguntando, “ e o que isso tem a ver com as minhas finanças?”.
Pelo simples fato da oportunidade de investir dinheiro ”estar lá” para todos os que queiram investir, tanto quanto o fato do Everest “estar lá” para os alpinistas que queiram escalá-lo, então, tem tudo a ver.
A Subida
Tanto no caso dos alpinistas do Everest quanto na sua escalada financeira pessoal, o que importa de fato - por mais incrível que pareça - não é o ponto final, mas os desafios da subida; o desejo profundo de querer encarar e acreditar que você pode superar a si mesmo.
"Ida e volta, a maioria das viagens ao topo do Everest leva cerca de dois meses e meio. Para uma aproximação do sul, os escaladores normalmente voam até Katmandu e passam vários dias comprando suprimentos e conseguindo vistos de viagem. De Katmandu, eles voam para Lukla e viajam por terra até o acampamento base, onde se preparam para a escalada. Até o acampamento base está situada a grande altitude, assim a jornada deve progredir gradualmente, geralmente levando uma ou duas semanas."
Estas são informações muito superficiais, já que quando uma pessoa decide que irá escalar o Everest ela começa a se preparar com muita antecedência, pois ela precisa estudar e aprender os detalhes sobre o que enfrentará, a fim de minimizar seus riscos, adquirir as ferramentas corretas que precisará utilizar, as roupas mais adequadas para sofrer menor impacto, realizar exames, preparar-se física e psicologicamente  uma vez que tem consciência de que o risco existe, é grande, mas esta pessoa está determinada a realizar o grande feito de sua vida.
Como na escalada do Everest, a escalada financeira pessoal também se inicia com um preparo. 
Para iniciar sua escalada financeira pessoal é preciso que você se prepare, eduque-se financeiramente e entenda porque você quer realizar esta escalada, mentalize o prazer de sua conquista, liberte-se de seus medos e crenças com relação ao dinheiro, passe a criar hábitos financeiros saudáveis, crie um plano de economia e gastos, respeite seu perfil financeiro, receba as instruções com quem já realizou a subida antes de você e inicie a sua própria subida. Tudo isso deve ser realizado de forma coordenada e gradual.
À medida que você se sinta mais seguro, você desejará dar mais um passo adiante e mais um passo e mais outro, pois compreenderá que o risco existe em todos os níveis, mas você estará preparado para enfrentá-lo, pois terá o seu “sherpa” - neste caso um especialista financeiro – auxiliando-o a utilizar as técnicas e ferramentas que irão ajudá-lo a minimizar os riscos e que irão encorajá-lo a continuar seguindo.
Obviamente, esta é apenas uma analogia e embora haja momentos de tensão nas questões relacionadas a investimentos, você não precisará entrar na “zona de morte” ( Os níveis de oxigênio no pico é de apenas um terço do encontrado ao nível do mar. Seres humanos não podem sobreviver por um longo período de tempo em uma elevação acima de 8 mil metros, o que é conhecido no Everest como "zona da morte").
O que demonstramos aqui é que tanto para escalar o Everest quanto para dar início à sua escalada financeira pessoal é preciso ter aquela determinação dos que sabem onde querem estar e, definitivamente, dúvidas e hesitações não fazem parte dos que querem alcançar seus objetivos.
Não há pressa. O seu ritmo e o seu limite é você quem impõe.
O importante é se preparar para começar a subida, subir e não desistir.
Na escalada financeira pessoal é assim: uns chegam antes, outros chegam depois, mas se houver determinação e disciplina todos podem chegar àquele lugar chamado “independência financeira”.
Independência Financeira é quando a quantidade de dinheiro que você tem trabalhando para você excede os gastos do estilo de vida que você escolher viver. Em outras palavras, mesmo que você deixe de trabalhar hoje, o dinheiro oriundo de seus investimentos conseguirá manter o seu estilo de vida até quando você bem quiser.
Vai iniciar a sua subida quando?

Ao seu sucesso financeiro.

Fonte: http://esporte.hsw.uol.com.br/escalada-do-everest.htm